PROCURANDO POR ALGO?

Mostrando postagens com marcador AGROTÓXICOS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador AGROTÓXICOS. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

EBC recebe quatro prêmios do 36º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo

@
Veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) foram premiados em quatro categorias do 36º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, edição de 2019. A condecoração é promovida pelo Movimento de Justiça e dos Direitos Humanos (MJDH), em parceria com a OAB/Rio Grande do Sul (OAB/RS), a Caixa de Assistência dos Advogados do Rio Grande do Sul (CAA/RS) e com o apoio da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio Grande do Sul (ARFOC/RS).

A EBC levou o segundo lugar na categoria televisão, com a série "Infância Refugiada", exibida no Repórter Brasil, sobre crianças venezuelanas que estão vindo para o País. Na categoria documentário, o Caminhos da Reportagem ficou em terceiro lugar com o programa "O Paciente Invisível", sobre a saúde mental de indígenas brasileiros. Já a Agência Brasil conquistou o terceiro lugar na categoria On Line com a reportagem "Pesquisa mostra que gestantes presas não conseguem prisão domiciliar" e obteve menção honrosa com a reportagem "Agrotóxicos encurtam vida e mudam comportamento das abelhas".

A entrega da premiação será em 10 de dezembro no auditório da OAB no RS.

Confira os premiados:
2º Lugar na Categoria Televisão: Equipe do Caminhos da Reportagem, exibido no Repórter BrasilTítulo: 
Infância Refugiada
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Amanda Cieglinski
Naitê Almeida
João Marcos Barboza
Carina Dourado
Márcio Stuckert
Carlos Almeida de Aguiar

3º lugar na Categoria Documentário: Caminhos da Reportagem
Título: O Paciente Invisível
Aline Beckstein
Bianca Vasconcellos
Thais Rosa
Paula Abritta

3º Lugar na Categoria On-Line: Agência Brasil / SP
Repórter: Camila Cruvinel Boehm / Editor: Fábio Massali
Título: Pesquisa mostra que gestantes presas não conseguem prisão domiciliar
Menção Honrosa: Agência Brasil / SP
Repórter: Camila Cruvinel Boehm / Editor: Maria Cláudia
Título: Agrotóxicos encurtam vida e mudam comportamento das abelhas

POR AGÊNCIA BRASIL

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Como Eliminar os Agrotóxicos dos Alimentos?

Você sabe como lavar as frutas e verduras para eliminar as substâncias tóxicas? Veja as dicas e fique livre dos efeitos nocivos dos agrotóxicos. 
Para diminuir a quantidade de agrotóxicos nos alimentos
 é recomendado realizar uma lavagem ou deixar de 
O uso de agrotóxicos nas plantações representam um grande problema para a saúde dos brasileiros. Segundo um estudo conduzido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), cerca de 1/3 das frutas e verduras tem mais substâncias tóxicas que o aceito pela legislação do país. Assim, acabamos comprando alimentos acreditando em seus benefícios, mas levamos veneno para as nossas casas.
O problema é muito sério e não se resolve com medidas simples, mas podemos tentar minimizar os efeitos nocivos dos agrotóxicos lavando os alimentos da maneira adequada. Veja as dicas para reduzir a quantidade de substâncias maléfica em frutas e verduras:

Como diminuir os agrotóxicos?

Cada vez mais os brasileiros estão tendo problemas com os agrotóxicos, devido a liberação destes. Estes produtos são utilizados na agricultura, para aumentar e garantir a produtividade, além de evitar doenças e pragas nas plantas. Porém, os agrotóxicos são produtos químicos, e podem causar intoxicação às pessoas que os consomem.
Quando certos alimentos são produzidos com os agrotóxicos, estes produtos ficam em sua composição, e então é ingerido pelo consumidor final. Entretanto, entendendo as questões prejudiciais destes produtos, muitos tentam elimina-los das frutas, verduras e legumes que compram, por meio de certos métodos de higienização. Porém, nem sempre é possível eliminar toda a quantidade de agrotóxico, mas pelo menos parte é retirado.
Os dois itens que estão entre os campeões de contaminação são os pimentões e os morangos. Uma boa maneira de diminuir a quantidade de substâncias tóxicas nestes dois alimentos é a limpeza da casca, mesmo que parte dos produtos químicos estejam também entre na polpa. A dica é colocar os pimentões e morangos de molho, em uma mistura com 1 litro de água e 1 colher de sopa de bicarbonato, por 30 minutos.
Alguns outros alimentos que são consumidos com casca, como as uvas, também podem passar por esta lavagem. A mistura de água e bicarbonato diminui a quantidade de agrotóxicos, mas não elimina completamente.
No caso do pepino e da maçã, mais uma vez a grande concentração de substâncias nocivas está na casca. O pior é que quanto mais bonita e brilhante for a casca, maiores são as quantidades de toxinas. O ideal é remover a casca antes de consumir ou lavar bem os alimentos com água corrente, uma escovinha ou esponja e detergente neutro. Depois disso, eles também pode ser imersos na solução de água e bicarbonato.
Outra mistura que pode ser utilizada é de iodo 2%, na proporção de 5 ml em 1 litro de água, bicarbonato, sendo 1 colher de sopa para 1 litro de água, ou vinagre, 1 parte para 2 de água.
No caso das verduras de folha, como alface e repolho, não existe uma casca para ser removida. Por isso, o truque é tirar as primeiras camadas de folhagem (o mesmo vale para a cebola). Feito isso, lave bem em água corrente por aproximadamente 3 minutos  e use a mistura de bicarbonato por 30 minutos. Lave tudo novamente e consuma depois. Com esse passo a passo, quase toda as toxinas são removidas.
O segredo para fugir dos agrotóxicos contidos no tomate é escolher os mais maduros. Aqueles que ainda estão um pouco verdes foram colhidos antes do tempo e, por isso, possuem maior quantidade de tóxicos. A solução de bicarbonato também pode ser usada.
É importante lembrar que o bicarbonato não pode ser ingerido. Então, todos esses alimentos precisam ser muito bem lavados depois de ficarem de molho na solução sugerida.

Quais são os alimentos com menos ou sem agrotóxicos?

Uma boa forma de fugir dos agrotóxicos é escolher os produtos que contém menores quantidades destes produtos. Isso é possível selecionando os alimentos mais resistentes, nos quais não são utilizados muitos agrotóxicos para garantirem o seu crescimento. Temos como exemplo a cebola, manga, abacate, milho, batata, batata-doce e papaia.
Ainda, mesmo que os produtos orgânicos sejam mais custosos, tente optar por estes. Ou, pelo menos, compre os alimentos que comumente possuem mais agrotóxicos dos produtores orgânicos, equilibrando os seus custos. São estes pimentão, morango, alface, tomate, espinafre, couve e pêssego.
Uma boa opção é, em vez de comprar as frutas, legumes e verduras nos supermercados, adquiri-las em feiras livres ou comércios menores. Ademais, dê preferências para os que possuem aparência mais natural. Outra opção é ter sua própria horta em casa, pois assim terá a certeza de que os alimentos são completamente naturais.

terça-feira, 22 de maio de 2018

Entenda o projeto de lei que altera registro de agrotóxicos

Polêmica, a proposta está na fase de comissão especial, que antecede a votação no plenário da Casa
© Photo by Agence Producteurs Locaux
 Damien Kühn on Unsplash
Por Notícias ao Minuto - Câmara dos Deputados analisa um projeto de lei que muda as regras de restrição de agrotóxicos e altera o processo de liberação de novos produtos.

Polêmica, a proposta está na fase de comissão especial, que antecede a votação no plenário da Casa. Nova reunião está marcada para o dia 29 de maio, quando deve ser votado o relatório do deputado Luiz Nishimori (PR-PR), favorável à aprovação.

Ambientalistas afirmam que a alteração restringe o poder da Anvisa de vetar produtos perigosos para a saúde. Já os membros da bancada ruralista, que defendem a aprovação do projeto, dizem que a legislação atual está defasada e não permite que os produtos mais seguros cheguem às lavouras nacionais.
Quem decide quais agrotóxicos podem ser usados? E como isso ficaria no novo projeto?
- Hoje, órgãos dos ministérios da Agricultura, Saúde e Meio Ambiente são responsáveis pela análise. Com a nova redação, ela passaria a ser centralizada apenas na pasta da Agricultura.
Quanto tempo essa análise demora?

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Como higienizar frutas e verduras?



A boa notícia é que a higienização correta de frutas, legumes e verduras pode eliminar a maior parte dos agrotóxicos

Você já está cansado de saber: para levar um estilo de vida saudável, é preciso ingerir frutas, verduras e legumes frescos diariamente. Porém, quem não consome orgânicos deve tomar cuidado redobrado, pois está sujeito a ingerir alimentos com pesticidas e agrotóxicos.

A boa notícia é que a higienização correta de frutas, legumes e verduras pode eliminar a maior parte desses produtos e, desta maneira, proteger a saúde de quem consome os alimentos contaminados. Confira as dicas do médico e fisioterapeuta Juliano Pimentel:
1. Alimentos com casca devem passar por água antes de serem consumidos, mesmo que você retire a casca.
2. Lave as mãos com água e sabão por, pelo menos, 20 segundos.
3. Corte todas as áreas danificadas dos alimentos, pois eles podem facilitar a entrada de químicos nas frutas e verduras.
4. Limpe previamente o balcão, tábua de corte e utensílios com água e sabão e, em seguida, lave novamente.
5. Enxágue com água fria e potável.
Passo a passo:
1. Encha uma vasilha com água fria potável ou destilada com 1 a 2 colheres de chá de sal e mergulhe as frutas por cinco minutos.
2. Para folhas verdes, o ideal é separar as folhas, mergulhá-las e depois escorra-as em coador. Repita o processo e, depois, seque com papel toalha.
3. Você pode usar também uma solução de 2 xícaras de água e 1/2 xícara de vinagre para embeber os alimentos, contudo, esta solução pode afetar o sabor.
4. Escorra e seque. 
FONTE

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Livre-se dos Agrotóxicos

Livre-se dos Agrotóxicospor Conceição
Trucom<http://www.terrazul.m2014.net/spip.php?auteur585

Está chegando o verão e o consumo de frutas, folhas e alimentos crus
aumenta. Além disso, a Alimentação Desintoxicante está toda baseada no
consumo de alimentos crus, frescos e idealmente cultivados de forma
orgânica. Tal cultura trata do solo, da qualidade nutricional do alimento,
do agricultor e do eco sistema.
Precisamos cuidar da nossa saúde e do planeta, pois consumir diariamente alimentos contaminados por agrotóxicos, pode causar câncer nas pessoas e inegavelmente prejudicar o planeta. Os agrotóxicos começaram a ser usados em escala mundial após a 2ª grande guerra. Vários serviram de arma química nas guerras da Coréia e do Vietnã, como o Agente Laranja, desfolhante que dizimou milhares de soldados e civis.
Os países que tinham a agricultura como principal base de sustentação
econômica - na África, na Ásia e na América Latina - sofreram fortes
pressões de organismos financiadores internacionais para adquirir essas
substâncias químicas. A alegação era que os agrotóxicos garantiriam a
produção de alimentos para combater a fome. Com o inofensivo nome de
?defensivos agrícolas?, eles eram incluídos compulsoriamente, junto com
adubos e fertilizantes químicos, nos financiamentos agrícolas. Sua
utilização na agricultura nacional em larga escala ocorreu a partir da
década de 70.
O Brasil é um dos maiores consumidores de agrotóxicos do mundo. Gasta, anualmente, cerca de 2,5 bilhões de dólares nessas compras. Infelizmente, pouco se faz para controlar os impactos sobre a saúde dos que produzem e dos que consomem os alimentos impregnados por essas substâncias. O DDT (inseticida organoclorado) foi banido em vários países, a partir da década de 70, quando estudos revelaram que os resíduos clorados persistiam ao longo de toda a cadeia alimentar. Estudos demonstraram também a contaminação do leite materno. No Brasil, somente em 1992, após intensas pressões sociais, foram banidas todas as fórmulas à base de cloro (como BHC, Aldrin, Lindano etc). Várias outras substâncias, como o Amitraz, foram proibidas.
A Lei de Agrotóxicos, n° 7802, aprovada em 1989, proíbe o registro de
produtos que possam provocar câncer, defeitos na criança em gestação
(teratogênese) e nas células (mutagênese). Mas produtos como o Amitraz, e outros que já haviam sido proibidos, continuam sendo comercializados
ilegalmente.
Já os perigosos fungicidas - Maneb, Zineb e Dithane -, embora proibidos em vários países, são muito usados, no Brasil, em culturas de tomate e
pimentão. Os dois primeiros podem provocar doença de Parkinson. O Dithane pode causar câncer, mutação e malformações no feto.
O Gramoxone (mata-mato), cujo princípio ativo é o Paraquat, é proibido em diversos países. No Brasil, é largamente usado no combate a ervas daninhas.
A contaminação pode provocar fibrose pulmonar, lesões no fígado e
intoxicação em crianças.
O uso descontrolado, a propaganda massiva, o medo de perda de produtividade da safra, a cultura do “fruto bonito é aquele que as pessoas gostam de comprar”, a não utilização de equipamentos de proteção e o pouco conhecimento dos riscos, são alguns dos responsáveis pela intoxicação dos trabalhadores rurais. Nos nossos principais pólos de produção hortifrutigranjeira (Região Serrana e Médio Paraíba) existem casos de intoxicação por pesticidas. Os riscos não se limitam ao homem do campo. Os resíduos das aplicações atingem os mananciais de água e o solo. Além disso,
os alimentos comercializados nas cidades podem apresentar resíduos tóxicos.
*Alimentos Contaminados*:
Produtos como carne, leite, cereais e hortaliças não são avaliados
sistematicamente para detecção de resíduos tóxicos. Entre 1997 e 1998, o Instituto Biológico de São Paulo encontrou resíduos tóxicos em cerca de 27% das frutas disponíveis no comércio. Dessas, 20% tinham resíduos de produtos proibidos. O mesmo estudo, para as hortaliças, mostrou que 44% das amostras estavam contaminadas, sendo que 6% delas, com resíduos de produtos proibidos.
A limpeza de frutas e hortaliças, além de eliminar microorganismos, reduz a contaminação por produtos tóxicos. As frutas devem ser lavadas com água corrente e sabão e descascadas. As hortaliças, além de lavadas, devem ser imersas em água com limão por 20 minutos. Quanto mais bonita a fruta ou hortaliça, mais se deve desconfiar do uso abusivo de agrotóxicos.
*O que é a Agricultura Orgânica*?
O conceito de agricultura orgânica surge com o inglês Sir Albert Howard,
entre os anos de 1925 e 1930, que trabalhou e pesquisou na Índia durante
muitos anos. Howard ressaltava a importância da utilização da matéria
orgânica e da manutenção da vida biológica do solo. Resumidamente,
agricultura orgânica é o sistema de produção que exclui o uso de
fertilizantes sintéticos de alta solubilidade, agrotóxicos, reguladores de
crescimento e aditivos para a alimentação animal, compostos sinteticamente.
Sempre que possível baseia-se no uso de estercos animais, rotação de
culturas, adubação verde, compostagem e controle biológico de pragas e
doenças. Busca manter a estrutura e produtividade do solo, trabalhando em harmonia com a natureza.
*Um pouco da história*
Segundo Eduardo Ehlers, debaixo do grande guarda-chuva que é o conceito de agricultura alternativa, insere-se a vertente da agricultura orgânica.
Debaixo do mesmo guarda-chuva encontramos as chamadas agricultura natural, biodinâmica e biológica.
No início dos anos 30 alguns cientistas alertaram sobre os equívocos do
modelo convencional de produção agrícola (uso de insumos químicos, alta
mecanização das lavouras, entre outras práticas) não seria este o modelo
que garantiria o futuro das terras férteis. Após a 2ª Guerra Mundial, os
produtos químicos tornaram-se mais conhecidos, conseqüentemente os
agrotóxicos começaram a ser utilizados na agricultura convencional. No
entanto, até os anos 70, os defensores da agricultura sustentável eram
ridicularizados.
A partir dos anos 60, começam a surgir indícios de que a agricultura
convencional apresenta sérios problemas energéticos e econômicos e causa um crescente dano ambiental. Neste período várias publicações e manifestações despertaram o interesse da opinião pública. Na década de 80 o movimento cresce, e na de 90 explode. Cada vez mais surgem produtores orgânicos até chegarmos ao quadro atual, no qual os orgânicos estão presentes nas gôndolas das grandes redes de supermercados.
Os alimentos orgânicos podem ser encontrados nas grandes redes de
supermercados, lojas especializadas e nas feiras de diversas cidades do
país. Em São Paulo, a AAO possui 5 feiras semanais, onde você pode comprar direto dos produtores.
*Veja os endereços*:
Parque da Água Branca Dias: terças e sábados das 7h às 12h Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 455 - Perdizes
Parque Previdência Dias: sábados Endereço: R. Pedro Pecinini, 88 - KM 12 da Raposo Tavares
Santana do Parnaíba (Antiga feira de Alphaville) Dias: terças Endereço:
Centro de Apoio II, ao lado do ponto de táxi
Ibirapuera Dias: domingos Endereço: Rua Tutóia (estacionamento da Igreja do Santíssimo Sacramento)
Para saber sobre feiras das demais cidades do país pesquise no
www.google.com.br e digite no espaço de pesquisa: Feiras orgânicas.
*Dicas para minimizar o efeito dos agrotóxicos dos alimentos da cultura
convencional*:
Observação importante: Para pessoas com doenças de baixa imunidade como o câncer e a AIDs, além das que se encontram em estado de convalescença, recomenda-se o consumo massivo de alimentos de cultura orgânica, evitando ao máximo os alimentos da cultura convencional, muito cozidos ou industrializados.
Alface, batata, maçã e morango: Deixar de molho por 30 minutos numa solução de bicarbonato de sódio e suco de limão, pois existe uma possibilidade de alguns agrotóxicos se desestabilizarem em pH ácido. Depois precisam ser lavados em água corrente. No caso da batata, é indicado também descascá-la.
A receita é a seguinte: 1/2 colher de sopa de bicarbonato em pó + suco
fresco de 1 limão para cada 1 litro de água.
Tomate, berinjela e pepino: Escolher os mais franzinos e mais maduros, pois com o passar do tempo os venenos vão se dissipando. Evitar consumo diário.
Banana, mamão e laranja: Evitar o mamão papaia e frutas muito bonitas.
Livre-se das cascas, após lavá-las muito bem, uma vez que os agrotóxicos
estão na superfície. Para tirar proveito das cascas e sementes usar somente frutas de cultura orgânica.
Cenoura e beterraba: Lavar com uma escova macia e limpar bem qualquer
resíduo de terra.
Textos compilados das seguintes fontes:
www.sindipetro.org.br/extra/cartilha-cut/11agrotoxicos.htm www.aao.org.br

ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS

ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS
AVISO IMPORTANTE!! Reconhecimento: Alguns textos e imagens contidas aqui neste Site são retiradas da internet, se por acaso você se deparar com algo que seja de sua autoria e não tiver seus créditos, entre em contato para que eu possa imediatamente retirar ou dar os devidos créditos. EMAIL: josenidelima@gmail.com ..... FAVOR INFORMAR O LINK