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sábado, 6 de junho de 2020

Qual é a diferença entre a vagina e a vulva?

Não, não são sinônimos

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Muitas pessoas acreditam que a vulva e vagina são a mesma coisa, mas estão erradas.

A vulva é a parte externa dos órgãos genitais femininos - a zona visível. A sua constituição inclui os grandes e pequenos lábios, o clitóris, monte púbico, entre outros. Os lábios ajudam a proteger o interior da vagina de contaminação externa.

A vagina é a parte interior e faz a ligação entre a vulva e o colo do útero. É, portanto, o canal tubular responsável por receber o pênis durante o sexo, eliminar a menstruação e permitir a saída do bebê, em partos normais.

FONTE: NOTÍCIAS AO MINUTO
https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1481989/qual-e-a-diferenca-entre-a-vagina-e-a-vulva

domingo, 7 de julho de 2019

Depilação e calças muito justas podem causar doença pouco conhecida

A condição atinge uma a cada seis mulheres e é difícil de tratar
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De acordo com um estudo realizado na Universidade de Boston, nos Estados Unidos, nos últimos anos se registrou um aumento dos casos de vulvodínia. Apesar da condição de saúde ser pouco conhecida e falada, pode afetar uma em cada seis mulheres.

A dor nos nervos na região genital crônica não é fácil de tratar e pode agravar significativamente pelo uso de calças muito justas ou depilação (que deixa a pele mais exposta à fricção com a roupa íntima e outros tecidos, como rendas e sintéticos) na região.

Os cientistas acompanharam 434 mulheres entre os 18 e 40 anos. Todas sofriam com dores na vulva. Chegaram à conclusão de que mulheres que removem todo os pelos com depilação tem um risco 74% mais elevado de desenvolver a doença. E entre aquelas que usavam calças apertadas o risco duplicava. A exposição da região e a fricção constante aumentam o risco de infecções que podem levar à vulvodínia.

A condição é difícil de ser tratada pois o diagnóstico é complicado. A dor varia de ardência a contrações.

Se sente desconforto e dores na zona dos genitais não hesite em contactar um médico ou ginecologista.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

7 coisas que as mulheres não deveriam fazer jamais em suas partes íntimas

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A região íntima da mulher é um órgão extremamente sensível e que merece atenção e cuidados. Determinados hábitos podem acabar prejudicando a saúde dessa parte do corpo das mulheres.

Roupas apertadas, falta de higiene ou relação íntima desprotegida pode causar sérios danos.

Pesando nisso, trazemos 7 coisas que as mulheres não deveriam fazer jamais em suas vaginas.
Dá só uma olhadinha:
1. Usar protetor de calcinha todos os dias: fazer uso desse protetor todos os dias pode deixar a região úmida e quente, podendo então se tornar um espaço perfeito para bactérias, o que pode culminar no aumento do corrimento vaginal, no caso de infecções. Caso não consiga parar de usá-lo, recomenda-se que o produto seja trocado a cada 4 horas.
2. Tentar se livrar do odor natural do órgão: esta parte do corpo possui um odor, o que pode gerar certo desconforto em algumas mulheres. Por ser uma área quente e úmida, ela transpira, gerando o cheiro, completamente saudável. Ele só se torna preocupante caso fique mais forte do que o normal, quando há coceira e corrimento.
3. Usar vaselina como lubrificante: produtos que contêm petróleo podem gerar infecções vaginais. Prefira usar óleo profissional de qualidade e com Ph neutro. Outra recomendação é que jamais devem ser inseridos objetos estranhos ou alimentos dentro da vagina.
4. Usar duchas: realizar a limpeza excessiva do local não é bom para a sua saúde. As duchas são desnecessárias e podem alterar o equilíbrio das bactérias saudáveis da vagina. Alguns médicos alertam que a ducha pode ser a causa da doença inflamatória pélvica e da vaginose bacteriana. Lave o órgão apenas com água e sabão com pH neutro no banho e limpe com uma toalha limpa, mas não esfregue muito forte.
5. Expor sua vagina ao vapor: a prática de realizar assentos especiais com vapor, sem qualquer roupa por baixo pode resultar em queimaduras e irritação na área íntima, e ainda não existe comprovação da eficácia deste procedimento.
6. Usar de alimentos durante o ato íntimo (lembrando que é importante usar sempre preservativos durante o sexo) algumas pessoas gostam de inovar neste momento. No entanto, não é recomendado que se use produtos alimentícios, como chocolate, ou chantilly durante a relação, pois produtos que contém açúcar podem alterar as proporções de bactérias e leveduras na vagina, além de causarem infecções e também irritarem a vulva.
7. Limpar-se de forma incorreta depois de fazer xixi: realizar uma limpeza incorreta pode causar as mais comuns infecções, já que o ânus fica muito próximo da vagina, podendo levar bactérias para lá. A forma certa de se limpar após fazer xixi é iniciar na vagina e se mover em direção ao ânus. Ou seja, da frente para trás.
Atenção: cuide sempre deste órgão. A pele na vulva é mais fina e mais sensível do que a do corpo, e alguns hábitos que aparentemente são inofensivos podem queimar, irritar ou infectar a região.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Dez curiosidades sobre a vagina podem mudar a sua vida

Thais Carvalho Diniz
Do UOL, em São Paulo


  • Getty Images
    Mulheres podem sentir-se desconfortáveis com a sua vagina por saber pouco sobre ela
    Mulheres podem sentir-se desconfortáveis com a sua vagina por saber pouco sobre ela

    • Se você que está lendo esta reportagem é uma mulher, provavelmente, se identificará com pelo menos alguns dos itens listados abaixo. Se é homem, o texto pode ajudá-lo a entender melhor a sua parceira. O assunto? A vagina. 
      Para começar, é preciso diferenciar vagina de vulva. A vulva compreende toda a genitália feminina, incluindo a vagina, que é apenas o canal interno da vulva. Mas até os médicos se referem ao conjunto como vagina. 
      O inglês Jamie McCartney criou, em 2011, o "Great Wall of Vagina" (grande mural da vagina, em tradução livre), que traz 400 órgãos esculpidos de gesso, formando um conjunto de dez painéis, justamente para mostrar que, assim como o pênis, cada vagina tem formato, tamanho (pelo menos externo) e aparência diferentes. 
      "Muitas mulheres se preocupam com o aspecto do seu órgão genital e o comparam. Pensei que quando elas vissem todas aquelas vaginas no mural se sentiriam mais seguras. É a arte com um propósito social, além de ser um espetáculo surpreendente, claro", afirma o artista. 
      Jamie, que disse conhecer apenas cerca de dez das 400 que serviram como voluntárias para o projeto, contou que teve como objetivo "libertar as mulheres da ansiedade e dúvida sobre a estranheza de seu corpo". E deu resultado: "Várias me mandaram e-mails falando que meu trabalho mudou suas vidas, que a autoestima aumentou. Isso é incrível".
      Divulgação
      Parte do "Great Wall of Vagina" (grande mural da vagina, em tradução livre), de Jamie McCartney, que estampou 400 vaginas esculpidas em gesso
      A seguir, listamos dez curiosidades. Confira: 

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