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terça-feira, 11 de julho de 2017

É manhã. É fim de inverno.

Rufino Silva e a camisa de seu Fortaleza
É manhã. É fim de inverno. Uma finíssimo neblina cai em minha localidade. Aracoiaba. Cidade de meus amores. A cidade onde comecei delinear pedaços de sonhos. Uns reais. Outros se transformaram em pesadelos e gritos sufocados por ilusões perdidas. A neblina teima em cair e esses finos pingos d'água, molhando meu rosto, como se estivesse se misturando com minhas lágrimas nesta manhã dessa leve chuva, molhando meu rosto, molhando minha alma... Hoje. Terça. 11.07.2017




Rufino Silva
Um bom dia desprovido de ódio, egoísmo e de inveja. É verdade que hoje é segunda feira. Mas diante de nosso estado de espírito, podemos nos eximir dessas nossas superstição e transformamos esse dia, num momento de prece e de um sentimento puro e angelical. Bom dia, pivô de Deus, que tenhamos nesta semana entra te, dias e horas venturosas num prisma de paz e de muito amor no coração... Segunda. 10.07.2017. Registro, Rufino Silva... F.M. Maior, 93,3..

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Crônicas de Rufino Silva

terça-feira, 16 de maio de 2017

Como fazer inveja nos amigos sem sair do seu quarto

POR GADOO
Se você gosta de impressionar seus amigos, estas imagens lhe serão inspiradoras.
Elas mostram cenas criadas dentro de casa, mas que não passam nem de longe essa sensação.
As imagens a seguir explicam melhor o que estamos falando, quer ver só?
Abaixo, saiba como fazer inveja nos amigos sem sair do seu quarto:
Como fazer inveja nos amigos sem sair do seu quarto
Imagens mostram como fazer inveja nos amigos sem sair do seu quarto. Cenários incríveis são criados a partir de coisas simples do nosso cotidiano.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

O que é a inveja e por que ela machuca tanto?

O que é a inveja e por que ela machuca tanto?

by José Batista de Carvalho
O que é a inveja e por que ela machuca tanto universo naturalA inveja é a comparação. E nós somos ensinados a comparar, fomos condicionados a comparar, a sempre comparar. Outra pessoa tem uma casa melhor, tem um corpo mais bonito, tem mais dinheiro, tem uma personalidade mais carismática.
Compare, continue se comparando com todo mundo e vai haver inveja; a inveja é uma consequência do condicionamento para que você se compare.
Se você parar de fazer comparações, a inveja desaparecerá. Então você simplesmente saberá que você é você mesmo e mais ninguém e que não é preciso se comparar.
E é bom que você não se compare às árvores, do contrário começará a ter muita inveja: por que você não é verde? E por que Deus tem sido tão duro com você – e nenhuma flor? É melhor que você não se compare aos pássaros, aos rios, às montanhas; do contrário você sofrerá.
Você só se compara com seres humanos; você não se compara com os pavões ou com os papagaios. Do contrário, a sua inveja ficaria maior ainda: você ficaria tão cheio de inveja que não conseguiria nem viver.
A comparação é uma atitude extremamente tola, porque cada pessoa é única e incomparável. Depois que você entende isso, a inveja desaparece.
Cada pessoa é única e incomparável. Você é só você mesmo: nunca houve ninguém como você antes, e nunca haverá. E você também não precisa ser igual a ninguém.
Deus só criou originais; ele não acredita em cópias.
Osho
José Batista de Carvalho | 27/05/2015 às 18:56

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A emoção da inveja

Nova publicação em Universo Natural

A emoção da inveja

by José Batista de Carvalho
a emoção da invejaA inveja sempre foi uma emoção sutilmente disfarçada em nossa sociedade, assumindo aspectos ignorados pela própria criatura humana. As atitudes de rivalidade, antagonismo e hostilidade dissimulam muito bem a inveja, ou seja, a própria “prepotência da competição”, que tem como origem todo um séquito de antigas frustrações e fracassos não resolvidos e interiorizados.
O invejoso é inseguro e supersensível, irritadiço e desconfiado, observador minucioso e detetive da vida alheia até a exaustão, sempre armado e alerta contra tudo e todos. Faz o gênero de superior, quando, em realidade, se sente inferiorizado; por isso, quase sempre deixa transparecer um ar de sarcasmo e ironia em seu olhar, para ocultar dos outros seu precário contato com a felicidade.
Acreditamos que, apesar de a inveja e o ciúme possuírem definições diferentes, quase sempre não são diferenciados ou corretamente percebidos por nós. As convenções religiosas nos ensinaram que jamais deveríamos sentir inveja, pelo fato de ela se encontrar ligada à ganância e à cobiça dos bens alheios. Em relação ao ciúme, os padrões estabeleceram que ele estaria, exclusivamente, ligado ao amor. É por isso que passamos a acreditar que ele é aceitável e perfeitamente admissível em nossas atitudes pessoais.
Analisando as origens atávicas e inatas da evolução humana, podemos afirmar que a emoção da inveja não é uma necessidade aprendida. Não foi adquirida por experiência nem por força da socialização, mas é uma reação instintiva e natural, comum a qualquer criatura do reino animal. O agrado e carinho a um cão pode provocar agressividade e irritação em outro, por despeito.
Nos adultos essas manifestações podem ser disfarçadas e transformadas em atos simulados de menosprezo ou de indiferença. Já as crianças, por serem ingênuas e naturais, mordem, batem, empurram, choram e agridem.
A inveja entre irmãos é perfeitamente normal. Em muitas ocasiões, ela surge com a chegada de um irmão recém-nascido, que passa a obter, no ambiente familiar, toda a atenção e carinho. Ela vem à tona também nas comparações de toda espécie, feitas pelos amigos e parentes, sobre a aparência física privilegiada de um deles. Muitas vezes, a inveja manifesta-se em razão da forma de tratamento e relacionamento entre pais e filhos. Por mais que os pais se esforcem para tratá-los com igualdade, não o conseguem, pois cada criança é uma alma completamente diferente da outra. Em vista disso, o modo de tratar é consequentemente desigual, nem poderia ser de outra maneira, mas os filhos se sentem indignados com isso.
A emoção da inveja no adulto é produto das atitudes internas de indivíduos de idade psicológica bem inferior à idade cronológica, os quais, embora ocupem corpos desenvolvidos, são verdadeiras almas de crianças mimadas, impotentes e inseguras, que querem chamar a atenção dos maiores no lar.
O Mestre de Lyon interroga as Vozes do Céu: “Será possível e já ter existido a igualdade absoluta das riquezas?” E elas, com muita sabedoria, informam: “(…) Há, no entanto, homens que julgam ser esse o remédio aos males da sociedade (…) São sistemáticos esses tais, ou ambiciosos cheios de inveja (…)”¹
A necessidade de poder e de prestígio desmedidos que encontramos em inúmeros homens públicos nas áreas religiosa, política, profissional, esportiva, filantrópica, de lazer e outras tantas, deriva de uma “aspiração de dominar” ou de um “sentimento de onipotência”, com o que tentam contrabalançar emocionalmente o complexo de inferioridade que desenvolveram na fase infantil.
Encontramos esses indivíduos, aos quais os Espíritos se reportam na questão acima, nas lutas partidárias, em que, só aparentemente, buscam a igualdade dos “direitos humanos”, prometem a “valorização da educação”, asseguram a melhoria da “saúde da população” e a “divisão de terras e rendas”. Sem ideais alicerçados na busca sincera de uma sociedade equânime e feliz, procuram, na realidade, compensar suas emoções de inveja mal elaboradas e guardadas desde a infância, difícil e carente, vivida no mesmo ambiente de indivíduos ricos e prósperos.
Tanto é verdade que a maioria desses “defensores do povo”, quando alcança os cumes sociais e do poder, esquece-se completamente das suas propostas de justiça e igualdade.
Eis alguns sintomas interiorizados de inveja que podemos considerar como dissimulados e negados:
- perseguições gratuitas e acusações sem lógica ou fantasiada;
- inclinações superlativas à elegância e ao refinamento, com aversão à grosseria;
- insatisfação permanente, nunca se contentando com nada;
- manifestação de temperamento teatral e pedantismo nas atitudes;
- elogios afetados e amores declarados exageradamente;
- animação competitiva que leva às raias da agressividade.
O caráter invejoso conduz o indivíduo a uma imitação perpétua à originalidade e criação dos outros e, como consequência lógica, à frustração. Isso acarreta uma sensação crônica de insatisfação, escassez, imperfeição e perda, além de estimular sempre uma crescente dor moral e prejudicar o crescimento espiritual das almas em evolução.
¹ O Livro dos Espíritos,
Questão 811: Será possível e já terá existido a igualdade absoluta das riquezas? Não; nem é possível. A isso se opõe a diversidade das faculdades e dos caracteres. O Livro dos Espíritos.
Questão 811-a: Há, no entanto, homens que julgam ser esse o remédio aos males da sociedade. Que pensais a respeito? São sistemáticos esses tais, ou ambiciosos cheios de inveja. Não compreendem que a igualdade com que sonham seria a curto prazo desfeita pela força das coisas. Combatei o egoísmo, que é a vossa chaga social, e não corrais atrás de quimeras.
Hammed
Psicografia de Francisco do Espírito Santo Neto


José Batista de Carvalho | 12/08/2013 às 12:51

FONTE:
http://universonatural.wordpress.com/2013/08/12/a-emocao-da-inveja/


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