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quinta-feira, 2 de julho de 2020

Ciclone deixa sul do Brasil e segue para oceano

Fenômeno provou a morte de nove pessoas em Santa Catarina
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O ciclone extratropical que atingiu a região sul do país na tarde desta terça-feira (30) seguiu em direção ao Oceano Atlântico e não oferece mais perigo. As informações são da empresa meteorológica Metsul. O resquício da passagem do ciclone virá nos próximos dias em forma de uma frente fria e geadas, que podem fazer a temperatura cair para abaixo de zero.
O Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), empresa paranaense, afirmou que a temperatura cairá com mais intensidade amanhã (3), com risco de geadas no estado. Essa frente fria se deslocará em direção a Santa Catarina, mais ao sul do país.
O governo de Santa Catarina está trabalhando no reparo dos estragos causados pelo ciclone, que provocou mortes e destruição com fortes ventos, chuvas e granizo. Até ontem (1º) foram registradas nove mortes
“Lamentamos as mortes ocorridas nesta catástrofe e continuaremos atuando firmes para minimizar o sofrimento das pessoas atingidas. Estamos buscando apoio do Governo Federal para que a reconstrução seja rápida. É o momento de nos unirmos para vencer mais este desafio”, disse o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés. Pelo menos 49 cidades do estado foram afetadas.
No Rio Grande do Sul, foram pelo menos 19 municípios atingidos. As últimas notícias da Defesa Civil do estado, divulgadas na tarde de ontem, mostram que 1.119 pessoas ficaram desalojadas. Já no Paraná, o boletim da Defesa Civil divulgado na manhã de hoje mostra que 70 municípios foram atingidos pelas chuvas e vendavais, com 14.392 pessoas afetadas. Dessas, 280 ficaram desalojadas e 11 feridas.
FONTE: Agência Brasilhttps://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-07/ciclone-deixa-sul-do-brasil-e-segue-para-oceano

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Pesquisa mostra que plástico acumulado no fundo do mar não se decompõe

Photo: Martine Perret/ONU Meio Ambiente
Um instituto de pesquisa do Japão anunciou que os resultados de seu estudo sobre a poluição nos mares podem mostrar que lixo plástico acumulado no fundo dos oceanos não se decompõe facilmente.

A Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia Marinha e Terrestre realizou pesquisas no fundo do mar em agosto e setembro, nas águas ao largo da Baía de Sagami, ao sul de Tóquio, e da Península de Boso, a leste da capital japonesa.

Segundo o instituto, um estudo usando um submersível não tripulado descobriu uma embalagem plástica de alimento praticamente na sua forma original no leito do oceano, a cerca de 6 mil metros de profundidade. Na embalagem, consta que o produto foi fabricado em 1984.
POR AGÊNCIA BRASIL

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