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domingo, 15 de julho de 2018

Marina diz que é chegada a hora de ser presidente do Brasil

Pela terceira vez concorrendo a presidência da República, a ex-ministra Marina Silva  (Rede) disse ter convicção de que os eleitores entenderão sua mensagem de renovação de um sistema político debilitado pela crise econômica e os escândalos de corrupção.

“Pela terceira vez eu estou me colocando como candidata à Presidência da República (…) Entendendo que nunca foi tão necessário um projeto político de país, que atenda algumas questões que eu considero fundamentais”, disse,
Embora as pesquisas atribuam a ela 10% das intenções de voto, Marina Silva acredita que as próximas eleições serão “bastante pulverizadas” e que se abre um espaço para romper o monopólio do poder que um punhado de partidos exerce desde a restauração da democracia em 1985.

“Há uma profunda estagnação do sistema político brasileiro, no qual os principais partidos que historicamente se revezam no poder desde a conquista da democracia estão gravemente envolvidos em problemas de corrupção”, afirmou, em alusão às denúncias que levaram à prisão ou puseram na mira da Justiça a maioria dos mais altos dirigentes do País nos últimos anos, inclusive Lula, preso em Curitiba desde abril.

Em alusão ao ex-presidente, que corre o risco de não poder se candidatar por ter sido condenado em segunda instância, Marina lembrou que o PT apoiou a lei da Ficha Limpa, “uma conquista da sociedade brasileira para evitar que aqueles que praticam crimes de corrupção contra o interesse público possam ser candidatos, desde que estejam devidamente condenados”.

Perguntada sobre a popularidade de propostas como a liberação do uso de armas, proposta pelo deputado Jair Bolsonaro (PSL), primeiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, na ausência de Lula, disse que não acredita que se vai resolver o problema dramático de um pais que tem mais de 60.000 pessoas assassinadas por ano, 30.000 jovens negros de comunidade pobre, distribuindo armas para a população. “Pelo contrário, isso será a elevação da violência”.

Na economia, se define como partidária “uma economia de mercado, sem que isso seja visto como um dogma” e adverte: “o Brasil já pagou um preço muito alto pela visão dogmática contra o mercado e agora paga um preço altíssimo com a visão dogmática pró-mercado”.

Sobre os homossexuais, lembrou, a Constituição brasileira “assegura o Estado laico e no Estado laico as pessoas têm o direito de (…) não serem discriminados independentemente da cor, da condição social, da orientação sexual”.
Com informações das agências de notícias

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Marina diz que dados sobre miséria foram 'omitidos' para proteger Dilma

OPOSIÇÃO

Marina diz que dados sobre miséria foram 'omitidos' para proteger Dilma

Folhapress | 23h24 | 06.11.2014

A pessebista ressaltou que o resultado da pesquisa realizada pelo IPEA foi adiado para depois do período eleitoral

Terceira colocada na disputa pelo Palácio do Planalto, Marina Silva (PSB) publicou nesta quinta-feira (6) um artigo em que diz que representantes do governo federal "omitiram deliberadamente" dados oficiais sobre a economia do país para proteger -e não constranger- a presidente Dilma Rousseff (PT) durante a campanha.
A ex-senadora usou de exemplo os dados divulgados na quarta-feira (5) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), que mostram que a miséria no Brasil aumentou pela primeira vez desde 2003, quando o PT assumiu a Presidência da República e o indicador começou a cair. Entre 2012 e 2013, o número de pessoas que vivem com renda mensal abaixo de R$ 70 passou de 3,6% para 4% da população.
"O Ipea, órgão vinculado à Presidência da República, adiou o anúncio das estatísticas sobre pobreza e miséria no país e alegou que tal decisão era para não favorecer nenhum candidato (na verdade, não queria oferecer constrangimento à candidatura petista)", diz a pessebista no texto publicado em seu site oficial.
Para endossar o discurso, Marina disse ainda que Dilma "autorizou reajuste de preços, alta de juros e divulgação de informações que na campanha negava ou condenava". Para ela, "a realidade se mostra na exposição de dados oficiais omitidos, deliberadamente, por representantes do próprio governo durante a campanha presidencial."

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

No primeiro encontro oficial, Aécio diz que acatará sugestões de Marina

BRASIL

No primeiro encontro oficial, Aécio diz que acatará sugestões de Marina

Marina Silva causou impacto entre os presentes sem o seu tradicional coque e penteada com um rabo de cavalo que deixou à mostra os longos cabelos cacheados
Agência Brasil
Atualizado em 17/10/2014 15:23:23
O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, confirmou nesta sexta-feira (17) que vai incorporar medidas sugeridas pela ex-senadora Marina Silva, do PSB, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno. Entre as propostas de Marina, estão a consolidação e ampliação das políticas sociais do atual governo, como o Bolsa Família, e o desenvolvimento econômico com sustentabilidade.

No primeiro encontro oficial dos dois, em um espaço empresarial, no bairro da Lapa, sem o seu tradicional coque e penteada com um rabo de cavalo que deixou à mostra os longos cabelos cacheados, Marina Silva causou impacto entre os presentes, em sua maioria líderes, do PDSB, PSB e das siglas que estão apoiando Aécio no segundo turno. Brincando, ela justificou que, por estar com gripe, não pôde prender os cabelos como de costume.
(Foto: Reprodução/Facebook)

Aécio disse que o apoio de Marina o deixa em uma condição mais confortável na disputa com a candidata do PT, Dilma Rousseff. “Estou hoje vivendo um momento muito, mas muito marcante, eu diria histórico, desta caminhada”. Ele, no entanto, evitou comentar se a ex-ministra o acompanhará em comícios e atos públicos.

“A forma como Marina vem participando é a melhor possível. É em torno de um projeto. Estou extremamente agradecido à generosidade da Marina, que não fez qualquer tipo de exigência. Apenas propôs o aprofundamento de algumas questões de que nós já tratávamos”, acrescentou o candidato. Ele reafirmou que há convergências entre sua plataforma e a da ex-ministra.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Falta até bandeira para campanha de Marina, diz coordenadora

RECURSOS

Falta até bandeira para campanha de Marina, diz coordenadora

Folhapress | 17h41 | 28.09.2014

Em comício realizado em São Paulo que reuniu cerca de 50 pessoas, Luiza Erundida (PSB-SP) atribuiu o número baixo de presentes à falta de estrutura


A deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), coordenadora da campanha de Marina Silva (PSB) à Presidência, afirmou que faltam recursos e estrutura para a coligação na corrida eleitoral.
Erundina participou na manhã deste domingo (28) de uma carreata que começou na região do ABC e terminou com um comício no largo da Batata, na zona oeste de São Paulo. O comício, que não contou com a presença de Marina e do candidato a vice Beto Albuquerque (PSB), reuniu cerca de 50 pessoas.
Ela disse ter percebido ausência de propaganda de Marina no trajeto até o comício.
"Se você percorre a cidade, a zona leste, a zona sul, você não vê uma imagem da Marina. Nos grandes corredores da cidade não temos material dela. É uma candidata invisível, porque não tem material, não tem estrutura, não tem recursos. Essa é uma realidade. Temos que transformar esse vazio com a presença da militância e a nossa presença", afirmou.
Indagada sobre o número baixo de presentes ao comício, comentou: "é reflexo da falta de estrutura. Agora que conseguimos bandeiras, até agora a gente não tinha uma bandeira".
Em seu discurso, Erundina defendeu ações de regulamentação da mídia. Questionada se a proposta era da campanha de Marina, ela negou que a ideia esteja no programa de governo da candidata. A deputada afirmou que a regulamentação é proposta pessoal dela e conta com o apoio do partido.
"Mais importante que a reforma agrária é a reforma dos meios de comunicação de massa, preservando a liberdade de expressão e as concessões públicas a grupos privados, mas dividindo um pouco mais esse poder", disse.
FONTE:
DIÁRIO DO NORDESTE

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Dilma amplia vantagem sobre Marina, e Aécio cresce, aponta Vox Populi

PESQUISA

Dilma amplia vantagem sobre Marina, e Aécio cresce, aponta Vox Populi

20h42 | 25.09.2014

No segundo turno, petista apresenta pequena vantagem sobre candidata do PSB, mas empate técnico permanece

Dilma
Com este resultado, Dilma iria para o segundo turno com Marina Silva
FOTO/MONTAGEM: FELIPE BELARMINO
A presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), está com 38% das intenções de voto contra 25% de Marina Silva (PSB) e 17% de Aécio Neves (PSDB), aponta pesquisa Vox Populi, encomendada pela revista Carta Capital e divulgada nesta quinta-feira (25).
O levantamento mostra, portanto, umadiferença de 13 pontos entre a primeira e a segunda colocada. O candidato Pastor Everaldo (PSC) possui 1%, e os outros candidatos não pontuaram.
Na comparação com a última pesquisa Vox Populi/Carta Capital, divulgada no último dia 10, a petista cresceu 2 pontos, enquato a candidata do PSB caiu 3. Assim como Dilma, Aécio sibiu 2 pontos percentuais, oscilando dentro da margem de erro. Os indecisos correnspodem a 17%, e os votos brancos e nulos são 7% do total. 
No segundo turmo, Dilma surge à frente de Marina, apesar do empate técnico, com 42%, enquanto Marina possui 41% das intenções de voto. Na última pesquisa, a petista possuia 41%, e a pessebista, 42%. 
O Vox Populi entrevistou 2 mil eleitores em 147 municípios de todas as regiões do Brasil entre 23 e 24 de setembro. A pesquisa, registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-00757/2014 tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou menos.  
FONTE: DN

domingo, 7 de setembro de 2014

Dilma arrecada R$ 123,6 mi, Aécio, R$ 46,5 mi, e Marina, R$ 23 milhões

BRASIL

Dilma arrecada R$ 123,6 mi, Aécio, R$ 46,5 mi, e Marina, R$ 23 milhões

Essas doações podem ser distribuídas pelo partido à candidatura presidencial ou às campanhas estaduais
Estadão Conteúdo
Atualizado em 06/09/2014 18:45:38
A menos de um mês das eleições, a campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) lidera com vasta vantagem o volume de arrecadação. De acordo com a segunda parcial de prestação de contas dos candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral, a soma de doações feitas à candidata, ao comitê financeiro da campanha e ao diretório nacional do PT chega a R$ 123,6 milhões. 

Os dados, compilados pelo Estadão Dados com base no banco do TSE, deixam de fora valores que foram doados ao diretório nacional do partido mas ainda não constam na arrecadação do comitê financeiro e da candidata. Isso porque essas doações ainda podem ser distribuídas pelo partido à candidatura presidencial ou às campanhas estaduais. 

Em segundo lugar no ranking de volume de arrecadação aparece o candidato do PSDB, Aécio Neves, com R$ 46,5 milhões. A campanha presidencial do PSB conta hoje com R$ 23 milhões em doações. Esse montante leva em consideração valores depositados na conta bancária criada por Eduardo Campos antes de sua morte, ocorrida no último dia 13 de agosto. A atual candidata, Marina Silva, ainda não prestou contas de doações recebidas em seu nome, mas o que o PSB e o comitê receberam depois do acidente já está contabilizado. 

A segunda prestação de contas leva em consideração os recursos em dinheiro ou estimáveis em dinheiro que foram arrecadados para financiamento da campanha eleitoral e também os gastos realizados até o momento, com o detalhamento dos doadores e fornecedores, incluindo as informações que já foram prestadas na primeira parcial. Uma última prestação de contas final deverá ser entregue até o dia 4 de novembro por todos os candidatos.
FONTE:
CORREIO 24 HORAS

sábado, 6 de setembro de 2014

Dilma ataca Marina na TV e diz que rival vai 'desmontar o Brasil'.

 em Brasil 06/09 14:10

A presidente Dilma Rousseff (PT) fez neste sábado (6) o mais duro ataque no horário eleitoral à adversária Marina Silva (PSB). Com um programa quase todo centrado na defesa do pré-sal e da Petrobras, a petista disse que o plano de governo da rival chega a dar “passos mais atrás do que os tucanos” e que se, se for implementado, “vai desmontar o Brasil”.
filme foi ao ar no mesmo dia em que a revista“Veja” apresentou nomes de uma lista de políticos ligado à base aliada do governo que teriam se beneficiado por anos de um esquema de desvio e lavagem de dinheiro na Petrobras. Durante a peça, a presidente Dilma diz que a estatal é um patrimônio do povo e que vai reagir a qualquer um que queira destruir o pré-sal e a estatal.
Dilma também atacou a política econômica apresentada por Marina e disse que suas propostas colocam em risco programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida, além de poderem levar ao desemprego e ao fim do crédito. “Não tenho nenhuma intenção de atacar a candidata. Todo mundo sabe que esse não é o meu estilo. Mas me vejo obrigada como presidenta da República a alertar a população de que, se colocar em pratica seu programa de governo, Marina pode desmontar o Brasil que tanto custamos a melhorar”, criticou a petista no filme.
Pela primeira vez a campanha de Dilma levou o ex-presidente Lula à TV também fazendo ataques a Marina. A diferença, é que Lula não citou a pessebista nominalmente. Ela foi ministra do Meio Ambiente em sua gestão. “Tem gente que quer acabar com o pré-sal. (…) É esse petróleo que vai dar à nossa juventude aoportunidade de estudar, que eu não tive. E eu quero que cada filho de cada trabalhador tenha o direito de fazer universidade, de ser chamado de doutor”, disse Lula.
Na menção mais clara a Marina, Lula disse que “enquanto alguns falam do futuro de forma abstrata, para nós, o futuro não é amanhã, é hoje”.
Há dias a campanha da petista vem usando o programa de governo de Marina para atacar as propostas da pessebista sobre o pré-sal. O plano de governo de Marina abre brecha para a afirmação de que ela pretende reduzir a importância do petróleo na produção de combustível.
A ex-senadora também reagiu ao caso no horário eleitoral e aproveitou para fazer uma vacina sobre os recentes escândalos de corrupção, já que o ex-governador Eduardo Campos, de quem Marina herdou a candidatura, é citado como um dos beneficiários do esquema de desvios na Petrobras.
“Na minha gestão, o dinheiro do pré-sal será gasto em saúde e educação, não em corrupção”, afirmou.
Fonte: UOL
FONTE:
BOA INFORMAÇÃO

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Aécio diz que Dilma é bilhete falso de loteria e que Marina vai frustrar o país

ENTREVISTA

Aécio diz que Dilma é bilhete falso de loteria e que Marina vai frustrar o país

Folhapress | 08h15 | 04.09.2014

Declarações foram dadas pelo tucano em entrevista ao "Jornal da Globo", na madrugada desta quinta-feira (4)

aecioo
Aécio disse que Dilma fracassou e que as promessas de Marina são "inexequiveis"
FOTO: ICHIRO GUERRA
Na terceira colocação nas pesquisas eleitorais, o candidato do PSDB ao Planalto, senadorAécio Neves, atacou os dois nomes que aparecem à sua frente. Segundo ele, a presidente Dilma Rousseff (PT) foi um "bilhete falso de loteria" que o país comprou e Marina Silva, que concorre pelo PSB, levará seus eleitores à "frustração".
As declarações foram dadas pelo tucano em entrevista ao "Jornal da Globo", na madrugada desta quinta-feira (4). Em entrevista ao telejornal, ele voltou a dizer que sua candidatura é a única que pode guiar o país " à verdadeira mudança". Aécio disse que a petista fracassou e que as promessas de Marina são "inexequiveis". "Reconheço que hoje não temos condições tão confortáveis quanto antes, mas o quadro mudou. A candidata é outra", disse Aécio sobre a entrada da pessebista na corrida eleitoral, após a morte do ex-governador Eduardo Campos.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Dilma e Marina duelam em segundo debate

SUCESSÃO PRESIDENCIAL

Dilma e Marina duelam em segundo debate

02.09.2014

As duas candidatas protagonizaram o principal embate no segundo encontro realizado na campanha

Debate
Antes ocupante do primeiro lugar isolado nas pesquisas de intenção de voto, Dilma escolheu Marina como alvo preferencial das críticas e questionou se ela conseguiria obter governabilidade
FOTO: ICHIRO GUERRA/ DILMA 13
Osasco Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) concentraram ontem os principais duelos no segundo debate entre os candidatos à Presidência da República. Enquanto Dilma e Marina, empatadas na liderança das intenções de voto nas pesquisas, travaram alguns confrontos, Aécio Neves (PSDB), agora na terceira posição, concentrou ataques à presidente. O debate foi realizado por SBT, Jovem Pan, UOL e Folha de São Paulo.
A presidente foi questionada sobre os rumos da economia do País para a explicar os motivos da queda do PIB brasileiro e negou que o Brasil enfrente uma recessão. "Nós não estamos em recessão, porque o mercado consumidor ele aumenta por conta do emprego e por conta do aumento de salários", defendeu.
"A queda da atividade econômica atual é momentânea. A seca e o prolongamento da crise econômica têm um grande impacto", afirmou Dilma. Segundo a presidente, a economia internacional ainda não se recuperou da crise iniciada em 2008.

Cid admite que Marina não conclui o mandato

SUCESSÃO PRESIDENCIAL

Cid admite que Marina não conclui o mandato

02.09.2014

Cid diz estar preocupado com o futuro do Brasil, se permanecer o quadro da eleição presidencial

Cid Gomes
Cid Gomes diz que o seu futuro é incerto. Vai ficar um tempo fora do Brasil, mas reafirma sua preocupação com o futuro do País
FOTO: HELOSA ARAÚJO
O governador Cid Gomes não esconde sua preocupação com o futuro do Brasil, se acontecer de Marina Silva (PSB) ser eleita presidente da República. Ele admite a possibilidade de, por conta de suas posições, Marina não concluir o mandato, ser "deposta". Cid, no entanto, elogia o candidato a vice de Marina, Beto Albuquerque.
O governador destaca a gestão da presidente Dilma Rousseff e defende o seu Governo. Já em relação à sua sucessão, no Ceará, Cid diz que as pesquisas internas garantem um patamar de 30% de votos para Camilo Santana, do eleitorado que quer votar no candidato do Governo. "Então o Camilo tem um piso de 30%, que é o que nós estamos tentando massificar agora".
"Eu, pessoalmente, não tenho muita angústia com isso não. Partidos são importantes, apoiamentos políticos são importantes, mas tem uma limitação. Eu dividiria assim: Não chega a 30% o número de pessoas que vota por conta do apoio de uma liderança, a grande maioria vota por si só, porque quer uma relação direta com o candidato, simpatiza, acredita nas suas propostas, conhece a sua história. Então, apoio político é importante, mas tem limitações".
Segundo ainda o governador, o "apoio político é fundamental para demarcar tempo de televisão. E tempo de televisão nós temos o maior. Apoio político é fundamental para dar uma constância na campanha em todas as localidades. A nossa estrutura nos permite isso. Em qualquer Município que você chegue, tem uma liderança política lá que montou um comitê, com material de campanha. O resto depende das pessoas, da campanha em si", enfatiza.
Disputar
Para o governador, animar as lideranças é fundamental e "efetivamente temos mais lideranças que o outro candidato, temos mais partidos. Enfim, assegurar, e esse é o grande desafio agora, assegurar a candidatura do Camilo um crescimento permanente e sustentável. Não adianta nada você ter crescimento de explosão que depois se desfaz. É importante que a gente assegure um crescimento sustentável. E tudo indica que a candidatura do Camilo tem crescido, vamos ver essa nova rodada de pesquisas, nesta semana deve sair tanto o Datafolha quanto o Ibope. A gente já tem uma referência de pesquisas anteriores e vamos ver quem cresceu, quem consolidou. Eu sou otimista em relação ao Camilo".
Para o governador, o seu futuro, após deixar o Governo, é "incerto". Ele quer passar um tempo fora da política, e até o calendário impõe esse afastamento em razão de só acontecer eleição de dois em dois anos. "Então é muito provável que eu fique mais de dois anos sem disputar nenhum mandato e vou avaliar, sinceramente, se vale a pena. Eu torço é para que haja gente nova. Eu peço a Deus que me ilumine, porque eu já tive parentes na minha família com 83 anos (Vicente Antenor Ferreira Gomes) disputando eleição e às vezes fazendo papel ridículo. Então eu rezo a Deus para me dar luz para eu não fazer essas besteiras".
Dois anos
Eu estou preocupado com o Brasil, disse Cid Gomes. Para o governador, após todo o bombardeio feito pela grande mídia, agora nem ela sabe o que vai acontecer no Brasil. "Vão eleger, se tudo acontecer como está, se as pessoas não se tocarem, vão eleger a Marina presidente da República. Meu Deus! Nada contra a pessoa da Marina, mas essas coisas não são assim. A gente não pode num gesto de protesto, e é um protesto assim meio alienado, porque induzido pela grande mídia, que afinal quer combater o PT, porque esse sistema é mais progressista, distribui renda e eles querem é concentrar renda, querem dar dinheiro para banqueiro, para meia dúzia de poderosos".
Então, prossegue Cid, "a custa disso desgastaram tanto o PT, e o candidato deles mesmo, que é o Aécio, que não emplaca, é fraco, e aí vão eleger a Marina. Eu quero ver é a consequência disso. Eu não dou dois anos de Governo para Marina. Ela será deposta, pode escrever o que eu estou dizendo... Felizmente, o vice dela é um cara centrado. Religiosamente, a mulher é o que há de mais conservadora. Ela passa uma pose de progressista e a meninada acha que ela é progressista. A mulher é uma reacionária".
Tirou agora do programa dela o capítulo relacionado ao casamento gay, acrescenta o governador. "Tirou porque o ( pastor) Malafaia reclamou. "Politicamente, está assumindo um compromisso público, e isso é que me impressiona, com um negócio de autonomia do Banco Central. Sabe o que é isso? É entregar aos bancos o poder de arbitrar juros. Dizer quanto vai ganhar", disse.
FONTE: 

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Aécio diz que disputa será entre ele e Marina

DESCARTA DILMA

Aécio diz que disputa será entre ele e Marina

01.09.2014

O tucano direcionou críticas à ex-ministra, a quem acusou de não explicitar suas posições sobre diversos temas

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O candidato do PSDB (centro) participou de evento com artistas e atletas que o apoiam no centro de futebol do ex-jogador Zico (esquerda), no Rio
FOTO: REUTERS
Rio de Janeiro O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, disse ontem, que Dilma Rousseff (PT) fracassou no governo e não será reeleita, o que torna a corrida presidencial uma disputa entre ele e a ex-ministra Marina Silva (PSB).
"O atual governo fracassou, essa é a questão central, e não vencerá as eleições o grupo que está hoje no poder", disse Aécio a repórteres em evento de campanha com artistas e atletas que o apoiam no centro de futebol do ex-jogador Zico, na zona oeste do Rio de Janeiro, onde disputou uma partida de futebol.
"Das duas alternativas competitivas que aí estão, nós apresentamos uma, absolutamente coerente com o nosso passado, com aquilo que pensávamos lá atrás e com aquilo que queremos fazer pelo Brasil", afirmou.
Pesquisa Datafolha divulgada na última sexta-feira (29) mostrou Dilma empatada em primeiro lugar com Marina com 34% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto o tucano tem apenas 15%.
Nas simulações de segundo turno, Dilma perde para a candidata do PSB, mas vence Aécio.
Apesar de ter perdido a segunda posição nas pesquisas para Marina, que assumiu a candidatura do PSB após a morte de Eduardo Campos, Aécio disse que está "extremamente animado" com a disputa presidencial.
"A campanha começa para valer agora. Nós vamos até o último dia defendendo aquilo que acreditamos ser o melhor para o Brasil. O atual modelo que está aí fracassou pelo improviso e pela inexperiência. Nós não queremos que o Brasil fracasse novamente", afirmou.
Com o crescimento de Marina nas pesquisas, Aécio tem direcionado seus ataques à ex-ministra do Meio Ambiente, a quem acusou de ainda não ter explicitado suas posições em diversos temas, apesar da divulgação do programa de governo na semana passada.
Denúncias
Aécio desqualificou, também na tarde de ontem, a investigação produzida pelo Ministério Público de Minas Gerais em 2009 que aponta suspeita de irregularidades em um convênio celebrado pelo governo mineiro para a realização do programa Poupança Jovem, uma das vitrines da gestão do tucano no Estado.
"Temos que tomar muito cuidado com essas notícias que vêm em véspera de eleição. Eu faria uma primeira pergunta: alguém que abriu uma investigação em 2009 não citou o Estado até hoje", afirmou o candidato tucano à presidência da República.
FONTE: 

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

PSB oficializa chapa com Marina e Beto Albuquerque na disputa presidencial

Diário do Nordeste

Compartilhada publicamenteOntem à(s) 23:05
 
#PSB #Eleições2014

O PSB oficializou na noite desta quarta-feira (20) a ex-senadora Marina Silva como candidata do partido à Presidência da República e o deputado federal Beto Albuquerque como candidato a vice.

Confira http://svmar.es/1p01sLo

sexta-feira, 2 de maio de 2014

'Em Família': Cadu é internado às pressas, e Clara fica em saia justa diante de Marina

'Em Família': Cadu é internado às pressas, e Clara fica em saia justa diante de Marina

02 de Maio 2014 as 08:20












Desde que descobriu o problema no coração, Cadu (Reynaldo Gianecchini) tem passado por maus bocados. Dessa vez, ele acaba sendo internado às pressas depois de uma falta de ar súbita. Já no hospital, Clara (Giovanna Antonelli) recebe o apoio de Marina (Tainá Müller) ao telefone, mas a fotógrafa não se segura e decide ir ao encontro da amiga para dar uma força.
Surpresa com a visita, a mulher de Cadu logo sai do quarto do marido e se encontra com Marina, sem que ele perceba a presença da fotógrafa, e se explica, dizendo que o marido não gostaria de vê-la no hospital.
Compreensiva, a fotógrafa entende e pede desculpas. "Não queria ser inconveniente, muito menos te trazer problemas", afirma. Elas, então, se abraçam, e Clara pede: "Você não atrapalha. Fica. É bom ter você por perto".
Será que Cadu vai descobrir a tal da visita inesperada? E Clara? Vai contar com o apoio de Marina?




FONTE: MEIO NORTE

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

'Em família': Marina se apaixona por Clara e deixa a moça balançada

Marina (Tainá Müller) vai ficar fascinada por Clara (Giovanna Antonelli) assim que colocar os olhos nela, na novela Em família. A fotógrafa conhece a dona de casa durante sua exposição e logo se aproxima da bela, dizendo achar que a conhece de alguma revista ou programa de TV. Clara ri, diz que deve haver alguma confusão, porque nunca foi fotografada, a não ser nas festas em família.

Marina, porém, não desiste. "Tudo bem, mas quero saber o seu nome, o que você faz e onde achou tanta beleza?", dispara. A moça desmonta, ri, nem sabe o que dizer, até fica um pouco cômica. Mas depois responde como se fosse um jogo de perguntas e respostas. "Meu Deus, não esperava essa entrevista. Mas eu respondo: meu nome é Clara, não faço nada de especial, sou uma dona de casa, uma mulher comum. E principalmente, grande admiradora do seu trabalho", afirma.'

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Marina pede em vídeo que TSE ´corrija erros´

REDE SUSTENTABILIDADE

Marina pede em vídeo que TSE ´corrija erros´

03.10.2013

Gilmar Mendes disse ontem que a Justiça deve analisar a denúncia de "abusos" por cartórios eleitorais
Brasília. Um dia antes do julgamento que decidirá seu destino político, a ex-senadora Marina Silva divulgou ontem, na internet, vídeo em que pede ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que "corrija o erro cometido pelos cartórios" e permita a criação da Rede Sustentabilidade.

Embora ressalve que aguardará o voto da relatora do caso, Laurita Vaz, Marco Aurélio Mello disse que votará para ´preservar a ordem jurídica´ FOTO: DIVULGAÇÃO

"Estamos confiantes de que a Justiça reparará esse erro cometido pelos cartórios e teremos o registro legal de um novo partido político para defender a democratização da democracia, a Rede sustentabilidade", diz Marina no vídeo de 3min29s.

O "erro" citado por Marina se refere às rejeições feitas pelos cartórios eleitorais do país às assinaturas de apoio recolhidas pela Rede, que não conseguiu a tempo o mínimo de 492 mil nomes -faltaram quase 50 mil.

Segundo a Rede, em vários casos os cartórios não apresentaram motivação para as rejeições das assinaturas ou se recusaram a validá-las usando como base um banco de dados defasado. "Muitos partidos se institucionalizam para depois ganhar representação social. Nós fizemos exatamente o contrário", disse a ex-senadora. Ela ficou em terceiro na disputa à Presidência em 2010, pretende concorrer novamente ao Planalto em 2014.

O TSE julga hoje o pedido de registro da sigla. O Ministério Público Eleitoral deu parecer pela rejeição do pedido sob o argumento de que a Rede não atendeu ao requisito da lei que prevê as 492 mil assinaturas de apoio.

Avaliação

Um dos sete integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que vão julgar hoje o processo de criação do partido, o ministro Marco Aurélio Mello afirmou considerar "muito difícil" aceitar o pedido de registro da legenda.

Embora ressalve que aguardará o voto da relatora do caso, Laurita Vaz, para firmar seu posicionamento, ele disse que votará para "preservar a ordem jurídica, o direito posto", observou.

O ministro do STF, Gilmar Mendes, que substituirá Dias Toffoli no TSE na sessão de votação do registro da Rede, disse que devem ser examinados "abusos" denunciados por Marina na rejeição de assinaturas pró-Rede.

Outro dos sete ministros do TSE, João Otávio de Noronha também indicou que deve votar contra a Rede. Caso tenha o pedido rejeitado pelo TSE, resta a Marina a possibilidade de se filiar até sábado a outra legenda, opção que ela vem negando. 

FONTE:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1324134

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