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sexta-feira, 21 de junho de 2019

Cientistas descobrem 'chifre' crescendo no crânio de jovens por uso do celular

Os jovens estão desenvolvendo chifres na parte de trás de sua cabeça devido à postura incorreta. As causas estão sendo atribuídas ao uso de dispositivos portáteis
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Que a tecnologia transforma a maneira como realizamos diversas tarefas diárias a gente sabe, mas que ela pode mudar algo em nosso corpo é bastante preocupante. Diversas pesquisas no campo da biomecânica estão sugerindo que os jovens estão desenvolvendo chifres (sim, você não leu errado) na parte de trás de seus crânios.

Na verdade, são esporões ósseos causados pela inclinação frontal da cabeça. A principal causa está sendo apontada como o uso de celulares e outros aparelhos portáteis. Quando usamos um aparelho qualquer, é normal que nosso pescoço fique curvado e esse desvio de postura pode causar um crescimento ósseo e de tendões na parte de trás do pescoço. Isso pode acontecer devido à transferência de peso da cabeça para apenas uma parte da coluna.

Essa situação pode ser comparada à maneira como a pele engrossa a região de calos e outros traumas em resposta à pressão exercida naquele local. Como resultado de tudo isso, um gancho ou uma ponta semelhante a um cifre está crescendo e saindo do crânio de várias pessoas.

Segundo cientistas da Universidade da Costa do Sol, na Austrália, essa pode ser a primeira documentação de uma adaptação fisiológica ou esquelética devido à penetração de tecnologia avançada na vida cotidiana. Eles disseram ainda que os smartphones e outros dispositivos portáteis são os principais responsáveis pelo corpo humano estar se "contorcendo" ao exigir que usuários inclinem suas cabeças para entender o que está acontecendo nas telas em miniatura.

Mesmo com o estranhamento causado, David Shahar, um dos autores do estudo, alerta que essa formação incomum é um grave sinal de que a postura do indivíduo está totalmente incorreta, e que isso pode lhe causar sérias dores de cabeça crônicas, além de dores na parte superior da coluna e no pescoço.

Os mais afetados

O estudo vem sendo realizado desde 2016. David contou que eles tiveram amostra de 218 raios X de pessoas de 18 a 30 anos, onde foi observado que o crescimento ósseo foi visto em 41% dos resultados, muito mais do que as projeções iniciais dos pesquisadores.

Outra característica bastante reveladora foi que a condição prevalece entre os homens. Nas mulheres isso não foi muito comum. Esses resultados levantam questões alarmantes sobre a nossa postura e o quanto estamos deixando que a tecnologia esteja presente em nossas vidas.

Os que mais devem se preocupar com isso são as pessoas que usam algum tipo de tecnologia desde pequenos. "Essas formações demora muito para se desenvolver, então isso significa que aqueles indivíduos que sofrem com elas provavelmente têm forçado essa área desde a infância", explicou David.

Há algum meio de evitar?

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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Após tatuar os olhos, jovem resolve implantar chifres na testa

MODIFICAÇÃO CORPORAL

12h36 | 27.01.2015

Depois de diversos procedimentos Bruno Siqueira afirma: "o que eu tiver que fazer para me sentir bem, vou fazer”; além disso, o jovem conta que sofre com o preconceito de desconhecidos

Bruno Siqueira
O jovem contou ao portal de notícias G1 que os chifres implantados ainda doem, pois são uma operação recente
REPRODUÇÃO FACEBOOK
Bruno Siqueira
O jovem conta que as modificações em seu corpo começaram aos 11 anos de idade
REPRODUÇÃO FACEBOOK
O jovem Bruno Siqueira, de 18 anos, que mora em Guarapuava, na região central doParaná, já está acostumado com mudanças em seu corpo. Após colocar diversos piercings, fazer inúmeras tatuagens, colocar alargadores, bifurcar a língua e colorir o branco dos olhos, o jovem resolveu implantar chifres de siliconena testa. Ele conta que ainda não se sentia satisfeito com a aparência.
Desde cedo
Bruno começou bem cedo e a primeira modificação em seu corpo foi realizada aos 11 anos de idade, quando colocou o primeiro piercing no nariz. Logo após, aos 13 anos, tatuou estrelas em uma das coxas e não parou  por aí. “Hoje, sei que tenho pelo menos oito piercings. Quanto às tatuagens, já perdi as contas. No rosto, sei que são quase 20”, afirmou ao portal de notícias G1.
Uma das modificações mais radicais foram os alargadores, um em cada lado do nariz, colocados com o auxílio de um bisturi, o que para ele "foi o procedimento que mais doeu até agora". Ainda em 2007, o jovem viu a técnica de tatuar o branco dos olhos pela primeira vez na televisão e só mais tarde, no ano passado,  virou adepto da "eyeball tatoo". A injeção de tinta na camada de proteção dos olhos foi feita de graça no Rio de Janeiro, enquanto o jovem passava um período trabalhando no estado. "Foram 20 minutos para pintar cada olho. Uma agonia", contou. Porém, segundo a Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SOB), esse tipo de procedimento não é aconselhável e pode levar à inflamações internas, além da perda da visão.
Outra das modificações também foi feita em 2014, quando Bruno bifurcou a língua. O processo reparte a língua com um bisturi e depois dão-se alguns pontos no lugar onde o corte foi feito. Apesar de ficar sem beijar por um bom tempo, o rapaz garante: " valeu a pena”.
A mais recente das modificações feitas por Bruno foi a implantação de dois "chifres" na testa, sem nenhum tipo de anestesia. Primeiro a pele é cortada, descolada e depois que os implantes são colocados são dados alguns pontos no local. "Ainda dói um pouco porque é uma operação recente”, conta.
Preconceito e problemas com a família
Porém, todo esse processo não foi fácil para Bruno. Logo que realizou as primeiras modificações em seu corpo, o rapaz teve que deixar a casa da família.  “Eles não aceitavam muito. Eu não tinha lugar fixo; às vezes, ficava na casa de amigos ou por aí”, relata. Aos 16 anos, quando começou a trabalhar com tatuagem, ele pôde bancar uma casa própria. Hoje em dia, ele conta que se reaproximou da família e agora eles passaram a aceitar sua aparência. Em breve, no mês de abril, o jovem será pai da pequena Sophi e garante que não irá se opor se ela quiser fazer alguma modificação assim como ele. “Mas só quando ela for madura o suficiente”, explica. 
Para ele, o preconceito de desconhecidos é a pior parte. Muitas vezes as reações fazem o tatuador evitar lugares muito movimentados. “Nas ruas, as reações são diversas: há quem fique olhando, há quem ri, há quem venha falar sobre Deus comigo, há quem queira tirar fotos, há quem me chame de gay...”, diz. Segundo ele, "as pessoas não estão preparadas para o diferente".
“Todos os dias, alguém me diz que eu devo seguir caminho de Deus. Não é porque implantei 'chifres' que não tenho fé, que quero me parecer com o diabo. Coloquei e creio em Deus, sim", conta ele.
A próxima modificação que Bruno deseja realizar é a suspensão corporal, técnica que suspende o corpo através de ganchos passados através de perfurações temporárias na pele. Além disso, o jovem afirma que quer viver de tatuagem e quanto ao seu corpo conclui: "o que eu tiver que fazer para me sentir bem, vou fazer”.
FONTE:
DIÁRIO DO NORDESTE

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Homem gasta mais de R$ 30 mil com chifres, tatuagens na pele e no globo ocular a fim de se “transformar” no Diabo

Pai de dois filhos atende por outro nome e pretende implantar cauda em breve.
12/02/2014 - 08:34

Homem gasta mais R$ 30 mil com chifres para se tornar 'Diabo'
Homem gasta mais R$ 30 mil com chifres para se tornar 'Diabo'
Foto: Reprodução
Um homem tem gastado uma fortuna com um vício nada comum. Ele realizou diversos tratamentos em seu corpo a fim de se parecer com um Diabo.
Chamado de Diablo Delenfer, ele teve parafusos implantados em seu crânio, em uma tentativa de criar uma imagem diabólica. Além disso, ele possui diversas tatuagens, as quais incluem-se também no globo ocular de seus olhos.
Ele conta que tudo que fez foi realizado sem nenhum tipo de anestesia. “Você vê a agulha vindo em sua direção e isso é muito estressante. Você não pode ter medo da dor, se você é o Homem Diabo”, contou.
Pai de dois filhos, ele tem como nome verdadeiro Gavin Paslow. Ele teve a língua cortada ao meio, implantes subcutâneos para criar um conjunto de chifres na testa, e a tatuagem no globo ocular, transformando o branco dos olhos em um vermelho brilhante.
Mas apesar da dor, o homem de 43 insiste que não vai parar por aí. “Eu sou uma curiosidade humana, e modificações do corpo são a jornada da minha vida”, disse. “É um pouco estranho e excêntrico, mas esse sou eu”, concluiu.
Ele gastou cerca de R$ 32,700 ao longo dos anos com todos os procedimentos aos quais foi submetido. Seu próximo objetivo é colocar uma cauda, e não apenas uma sintética, e sim alguma orgânica “adequada”.
Delenfer conta que sua aparência tem um lado negativo, o qual dificulta a ele encontrar uma namorada. “Estou a procura de alguém que possa ver além da máscara”, afirmou. “Eu não sou satânico em tudo, é puramente uma coisa de imagem”, concluiu.
FONTE: Tech Mestre

FONTE: MEIO NORTE

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