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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Setenta planos de saúde têm vendas suspensas pela ANS por queixas de usuários

SAÚDE

No atual ciclo da avaliação, 39,9% das reclamações foram referentes a problemas de gerenciamento das ações de saúde

Setenta planos de saúde de 11 operadoras terão a comercialização suspensa, a partir da próxima quinta-feira (19), por determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) depois de receber reclamações de usuários sobre questões como prazo de atendimento e negativa indevida de cobertura.
Em nota, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), disse que o 12º ciclo de monitoramento demonstra os esforços do setor para a correção das falhas, já que houve uma redução no número de operadoras com planos suspensos em relação a outros ciclos. No texto, a Federação garante que as 27 operadoras associadas vêm investindo continuamente na qualidade de atendimento aos usuários.
No período entre setembro e dezembro de 2014, quando foi realizada a 12ª etapa do programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, a ANS recebeu mais de 13.900 reclamações. A avaliação é realizada a cada três meses, desde dezembro de 2011.
No atual ciclo da avaliação, 39,9% das reclamações foram referentes a problemas de gerenciamento das ações de saúde, como autorização prévia para realização de consultas e exames. Logo depois, com 25,8%, estão queixas sobre desrespeito dos prazos máximos para atendimento de certos procedimentos. As operadoras que tiveram queixas sobre negativa indevida de cobertura podem ser multadas em valores que variam entre R$ 80 mil e R$ 100 mil.
De acordo com a ANS, a medida de suspensão vai proteger cerca de 580 mil beneficiários e é uma forma de melhorar o atendimento. Com a ação, os usuários não ficam sem a cobertura do plano que possuem, já que a suspensão é somente para impedir que novos produtos sejam comercializados.
No próximo ciclo de avaliação a ser realizado pelo programa de monitoramento, as operadoras que apresentarem melhora no atendimento podem voltar a comercializar os planos.
Nesta etapa a ANS permitiu que 43 produtos que estavam suspensos fossem reativados. Ao todo 14 operadoras voltaram comercializar seus produtos, das quais a metade obteve a reativação total e sete, parcial.
Segundo a ANS, 50,8 milhões de pessoas possuem planos de assistência médica no país e 21,4 milhões, planos exclusivamente odontológicos. Desde 2011, quando o programa de monitoramento foi implantado, a agência suspendeu mais de mil planos de 143 operadoras.

FONTE:
CORREIO

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

ANS suspende venda de 65 planos de saúde


EM TODO O PAÍS

ANS suspende venda de 65 planos de saúde

14.11.2014

Medida foi tomada em razão de desrespeito aos prazos máximos de atendimento e por negativas de cobertura

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O ciclo de monitoramento mais recente registrou 12.031 reclamações. O número de queixas consideradas procedentes (que tiveram a infração constatada) teve queda de 40% em relação ao ciclo anterior
FOTO: KIKO SILVA
Brasília. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou ontem, a suspensão de 65 planos de saúde de 16 operadoras. Segundo o órgão, a medida foi tomada em razão de desrespeito aos prazos máximos de atendimento e por negativas indevidas de cobertura. A estimativa do governo é que a decisão beneficie 586 mil consumidores que já contrataram esses planos e devem ter seus problemas assistenciais sanados.
Das 16 operadoras com planos suspensos, 14 já tinham planos em suspensão no ciclo de monitoramento anterior. Duas operadoras não constavam da última lista de suspensões - dessas, uma tem plano suspenso pela primeira vez. A medida é preventiva e perdura até a divulgação do 12º ciclo.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Entra em vigor ampliação da cobertura de planos de saúde

Agência Brasil | 10h19 | 02.01.2014

É a primeira vez que os planos de saúde terão que cobrir os custos com medicamentos via oral para o tratamento do câncer em casa

Entra em vigor nesta quinta-feria (2) a ampliação da cobertura obrigatória para beneficiários de planos de saúde, que inclui 37 medicamentos orais para tratamento domiciliar de câncer, além de 50 novos procedimentos como exames, consultas e cirurgias. As mudanças foram anunciadas em outubro pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Entre as inclusões na cobertura dos planos estão 28 cirurgias por videolaparoscopia Foto: Arquivo
É a primeira vez que os planos de saúde terão que cobrir os custos com medicamentos via oral para otratamento do câncer em casa. Com essa inclusão, passam a ser ofertados remédios para o tratamento de tumores de grande prevalência na população como estômago, fígado, intestino, rim, testículo, mama, útero e ovário. De acordo com a ANS, a forma de distribuição desses medicamentos ficará a cargo de cada operadora de plano de saúde.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Planos de saúde ampliarão 87 procedimentos na cobertura

A PARTIR DE 2014

Planos de saúde ampliarão 87 procedimentos na cobertura

22.10.2013

A regra vale para beneficiários de planos individuais e coletivos contratados a partir de janeiro de 1999

Brasília/ Fortaleza. O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciaram ontem um novo rol de cobertura que deve ser oferecido pelos planos de saúde. Beneficiários terão direito a mais 87 procedimentos, incluindo 37 medicamentos orais para o tratamento domiciliar de câncer e novos exames. A nova lista passa a valer a partir de janeiro do próximo ano.

A regra vale para beneficiários de planos de saúde individuais e coletivos contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à legislação e representa cobertura obrigatória para novos procedimentos. Segundo a ANS, a medida beneficia 42,5 milhões de consumidores com planos de saúde de assistência médica e outros 18,7 milhões consumidores com planos exclusivamente odontológicos. A lista completa dos novos procedimentos está disponível para consulta na internet (www.ans.gov.br).

Entre as novidades estão cobertura obrigatória para consulta com fisioterapeuta. Também passou de seis para 12 o número de consultas e sessões com profissionais de especialidades como fonoaudiologia, nutrição, psicologia e terapia ocupacional. O governo também ampliou a indicação do exame de ´pet-scan´, para diagnóstico de câncer. Atualmente, o teste é liberado para indicar tumor pulmonar para células não pequenas, linfoma e câncer colo-retal. A partir de 2 de janeiro, o exame passa a ser indicado para nódulo pulmonar solitário, câncer da mama metastático e câncer de esôfago.

Foram incluídas ainda 28 cirurgias por videolaparoscopia (procedimentos menos invasivos que reduzem os riscos para o paciente e o tempo de internação), além de tratamento de dores crônicas nas costas utilizando radiofrequência e tratamento de tumores neuroendócrinos por medicina nuclear. Além disso, também foi estabelecida a obrigatoriedade do fornecimento de bolsas coletoras intestinais ou urinárias para pacientes ostomizados. Além das bolsas, também devem ser ofertadas ao paciente os equipamentos de proteção e segurança utilizados conjuntamente com os itens, como as barreiras protetoras de pele.

No rol odontológico, passam a constar a realização de enxertos periodontais, teste de identificação da acidez da saliva; e tunelização (cirurgia de gengiva destinada a facilitar a higienização dentária.

Contra o câncer

De acordo com a agência, a principal novidade no rol de procedimentos é a inclusão de tratamento para o câncer em casa, com medicamentos via oral. Serão ofertados medicamentos para o tratamento de tumores de grande prevalência entre e população, como estômago, fígado, intestino, rim, testículo, mama, útero e ovário. "A terapia medicamentosa oral contra o câncer promove maior conforto ao paciente e reduz os casos de internação para tratamento em clínicas ou hospitais", defende a ANS. A lista completa de medicamentos orais para tratamento de câncer também está disponível para consulta no site da agência.

Operadoras

Em nota, o Hapvida Saúde informou ao Diário do Nordeste que "embora o novo rol de procedimentos possa acarretar para o mercado em geral um aumento da sinistralidade, o Hapvida tem o compromisso de encontrar alternativas para que isso aconteça sempre com o menor impacto ao consumidor".

Já a Unimed Fortaleza afirmou que se prepara de forma antecipada para atender às determinações da ANS, "seguindo o acompanhamento da consulta pública, do novo Rol de Procedimentos". A empresa disse ainda, por nota, que ão haverá repasse de valor, já que a própria agência não permite. A Amil disse apenas que se pronunciaria por meio da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), mas a reportagem não obteve resposta da entidade.



FONTE:
http://diariodonordeste.globo.com


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