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terça-feira, 31 de outubro de 2023

Saiba o número ideal de passos por dia para diminuir o risco de morte

Afinal, não são precisos 10 mil passos por dia para diminuir o risco de doenças

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Pesquisadores da Universidade de Granada, na Espanha, analisaram 12 estudos já publicados e que incluíam um total de 110 mil participantes, para tentar apurar o número mínimo de passos diários para reduzir o risco de morte por qualquer causa.

O número "mágico", revelado na revista Journal of the American College of Cardiology, é oito mil.

Essa descoberta deita por terra uma crença que perdurou no tempo. Durante muitos anos acreditou-se que caminhar 10 mil passos diariamente era o número de passos a dar em prol de um estilo de vida mais saudável.

Esse mito teria surgido no Japão, por volta dos anos 60, quando a empresa japonesa Yamasa Clocki lançou o primeiro contador de passos, ao qual chamaram Manpo-kei, e que se popularizou numa campanha publicitária divulgada durante os Jogos Olímpicos de 1964, em Tóquio.

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quarta-feira, 13 de outubro de 2021

Dar ao menos 7.000 passos diários reduz taxa de mortalidade em até 70%

Os pesquisadores também apontaram que quem caminha pouco tem mais chance de um IMC (Índice de Massa Corporal) mais alto, menor acompanhamento médico e maior prevalência de hipertensão e diabetes

POR NOTÍCIAS AO MINUTOFOLHAPRESS) - Dar no mínimo 7.000 passos por dia diminui em até 70% o riscos de morte de adultos de meia idade, diz uma nova pesquisa, que atualiza a antiga ideia de que era necessário andar no mínimo 10 mil passos diários para ter esses efeitos positivos na saúde.

Realizado pela Universidade de Massachusetts (nos EUA), o estudo dividiu os participantes que andavam mais de 10.000 passos diariamente em um grupo diferente daqueles que andavam aproximadamente 7.000.

No fim da pesquisa, ambos apresentaram taxas semelhantes de mortalidade.

LEIA: TUDO SOBRE CAMINHADA AQUI NO BLOG DO PARCEIRO

Já no grupo que andava menos de 7.000 passos por dia, a taxa ficou mais alta na comparação com os outros dois.

Os pesquisadores também apontaram que quem caminha pouco tem mais chance de um IMC (Índice de Massa Corporal) mais alto, menor acompanhamento médico e maior prevalência de hipertensão e diabetes.

O estudo acompanhou 2.110 pessoas durante 11 anos. O grupo era formado por homens e mulheres, com média de idade de 45 anos. A amostra foi balanceada para incluir variações do IMC, fumantes, consumidores de bebidas alcoólicas, além de pessoas com diferentes alimentações e com doenças prévias.

O grupo também incluía tanto brancos quanto negros -entre a população em geral, adultos negros têm maior taxa de mortalidade. No entanto, os pesquisadores afirmam que, no estudo, os resultados foram os mesmos independentemente da cor e do sexo do participante.

A pesquisa também mostrou que não existe uma ligação entre aumento da mortalidade e uma maior quantidade de passos por minuto, uma hipótese já levantada por especialistas acreditava-se ser verdadeira.

Para Celso Amadeo, médico e presidente da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia), essa descoberta faz sentido.

Ele afirma que, para cada pessoa, o ideal é utilizar entre 40% e 50% da capacidade cardiovascular. Como a caminhada é um exercício de baixa intensidade, mesmo que alguém dê muitos passos por minuto, seria muito difícil ultrapassar esse limite.

Com base em outro estudo, os cientistas também analisaram se no caso de pessoas mais velhas, a quantidade de passos mínimos por dia para se obter benefícios para a pode ser menor.

Neste caso, Amadeo menciona uma pesquisa realizada no estado da Califórnia, também nos Estados Unidos, que chegou a conclusão que uma média de 4.500 passos por dia para população idosa já seria suficiente para diminuir riscos de saúde.

Além de ser uma das atividades mais simples no combate ao sedentarismo, a caminhada traz benefícios para outras áreas da saúde, afirma Amadeo. "Do ponto de vista psicológico, a caminhada traz diminuição de estresse e ansiedade. Também quem faz caminhada [regularmente], quando se alimenta, pensa na quantidade e qualidade dos alimentos que podem trazer benefícios para a saúde cardiovascular".

FONTEhttps://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1842291/dar-ao-menos-7-000-passos-diarios-reduz-taxa-de-mortalidade-em-ate-70

sábado, 11 de setembro de 2021

Dar 7 mil passos por dia reduz em até 70% o risco de morte, mostra estudo

POR PROGRAMA DO ROCHINHAPessoas que andam mais de 7 mil passos todos os dias têm de 50% a 70% menos risco de mortalidade. Este é o resultado de um trabalho conduzido por pesquisadores da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, e publicado na prestigiosa revista científica Jama Network.

Dar 7 mil passos diariamente é o mesmo que percorrer de 4km a 5km, a depender da altura da pessoa. Apesar de a distância ser um pouco assustadora, vale lembrar que passos dados dentro de casa e em pequenos deslocamentos também são contabilizados.

Os cientistas americanos acompanharam por cerca de 10 anos um grupo de 2.110 adultos, com idades entre 38 e 50 anos, sendo 57,1% de  mulheres e 42,1% de negros. Os voluntários foram divididos em três perfis: os que davam menos de 7 mil passos por dia; os que andavam de 7 mil a 9.999 passos; e aqueles davam mais de 10 mil passos.

FONTEhttps://www.radialistarochinha.com.br/2021/09/dar-7-mil-passos-por-dia-reduz-em-ate.html

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