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terça-feira, 2 de maio de 2023

Preconceito atinge 3 em cada 4 pessoas com deficiência ao se deslocar

Pesquisa avaliou impacto da falta de acessibilidade à população PCD

POR AGÊNCIA BRASIL - Pesquisa mostrou que 77% das pessoas com deficiência (PCDs) já passaram por pelo menos uma situação de preconceito durante seus deslocamentos pela cidade. Oitenta e seis por cento dos entrevistados também afirmaram ter algum medo relacionado à segurança, como ser furtado ou assaltado, ser agredido fisicamente ou sofrer um acidente de trânsito ao se deslocarem.

O estudo realizado pelo Instituto Locomotiva, com o apoio da Uber, foi divulgado nesta terça-feira (2).

A pesquisa traça ainda um panorama sobre o perfil de deslocamento dessa população. Dos entrevistados que utilizam transporte público, 45% afirmaram ter algum tipo de restrição na região onde moram. Setenta e nove por cento dos entrevistados disseram que já chegaram atrasados ou até mesmo perderam algum compromisso por conta da falta de acessibilidade nos trajetos que fazem. O número representa cerca de 13 milhões de pessoas.

Ir a pé ou se deslocar com cadeira de rodas (50%) e carro particular (47%) são as formas de deslocamento mais populares entre a população PCD. Quarenta e três por cento também declararam utilizar transporte por aplicativo, 34% utilizam ônibus ou van municipal e 14% metrô.

SAIBA MAIS EM: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-05/preconceito-atinge-3-em-cada-4-pessoas-com-deficiencia-ao-se-deslocar

sábado, 20 de novembro de 2021

Novembro Azul: preconceito contra o exame de toque retal diminuiu entre os brasileiros, aponta pesquisa

Novembro Azul: preconceito contra o exame de toque retal diminuiu entre os brasileiros, aponta pesquisa

POR OLHAR DIGITAL - Uma pesquisa inédita encomendada ao Instituto Datafolha pela plataforma Omens e pelo Instituto Lado a Lado pela Vida (LAL), mostrou que o preconceito em relação ao exame de toque retal para prevenção ao câncer de próstata diminuiu significativamente.
CONTINUE LENDO EM: https://olhardigital.com.br/2021/11/19/medicina-e-saude/novembro-azul-preconceito-contra-o-exame-de-toque-retal-diminuiu-entre-os-brasileiros-aponta-pesquisa/

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Mãe compartilha condição rara da filha para lutar contra o preconceito

Um bebê que nasceu com uma condição rara, teve sua foto publicada na rede social, a intenção é quebrar o preconceito comas pessoas que são diferentes, ou seja; que tem aparência pouco comum.
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A criança nasceu com uma condição congênita rara, chama-se Nevo Melanocítico, como explica a Sociedade Brasileira de Dermatologia da Flórida.

O nascimento da menina Luna foi cercado de cuidados, ela precisou ser levada imediatamente para a UTI Neonatal, veja o que disse a mãe da bebê;  “Minha mãe ainda estava em choque e os hormônios também não ajudaram. Eu fiquei lá por 6 dias e depois de vários exames e médicos, confirmaram que não era câncer”.

A pequena teve de ficar seis dias na UTI da neonatal para monitoramento, a equipe médica ficou atenta para maiores dificuldades, Luna tinha de ficar na luz, como um tipo de banho de luz o dia todo, mas para alívio da família, a menina recebeu alta. Finalmente a menina estava autorizada a ir para casa.

Veja o relato que a mãe publicou:

“Estava crescendo muito rápido e estávamos aprendendo muito juntos, afinal toda a ideia de Nevos era novidade para todos”, contou Carolina, a mãe. Ela se refere a manha no rosto. A decisão dos médicos de colocar o bebê no banho de sol durante o tempo em que ficou internada foi quando viram que o olho estava ficando amarelo.

“Foram 48 horas de trabalho de parto e mamãe estava exausta! E então… a surpresa! Tinha algo diferente no meu rosto e todos naquele quarto estavam chocados”.

Após ter compartilhado as fotos da filha Luna na rede social Instagram, Carolina recebeu muitos comentários dando força e parabenizando pela iniciativa de não esconder a menina, ao contrário, de compartilhar para enfraquecer o preconceito.

“Não temos palavras para descrever toda nossa gratidão. Eu quero que o mundo inteiro saiba mais sobre Nevos e, principalmente, aprenda a não agir com indiferença ou preconceito só porque acha que alguma coisa ‘não é normal’, agradeceu.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Você já ouviu falar do Novembro Azul?

Seja bem vindo, Novembro
“Que não nos falte fé, coragem e disposição para que possamos ir em busca dos nossos objetivos.” (Autor Desconhecido).
CAMPANHA NOVEMBRO AZUL
Você já ouviu falar do Novembro Azul? A campanha tem como objetivo a conscientização de doenças masculinas, dando mais atenção à prevenção e ressaltando a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata. É hora de se cuidar, homem!
Cuide-se no Novembro Azul!

NOVEMBRO AZUL: É TEMPO DE SE CUIDAR


Você já ouviu falar do Novembro Azul? A campanha tem como objetivo a conscientização de doenças masculinas, dando mais atenção à prevenção e ressaltando a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata. É hora de se cuidar, homem!

Conscientização

Novembro foi escolhido como mês oficial da campanha de conscientização do câncer de próstata, pois no dia 17 de novembro é o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata e, assim, aproveitaram para fazer ações de esclarecimentos durante todo o mês.

Estágio avançado

O câncer de próstata evolui lentamente, por esse motivo muitas campanhas são realizadas sobre a prevenção da doença, com foco no mês de Novembro. Quando a doença já está em estágio avançado, os sintomas começam a aparecer e a cura se torna mais difícil.

Quebre o preconceito

Quebre o preconceito masculino, ir ao médico previne que você tenha problemas maiores no futuro. Nunca é tarde para cuidar mais da sua saúde, programe-se e faça exames de rotina.
LEIA MAIS EM...

domingo, 2 de agosto de 2015

Paraibana Bethe Correia é alvo de preconceito após derrota para Ronda Rousey

A origem nordestina da lutadora foi utilizada por torcedores brasileiros da lutadora Ronda para provocar Bethe

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
Paraibana Bethe Correia é alvo de comentários preconceituosos após derrota para Ronda Rousey, no UFC
A lutadora brasileira Bethe Correia teve de enfrentar outro inimigo após sair do octógono na madrugada deste sábado para domingo onde perdeu por nocaute para a americana Ronda Rousey. 
Fora da arena onde ocorreu o UFC Rio 7, a paraibana foi vítima de uma enxurrada de comentários preconceituosos nos sites de redes sociais.
A origem nordestina da lutadora foi utilizada por torcedores brasileiros da lutadora Ronda para provocar Bethe. "Paraíba fazendo paraibice", escreveu um usuário.
"O que vi nos comentários, e tão rápido quanto a derrota, foi o preconceito contra os nordestinos. Triste, mas é real", comentou um usuário em referência à derrota da brasileira em apenas 34 segundos.
FONTE: Correio 24 Horas

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Casal homoafetivo se diz vítima de preconceito no Estoril

RELATO DE DISCRIMINAÇÃO

21h58 | 29.01.2015

A confusão teria começado após o garçom da casa presenciar um beijo entre os namorados

estoril
De acordo com a vítima, o funcionário ordenou que o bar fosse fechado naquele instante para que o casal se retirasse
FOTO: AGÊNCIA DIÁRIO
No início da madrugada do último domingo (25), Felipe Rocha, 23, e Júlio Quintana, 25, afirmam terem sidos vítimas de homofobia no Estoril, um bar e restaurante localizado na Praia de Iracema. Segundo relatos das vítimas, a confusão começou após Pedro, um garçom da casa, ter se incomodado ao presenciar um beijo dos namorados
De acordo com Júlio, desde às 22h30 eles se divertiam no Estoril junto a um grupo de amigos. Por volta de 1h, o garçom avistou o beijo dado por Felipe em seu namorado e se aproximou do balcão para chamar a atenção na tentativa de repreende-los pelo ato.
Em um primeiro momento, o casal disse não entender o motivo da reclamação, já que o garçom vinha os atendendo bem durante a noite. Meu namorado perguntou o motivo da raiva, então o garçom disse para pararmos com isso por respeito à casa, pois os outros clientes podiam não gostar de ver aquela cena, conta Júlio.
Contrariando o garçom, os namorados se beijaram novamente o que, ainda de acordo com Júlio, despertou a ira do funcionário e o fez começar a gritar ordenando que o som fosse desligado e o bar fechado naquele instante. Júlio ainda relata que a caixa do estabelecimento se aliou ao garçom e ameaçou chamar a Polícia para tirar o grupo dali.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Miss Brasil fala de preconceito em "Amor&Sexo"

TELEVISÃO

Miss Brasil fala de preconceito em "Amor&Sexo"

08h32 | 31.10.2014

Melissa Gurgel foi uma das convidadas do programa

miss
Melissa Gurgel ao lado de Kleber Toledo e Letícia Spiller: convidados do programa
INSTAGRAM/REPRODUÇÃO
Melissa Gurgel, a Miss Brasil 2014, foi uma das convidadas do programa "Amor&Sexo", da Globo. O programa, exibido na quinta-feira teve como tema "O Poder das Mulheres".

Na atração, a cearense falou sobrepreconceito que enfrentou por ser nordestina. "Falaram porque eu sou cearense, nordestina. Falaram porcausa do meu sotaque", disse. Xico Sá defendeu Melissa e reforçou que a jovem representava a luz e o espírito libertário do Estado, o primeiro a libertar os escravos.

A última participação da Miss foi ensinarFernanda Lima a desfilar e dá o tradicional tchauzinho.


FONTE: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/zoeira/online/miss-brasil-fala-de-preconceito-em-amor-sexo-1.1139391

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Mensagens de preconceito a nordestinos se multiplicam em redes sociais

AGRESSÃO

Mensagens de preconceito a nordestinos se multiplicam em redes sociais

20h40 | 26.10.2014

Ao mesmo tempo em que as farpas e agressões são soltas, nordestinos e simpatizantes do governo Dilma replicam com textos de defesa, mostrando repúdio a qualquer tipo de racismo e diferenciação


Após a vitória de Dilma Rousseff contra Aécio Neves, na disputa mais acirrada que o Brasil democrático já presenciou, começaram a se multiplicar, via redes sociais (principalmente por Twitter e Facebook), mensagens de preconceito contra o povo nordestino. Afinal, a presidenta conseguiu grande quantidade dos votos nos Estados desta região do País.
Ao mesmo tempo em que as farpas e agressões são soltas, nordestinos e simpatizantes do governo Dilma replicam com textos de defesa, mostrando repúdio a qualquer tipo de racismo e diferenciação.

sábado, 18 de outubro de 2014

Renato Aragão afirma ter sofrido preconceito por ser Nordestino

ENTREVISTA

Renato Aragão afirma ter sofrido preconceito por ser Nordestino

09h27 | 18.10.2014

Para o cearense, os críticos consideravam 'Os Trapalhões' um estilo de humor inferior

Renato Aragão
Renato Aragão diz que nunca se importou com os críticos
AGÊNCIA O GLOBO/CAMILLA MAIA
Os Trapalhões
Renato Aragão como Didi Mocó do programa humorístico 'Os Trapalhões'
Amado por adultos e crianças em todo o Brasil,Renato Aragão, o eterno Didi Mocó, nem sempre encontrou todas as portas abertas para o seu trabalho. O humorista, natural deSobral, no Ceará, revelou ao programaConexão, que sofreu preconceito. A entrevista, comandada por Roberto D'Ávila, vai ao ar hoje, pela Globo News.

Sem saber se pela origem nordestina e/ou pelo tipo de humor que faz, o cearense, que eternizou bordões como "Psit!" e "Ô da Poltrona!", disse ter batalhado para conquistar o seu espaço. “Foi difícil romper o preconceito dos críticos pseudo-intelectuais, que malhavam mesmo sem me assistir. Mas nunca me preocupei com eles, pois apesar das críticas as bilheterias só cresciam”, rebateu.

Ainda durante a entrevista, Renato creditou ao poeta Carlos Drummond de Andrade a mudança na maneira como os críticos viam'Os Trapalhões'. “Antes disso, diziam que viram um trecho enquanto passavam pelo quarto da empregada. Depois, passaram a nos assistir na TV da sala”, alfinetou.

Lançado em 1977 na Globo, o programa 'Os Trapalhões' era estrelado pelo grupo de mesmo nome, que já fazia sucesso desde os anos 1960, na TV Excelsior. Além de Renato Aragão (Didi Mocó), era formado ainda por Dédé Santana, Mussum e Zacarias. Juntos, além do programa, que entrou para o Livro Guinness como o  humorístico de maior duração da televisão - foram 30 anos no ar -, estrelaram dezenas de filmes.
FONTE: DN

terça-feira, 4 de março de 2014

Fim do Preconceito

Dia: 04 de Março de 2014

Meditação: Meus irmãos, não tenhais a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas. (Tiago 2:1)

Pensamento: Elevar o olhar para Jesus nos impede de olhar para baixo sobre os outros.

Leitura: Tiago 2:1-10.

Mensagem:
Fim do Preconceito

            Um levantamento feito por uma renomada revista em 2010 continha algumas estatísticas surpreendentes: 57% dos gerentes de recrutamento e seleção acreditam que um candidato não atraente (mas qualificado) teria mais dificuldade para ser contratado; 84% deles disseram que seus chefes hesitariam em contratar um candidato qualificado, porém, mais velho; 64% disseram acreditar que as empresas deveriam ter a permissão de contratar pessoas com base na aparência. Todos são exemplos claros de preconceito inaceitável.
            Preconceito não é coisa nova. Foi algo que se infiltrou na igreja primitiva e que Tiago confrontou. Com ousadia profética e coração de pastor, ele escreveu: “Meus irmãos, não tenhais a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória, em acepção de pessoas” (Tiago 2:1). Tiago deu um exemplo desse tipo de preconceito – favorecer os ricos e ignorar os pobres (Tiago 2:2-4). Isso era inconsistente em relação a ter fé em Jesus sem parcialidade (Tiago 2:1), traía a graça de Deus (Tiago 2:5-7), violava a lei do amor (Tiago 2:8) e era pecaminoso (Tiago 2:9). O antídoto à parcialidade é seguir o exemplo de Jesus: amar ao próximo como a si mesmo.
            Nós lutamos contra o pecado do preconceito quando deixamos o amor de Deus por nós se expressar plenamente na maneira como amamos e tratamos uns aos outros.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Conar arquiva processo de suposto preconceito em campanha da Gillette


Folhapress | 15h49 | 19.04.2013

A modalidade de discriminação por características estéticas não está prevista no código de conduta da entidade




O Conar (Conselho Nacional de Autoregulamentação Publicitária) arquivou ontem o processo contra campanha da Gillette por suposta discriminação contra homens peludos. A campanha veiculada no Carnaval deste ano usava a expressão "quero ver raspar", incentivando os homens a rasparem os pelos peitorais.
Segundo o órgão, a modalidade de discriminação por características estéticas não está prevista no código de conduta da entidade. O código prevê discriminação somente em temas que envolvam raça, religião, sexualidade, nacionalidade e posicionamento político.
Por esse motivo, o conselho responsável pelo caso decidiu de forma unânime pelo arquivamento do processo. A denúncia contra a campanha surgiu após o Conar receber mais de 50 denúncias de consumidores alegando a discriminação contra homens peludos, usando termos como "ditadura estética".
A assessoria de imprensa do Conar afirmou que as denúncias poderiam, somente, enquadrar a peça publicitária como um "comercial de mau gosto", o que foge da esfera de influência do órgão. A Gillette e a agência publicitária responsável pela campanha apresentaram em sua defesa o argumento de que se tratava de uma peça humorística, o que poderia ser evidenciado pelos seus principais personagens: a apresentadora Sabrina Sato e o cantor sul-coreano Psy.


FONTE: http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=357641

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