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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Jornal Nacional: Marina nega que sua base partidária seja frágil

Na entrevista realizada nesta quinta-feira pelo Jornal Nacional, a candidata da Rede Sustentabilidade à Presidência da República, Marina Silva, rebateu as críticas sobre as dificuldades do seu partido de atrair apoios. Ela prometeu que, se eleita, vai governar com várias siglas.

Afirmou que pessoas boas existem em todos os partidos”. E que ser ” líder não é ser dono do partido. Ser líder é ser capaz de dialogar com os diferentes”, pregou Marina.

Os âncoras William Bonner e Renata Vasconcellos insistiram em questões sobre a redução da bancada parlamentar da Rede após trocas partidárias. Marina situou esse momento crítico da legenda nas discussões sobre o impeachment de Dilma Rouseff, em 2016. Marina apoiou o julgamento do impedimento da petista, enquanto outros membros do partido consideravam como um “golpe” a deposição da presidente eleita.

Ela teve que explicar seu apoio, no segundo turno de 2014, ao candidato tucano Aécio Neves, denunciado em um caso de corrupção e obstrução de Justiça, que acabou derrotado por Dilma. Disse que se tivesse as informações da Lava-Jato, não teria votado nem em Aécio nem em Dilma.

A candidata foi questionada sobre as denúncias da Lava-Jato que mencionaram o nome de Eduardo Campos. Marina disse que a Justiça ainda está investigando o caso.

Sobre as coligações estaduais da Rede com partidos com líderes investigados na Lava-Jato. A candidata defendeu essas alianças e negou que suas críticas à corrupção sejam insinceras e oportunistas.
COM AGÊNCIAS

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