PROCURANDO POR ALGO?

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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

SEXO e SUOR

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Algumas pessoas ficam inseguras, durante a atividade sexual, por transpirarem em excesso, porém, grande parte dessas preocupações nem são notadas pelo parceiro ou parceira no momento, isto porque, quando o desejo e o prazer são intensos, pouco importa a presença de suor.

No entanto, aqui ficam algumas dicas que poderão ajudar a diminuir o excesso de suor: O que pode representar o suor durante a relação sexual

Embora possa considerar o suor como algo nojento e acabar preocupado(a) com o que a pessoa amada pense, o odor natural do corpo pode ser um ótimo estimulante durante a relação sexual, principalmente para os homens. É normal que o corpo liberte suor em certas situações, no caso das relações sexuais, isso ocorre devido ao esforço físico, mudanças na temperatura ou pelo stresse e receio do contato com a pessoa amada.

Dicas para evitar o suor durante a relação sexual

Tome um banho préviamente, relaxe e aplique sobre a pele das axilas um bom antitranspirante, este pode ser em roll-on, spray ou em talco, de acordo com a sua preferência. O antitranspirante irá conter grande parte do suor a ser liberado;

Alguns produtos e alimentos podem elevar a temperatura corporal aumentando a libertação de suor, evite consumi-los, eles são: feijoada e tutu de feijão, churrasco, pimenta, café, chá, mate, refrigerante de cola e outros;

Se estiver muito calor, na hora da relação sexual, opte por um local bem fresco, ligue o ventilador, ar condicionado, ou simplesmente abra as janelas para que possa entrar um pouco de ar fresco;

Opte por ter relações sexuais sem o uso de lençóis e mantas por cima, além de poder visualizar melhor o corpo da pessoa amada, você evitará a elevação da temperatura corporal a consequentemente, o suor.

Adaptado do original de Alana Martins em umcomo
POR TERAPIAS SEXUAIS
https://terapiassexuais.blogspot.com/2014/07/sexo-e-suor.html

Compartilhado no BLOG DO PARCEIRO EM 01/08/14

sábado, 22 de dezembro de 2018

Erecções Matinais - "Tesão do Mijo"

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As erecções matinais são muito comuns e, normalmente, são conhecidas como "tesão do mijo" porque as pessoas supõem que elas têm alguma coisa a ver com o aumento da pressão na bexiga durante a noite. Mas não há qualquer prova que assim seja.
Para o efeito, vejamos o que se passa durante uma noite.

O sono normal é constituído pela alternância de dois estágios, fisiologicamente distintos, o Sono Paradoxal ou REM (Rapid Eye Movement ou "Movimento Rápido dos Olhos") e o Sono Lento ou NREM (Non Rapid Eye Movement ou "Movimento Não Rápido dos Olhos"). Durante a noite, existem vários períodos de sono lento e de sono paradoxal.

O sono lento, ou NREM, ocupa cerca de 75% do tempo do sono. Durante este período, não existem movimentos nos olhos e os ritmos respiratório e cardíaco são lentos e regulares.

Durante o sono paradoxal, ou sono REM, os ritmos respiratório e cardíaco aceleram e os olhos movem-se para trás e para a frente por detrás das pálpebras cerradas, em movimentos rápidos e irregulares. Existe ainda uma actividade cerebral semelhante à do estado de vigília. Quando acordadas nesta fase, as pessoas tendem a recordar o que estavam a sonhar. Esta fase, representa 20 a 25% do tempo total de sono e surge em intervalos de sessenta a noventa minutos. É essencial para o bem-estar físico e psicológico do indivíduo.

Durante o sono REM existe ainda uma importante actividade eléctrica muscular, daí surgem as famosas erecções nocturnas/matinais (se acordarmos nesta fase). Nas mulheres, também ocorre um fenómeno semelhante, uma vez que existe uma erecção clitoridiana e também uma vasodilatação vaginal durante o mesmo sono paradoxal. Muitas vezes, a existência deste tipo de erecções permite excluir a hipótese de uma causa orgânica para uma Disfunção Eréctil masculina, indiciando que a causa deve ser provavelmente psicológica.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Ele não larga a mulher

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(Nota: alguns destes pedidos serão publicados na Revista MARIA)

"Dr. preciso da sua ajuda. Tenho uma relação há quase 4 anos com um homem casado. Não tenho dúvida do amor que sinto por ele. Inclusive já terminamos porque eu não aguentei esta situação. Ele diz que não faz sexo com a mulher, no entanto, faz de tudo para manter o casamento tal como irem várias vezes de férias para locais paradisíacos. Ele diz que me ama mas que não pode tomar uma decisão porque tem duas filhas que não quer perder. A minha pergunta é se tudo é tão perfeito, entre nós dois, por que é que ele não larga a mulher?

A NOSSA RESPOSTA

Cara leitora o seu relato é muito semelhante a outros que recebo frequentemente de mulheres a pedirem ajuda. Nestas situações, elas encontram um homem casado que diz estar num casamento, ou relação amorosa, que não está a correr bem e que não pedem o divórcio porque têm filhos pequenos, uma mulher doente, ou por qualquer outro motivo. 

A verdade é que este tipo de homens dificilmente assumirá o fim do casamento, pois o que procuram limita-se a uma aventura sexual. Elas, por ingenuidade, ilusão, carência, ou qualquer outro motivo, acabam por cair nesta história esfarrapada que não passa de um “conto do vigário”. 

No seu caso ele justifica o facto de ter uma relação extra-conjugal com o facto de não ter intimidade com a mulher e que não termina a relação por causa das filhas. Se ele realmente não tem sexo com a esposa, pior ainda, pois deixa bem claro que o interesse que tem por si é meramente sexual. Se assim não fosse, 4 anos não seriam suficientes para ele tomar uma atitude? 


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sábado, 7 de janeiro de 2017

Terapias Sexuais: Ela finge o ORGASMO!

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"Tenho 24 anos e a minha namorada 23 e namoramos há 5 anos. Durante uma noitada com amigos, decidimos jogar ao "Eu nunca..." enquanto bebíamos... Acontece que a minha namorada bebeu quando alguém disse "Eu nunca fingi um orgasmo". Ela disse que não tinha sido comigo e evitou a conversa durante umas horas. 

Contudo, a meio da noite, ela acabou por confessar que tinha sido comigo e que tinham sido muito poucas vezes (inferior a 5). Ela também disse que a primeira e última vez que tal tinha acontecido, tinha sido no nosso primeiro ano de namoro. Desde então já passaram 4 e ela jura que nunca mais aconteceu. 

Esta situação deixou-me bastante desiludido com ela e como homem fiquei com o "ego masculino/orgulho" totalmente destroçado, até porque sempre ouvi bastantes elogios da parte dela, praticamente sempre que fazemos amor. Senti-me enganado e mesmo triste por ela nunca ter tido coragem para me dizer e depois num jogo com amigos, com álcool à mistura decide revelar e ainda tentar negar nas primeiras horas para abafar o caso. Agora não sei o que fazer. 

Ela já me pediu desculpa, diz estar arrependida e que o nosso sexo é maravilhoso, "o melhor da minha vida" disse ela. Eu gosto imenso dela, mas não sei como reagir a isto, por um lado quero que tudo volte a ser como era, contudo começo a pensar quando formos fazer amor em que vou pensar?

CONFIRA: 
A NOSSA RESPOSTA


VEJA MAIS EM:
FONTE: Terapias Sexuais - http://terapiassexuais.blogspot.com/2017/01/ela-finge-o-orgasmo.html

sábado, 12 de novembro de 2016

Saiba qual é o segredo de uma relação feliz e duradoura


As estatísticas não deixam margem para dúvidas: cerca de 70% dos casamentos acabam em divórcio. Mas nem tudo são más notícias. Podem não ser a maioria, mas há casais que levam conseguem permanecer juntos por muitos e longos anos. Qual o segredo? “São casais que trabalham essencialmente quatro aspetos essenciais: o agir, o motivar, o aceitar e o respeitar”, explica Fernando Mesquita, psicólogo clínico e especialista em sexologia, que confirma que estes são “os pilares fundamentais de uma relação saudável e feliz”.Falar é fácil, dirão muitos, e o especialista concorda. “Se perguntarmos a várias pessoas o que é importante numa relação a dois, muitos falam sobre a comunicação, a intimidade, a partilha…” A teoria até pode estar estudada, mas tudo se complica na passagem à prática. E, aqui, ela não impede as relações de falharem. É que, reforça o especialista, todos nós precisamos de aprender a amar.

terça-feira, 22 de março de 2016

Sexo oral é para mulheres vulgares


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"Tenho 35 anos, sou casado e tenho três filhos. Eu e a minha esposa temos discutido muito, principalmente, por incompatibilidade na nossa vida sexual. 

Ela quer fazer-me sexo oral, mas eu recuso. 

Penso que não é decente a minha esposa, mãe dos meus filhos, desejar práticas típicas de mulheres vulgares. 

Esse tipo de comportamento é completamente contra os meus princípios. 

Só de pensar nisso fico deprimido. Como ultrapassar esta situação?"





A NOSSA RESPOSTA

Caro leitor acredita-se que na Era Egípcia, o sexo oral era uma prática comum entre as meretrizes que pintavam a boca como se fosse uma vulva para excitar os clientes. Desde então a prática sexual, que estimula os órgãos genitais com a boca, continua a ser alvo do preconceito pelas pessoas mais conversadoras, embora, hoje em dia, seja uma das atividades sexuais mais comuns entre os casais. 

sábado, 23 de janeiro de 2016

Casamento sem SEXO



Casamento sem sexo? 
Existe mesmo? 

Para alguns, pode parecer estranho... 
Mas, para outros, é extremamente familiar, pois vivem exatamente isso: 
um casamento sem sexo! 

É difícil saber com exatidão quantos casais vivem sem manter relações sexuais. Algumas pesquisas referem que aproximadamente 11% dos casais não tem relações sexuais há mais de um ano. Na prática clínica, é possível ouvir relatos de casais que não têm relações há anos. 

O que leva um casal a permanecer junto nestas circunstâncias?

Alguns permanecem casados pelo desejo de manter a família, outros pela cumplicidade afetiva, outros, ainda, pelo medo de viverem sozinhos. Existem aqueles também, que ficam juntos pelos filhos. O fato é que, mesmo quando dizem que há amor, muitos casais não praticam sexo.

domingo, 29 de novembro de 2015

Quero livrar-me do mal da homossexualidade


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Boa noite,

sou homem e fiz esse e-mail, falso para ocultar a minha identidade. 

Olá pessoal, tenho 21 anos de idade e quando era criança tive vários, atos homossexuais com amigos e com um tio que praticava comigo coisas que nem sabia que eram feias, mas gostava e fui crescendo com isso até hoje.

Nunca pratiquei sexo com homem nenhum, e nem com mulheres. 

Já tive 3 namoradas e sempre consigo ter ereção com elas, só que penso que não vou conseguir chegar até a hora de penetrar. Não quero isso para a minha vida, quero ter filhos e esposa, não quero ter relações com homens. 

Até fico com raiva de ver os homossexuais que se vestem como mulheres. 

Não sei o porquê, sinto atração por homens fortes, ou homens que conheço apenas por isso. Tenho o vício de ver pornos gay e depois fico arrependido. Já tentei ficar sem ver, mas o desejo e a tesão é mais forte e sempre voltava a ver os pornos. 

Não sei mais o que eu fazer para me livrar desse mal. 

Eu sinceramente NÃO quero ser isso, não quero isso para a minha vida. 

Isso não é normal. Isso é uma doença que sei que posso me livrar, só não sei como ainda, mais creio que irei conseguir. 

Sou muito católico desde pequeno frequentei a igreja, quando era criança tinha mais amizades com meninas mas quando cheguei à adolescência preferia fazer mais amizades masculinas onde até hoje tenho e sempre conversamos assuntos realmente heteros, pós eles não sabem nada desse meu sofrimento que passo. 

Espero que Deus me possa livrar disso tudo e eu possa ser um novo homem livre desse demónio da homossexualidade."



A NOSSA RESPOSTA
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FONTE: Terapias Sexuais

domingo, 21 de dezembro de 2014

Situações embaraçosas no sexo


Conheça sete situações embaraçosas, mas normais, na hora do sexo

FLATULÊNCIA VAGINAL, PROBLEMAS DE LUBRIFICAÇÃO E DORES DE CABEÇA 

PODEM ATRAPALHAR OS MOMENTOS ÍNTIMOS


Por vezes, durante o ato sexual, ocorrem algumas situações "embaraçosas" que podem acabar com "o clima", se o casal não souber lidar com elas. As mulheres que gerem melhor estas situações são aquelas que se sentem mais confiantes sexualmente e envolvidas na relação.

Com ou sem segurança em si mesma, algumas situações embaraçosas são passiveis de acontecer, e de uma forma ou outra você vai ter que lidar com elas, certo? Para não ser apanhada desprevenida, enumeramos as mais comuns e o que pode fazer nesses casos. 

Dificuldades com a lubrificação

Se tem dificuldade em lubrificar, saiba que essa situação é mais frequente do que se pensa, mesmo em mulheres com a sexualidade bem resolvida. As causas são variadas, pode ser tanto algo hormonal, passível de ocorrer com mulheres na menopausa, quanto uma questão psicológica, como insegurança ou medo do próprio desempenho. Se esta situação está a afetar a sua intimidade, fale abertamente com o seu ginecologista, mas também não precisa ter medo de usar um gel lubrificante com seu parceiro!

E quando a lubrificação é excessiva? Pois é, algumas mulheres também consideram a situação oposta um problema! Umas com tanto, outras com tão pouco... Mas realmente, existem situações em que o pénis não consegue permanecer dentro da vagina, devido à intensidade da lubrificação da mulher. O melhor, nestes casos, é aproveitar o lado positivo, e ter uma toalhinha por perto.

Flatulência vaginal
A vagina é um órgão que tem ligação com o meio externo, logo é muito comum que acumule ar. O problema é que ao sair, o ruído pode muito bem lembrar outro tipo de ar que expelimos pelo nosso corpo ... Muitos casais sentem-se constrangidos quando isto acontece. A melhor forma de ultrapassar é terem conhecimento que este som surge devido à entrada de ar da vagina e nada tem a ver com a flatus intestinais. 

Normalmente isso pode ser causado por uma flacidez na musculatura da vagina, mas também pode ser uma entrada de ar comum. Nos primeiros casos, é possível treinar a musculatura da vagina, com exercícios Kegel ou Pompoarismos, por exemplo, evitando que o problema se repita. Estes exercícios de fortalecimento do períneo são particularmente indicados para mulheres em idade avançada e após um parto via vaginal. 

Ejaculação feminina 

Apesar das mulheres não ejacularem, tal como ocorre com o homem, pois não produzem sémen, algumas têm a capacidade de libertar grandes quantidades de lubrificação, em um jato. Infelizmente para as que não gostam deste fato, não há como acabar com isso, pois trata-se apenas da libertação a mais de lubrificante pelas glândulas da vagina, não havendo forma de alterar o seu funcionamento. E ao contrário da ejaculação masculina, ela não significa necessariamente um orgasmo.

Dor de cabeça sexual 

Este tipo de dores de cabeça surge mesmo nas situações em que a mulher está sexualmente excitada e com interesse. Durante a atividade sexual, é normal que ocorra uma discreta elevação da pressão arterial, e algumas mulheres podem sentir algum desconforto ou cefaleias. Nesses casos, é importante conversar com o ginecologista. 

A cefaleia copulogénica, também conhecida como cefaleia orgástica consiste numa dor de cabeça primária, benigna, que surge durante o ato sexual ou durante a ocorrência do orgasmo. Esta condição, que é mais frequente em indivíduos que sofrem de enxaquecas, afeta ambos os sexos e deve-se a um erro neuronal na interpretação das sensações de prazer como sensações dolorosas. Normalmente estas cefaleias surgem três minutos antes do orgasmo,alcançando o pico de dor durante o orgasmo, e persistindo nas horas seguintes.


Fatores que colaboram para o desenvolvimento desta condição: stress, qualidade de sono, alimentação e equilíbrio hormonal.


Em 1988, a International Headache Society definiu critérios operacionais para o diagnóstico de todas as cefaleias, incluindo a cefaleia orgástica. Os critérios são os seguintes:
  • É precipitada pela excitação sexual;
  • Inicialmente é bilateral;
  • É prevenida ou minimizada quando findada a excitação sexual antes do orgasmo;
  • Não está ligada a nenhum distúrbio intracraniano, como o aneurisma.
O tratamento é feito com base na mudança de hábitos alimentares, como consumo excessivo de açúcar, pães e alimentos industrializados, bem como melhora na qualidade do sono, evitando dormir muito tarde e pouco. Como consequência dessas mudanças, há também uma queda nas alterações hormonais.Com relação ao uso de fármacos, este deve ser feito com cautela, em curto prazo, para que o paciente não se acostumar com o medicamento, fazendo com que o mesmo não cause mais efeito. Dentre estes fármacos estão ergotamina e indometacina, que devem ser ingeridos entre uma ou duas horas antes do ato sexual. Quando a condição persiste, propanolol ou diltiazem podem ser opções, devendo ser utilizados por algumas semanas.

Porém, muitas vezes essa dor pode ser psicológica. "A dor de cabeça pode ter fundo emocional e significa que esta mulher está com dificuldades na relação sexual", lembra a psicóloga Juliana. Nessas situações, elas realmente sentem a dor, mas ela pode ocorrer a qualquer momento e a solução é tentar entender o que está errado no relacionamento e no sexo. Porém, é muito difícil diferenciar os dois casos, e o melhor critério é perceber em que momento esse incômodo aparece.

Vontade de urinar

Muitas mulheres costumam sentir uma grande vontade de urinar durante o sexo. Isso também tem uma explicação fisiológica. "O útero começa a contrair durante a relação, e a bexiga é o órgão mais próximo dele, então isso repercute no fundo dela, empurrando-a, e pode desencadear a vontade de urinar", explica a ginecologista Flávia Fairbanks. Muitas, inclusive, costumam confundir essa sensação com o orgasmo. Apesar da sensação de orgasmo realmente mudar durante o período menstrual e ao longo da vida, ela não tem nada a ver com a vontade de fazer xixi, ressaltam as duas especialistas.

O maior problema é quando acaba se soltando um pouco de urina durante o sexo. O ideal é ter a relação sexual com a bexiga nem muito cheia, nem muito vazia, pois é importante urinar após o sexo, para reduzir riscos de infecções urinárias. Se mesmo assim a incontinência ocorrer, é importante buscar o apoio de um uroginecologista. Outra situação ruim semelhante é a incontinência fecal, resultante também de uma musculatura flácida do ânus. Nesses casos, a saída é consultar um proctologista e tentar reforçar essa musculatura. 

Distração durante o ato

Enquanto o homem tem um caminho mais linear até o prazer: ele recebe o estímulo, tem uma ereção, cumpre a relação e então chega ao orgasmo, a mulher tem um caminho mais sinuoso - ela pode ter o interesse inicial e no meio do caminho o perder. Por isso, muitas vezes acontece da mulher perder o foco. Mas a normalidade depende da frequência com que isso acontece. "Isso é normal se ocorre de vez enquanto, não precisa estar focado sempre, mas se isso ficar mais comum do que o envolvimento completo na relação, merece atenção", considera Flávia. Aprender a relaxar e esquecer os problemas cotidianos são dois dos passos para ter um sexo completo e prazeroso, como frisa a psicóloga Juliana. 

Menstruar na hora H

Se o casal fará sexo quando a mulher está menstruada ou não, a decisão é de cada um. Mas é preciso levar em conta que, quando se faz sexo um pouco antes da data de início desse período, pode ser que esse momento seja antecipado. "Nos dias anteriores à menstruação o útero já está banhado de sangue, e as contrações uterinas podem ajudar a eliminar o endométrio mais rápido", explica a ginecologista Flávia. E muitas vezes, pode acabar saindo sangue bem no momento da penetração ou da relação, o que dá uma vergonha danada, mas é algo natural do organismo e dá para explicar.


Porém, cuidado com esse antes: se o sangue descer e for um dia antes da sua data oficial, tudo bem. Mais do que isso pode significar que esse sangramento tenha outras causas, que merecem ser investigadas pelo seu ginecologista.

Adaptado do original de: NATHALIE AYRESMinha Vida
Fontes: InfoEscola
FONTE:
http://terapiassexuais.blogspot.com.br/2014/12/situacoes-embaracosas-no-sexo.html?

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Você é uma pessoa controladora?

Você é uma pessoa controladora?


Ter uma vida organizada é algo que muitos de nós almejam, porém poucos conseguem. Isso acontece porque é preciso ter disciplina, uma mente analítica, boa vontade e persistência, o que nem sempre é fácil, desejável ou agradável.
Quem tem a capacidade de organizar a rotina consegue realizar muitas coisas e assumir diversas responsabilidades. Porém, quando controlar se torna o centro da vida e a única realidade, essa pessoa pode simplesmente perder de vista o essencial e, assim, sofrer uma série de malefícios, incluindo crises de ansiedade, doenças e até rompimentos afetivos.
Veja abaixo algumas características que podem sugerir que uma pessoa é controladora.
  • 1
    Invasão de privacidade - se não confiamos no outro, iremos querer controlá-lo. Para isso funcionar, teremos que obter o máximo de informações possíveis, levando-nos a ações pouco éticas, como invadir contas de email ou de redes sociais, bisbilhotar carteiras e telemóveis, ou ainda especular com conhecidos. Este tipo de atitude pode não ser descoberta, mas com certeza semeia a discórdia e cria um abismo entre você e a pessoa vigiada, pois a sua desconfiança modifica o seu comportamento e a entrega ao relacionamento não é a mesma. Fora as brigas que acontecem apenas por causa de suas impressões e não devido a fatos reais.
  • 2
    Falta de limites - se achamos que temos o direito de controlador o outro, podemos muitas vezes tomar decisões à revelia dele ou contar sobre a sua vida íntima, sem pensar nas consequências emocionais para a pessoa envolvida.
  • 3
    Sentimento de omnipotência - quando temos muita eficiência, podemos propagar a falsa ideia de que somos insubstituíveis. Assim, acreditamos que somos "donos da verdade", não aceitando ideias nem sugestões alheias, por melhores que sejam. Além disso, existe a tendência de passar literalmente a mandar nos outros, exigindo que façam e vivam como nossa imagem e semelhança.
  • 4
    Medo da novidade - se gostamos de controlar, isso significa que as coisas devem sempre acontecer de determinada forma, a rotina precisa permanecer, imprevistos não podem surgir. Porém, a vida não é um programa de computador (e mesmo este muitas vezes prega-nos partidas!). O fato é que se algo, fora de nosso planeamento aparece, perdemos o equilíbrio, ficamos nervosos, tensos, lutamos contra ao invés de simplesmente lidar com a questão e nos adaptarmos.
  • 5
    Sobrecarregamento - se partimos do pressuposto de que as pessoas não são confiáveis ou não irão fazer as coisas certas (leia-se "do nosso jeito"), a tendência é acumularmos cada vez mais funções, tarefas, atividades e responsabilidades, ficando exaustos e insatisfeitos. Afinal, acabamos por não conseguir relaxar, nem nos divertirmos, pois sempre haverá sempre algo para ser feito, analisado, supervisionado, acompanhado. Nestas horas, aprender a delegar é uma atitude salvadora.
Se reconheceu em algum desses itens? Veja algumas dicas para usar apenas o lado bom do controle:
  • Humildade - lembre-se que o mundo não gira à sua volta, assim, nem tudo depende de si e, errar é normal e esperado, não significando que você sejo menos por causa disso.
  • Liberdade - deixe as pessoas expressarem-se livremente. Você só vai descobrir se alguém realmente é bom o deixar mosstrar  do que é capaz. Se você tomar sempre a dianteira, nunca será surpreendido.
  • Paz de espírito - faça Meditação, relaxamento, Yoga, Tai Chi Chuan, tome florais, faça terapia, tire férias, fique em contato com a natureza. O importante é ter calma e tranquilidade, pois suas ações serão mais certeiras e você sofrerá menos.
  • Diversifique - não resuma sua vida a atividades úteis. Coloque cor, alegria e diversão nela, fazendo outras coisas, inclusive aquelas que não vão levá-lo a lugar nenhum, mas que lhe trarão mais satisfação pessoal.
Fonte: Vanessa Mazza, personare
FONTE: TERAPIAS SEXUAIS

domingo, 23 de novembro de 2014

Os dependentes de relações



Do mesmo modo como existem pessoas que permanecem sozinhas quase a maior parte do tempo - por opção ou porque seus relacionamentos amorosos não funcionam - há aquelas que simplesmente "engatam" um relacionamento no outro. Por fora, estas pessoas podem passar a imagem de que são "irresistíveis", como se houvesse uma fila de pretendentes apenas esperando por uma oportunidade de ficar com elas. Porém, permanecer constantemente em relacionamentos, sem dar espaço para uma saudável solteirice, pode indicar um problema emocional importante.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Menina de 8 anos morre na lua de mel




Menina de oito anos morre após lua de mel com marido de 40

Uma criança de oito anos morreu no último sábado, no Iêmen, após a lua de mel com o marido de 40 anos. Segundo os médicos, a menina, identificada como Rawan, teve hemorragia causada por ferimentos internos no útero. A morte aconteceu na área tribal de Hardh, na fronteira com a Arábia Saudita. Ela teria sido vendida pelo padrasto para um saudita por cerca de R$ 6 mil, segundo o jornal alemão “Der Tagesspiegel”.

Na noite de núpcias e após a relação sexual, ela sofreu hemorragia e ruptura uterina, que causaram sua morte - disse Arwa Othman, da Casa de Folclore do Iêmen à Reuters. - Eles a levaram para uma clínica, mas os médicos não puderam salvar sua vida.

Ativistas de direitos humanos pressionam para que o saudita e a família da menina sejam responsabilizados pela morte.

Após este caso horrível, repetimos nossa exigência para uma lei que restrinja o casamento para maiores de 18 anos - afirmou um membro do Centro Iemenita de Direitos Humanos à agência dpa.

Casamentos de meninas do Iêmen chamaram a atenção internacional em 2010, quando uma jovem de 13 anos morreu de hemorragia interna depois de ter tido relações sexuais com o marido que tinha o dobro de sua idade. O caso inspirou uma outra menina iemenita, de nove anos, a publicar um relato traduzido sobre seu casamento com um homem de três vezes sua idade.

A ONG Human Rights Watch, sediada em Nova York, fez um apelo no ano seguinte para que o governo proibisse o casamento de menores de idade no país. Citando dados das Nações Unidas, o Human Rights Watch afirma que cerca de 52% das meninas no Iêmen se casam antes dos 18 anos, e 14% antes dos 15. Muitas delas são forçadas a parar de estudar quando atingem a puberdade.


Fonte: O Globo




Tradução do Video:

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Violência Sexual na Infância




Sabia que 1 em cada 5 crianças sofre de algum tipo de violência sexual na infância?

Muitas pessoas pensam que a violência sexual refere-se apenas à relação sexual propriamente dita com uma criança, mas a definição é muito mais ampla. Com ou sem contacto fisico, as seguintes situações caracterizam algum tipo de violência sexual:

  • Tocar a boca, genitais, bumbum, seios ou outras partes íntimas de uma criança com objetivo de satisfação dos desejos;
  • Forçar ou encorajar a criança a tocar um adulto de modo a satisfazer o desejo sexual;
  • Fazer ou tentar fazer a criança se envolver em ato sexual;
  • Forçar ou encorajar a criança a se envolver em atividades sexuais com outras crianças ou adultos;
  • Expor a criança a ato sexual ou exibições com o propósito de estimulação ou gratificação sexual;
  • Usar a criança em apresentação sexual como fotografia, brincadeira, filmagem ou dança, não importa se o material seja obsceno ou não;
  • Espiar ou olhar a criança se despindo, em momentos íntimos, tomando banho, usando o banheiro, com objetivo de satisfação sexual.

Quem é o abusador?

O abuso sexual, na maioria das vezes, é cometido por uma pessoa da convivência da criança, na qual ela confia e tem sentimentos de afeto.
As estatísticas demonstram que, entre os adultos de convivência, o pai, o padrasto, avô, tio, um amigo da família, vizinho e irmão mais velho são os agressores sexuais mais frequentes, apesar de existirem casos em que os agressores sejam do sexo feminino. Abusos cometidos por estranhos envolvendo violência física extrema são mais raros.
Os casos de abuso sexual infantil começam lentamente, apenas com a prática de "carinhos", trocas de presente, brincadeiras íntimas que raramente deixam lesões físicas, passando mais tarde para outros níveis mais íntimos de contato.
Como perceber se uma criança sofre de algum tipo de violência sexual?
Somente em 40% dos casos existe evidência física. Sendo assim, os principais sinais que a criança pode mostrar e podem ser observados pelos pais ou educadores são comportamentais. Fique de olho nos seguintes sinais:
  • Perda do apetite ou compulsão alimentar;
  • Pesadelos, medos inexplicáveis de pessoas ou lugares;
  • Apatia, afastamento dos amigos;
  • Perda dos antigos hábitos de brincar;
  • Voltar a chupar o dedo, fazer xixi na cama ou cocô nas calças;
  • Agressividade, diminuição do rendimento escolar, dificuldades de aprendizagem;
  • Fuga de casa;
  • Conhecimento ou comportamento sexual fora do esperado (exceto conceitos básicos e saudáveis de educação sexual);
  • Comportamento erotizado;
  • Irritação, sangramento, inchaço, dor, coceira, cortes ou machucados na região genital ou anal.

Como falar sobre violência sexual com crianças a partir de 4 anos? 

Pipo e Fifi é uma ferramenta de comunicação entre adultos/educadores e crianças e está disponível para download gratuito aqui: www.pipoefifi.org.br 

Nele poderá encontrar um livro educativo e um livro de atividades super interessantes!!!

O projeto é uma iniciativa do CORES, uma instituição sem fins lucrativos que desenvolve projetos de educação sexual para infância em todo o território brasileiro desde 2006. o CORES recebeu o Prêmio Paulo Freire do Ministério da Saúde em parceria com a APTA, se destacando com os projetos Crescer e Maternidade / Paternidade, classificados entre os cinco melhores trabalhos de Educação Preventiva do Brasil. 

FONTE: TERAPIAS SEXUAIS

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