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sábado, 5 de outubro de 2019

Com falta de público, show de Sandy e Junior é vendido a preço de banana


POR ISTO É
Muita gente pagou caríssimo para assistir aos shows de Sandy e Junior na turnê que os irmãos fizeram pelo Brasil. Pois bem. Pelo visto, a turnê ‘Nossa História’ não anda tão bem das pernas assim fora do país. A dupla se apresenta hoje, às 20h, no Barclays Center, no Brooklyn, em Nova Iorque. E ao contrário do que ocorreu no Brasil, onde os ingressos esgotaram rápido com filas enormes de espera para comprar online, na terra do Tio Sam o show está custando a partir de 7,90 dólares, o equivalente a R$ 40.

Esses valores estão disponíveis em uma promoção no site StubHub, especializado em venda de ingressos para eventos. Já quem compra diretamente pelo site do local do show o Barclays Center, desembolsa a partir de 39 dólares. No Brasil, teve gente desembolsando 500 reais para a pista vip do evento que dava direito a open bar de água. E ainda teve quem comprasse ingressos da mão de terceiros e desembolsasse valores acima de R$ 1000.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Preço da gasolina segue em queda

Via Aracoiaba News



Após duas reduções, o preço da gasolina continua apresentando baixas em Fortaleza. Nesta terça-feira (10) já era possível encontrar postos onde o litro do combustível era vendido a R$ 3,63. 
Na primeira semana de maio (do dia 1º ao dia 7), o valor médio fechou em R$ 3,852, o que representou uma queda de 0,8% em relação à última semana de abril (do dia 24 ao dia 30), quando o combustível estava sendo vendido por R$ 3,886. 
Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que realizou o levantamento em 72 estabelecimentos da cidade. 
De acordo com especialistas, a retração no consumo da gasolina, observado nos últimos meses, tem sido a causa da redução nos preços do produto nas bombas dos postos de combustível. 

FONTE: DN

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Preço da aposta mínima da Mega-Sena terá aumento de 40%

REAJUSTE

Lotofácil, Quina, Dupla-Sena, Loteca e Lotogol também terão elevação nos valores


O brasileiro vai pagar mais caro para fazer suas apostas. A Caixa Econômica Federal está autorizada a a elevar os preços para quem joga nas loterias Mega-Sena, Lotofácil, Quina eDupla-Sena e nas loterias esportivas Loteca e Lotogol, segundo portaria publicada nesta quarta-feira (29) no Diário Oficial da União. 
A partir do dia 24 de maio, o valor da posta mínima da Mega-Sena, com apenas seis números, irá subir de R$ 2,50 para R$ 3,50, ou seja, elevação de 40%. Os preços para jogadas com mais números também serão aumentados. Para sete números, será de R$ 24,50; para oito, R$ 98; para 9, R$ 294; para 10, R$ 735; para 11, R$ 1.617; para 12,R$ 3.234; para 13, R$ 6.006; para 14, R$ 10.510,50; e para 15 números, o valor ficará em R$ 17.517,50. 
 
A aposta mínima da Lotofácil irá custar R$ 2 a partir do dia 23 de maio. Já no dia 24, quem quiser fazer a aposta mínima da Quina passará a desembolsar R$ 1,50. Para a Dupla-Sena, o valor será de R$ 2 a partir do dia 23 de maio. O valor mínimo para a Loteca e a Lotogol passarão a ser R$ 1 a partir do dia 18 de maio. 
 
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De 2013 para cá, Mega-Sena saltou de R$ 2,00 para R$ 3,50 a aposta mínima
 
É o segundo aumento no período de um ano. Em 2014, o banco foi autorizado pelo Ministério da Fazenda a reajustar o preço das apostas das loterias Mega-Sena, Lotofácil e Quinta. Em 2013, a aposta mínima da Mega-Sena era de R$ 2,00 saltando agora para R$ 3,50. No infográfico abaixo, veja como era os valores em 2013, 2014 e 2015 de loterias.

FONTE: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/online/preco-da-aposta-minima-da-mega-sena-tera-aumento-de-40-1.1279368

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Donas de casa: 61% pesquisam preço

CONSUMIDOR MAIS CONSCIENTE

Donas de casa: 61% pesquisam preço

15.08.2014

O orçamento familiar apertado também as leva a procurar produtos em promoção nos pontos de venda


Supermercado
A pesquisa de preços é relevante para adequar as compras ao orçamento familiar. As promoções também ganham destaque. Segundo a pesquisa, 74% dos consumidores consideram promoções muito importantes na hora da compra
O consumidor brasileiro está mais consciente. Antes de comprar, ele começou a planejar, a racionalizar entre tempo e dinheiro, comparar preços, pesquisar em diferentes estabelecimentos, buscar promoções, exigir bom atendimento e passou a experimentar novos produtos, como forma de equilibrar o custo-benefício de cada mercadoria ou serviço e equilibrar o orçamento doméstico.
É o que indica o mais recente levantamento realizado pela Kantar Worldpanel, empresa internacional especializada em pesquisas e análises de consumo, sobre a mudança no perfil do consumidor no Brasil. O estudo mostra que 61% das donas de casa comparam preços antes de finalizar uma compra. O orçamento familiar apertado também as leva a procurar produtos em promoção nos pontos de venda. Segundo a pesquisa, 74% dos consumidores consideram promoções muito importantes na hora da compra.
Com base na pesquisa, que consultou 11.300 lares em todo o País, a experimentação de novos produtos passou a ser valorizado pelos brasileiros. Cerca de 42% buscam por novos produtos quando estão no ponto de venda e 44% reclamam por não conseguirem experimentar o produto antes de comprar.
O estudo revela também que a informação sobre o produto é outro item importante para a dona de casa. Dentre as entrevistadas, 66% gostam de receber dicas sobre benefícios e uso dos produtos antes de comprá-los.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Preço do frango disparou 40%


ACUMULADO NO SEMESTRE

Preço do frango disparou 40%


Inflação ocasionou redução do consumo per capita anual que passou de 47kg em 2011 para 45kg no ano passado
O preço do frango abatido na hora sofreu uma majoração de 40% nos últimos seis meses. É o que afirma o presidente da Associação Cearense de Avicultura (Aceav), João Jorge Reis. "Houve um aumento violento nos insumos utilizados na produção do frango", confirma ele, referindo-se ao milho e à soja.


Aumento do preço dos Insumos utilizados na produção do frango foi a causa Foto: Divulgação

Para Reis, o valor de R$ 5,50 a R$ 6 para o consumidor final deve permanecer até a metade deste ano. Sobre a previsão de preços mais baixos posteriormente, ele afirma que é impossível saber como será. "Vai depender de muita coisa. Temos que aguardar para ver se nos Estados Unidos vai ter uma boa produção de milho e de soja", diz.

Em agosto do ano passado, Reis havia dito, em entrevista ao Diário do Nordeste, que a demanda do mercado externo era grande no Brasil. Por conta disso, os produtores estariam preferindo vender para os americanos, chineses e europeus do que para o mercado nacional.

Queda no consumo

Mesmo com o aumento, o frango continua sendo a carne mais vendida. Entretanto, de acordo com ele, a elevação do preço ocasionou uma queda no consumo, embora a maioria das carnes tenha apresentado alta. "Em 2011, o consumo per capita anual foi de 47kg. Já em 2012, foi de 45kg", analisa.

Ovos

Em relação aos ovos, ele afirma que os produtores conseguiram manter o valor, não havendo grandes reajustes nos preços. "Tivemos outras maneiras de recuperar. Os ovos vinham mantendo um patamar razoável de preço e houve uma redução de custos, retirando as galinhas menos produtivas", explica.

Produção de soja e milho

A quebra da safra, tanto da soja, quanto do milho, no ano passado, é consequência de uma das piores estiagens da história da agricultura norte-americana. Em um relatório divulgado em outubro pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês), a expectativa da instituição de que a produção de soja do Brasil fosse de 81 milhões de toneladas ante 77,8 milhões de toneladas dos Estados Unidos.

Com isso, a estimativa era de que o Brasil iria superar a produção do produto dos Estados Unidos e ocupar a primeira posição de produtor e exportador do grão na safra de 2012/2013.

Já as previsões para o milho no Brasil eram de uma diminuição na produção de 72,7 milhões de toneladas da última safra para 70 milhões de toneladas. Nos Estados Unidos a projeção foi de 271,9 milhões de toneladas, representando queda em relação à última safra, quando a produção chegou a 313,9 milhões de toneladas.

Valor
6 reais é o preço máximo do frango abatido na hora repassado para o consumidor final. O valor mínimo da mercadoria é de R$ 5,50, segundo a Aceav

ANA BEATRIZ SUGETTEREPÓRTER 

FONTE: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1226312

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Preço Medicamentos: remédios mais baratos!

Publicado por: 

“O estudo sinalizou que a regulação econômica tem sido efetiva na redução dos preços de entrada dos medicamentos em nosso país”, afirma a gerente.
Medicamentos (categoria I) com moléculas inovadoras com patente no Brasil e comprovação de ganho terapêutico em relação aos medicamentos já utilizados para a mesma indicação foram minoria (3,24%) dos produtos lançados pela indústria farmacêutica no Brasil, no período.

A maior parte (45,03%) não tem patente ou comprova ganho terapêutico (categoria II). As novas associações de princípios ativos já existentes no país e medicamentos em novas formas farmacêuticas somaram 36,72% dos produtos analisados (veja gráfico).

No caso da categoria I, os preços máximos estabelecidos foram 19% mais baixos dos que os solicitados pela indústria farmacêutica. Para a Categoria II, a redução foi de 37%. As empresas de capital estrangeiro representaram quase 82% do total das empresas que tiveram produtos classificados como categoria I ou II.

Preço Medicamentos

As novas associações de princípios ativos já existentes no país e medicamentos em novas apresentações (categoria V) tiveram uma diferença de 38% entre o preço fixado e o pleiteado pelas indústrias. Já os medicamentos classificados na categoria “caso omisso” e os que não puderam ser enquadrados em nenhuma das categorias estabelecidas pela legislação, a redução dos preços foi de 35% e de 45%, respectivamente.

Câmara - Desde 2003, a CMED, da qual a Anvisa serve como secretaria executiva, define o “Teto de Preços de medicamentos”, tanto no atacado como ao consumidor, dos novos medicamentos no mercado brasileiro. Desde a publicação da Resolução 2/2004 da CMED 2, foi normatizado o conceito de inovação terapêutica e o uso das evidências científicas de alta qualidade para determinar os preços dos medicamentos novos no país.

Além da avaliação crítica dos ensaios clínicos disponíveis na literatura para estabelecer um medicamento comparador ao inovador, a norma prevê o teto do menor preços de remédios internacional na determinação dos preços das novas tecnologias lançadas no país.

Os países utilizados como parâmetro para determinação do teto internacional são Estados Unidos, Canadá, Portugal, Espanha, Itália, França, Grécia, Austrália e Nova Zelândia, incluindo também o país onde o medicamento é produzido. [divulgação Anvisa]

FONTE: http://www.saudecomciencia.com/2013/01/preco-medicamentos-remedios-mais-baratos.html#more

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