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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Bill Gates acredita ser possível eliminar a miséria até 2030

GUSTAVO SUMARES

(Foto: Flickr)
Em um artigo publicado ontem, Bill Gates, o fundador da Microsoft, disse acreditar não apenas que é possível acabar com a miséria no mundo até 2030, como também que "nós veremos grandes avanços ao longo do caminho, que providenciarão oportunidades sem precedentes para pessoas de países pobres".

O artigo de Gates se referia às Global Goals (metas globais), assinadas por 193 países em setembro de 2015. Nela, os países assinantes se comprometiam a erradicar a pobreza extrema, combater a desigualdade e a injustiça e conter as mudanças climáticas.

Três passos

Gates crê que, embora esses objetivos sejam atingíveis, cumprí-los "exigirá vontade política, cooperação global e inventividade humana". participando do Fórum Econômico Mundial em Davos, ele levantou três pontos que ele acredita serem importantes para a satisfação dessas mtedas.

O primeiro deles é o apoio a instituições e organizações voltadas para a disponibilização de atendimento médico em países e regiões carentes. Segundo Gates, o Fundo Global para combater AIDS, tuberculose e malária já salvou 17 milhões de vidas providenciando remédios e reinando médicos e enfermeiras.

O segundo ponto defendido por Gates é a priorização de mulheres e meninas nesses esforços. Segundo o fundador da Microsoft, "empoderar mulheres e meninas para transformar suas vidas é um dos investimentos mais inteligentes que nós podemos fazer". 

Finalmente, Gates apoia o investimento em inovação. Segundo ele, avançoes científicos e tecnológicos estão entre os maiores eliminadores de pobreza do mundo. Mais especificamente, no entanto, Gates acredita que o total investido em saúde voltada para populações carentes é insuficiente, e precisa dobrar até 2020 para que as outras metas sejam atingidas.


FONTE: Olhar Digital

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Marina diz que dados sobre miséria foram 'omitidos' para proteger Dilma

OPOSIÇÃO

Marina diz que dados sobre miséria foram 'omitidos' para proteger Dilma

Folhapress | 23h24 | 06.11.2014

A pessebista ressaltou que o resultado da pesquisa realizada pelo IPEA foi adiado para depois do período eleitoral

Terceira colocada na disputa pelo Palácio do Planalto, Marina Silva (PSB) publicou nesta quinta-feira (6) um artigo em que diz que representantes do governo federal "omitiram deliberadamente" dados oficiais sobre a economia do país para proteger -e não constranger- a presidente Dilma Rousseff (PT) durante a campanha.
A ex-senadora usou de exemplo os dados divulgados na quarta-feira (5) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), que mostram que a miséria no Brasil aumentou pela primeira vez desde 2003, quando o PT assumiu a Presidência da República e o indicador começou a cair. Entre 2012 e 2013, o número de pessoas que vivem com renda mensal abaixo de R$ 70 passou de 3,6% para 4% da população.
"O Ipea, órgão vinculado à Presidência da República, adiou o anúncio das estatísticas sobre pobreza e miséria no país e alegou que tal decisão era para não favorecer nenhum candidato (na verdade, não queria oferecer constrangimento à candidatura petista)", diz a pessebista no texto publicado em seu site oficial.
Para endossar o discurso, Marina disse ainda que Dilma "autorizou reajuste de preços, alta de juros e divulgação de informações que na campanha negava ou condenava". Para ela, "a realidade se mostra na exposição de dados oficiais omitidos, deliberadamente, por representantes do próprio governo durante a campanha presidencial."

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