
Apontado por especialistas como um dos grandes favoritos ao título em 2014, o britânico Lewis Hamilton "rasga" a pista Sakhir. No Bahrein e em Jerez de La Fronteira, a pré-temporada valeu como corrida
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Após o vice em 2008 e uma má-fase que dura desde o acidente sofrido em 2009, na Hungria, Felipe Massa tenta renascer para a F1 numa equipe que tem se reestruturado
O fã de automobilismo terá uma nova experiência aos domingos e a responsável por isso será justamente a principal categoria do esporte a motor: a Fórmula 1. Renovada e com drásticas mudanças, o 'Circo' tem início neste fim de semana e já coloca, hoje, a partir das 22h (horário de Brasília, os novíssimos motores V6 turbo, de 1,6 litro para roncar nas ruas de Albert Park, em Melbourne, na Austrália. Nas pistas, a revolução no regulamento promete mudar o cenário de forças e derrubar um certo tetracampeão.
Equilíbrio, incertezas e confiabilidade. Estas três palavras devem tanger o Mundial-2014 da Fórmula 1. A pré-temporada reuniu as equipes para 12 dias de testes, de janeiro até março deste ano, e as sessões evidenciaram mais do que muitos imaginavam anteriormente.
A Mercedes surgiu como a favorita ao título e deve ter em seu encalço as escuderias McLaren, Ferrari, Force India e Williams - não necessariamente nessa ordem. Apenas esses times lideraram sessões em Jerez de La Frontera (Espanha) e em Sakhir (Bahrein).
Na contramão do que se viu nos anos anteriores estão os times que utilizam o motor Renault. O problema nos V6 franceses atingiu em cheio a superpoderosa Red Bull, que pouco conseguiu fazer em Jerez e em Sakhir e se viu comemorando cada uma das raras voltas completadas como se fosse uma vitória - ato com o qual se acostumou desde a última grande mudança de regulamento, na temporada 2009. Junto aos rubro-taurinos, seguem as equipes Caterham, Lotus e Toro Rosso.