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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Bancários e Fenaban negociam em busca de acordo que coloque fim à greve



Por Ceará Agora
O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) voltam à mesa de negociação nesta terça-feira, (27/09), às 14h, para tentar chegar a um acordo que coloque fim à greve dos bancários, que completou 21 dias nesta segunda-feira, 26. A informação é do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
“Na sexta-feira (23), enviamos carta à Fenaban reiterando nossa disposição para negociar com os bancos. Esperamos que eles voltem à mesa de negociação com uma proposta condizente com seus lucros. Já são 17 dias sem nova proposta e os trabalhadores e a população não podem ser prejudicados pela ganância dos banqueiros”, disse em nota a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, Juvandia Moreira.
Um balanço feito pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região mostra que 913 locais de trabalho, sendo 10 centros administrativos e 903 agências, fecharam nesta segunda-feira. Estima-se que mais de 32 mil trabalhadores participaram das paralisações.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Bancários retomam negociação com a Fenaban

Em seu quarto dia, a greve dos bancários atingiu mais de 40% das agências de todo o país, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec). A mobilização, que já teve a adesão de mais de 20 capitais, retoma hoje (9) as negociações entre a categoria e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial de 14,78%, sendo 5% de aumento real, com inflação de 9,31%; participação nos lucros e resultados de três salários mais R$ 8.297,61; piso salarial de R$ 3.940,24; vales-alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá no valor do salário-mínimo nacional (R$ 880); 14º salário; fim das metas abusivas e assédio moral; fim das demissões, ampliação das contratações, combate às terceirizações e à precarização das condições de trabalho; mais segurança nas agências bancárias e auxílio-educação.

A proposta da Fenaban, rejeitada pela categoria, é de reajuste de 6,5% (para uma inflação de 9,57%) e abono de R$ 3 mil, que não incide sobre os salários, nem sobre o FGTS, as férias ou o décimo terceiro.

Edição: Maria Claudia

sábado, 28 de setembro de 2013

Mais 10,6 mil agências bancárias fechadas no país com greve dos bancários

Mais 10,6 mil agências bancárias fechadas no país com greve dos bancários

Agência Brasil | 13h57 | 28.09.2013

Bancários enviaram ao presidente da Fenaban carta rejeitando o reajuste de 6,1%

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) divulgou balanço que mostra que em pouco mais de uma semana da greve nacional dos bancários foram fechados 10.633 agências e centros administrativos nos 26 estados e no Distrito Federal, até sexta-feira (27).
Reajuste salarial e combate às terceirizações estão entre as principais reivindicações FOTO: Agência Brasil
A confederação reclama que há um silêncio da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) que “se recusa a apresentar proposta com aumento real de salário, valorização do piso, melhoria da participação nos lucros e resultados”, além de não fazer novas contratações, para diminuir a rotatividade e acabar com as terceirizações.
Os bancários enviaram ao presidente da Fenaban, Murilo Portugal, carta rejeitando o reajuste de 6,1%, apresentado no dia 5 de setembro, e apresentando a disposição para negociar uma proposta que atenda às reivindicações econômicas e sociais dos bancários.
A categoria também informou que as últimas declarações da Fenaban de que “os bancários não precisam de aumento real e precisam apenas manter os seus direitos em um momento em que os bancos estão tendo recorde de lucros provocou ainda mais a indignação” da categoria.
Entre as principais reivindicações, estão o reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação), piso salarial de R$ 2.860,21, auxílios-alimentação, refeição e creche de R$ 678 ao mês, melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas. Eles pedem ainda o fim das demissões e combate às terceirizações, entre outros pontos.
A Fenaban informa que ao longo de 20 anos a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) do setor bancário evoluiu de forma significativa, resultando numa valorização constante do processo de negociação, que a diferencia e a torna única em relação a outras categorias profissionais.
Em relação às questões econômicas, a Fenaban diz que apresentou às lideranças sindicais dos bancários proposta global contendo reajuste salarial de 6,1%, que corrigirá salários, pisos e benefícios. Será mantida a mesma fórmula de participação nos lucros, com correção dos valores fixos e de tetos em 6,1%.
Segundo a federação o piso salarial da categoria subiu mais de 75% nos últimos 7 anos e os salários foram reajustados em 58%, ante uma inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 42%. Pela proposta, o piso salarial para bancários, informou a Fenaban, que exercem a função de caixa, passará para R$ 2.182,36 para jornadas de seis horas.


FONTE:
http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=367177

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