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quarta-feira, 31 de março de 2021

20 livros gratuitos de literatura infantil para você baixar

Literatura Infanto-Juvenil

Olá!

Confira a seleção de livros infantis que estão disponíveis para download gratuito.

literatura infanto juvenil é voltada para leitores de 10 a 15 anos, ou seja, para crianças e adolescentes. Esse tipo de obra geralmente possui personagens com a mesma faixa etária de seu público e utiliza diversas imagens para ilustrar o texto.

Pensando nisso, reunimos 20 livros de literatura infantil que estão disponíveis na internet para download gratuito. As obras estão em domínio público ou têm a devida licença do autor para serem baixadas livremente. Veja:

20 livros infantis para baixar de graça

  1. A borboleta azul
  2. A Bruxa e o Caldeirão
  3. Amanda e os Nanorobôs
  4. Chuva e sol
  5. Conto ou não conto?
  6. Dom Quixote
  7. Eu que vi, eu que vi
  8. Histórias da Avózinha
  9. Histórias que acabam aqui
  10. Meiguice
  11. No reino das letras felizes
  12. O galo Tião e a dinda Raposa
  13. O galo Tião e a vaca Malhada
  14. O leão Praxedes
  15. O mistério do anel de pérola
  16. O pacto maldito e outras histórias de morte
  17. O peixinho e o gato
  18. O ramo verde
  19. O ratinho Rói-Rói
  20. Pai, posso dar um soco nele?

E então? Já sabe qual obra vai ler com as crianças? Deixe aqui  nos comentários! Você também pode gostar de:

Boa leitura!

FONTE: https://canaldoensino.com.br/blog/20-livros-gratis-de-literatura-infantil-para-voce-baixar

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

MEC lança jogo virtual para ajudar na alfabetização de crianças

Ferramenta é gratuita para celulares, tablets e computadores

POR AGÊNCIA BRASIL - Ajudar o processo de alfabetização de crianças entre 4 e 9 anos de idade, de forma lúdica, é o objetivo do Graphogame. Lançado pelo Ministério da Educação nesta sexta-feira (27), em Brasília, o jogo para celulares, tablets ou computadores, desenvolvido por pesquisadores finlandeses, já é utilizado por 30 países e foi traduzido para 25 línguas.

No Brasil, o projeto foi adaptado pelo Instituto de Cérebro, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Na prática, o aplicativo usa uma metodologia que estimula o desenvolvimento da consciência dos sons da língua oral e sua relação com figuras, em um processo chamado de instrução fônica.

“Esse programa não visa substituir o professor. É apenas uma ferramenta de apoio à alfabetização”, ressaltou o ministro da Educação, Milton Ribeiro.

A ferramenta pode ser baixada gratuitamente para celulares, tablets e computadores com sistema operacional Android e IOS ou Windows. Depois que o download é feito, o programa funciona offline, ou seja, sem necessidade de conectar à internet. Como o público-alvo da iniciativa são crianças de baixa renda, o secretário nacional de Alfabetização, Carlos Nadalim, lembrou que das 130 mil escolas públicas brasileiras, 126 mil estão conectadas à rede mundial de computadores, segundo ele, isso possibilita que o programa seja instalado nos equipamentos das famílias interessadas.

Evidências científicas mostram que o aplicativo é efetivo principalmente quando utilizado pela criança sob supervisão e com o engajamento de um adulto e a recomendação é que ela seja usada por, no máximo, 15 minutos por dia pelas crianças. “Não há previsão de licenciamento para professores acompanharem online a evolução das crianças, o que não é considerado crucial para a ferramenta, mas o Instituto do Cérebro comandará um estudo de impacto ao longo de 12 meses, prazo de validade do contrato - o governo pretende renovar sua licença”, informou o ministério.

FONTE:https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2020-11/mec-lanca-jogo-virtual-para-ajudar-na-alfabetizacao-de-criancas

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Avaliação da alfabetização será feita por amostragem , diz ministro

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, e o presidente
 do INEP, Elmer Coelho Vicenzi, durante entrevista coletiva
Sistema de Avaliação da Educação Básica.
– 
Marcelo Camargo/Agência Brasil 
O Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) deste ano terá novidades. Os testes de ciências da natureza e ciências humanas para estudantes do 9º ano e a avaliação da alfabetização do 2º ano do ensino fundamental serão feitos por amostragem.

É a primeira vez que os testes de ciências são aplicados para estudantes do 9° ano. Já a avaliação da alfabetização era aplicada de forma censitária até 2016, ou seja, para todos estudantes do 3° ano, no período de dois em dois anos, nos anos pares.

Com a aprovação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), em 2017, e a previsão de que os estudantes devem ser alfabetizados até o 2° ano, o governo decidiu unificar essa avaliação com as demais, aplicadas nos anos ímpares. Para tanto, optou por cancelar a avaliação prevista para 2018, e implementá-la em 2019 para estudantes do 2º ano.

No entanto, em vez de aplicar para todos estudantes, como era feito até então, o Ministério da Educação optou por realizar testes por amostragem.
As novidades foram apresentadas hoje (2) pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, e as diretrizes foram publicadas no Diário Oficial da União.
“O que queremos [por meio do Saeb] é saber se as crianças estão aprendendo no ritmo [adequado]. Por isso faremos uma avaliação da alfabetização do 2° ano do ensino fundamental”, disse o ministro, em entrevista coletiva..
“Temos que pegar [recuperar] a criança que está ficando para trás e medir o que está acontecendo de certo e de errado”, acrescentou.
Segundo Weintraub, o ideal seria fazer a avaliação com todos os estudantes. “Se eu tivesse plenos poderes, faria universal todos os anos”, disse, ao justificar a pesquisa pela necessidade de o governo cortar gastos.
Saeb

domingo, 21 de abril de 2019

MEC prepara material para explicar nova política de alfabetização

Arquivo/Agência Brasil
O Ministério da Educação (MEC) está finalizando um caderno que explicará as diretrizes, os princípios e os objetivos da Política Nacional de Alfabetização (PNA). A intenção é que as escolas passem a alfabetizar as crianças no primeiro ano do ensino fundamental, ou seja, geralmente aos 6 anos de idade.

A orientação está em decreto publicado no último dia 11 no Diário Oficial da União. A política prevê ajuda financeira e assistência técnica da União para os municípios que aderirem ao programa, a elaboração de materiais didático-pedagógicos para serem usados nas escolas e o aumento da participação das famílias no processo de alfabetização dos estudantes.

A ênfase da alfabetização no primeiro ano é uma das novidades. Em 2017, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que define o mínimo que os estudantes devem aprender a cada etapa de ensino, estipulou que as crianças fossem alfabetizadas até o 2º ano do ensino fundamental, ou seja, geralmente aos 7 anos.

Pelo Plano Nacional de Educação (PNE), lei 13.005/2014, as crianças devem ser alfabetizadas, no máximo, até o final do 3º ano do ensino fundamental, ou seja, aos 8 anos de idade.

Elevar os índices de alfabetização é uma das prioridades do governo e a definição da política uma das metas dos 100 dias de governo. De acordo com os últimos dados da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA), aplicada em 2016, mais da metade dos estudantes do 3º ano do ensino fundamental apresentaram nível insuficiente de leitura e em matemática para a idade, ou seja dificuldade em interpretar um texto e fazer contas.

Alfabetização - Arquivo/Marcello Casal
Jr/Agência Brasil
A política será voltada também para os mais velhos. Uma das ações previstas é o desenvolvimento de materiais didático-pedagógicos específicos para a alfabetização de jovens e adultos da educação formal e da educação não formal. De acordo com o  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de analfabetismo no país entre pessoas com 15 anos ou mais de idade foi estimada em 7% em 2017.

Para União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o decreto precisa de esclarecimentos sobre como se dará a implementação. “A implementação depende de ações e estratégias, para que seja levada adiante, elas vão falar com mais clareza”, diz o presidente da Undime, Alessio Costa Lima. Segundo a assessoria de imprensa do MEC, ainda não há uma data específica para a publicação do caderno explicativo.

O decreto não chega a especificar, mas coloca como componentes essenciais para a alfabetização conceitos do método fônico. Os componentes são: consciência fonêmica; instrução fônica sistemática; fluência em leitura oral; desenvolvimento de vocabulário; compreensão de textos; e produção de escrita.

“O melhor método é aquele que o professor se sente seguro para utilizar, que faz o aluno ser alfabetizado”, defende o presidente da Undime. Além disso, segundo ele, preocupa a priorização da alfabetização no primeiro ano do ensino fundamental. “As crianças têm ritmos de aprendizagem diferentes”. Os dirigentes municipais de educação defendiam que o decreto mantivesse o prazo de alfabetização da BNCC, até o 2º ano do ensino fundamental.

Participação da família

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

MEC tem agora secretarias para alfabetização e escolas militares

Foto: Reprodução
Com a posse do presidente Jair Bolsonaro e do ministro Ricardo Vélez Rodríguez foram feitas, esta semana, mudanças na estrutura do Ministério da Educação (MEC). A pasta passa a contar agora com a Secretaria de Alfabetização, a Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação, além de uma Subsecretaria de Fomento às Escolas Cívico-Militares.

As novas secretarias e subsecretaria são voltadas principalmente para a educação básica, etapa que compreende desde as creches ao ensino médio e que, segundo Vélez Rodríguez, será prioridade do governo. Para implementar as mudanças nas escolas, o MEC precisará do apoio de estados e municípios, que detêm a maior parte das matrículas.

Escolas cívico-militares

Baseado no alto desempenho de colégios militares em avaliações nacionais, o governo quer expandir o modelo. Segundo o decreto que detalha as atribuições do MEC, haverá uma subsecretaria para desenhar uma modelagem de gestão escolar que envolve militares e civis e garantir a aplicação desse modelo nos estados e municípios.

É a chamada Subsecretaria de Fomento às Escolas Cívico-Militares. Pelo decreto, a adesão de estados e municípios ao modelo será voluntária. Em nota, o MEC explica que a presença de militares na gestão administrativa “terá como meta a resolução de pequenos conflitos que serão prontamente gerenciados, a utilização destes como tutores educacionais, para a garantia da proteção individual e coletiva, dentre outras visando a disciplina geral da escola. Os militares contribuirão com sua visão organizacional e sua intrínseca disciplina; os civis com seus conhecimentos pedagógicos, todos juntos farão parte desta proposta de estrutura educacional”.

Ainda segundo o MEC, o Brasil apresenta altos índices de criminalidade.“Neste contexto o Ministério da Educação buscará uma alternativa para formação cultural das futuras gerações, pautando a formação no civismo, na hierarquia, no respeito mútuo sem qualquer tipo de ideologia tornando-os desta forma cidadãos conhecedores da realidade e críticos de fatos reais”. Esse modelo será implementado preferencialmente em escolas em situação de vulnerabilidade social e para as famílias que concordam com essa proposta educacional.

Novas secretarias

As duas novas secretarias do MEC foram criadas a partir da extinção da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi): a Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação e Secretaria de Alfabetização. Dentro da primeira, haverá, entre outras, uma diretoria voltada apenas para pessoas surdas, a Diretoria de Políticas de Educação Bilíngue de Surdos, além de uma estrutura voltada para apoio a pessoas com deficiência.

Segundo a Agência Brasil, a pauta ganhou destaque no governo com a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que é intérprete de Língua de Sinais Brasileira (Libras). Na posse presidencial, ela quebrou o protocolo e discursou em Libras. A secretaria de Alfabetização, segundo o MEC, cuidará da alfabetização não apenas em português e matemática, mas também em novas tecnologias. Segundo o decreto, a secretaria se ocupará ainda da formação dos professores por meio da Diretoria de Desenvolvimento Curricular e Formação de Professores Alfabetizadores.

Estados e municípios

Para que essas medidas cheguem às salas de aula, será necessária a participação de estados e municípios. As entidades que representam os secretários municipais e estaduais de Educação ainda não se reuniram com a atual gestão do MEC. O Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), que representa os estados, tem reunião agendada para o final deste mês.

A presidente do Consed, Maria Cecília da Motta, secretária de Educação do Mato Grosso do Sul, disse que a entidade ainda não tem um posicionamento sobre as mudanças, uma vez que muitos secretários assumiram nesta semana. Segundo ela, independentemente do modelo escolar, cívico, militar ou cívico-militar, a prioridade dos estados, que são responsáveis pela maior parte das matrículas do ensino médio, é a implementação do novo currículo.

No ano passado, o MEC aprovou a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para essa etapa de ensino, que define o mínimo que deve ser ensinado em todas as escolas em todo o país. O prazo para a implementação é o ano letivo de 2021, quando começa a valer o novo ensino médio. “O nosso trabalho este ano todo é escrever o novo currículo, com a flexibilização. Ainda não sabemos o que vem de orientação, mas estamos organizando nosso movimento de formação em cima da BNCC”, disse Cecília.

Metodologia

O presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Alessio Costa Lima, disse esperar o detalhamento das escolas cívico-militares. Em relação à alfabetização, Lima destaca que os métodos aplicados no país são variados e devem ser considerados nas ações.

“A diversidade que existe no nosso país, metodológica, de práticas pedagógicas, de cultura, precisa ser respeitada. Nesse sentido, a nova secretaria tem que ter a sensibilidade para compreender todas essas nuances, para compreender os métodos aplicados”, afirmou, acrescentando que a melhor prática “é aquela que o aluno aprende”.

terça-feira, 27 de março de 2018

UFMG libera 24 livros de Alfabetização e Letramento para download grátis

Postado por: 
Olá, leitor!
Se você, assim como muitos, se preocupa com a questão da educação em nosso país, então, a notícia que vamos divulgar é positiva. O Brasil enfrenta uma dura questão quanto ao nível de educação, principalmente em relação ao ensino fundamental.
Na maioria dos estados brasileiros, chega a ser alarmante a quantidade de crianças que apresentam problemas para escrever e ler. É de conhecimento de todos o quanto isso pode ser negativo para o desenvolvimento de um país.
O alicerce de um país bem desenvolvido se dá por meio da imersão das crianças em um regime de aprendizado constante. Por isso, é muito importante a presença de iniciativas como a que vamos apresentar hoje.
Informamos que UFMG libera 24 livros de Alfabetização e Letramento para download grátis. Se quiser saber qual é o conteúdo completo desses livros, não deixe de acompanhar. Confira!

Oportunidade para melhoria do nível de educação

O principal objetivo dos livros contidos nessa iniciativa é o de auxiliar no ensino das crianças de todo o Brasil. Isso porque, o estado de minas se apresenta como o estado com maior percentual de crianças que apresentam bons níveis de leitura e escrita.
A partir disso, a UFMG por meio de um órgão que faz parte da Faculdade de Educação da própria universidade, o Ceale (Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita), é o responsável pelo controle e execução dos conteúdos.
Ele que foi criado em 1990, objetiva nos dias atuais a integração de grupos de diferentes instituições de ensino. Pois determinaram que quando se emprega de forma adequada a leitura e a escrita, pode-se observar alunos mais capazes e preparados.
Essa pode ser a oportunidade perfeita para expandir o leque de conhecimento e educação. Sem contar um maior engajamento entre as instituições, o que colabora para uma troca de informações importantes para o futuro do ensino.

Importância de focar no ensino fundamental

Sem sombra de dúvidas investir na educação como um todo, é o ideal para qualquer país. Mas existe um ponto de equilíbrio delicado em relação a atenção dada ao ensino fundamental.
Para que cada vez mais alunos cheguem capacitados ao ensino médio e superior, primeiramente, eles devem ser iniciados e mantidos dentro de um aprendizado seguro e positivo.
Apenas assim se consegue assegurar, que o mercado de trabalho seja provido de profissionais capacitados. Em vista disso, por que não aproveitar a qualidade do material indicado aqui, e de forma grátis?
Qual conteúdo os livros oferecem?
Com relação ao conteúdo que os livros abrangem o foco é o início dos estudos, ou seja, enfatizar a importância da escrita e da leitura. São dois pontos chave e cruciais para o sucesso do aluno em sala de aula.
Ao todo são oferecidas duas coleções e as duas têm focos diferenciados. A primeira coleção é voltada mais à parte de alfabetização, já a segunda é direcionada a questão da leitura e do letramento.
Ao passo que o interessado segue com a leitura dos livros é percebido como um livro complementa o outro. Isso traz dinâmica e expande o engajamento com um conteúdo que envolve e nutre o aluno.

Como absorver esse conhecimento?

Para ter acesso e absorver esse material rico, completo e inteiramente gratuito, você pode acessar a página do Ceale. Ao acessar, você encontra na parte superior direita a aba “Biblioteca”, ao clicar você é levado à uma página com todo material fornecido.
No lado direito da página você visualiza todo o conteúdo da biblioteca inclusive os livros indicados aqui. Você pode clicar em “Coleção: Instrumentos da Alfabetização” ou “Coleção: Alfabetização e Letramento”.
Ao navegar por uma das coleções e clicar no livro desejado, logo em seguida você será direcionado para a página daquele livro. Logo abaixo da capa do livro você encontra o link.
Quando clicar você será levado à uma página com o PDF do livro, agora é só aproveitar o conteúdo completo.
Até mais!

quinta-feira, 6 de julho de 2017

7 livros gratuitos sobre instrumentos da alfabetização

POR CANAL DO ENSINO
Postado por: 


Olá,
Quando o assunto é alfabetização tentamos entender os diferentes métodos utilizados nas escolas pelos educadores para alfabetizar seus alunos, mas nem sempre é possível encontrar materiais gratuitos sobre o assunto, onde poderíamos facilmente entender a importância dessa metodologia.
Pensando em uma maneira de facilitar a vida de educadores e até mesmo leigos que se interessem pelo assunto foram distribuídos através de PDF alguns livros com material completo sobre alfabetização e letramento, esses livros estão disponíveis gratuitamente através do site do CEALA (UFMG), é um material de fácil compreensão e de livre acesso para educadores que buscam ter um maior conhecimento e maior facilidade para aplicar esses instrumentos da alfabetização em sala de aula.

Veja os 7 livros gratuitos sobre instrumentos da alfabetização

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