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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Marin pagará R$ 56 milhões para ficar em prisão domiciliar nos EUA

Ex-presidente da CBF foi extraditado na terça. Ele se declarou inocente


REDAÇÃO ÉPOCA

José Maria Marin em Nova York após ser extraditado para os Estados Unidos (Foto: Mary Altaffer/AP)
José Maria Marin em Nova York após ser extraditado para os Estados Unidos (Foto: Mary Altaffer/AP)
O ex-presidente da CBF José Maria Marin fez um acordo com as autoridades dos Estados Unidos para não ficar preso. Marin se comprometeu a dar uma garantia de US$ 15 milhões, o equivalente aR$ 56 milhões, para poder aguardar julgamento em prisão domiciliar.
Marin foi extraditado para os Estados Unidos na terça-feira (3). O cartola estava detido em Zurique, Suíça, desde 27 de maio. Marin foi preso com outros seis dirigentes de futebol antes de encontro na Fifa, acusado de receber propinas. 
Segundo o Globo Esporte, Marin está com uma tornozeleira eletrônica. Pelo acordo que ele assinou com as autoridades americanas, ele pode deixar o apartamento que possui em Nova York para algumas razões específicas, como consultas médicas ou visita a igrejas, desde que peça autorização ao FBI. Ainda assim, o advogado do cartola recomendou que ele não saia do apartamento nas próximas semanas, em respeito às autoridades americanas.
Pelo acordo, Marin está proibido de deixar os EUA e de entrar em contato com outros acusados de corrupção no futebol. Desta forma, ele não pode falar com o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira, nem com o atual presidente, Marco Polo Del Nero. Caso quebre o acordo, ele será preso imediatamente.
José Maria Marin em Nova York após ser extraditado para os Estados Unidos (Foto: Mary Altaffer/AP)










Durante a audiência na noite de terça, que durou cerca de 20 minutos, Marin foi formalmente acusado de corrupção e lavagem de dinheiro. Segundo investigações, ele recebeu suborno de empresas de marketing esportivo para ceder direitos comerciais e de transmissão de eventos esportivos. O crime teria sido cometido em empresas nos Estados Unidos, por isso o envolvimento do FBI. Ele se declarou inocente. Após a audiência, Marin não respondeu perguntas e disse apenas um "boa noite". Ele se dirigiu ao seu apartamento em Nova York, onde passou a noite.
bc
FONTE: ÉPOCA

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sábado, 5 de abril de 2014

Marin minimiza liminar da Portuguesa: "estou tranquilo"

Marin minimiza liminar da Portuguesa: "estou tranquilo"

José Maria Marin, afirmou que está tranquilo que o torneio transcorrerá normalmente
05/04/2014 - 19:33


Marin minimiza liminar da Portuguesa: "estou tranquilo"

Aliminar conquistada pela Portuguesa, exigindo sua participação na Série A do Campeonato Brasileiro de 2014, parecem não ter abalado a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Em entrevista concedida durante a eleição dos membros do Conselho Deliberativo do São Paulo, o presidente da entidade, José Maria Marin, afirmou que está tranquilo que o torneio transcorrerá normalmente, com a presença do Fluminense e sem a equipe lusitana.
"Confio no nosso departamento jurídico. A tabela será cumprida, estou tranquilo", afirmou Marin. A liminar determinando a suspensão da decisão do do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) foi concedida pelo juiz Miguel Ferrari Junior, da 43ª Vara Cível de São Paulo.
A punição do STJD retirou quatro pontos do clube do Canindé pela escalação irregular do meia Héverton, na última rodada do Brasileiro. Por essa razão, o clube foi ultrapassado pelo Fluminense na classificação geral e terminou a competição entre os quatro últimos.
Entretanto, a decisão não rebaixaria o Fluminense, mas sim o Flamengo. A liminar concedida pelo juiz não abrange a perda dos pontos do time rubro-negro pela escalação irregular de André Santos. Na tabela oficial da CBF, o time tricolor terminou na 15ª posição. O rival, por sua vez, foi o 16º, enquanto a Portuguesa terminou em 17º após o julgamento do STJD.
Marin comentou que foi participar da votação para eleger os membros do Conselho do São Paulo em consideração ao presidente do clube, Juvenal Juvêncio. "Vim votar por gratidão ao Juvenal e à diretoria", afirmou o presidente da CBF, que elogiou a administração do colega e as condições do Estádio do Morumbi, onde está sendo realizada a eleição.
FONTE: Terra


FONTE: MEIO NORTE

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