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sábado, 4 de janeiro de 2020

Veja o valor que cada município do Ceará vai receber do pré-sal

Mais dinheiro
@Divulgação
O Governo do Estado e municípios cearenses estão sendo contemplados com pouco mais de R$ 509 milhões de reais vindo do pagamento do direito de exploração da cessão onerosa de duas áreas de produção de  petróleo e gás da Bacia de Campos: Búzios e Itapu. Segundo informações do Ministério da Economia e pelo 
Banco do Brasil, que fez a transferência para conta bancária do Fundo Especial do Petróleo (FEP). Esse dinheiro pode ser usado neste ano.
Na divisão,  o Governo do Ceará fica com R$ 246,8 milhões, e os municípios recebem R$ 263,1 milhões.

Veja o valor que cada município vai receber 
Veja abaixo quanto seu município vai receber:
Abaiara – R$ 634.005,41
Acarape – R$ 792.506,76
Acaraú – R$ 1.902.016,22
Acopiara – R$ 1.743.514,87
Aiuaba – R$ 951.008,11
Alcântaras – R$ 634.005,41
Altaneira – R$ 475.504,05
Alto Santo – R$ 951.008,11
Amontada – R$ 1.426.512,16
Antonina do Norte – R$ 475.504,05
Apuiarés – R$ 792.506,76
Aquiraz – R$2.060.517,57
Aracati – R$ 2.060.517,57
Aracoiaba – R$ 1.109.509,46
Ararendá – R$ 634.005,41
Araripe – R$ 951.008,11
Aratuba – R$ 634.005,41

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Governo sanciona lei que destina R$ 10,9 bi aos Municípios; Saiba quanto seu Município vai receber

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A Confederação Nacional de Municípios (CNM) comemora uma das grandes conquistas do movimento municipalista neste ano. O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou na quinta-feira, 17 de outubro, a Lei 13.885/2019, que define o rateio entre Estados e Municípios de parte dos recursos do leilão de petróleo dos excedentes de barris de petróleo do pré-sal. A ação confirma a promessa feita pelo governo durante a XXII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.

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domingo, 28 de julho de 2019

40 mil porcos ajudam a abastecer energia de cidade no Paraná; entenda

Divulgação/Governo Federal
Desde a quarta-feira (26), 72 prédios da prefeitura municipal de Entre Rios do Oeste, no Oeste do Paraná, são abastecidos com energia elétrica gerada pelos dejetos de 40 mil suínos de criadores da região. A iniciativa partiu de uma parceria do poder público com o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e o Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás), que viram uma oportunidade para diminuir a poluição ambiental na região. Apesar de pequena, Entre Rios do Oeste conta com uma criação de mais de 150 mil suínos.

Com o projeto de geração de energia, cerca de 215 toneladas por dia de dejetos de 18 propriedades rurais passaram a ser tratados, servindo de matéria-prima para a para a produção do biogás, usado na geração elétrica. O esquema é razoavelmente simples: os dejetos são recolhidos e acondicionados em biodigestores. Lá dentro ocorre a decomposição desse material por bactérias, gerando o biometano. O gás é transportado por gasodutos até o local da geração de energia. A queima do material, aciona um gerador que produz eletricidade.

ECONOMIA E SOLUÇÃO AMBIENTAL

A iniciativa não é nova, uma vez que produtores rurais já fazem o uso de dejetos para a produção de energia, utilizada para consumo próprio. A diferença para o projeto paranaense é que a energia produzida é "vendida" para a prefeitura, gerando recursos para os produtores. Segundo o presidente do CIBiogás, Rodrigo Régis Galvão, a Minicentral Termoelétrica (MCT) de Entre Rios do Oeste movida a biogás vai resultar em economia para a população, além de resolver o problema ambiental que os dejetos geram.

"A gente está em uma região em que o agronegócio se desenvolveu com muita velocidade e a demanda por energia cresceu muito rápido. Com esse projeto a gente está fazendo o tratamento de 215 toneladas de dejetos de animais por dia, esse resíduo acaba poluindo o solo, os lençóis freáticos e inclusive os rios que acabam desembocando no reservatório de Itaipu. Com isso, o projeto busca transformar um problema ambiental em um ativo econômico", disse Galvão à Agência Brasil.

Com 480 kW de potência instalada, a energia produzida na usina é vendida para a Companhia Paranaense de Energia (Copel), financiadora da iniciativa e que desconta o total produzido do valor das contas de luz do município. Já à prefeitura cabe o pagamento a cada produtor pela energia gerada. A estimativa é que os produtores envolvidos recebam de R$ 900 a R$ 5 mil, a depender da quantidade de biogás produzida por cada um.

O procedimento utilizado é o da micro e minigeração distribuída, regulamentado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Por esse modelo, o consumidor pode produzir a própria energia, a exemplo do uso de painéis solares e do uso de biogás, e depois injetar na rede de distribuição. Essa energia pode ser utilizada para abater até a totalidade da conta de luz de uma ou mais unidades do mesmo titular.

A diferença é que no modelo de Entre Rios do Oeste, a prefeitura remunera os produtores pela produção do biogás. Medidores nas propriedades mostram a quantidade de biogás de cada ao longo do mês. Ao mesmo tempo, um medidor especial, mostra a quantidade de energia produzida pela usina e injetada na rede. Uma conta simples mostra quanto cada metro cúbico de biogás gera em termos de energia elétrica, o que possibilita cada produtor saber quanto vai receber por sua produção.

"Cada produtor produz o seu biogás e vende o seu biogás. Todo esse gás é coletado por uma rede de gasodutos que passa para a minicentral e lá se produz energia elétrica. A energia gerada vai abater cerca de R$ 80 a 100 mil reais por mês das contas do município", estima Galvão. "Quanto mais o produtor produzir biogás é melhor ainda para a prefeitura porque gera crédito [junto à distribuidora de energia] e se ela [a Prefeitura] não usar, pode deixar o crédito para o mês seguinte", acrescentou.

PRÉ-SAL CAIPIRA
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