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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Impressora 3D: mitos e verdades

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Ela impressiona pelo alto nível tecnológico e pela qualidade final dos objetos produzidos, mas ainda é um mistério para muitas pessoas
Olá, pessoal!
Versáteis e inteligentes, asimpressoras 3D vieram para dominar o mercado da tecnologia e facilitar o dia a dia das pessoas, de trabalhadores a cientistas e pesquisadores renomados.
A impressão tridimensional, também chamada de Fused Deposition Modeling (FDM), utiliza uma tecnologia de ultima geração para imprimir produtos de maneira eficiente e, em alguns casos, com um menor preço. De objetos simples aos mais complexos,  é possível criar qualquer item.
Basicamente, os materiais usados são resina plástica e modelagens com laser, apesar disso, hoje já é possível imprimir utilizando mais de 30 materiais diferentes, incluindo areia e cerâmica. Dessa forma, ao fazer a leitura de arquivos de computador, a impressora 3Dimprime camada por camada até o objeto ser moldado e conquistar a sua forma final e é por meio dessa tecnologia que produtos decorativos, tatuagens e até mesmo itens relacionados à saúde humana tem sido desenvolvidos.
Apesar do sucesso e das vantagens, ao que parece, esse tipo de impressora não deve fazer compor a tecnologia residencial na maioria das casas. Apesar de muitas pessoas afirmarem que o produto pode, sim, fazer parte do dia a dia, especialistas afirmam que isso não passa de um mito. Isso porque, além de um custo alto, as empresas buscam negociar o produto com outros empresários, a fim de expandir os negócios e garantir umdesenvolvimento econômico ainda mais favorável.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Câncer de Mama: Veja Mitos e Verdades sobre a doença

O câncer de mama ainda é uma doença que assusta e costuma estar associada à morte. Especialistas enfatizam que idade avançada e estilo de vida são os principais fatores de risco.


No Outubro Rosa, mês de conscientização e alerta para o diagnóstico precoce e prevenção da doença, especialistas esclarecem as principais dúvidas sobre o tema. Veja a seguir!


Silicone pode causar câncer de mama

Mito.
 A mastologista Maira Caleffi, presidente da Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama), diz que “a prótese de silicone está totalmente isenta de culpa para provocar o câncer de mama”.

— A recomendação é que essa paciente faça acompanhamento com um mastologista (médico especialista em mama), já que o implante pode dificultar o diagnóstico da doença por meio da mamografia.

Mesmo assim, a médica reforça que mulheres com próteses também devem fazer a mamografia a partir dos 40 anos.



Não ter filhos aumenta o risco de câncer de mama

Verdade.
 Segundo a mastologista , mulheres que optam por não ter filhos ou engravidar pela primeira vez depois dos 30 anos têm mais risco de desenvolver câncer de mama durante a vida.

— A maternidade tardia ou a opção de não ter filhos são fatores de risco para a doença e estão contribuindo para o aumento da incidência de casos. Os hormônios produzidos durante os nove meses de gestação atuam como protetores das mamas.



O uso de anticoncepcionais ao longo da vida pode contribuir com o problema?

O oncologista José Rodrigues Pereira do Hospital São Camilo afirma que a relação entre o uso de anticoncepcionais orais e o aumento no risco de câncer de mama ainda é controverso.

― Estudos epidemiológicos com milhares de mulheres não demonstraram aumento significativo no risco de câncer de mama. Além do mais, os anticoncepcionais atuais possuem dosagem hormonal inferior aos que eram usados antigamente.



Homem tem câncer de mama?

Verdade.
 "O câncer de mama no sexo masculino é raro e representa 1% de todos os casos diagnosticados. A incidência em mulheres chega a ser 100 vezes maior do que em homens" afirma Pereira.



A terapia de reposição hormonal é um fator de risco para o câncer de mama

Verdade. 
Maira diz que já é comprovado que a terapia de reposição hormonal é um fator de risco para o câncer, principalmente quando se faz uso combinado de estrogênio e progesterona.



O câncer de mama tem cura

Verdade.
 Pereira afirma que “quanto mais precoce for diagnosticado do câncer, maior a chance de cura”.

— Tumores em estádios iniciais apresentam chance de cura de 80% a 95%. Nos tumores em estágios avançados, a chance de cura cai para 50% a 70%



Após o tratamento de câncer, a mulher perde todas as chances de ser mãe

Mito.
 A mastologista Maira garante que é seguro ter filhos após o diagnóstico de câncer.

— A única recomendação é que a mulher espere para engravidar de dois a três anos após o término do tratamento.

Como a quimioterapia, pode destruir os óvulos ou induzir a mulher a uma menopausa precoce, a médica explica que a recomendação para as mulheres jovens que desejam ter filhos é congelar os óvulos, assim no futuro podem recorrer à técnica de fertilização in vitro.

— Mas isso não significa que a gravidez não possa acontecer de forma natural, é uma precaução.



Mulheres abaixo dos 40 anos estão isentas de ter câncer de mama

Mito.
 Embora mais raro, o câncer de mama também pode aparecer em mulheres de 20 ou 30 anos, podendo ou não estar associado a um componente genético.

Segundo a presidente da Femama, o risco do câncer aumenta conforme a idade, sendo mais frequente a partir dos 40 anos — quando a mamografia é indicada.



O autoexame é capaz de detectar todos os tumores

Mito. 
O oncologista reforça que menos de 10% dos tumores de mama são identificados por meio do autoexame.

— Ele não deve ser considerado como substituto à mamografia porque não foi demonstrada redução da mortalidade por câncer com essa prática. Mas, nem por isso deve ser abandonado, pois o autoexame pode reduzir o número de casos avançados.




Veja também: Sintomas do Câncer de Mama e Câncer de Mama tem Cura


Fonte: Noticias

terça-feira, 13 de maio de 2014

Mitos e Verdades sobre Alimentação Infantil

Mitos e Verdades sobre Alimentação Infantil

A alimentação é um dos requisitos para um crescimento contínuo e para a vida saudável de uma criança. Essa etapa começa a partir da amamentação do recém- nascido, que dura em média até o 6º mês de vida e continua na introdução de novos alimentos em sua nutrição, como a papinha, a partir dessa idade, até os 2 anos.  
É importante que os pais tornem familiar aos filhos o consumo de verduras, legumes, frutas, folhas, cereais, grãos, carboidratos, proteínas, fibras, gorduras e, principalmente, a ingestão de água. Todos esses elementos, combinados de maneira balanceada, conferem um excelente rendimento para a maturidade física e psicológica da criança.
Para que seu filho se alimente adequadamente, se reeducando, seguindo um horário controlado e um cardápio equilibrado, é preciso bastante paciência. As refeições devem transmitir uma sensação agradável e relaxante, não um momento frustrante de obrigação. Veja as dicas abaixo e fique por dentro dos principais assuntos relacionados a alimentação infantil.
Jantar muito tarde provoca sono agitado nas crianças?
 
A chance de isso acontecer é grande, principalmente se a refeição for rica em gordura, que leva mais tempo para ser digerida, e a criança for para a cama logo depois de comer. Durante o sono, o organismo funciona mais lentamente e isso inclui a digestão. O estômago, então, fica mais pesado e chega a incomodar. "Já uma refeição com baixo teor de gordura leva pelo menos duas horas para ser digerida", afirma Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, em São Paulo. "Após esse período a criança pode se deitar tranquilamente", completa o médico.

É melhor o bebê comer frutas com ou sem casca?

 
"O mais indicado é consumi-las com casca, quando possível, porque ela é uma ótima fonte de fibras", garante Fábio Ancona Lopes, especialista em alimentação infantil da Unifesp. Mas enfatiza: as frutas devem ser muito bem lavadas em água corrente e com a ajuda de uma escovinha, para que fiquem livres de resíduos de agrotóxicos, substâncias extremamente prejudiciais.

É verdade que alimentos crus e duros ajudam a desenvolver a musculatura infantil?

 
"Sim, eles estimulam a mastigação, fortalecendo os músculos da boca e facilitando a fala", diz Renata Cocco, pediatra da Unifesp. Quando introduzir a sopa na dieta do bebê, em vez de bater os ingredientes no liquidificador, experimente passá-los na peneira. Depois que seu filho estiver mais crescido, amasse os alimentos com um garfo para que possam ser mastigados. E, assim que alguns dentes tiverem nascido, ofereça alimentos crus, como a cenoura e a maçã, em pequenos pedaços — esta última dica, aliás, vale para a alimentação do resto da infância e da adolescência.

O leite de soja pode substituir o de vaca?
 
"Sim, se o problema for intolerância à lactose", explica Renata Cocco. "Se não, o de vaca é melhor, porque tem mais cálcio." É bom saber, ainda, que um grupo de proteínas do leite de vaca, as caseínas, pode provocar reações como urticária. Por isso, em caso de dúvida, consulte o pediatra. Só ele pode recomendar o tipo de leite mais adequado para a alimentação do seu filho.

Alimentos com corantes causam alergia?

 
A resposta é não para a grande maioria dos baixinhos. Além dos corantes, os espessantes e os conservantes, encontrados nos produtos industrializados, também são mal-afamados. "Mas testes comprovam que apenas 5% dessas substâncias estão relacionadas a crises alérgicas", revela a pediatra Renata Cocco. "Já os alérgicos ao ácido acetilsalicílico, componente da aspirina, precisam tomar cuidado, porque tendem a apresentar reações a aditivos alimentares."

Leite fermentado ajuda a combater a diarréia?

 
"Sim, os lactobacilos presentes no leite fermentado competem com as bactérias nocivas no organismo, modificando e colonizando a flora intestinal com germes benéficos", informa o nutrólogo Mauro Fisberg, de São Paulo. Assim, a inclusão desse tipo de bebida na alimentação infantil pode abreviar a duração da diarréia. Se o problema persistir, procure o pediatra.

Quantas vezes por semana doces e refrigerantes podem entrar no cardápio do meu filho?

 
Depende. "Se a criança estiver acima do peso, ofereça duas porções de desses itens por semana", recomenda a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, em São Paulo. Mas, se ela não vive em pé de guerra com a balança, três porções semanais estão de bom tamanho. "Esses alimentos devem ser oferecidos com muito mais parcimônia em caso de colesterol ou triglicérides altos ou mesmo hipertensão", completa.

Refrigerante diet e guloseimas adoçadas artificialmente devem ser evitados pelas crianças?

 
"Não há nenhum componente nesses produtos que seja comprovadamente nocivo à saúde", afirma a pediatra Renata Cocco. Nenhum estudo concluiu, por exemplo, que aspartame faça mal ao organismo dos pequenos. "Mas, por serem artificiais, recomendamos que esses alimentos sejam consumidos só quando realmente há necessidade", explica a pediatra.

Posso colocar todos os dias um bolinho desses comprados prontos na lancheira do meu bebê?

 
Se for sem recheio nem cobertura, vá em frente. "Eles são ótimas fontes de carboidratos", afirma a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, em São Paulo. Mas, se pertencer à categoria dos recheados, a coisa muda de figura. Para obter a consistência cremosa, os recheios são produzidos com gordura hidrogenada, verdadeiro veneno. Em altas quantidades, leva à obesidade e ao aumento do colesterol (sim, criança também pode acumular essa substância nas artérias). Para variar, experimente substituir os bolos por bolachas salgadas ou um sanduíche.

Os macarrões instantâneos são liberados para as crianças?

 
"A massa em si não faz mal nenhum, pois é uma excelente fonte de carboidratos", afirma a pediatra Roseli Sarni, da Unifesp. O problema está no condimento que dá sabor e faz com que o prato seja um dos preferidos da garotada. "Além de ser um tempero artificial, ele contém grande quantidade de sódio, que leva ao aumento da pressão e à retenção de água." Em outras palavras, poder pode, mas só de vez em quando.

Crianças de qualquer idade podem comer frutos do mar?

 
"De jeito nenhum. Por uma questão de segurança, espere que complete 2 anos", orienta Priscila Maximino. Os principais riscos são a intoxicação alimentar e as alergias. É bem verdade que cozinhar ou assar esse tipo de alimento diminui o perigo, mas, como seguro morreu de velho, é melhor esperar um pouco para incluir os itens na alimentação infantil.

Café faz mal para os baixinhos?

 
A bebida não é das mais indicadas, porque a cafeína pode deixar a criança agitada. "Porém, uma xícara pequena de café puro por dia não faz mal a ninguém", afirma o pediatra Ary Lopes, para alívio das mães que não abrem mão do pretinho misturado com o leite. Se você já ouviu dizer que ele prejudica a absorção de cálcio, saiba que não há razão para se preocupar. "A quantidade de cafeína presente em um copo de café com leite é tão pequena que não interfere na retenção do mineral pelo organismo", esclarece o nutrólogo e pediatra Mauro Fisberg, da Universidade São Marcos, em São Paulo.

Meu filho adora peixe cru. Tudo bem?

 
Acima de 2 anos, tudo bem. "Para não arriscar, só vá a restaurantes impecáveis no que se refere à higiene", recomenda Ary Lopes. Caso a preferência recaia sobre o salmão — que andou na berlinda como agente da difilobotríase (doença que provoca dor abdominal, náuseas e vômitos) —, cheque se foi previamente congelado a 21 graus e se o estabelecimento tem o certificado sanitário, que garante a procedência e a qualidade do pescado.

Gemada é capaz de dar pique?

 
Ela foi a queridinha das mães zelosas até alguns anos atrás. Não é mais, até porque nem mesmo os especialistas a recomendam. "O ovo cru pode estar contaminado com salmonela", adverte a nutricionista infantil Suzy Graff, de São Paulo. "A bactéria pode provocar diarréia, vômito ou até levar à morte." Infelizmente, ovos de diversas marcas podem estar contaminados por causa de higiene e refrigeração deficientes. Como é quase impossível saber quais têm condições de consumo, o mais seguro é fritá-los ou, melhor ainda, cozinhá-los.

Suco de beterraba acaba com anemia?

 
Não. Uma xícara de beterraba ralada possui, pasme, apenas 0,8 miligrama de ferro. "A criança anêmica tem que consumir todo santo dia 5 miligramas do mineral para cada quilo de peso, durante três meses", explica o pediatra Ary Lopes Cardoso. Já um bife pequeno de fígado tem, em média, 8,5 miligramas desse nutriente.

A carne vermelha é essencial para a criança crescer saudável?

 
"Sim, ela é uma importante fonte de proteínas, gordura, ferro e zinco", confirma a médica Roseli Sarni. Contra anemia, ela é imbatível. Está lotada do chamado ferro-heme, ou ferro orgânico, que é muito mais bem aproveitado pelo corpo do que o mineral presente nos vegetais. Segundo a especialista, a anemia afeta mais de 40% das crianças em idade pré-escolar no Brasil. Por isso a carne vermelha deve ser consumida ao menos três vezes por semana, de preferência acompanhado de uma fonte de vitamina C, como a laranja, para aumentar a absorção do ferro. O frango e o peixe são bons substitutos, mas, fique sabendo, não contêm a mesma concentração do tal ferro-heme.

O que a mãe deve observar no rótulo - o índice de gordura ou o de sódio?

 
Os dois. Não há uma dosagem máxima recomendada por produto — e, se houvesse, ela seria diferente conforme a idade. Mesmo assim é bom ficar de olho nesses ingredientes. A gordura, lembre-se sempre, não pode fornecer mais do que 30% das calorias diárias consumidas pela criança. Não precisa ficar fazendo conta a toda hora: basta usar o bom senso e, se oferecer algo com teor de gordura nas alturas ao seu filho, cuidar para que o restante do cardápio daquele dia seja mais leve. Para o sódio, vale o mesmo raciocínio, lembrando que até 12% da meninada entre 6 e 18 anos é hipertensa e aí o excesso de sal, já sabe… Vale conversar com o pediatra sobre o assunto, afastar essa hipótese e pedir uma orientação sobre o consumo diário de sal adequado para o seu filho.

Vale a pena incluir aqueles pós multivitaminados na alimentação dos meus filhos?

 
"Esses pós devem ser ingeridos como complementos da alimentação só se a criança apresentar déficit de nutrientes ou estiver abaixo do peso.", diz Mauro Fisberg. Eles são indicados principalmente quando é necessário aumentar o aporte de calorias, vitaminas ou sais minerais no organismo. O ideal é que esse tipo de suplemento seja utilizado sob a orientação de um nutricionista, já que é muito calórico.

As informações estampadas nas embalagens se referem às necessidades nutricionais de crianças ou de adultos?

"Em geral elas se referem às necessidades dos adultos, exceto quando os produtos são dirigidos ao público infantil", esclarece Fábio Ancona Lopes. "O importante é saber que cada idade requer tipos e quantidades específicos de nutrientes", completa. E as recomendações mais indicadas para cada faixa só o especialista pode fazer. Moral da história: vale olhar o rótulo? Até vale, mas apenas para ter uma leve referência quando o consumidor é uma criança.


Veja também: Porque os bebês nascem com olhos azuis, que depois mudam de cor?


Fonte: Bebe/Abril


FONTE: http://www.vocerealmentesabia.com/2014/04/mitos-e-verdades-sobre-alimentacao.html

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