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segunda-feira, 15 de março de 2021

Governo autoriza reajuste de até 4,88% nos preços de medicamentos

A decisão foi deliberada na última sexta-feira (12) pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e formalizada nesta segunda-feira

Por Notícias ao Minuto - O governo federal autorizou nesta segunda-feira reajuste de até 4,88% nos preços de medicamentos para 2021. O aval para o aumento está publicado no Diário Oficial da União (DOU) de hoje, quinze dias antes da data regular, que habitualmente se dá em 31 de março de cada ano. A decisão foi deliberada na última sexta-feira (12) pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e formalizada nesta segunda-feira. As empresas já podem aplicar os novos preços. A resolução da CMED não explica o porquê da antecipação do reajuste. No ano passado, o governo autorizou, em junho, o reajuste de até 5,21%, depois de dois meses de suspensão dentro do conjunto de ações para atenuar os efeitos econômicos do novo coronavírus no País.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/ultima-hora/1786171/governo-autoriza-reajuste-de-ate-4-88-nos-precos-de-medicamentos

sábado, 6 de junho de 2020

Decreto regulamenta descarte adequado de medicamentos

Drogarias e farmácias deverão disponibilizar pontos de coleta
@Arquivo / Agência Brasil
Um decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira (5) regulamenta a chamada logística reversa de medicamentos, que trata do descarte ambientalmente correto desses produtos, por parte de toda a cadeia produtiva do setor. A medida foi assinada no Palácio do Planalto, em uma cerimônia transmitida por videoconferência, que reuniu, além do presidente e ministros, os representantes do setor farmacêutico. A data também marca o Dia Mundial do Meio Ambiente. 

A partir de agora, de acordo com o decreto, os consumidores devem efetuar o descarte dos medicamentos domiciliares vencidos ou em desuso, incluindo as embalagens, nos pontos de coleta, sejam eles drogarias, farmácias ou outros pontos definidos pelos comerciantes. As drogarias e as farmácias terão de disponibilizar e manter, em seus estabelecimentos, pelo menos um ponto fixo de recebimento a cada 10 mil habitantes. Caberá às indústrias fabricantes e às empresas distribuidoras os processos de recolhimento e descarte final dos produtos.  
Durante uma videoconferência para marcar a assinatura do decreto, o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles afirmou que a medida estabelece metas para que o maior volume possível de medicamentos inutilizados seja recolhido e descartado corretamente.
"A população poderá levar o medicamento usado, aquele medicamento vencido, aquele medicamento que não mais tem utilidade, que está no canto de uma gaveta, poderá devolver na farmácia em que ela vai normalmente. A pessoa entrega o medicamento e a cadeia toda se mobiliza para dar a destinação correta", explicou. Além da logística reversa de medicamentos, o governo federal já havia estabelecido, ao longo do ano passado, o mesmo procedimento para o descarte de baterias automotivas e de produtos eletro-eletrônicos. Segundo Salles, o próximo setor que deve regulamentar um procedimento de descarte correto é o de embalagens, como o de sacolas plásticas.  
Para Nelson Mussolini, presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), o decreto é um marco para o setor e deve beneficiar centenas de milhões de pessoas no país. "Vamos atingir aproximadamente 120 milhões de brasileiros, com mais de 10 mil pontos de recolhimento. É um fato a ser comemorado. Foram quase 10 anos com dezenas de reuniões envolvendo 17 entidades da cadeia farmacêutica", destacou. 
Pelo decreto, que ainda será publicado no Diário Oficial da União (DOU), no prazo de dois anos, todas as capitais do Brasil e os municípios com população superior a 500 mil habitantes deverão contar com os pontos de coleta de medicamentos vencidos. Esse prazo será de até cinco anos para os municípios com população superior a 100 mil moradores. 
Antes de enviar os recipientes, as farmácias devem registrar, no Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos, o peso dos produtos armazenados temporariamente.
"O modelo proposto é eficiente, fazendo com que o resíduo percorra o mesmo caminho que percorreu para chegar aos pacientes, até a destinação final, ambientalmente adequada, diminuindo a possibilidade que o próprio processo gere mais danos ao meio ambiente", afirmou  Oscar Yazbek Filho, da Associação Brasileira do Atacado Farmacêutico (Abafarma).
FONTE AGÊNCIA BRASIL: https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2020-06/decreto-regulamenta-descarte-adequado-de-medicamentos

terça-feira, 19 de maio de 2020

Associações médicas publicam documento contra o uso de remédio para malária no tratamento de Covid-19

Mais de 20 especialistas analisam possíveis medicamentos para pacientes com o novo coronavírus. Eles afirmam que não há benefício no uso de cloroquina ou de hidroxicloroquina.
Associações médicas analisam medicamentos no
 tratamento de Covid-19 — Foto: Agência Estadual de
Notícias/Divulgação
A Associação de Medicina Intensiva Brasileira, a Sociedade Brasileira de Infectologia e a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia reuniram 27 especialistas para analisar medicamentos e terapias aplicados em pacientes com Covid-19. Segundo os órgãos, diversos procedimentos utilizados atualmente "carecem de apropriada avaliação de efetividade e de segurança".

De acordo com o documento formulado pelas sociedades médicas, a cloroquina e a hidroxicloroquina (receitadas usualmente para malária) não devem ser usadas como tratamento de rotina contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2). Após revisarem três estudos, os especialistas afirmam que "as evidências disponíveis não sugerem benefício clinicamente significativo".

Além disso, os medicamentos representam risco moderado de problemas cardiovasculares nos pacientes, como arritmia.

O uso da cloroquina e da hidroxicloroquina só pode ser considerado, segundo o documento, para casos graves, de pessoas hospitalizadas, em "decisão compartilhada entre o médico e o paciente". Os profissionais de saúde devem evitar ministrar, ao mesmo tempo, medicamentos que também alterem os batimentos cardíacos.

FONTE: G1

sábado, 11 de abril de 2020

De cloroquina à molécula do viagra, vários medicamentos estão em teste

Por causa dessa base anterior de dados sobre tais medicamentos, diversas análises já estão sendo feitas diretamente a partir da resposta de pacientes humanos às terapia
@
POR NOTÍCIAS AO MINUTO
SÃO CARLOS, SP (FOLHAPRESS) - Para enfrentar a emergência global de saúde pública causada pela Covid-19, cientistas e médicos se mobilizaram com velocidade sem precedentes para testar medicamentos contra a doença. A maioria desses testes envolve fármacos que já são empregados para tratar outras enfermidades, em parte porque o conhecimento acerca da dosagem e da segurança dessas substâncias já é relativamente sólido.

Por causa dessa base anterior de dados sobre tais medicamentos, diversas análises já estão sendo feitas diretamente a partir da resposta de pacientes humanos às terapias.

Por ora, entretanto, muitos desses testes ainda estão sendo realizados com grupos pequenos de pessoas, o que diminui a confiabilidade estatística dos resultados -efeitos aparentemente positivos de um tratamento podem acabar não se confirmando em populações maiores, por exemplo. Já existem esforços para ampliar o número de participantes dos testes para centenas e mesmo milhares, coordenados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e outras instituições.

Algumas moléculas com potencial farmacológico que ainda não estão disponíveis comercialmente também estão sendo testadas, inicialmente em células cultivadas em laboratório e animais.

É importante lembrar que muitos dos estudos estão sendo divulgados primeiro em depositórios online de artigos científicos, sem a chamada revisão por pares, na qual cientistas da mesma área que os autores de um estudo avaliam os dados antes da publicação.

O processo de revisão por pares também está acontecendo, além disso, em ritmo acelerado, para dar conta do desafio representado pela Covid-19. Tudo isso dificulta a avaliação da qualidade das pesquisas no momento, embora facilite a disseminação das informações

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Bolsonaro: autorização de Cannabis pela Anvisa vai melhorar tratamento

Agência permitiu registro de medicamentos e venda, mas vetou cultivo
Wilson Dias/Agência Brasil
O presidente Jair Bolsonaro elogiou a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que aprovou ontem (3) o regulamento para a fabricação, importação e comercialização de medicamentos derivados da Cannabis. A medida vetou, no entanto, autorização para cultivo da planta no país, que seguirá proibido.

LEIA TAMBÉM: Anvisa libera venda de produtos à base de cannabis em farmácias

"Anvisa aprovou a autorização de registro de medicamentos à base de Cannabis. O cultivo para fins medicinais foi arquivado após dois diretores seguirem o voto do Diretor Antonio Barra. Resultado garantirá melhor acesso dos pacientes ao tratamento, mesmo com a não aprovação do cultivo", afirmou o presidente, em um publicação no Twitter, postada ma manhã desta quarta-feira (4). 

ANVISA aprovou a autorização de registro de medicamentos à base de Cannabis. O cultivo p/ fins medicinais foi arquivado após 2 diretores seguirem o voto do Diretor Antonio Barra. Resultado garantirá melhor acesso dos pacientes ao tratamento, mesmo com a não aprovação do cultivo.

4.346 pessoas estão falando sobre isso

Segundo a decisão, tomada pela diretoria colegiada da agência reguladora, o medicamento só poderá ser comprado mediante prescrição médica. A comercialização ocorrerá exclusivamente em farmácias e drogarias sem manipulação. Conforme nota da Anvisa, “os folhetos informativos dos produtos à base de Cannabis deverão conter frases de advertência, tais como ‘O uso deste produto pode causar dependência física ou psíquica’ ou ‘Este produto é de uso individual, é proibido passá-lo para outra pessoa’”.
POR AGÊNCIA BRASIL

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Farmácia Popular: usuários relatam problemas na distribuição de medicamentos

Clientes reclamam da dificuldade em conseguir remédios do programa federal. Ministério da Saúde alega instabilidades "pontuais" na dispensação
A professora Maria Melo vem encontrando
 barreiras  para receber remédios antidiabéticos
Foto: JL Rosa
Mesmo recorrendo a uma forma de apoio para garantir a própria saúde, usuários do programa federal "Aqui Tem Farmácia Popular" encontram dificuldades na aquisição de medicamentos em Fortaleza. Criado em 2004, o programa federal tem a proposta de distribuir medicamentos básicos considerados essenciais gratuitamente, ou vendê-los com até 90% de desconto, por intermédio de farmácias privadas conveniadas. São oferecidos remédios para hipertensão, diabetes e asma, e para controle de colesterol, rinite, Parkinson, osteoporose e glaucoma, além de fraldas geriátricas e anticoncepcionais.

A professora Maria Melo, 57, dá viagens perdidas a diferentes farmácias há aproximadamente um mês. Como desculpa para os pedidos malsucedidos, geralmente, escuta dos atendentes que "o sistema está fora do ar". "Fica fora um dia ou dois, ou por algumas horas. Como não posso ficar esperando, acabo comprando a medicação que é um direito meu receber", afirma, referindo-se às quatro caixas mensais de um antidiabético que utiliza no tratamento.

A medicação, de uso contínuo, custa entre R$ 7 e R$ 10 a caixa. "Acredito que tenha muita gente passando pela mesma situação. Embora seja barato, nem sempre a pessoa tem condições de comprar", observa a professora. "Eu receberia durante seis meses, que é a validade da receita, mas até agora estou há um mês sem receber".

A dificuldade se soma à redução de farmácias credenciadas ao Programa, que, até 2017, também possuía unidades próprias. Em novembro daquele ano, a Farmácia Popular do Centro de Fortaleza encerrou as atividades, sendo a terceira e última da Capital a fechar as portas. À época, a justificativa do Governo Federal era que os custos anuais de manutenção, em torno de R$ 100 milhões no País, seriam empenhados na aquisição de mais remédios, por meio de repasses para os Estados e Municípios.

terça-feira, 2 de abril de 2019

Aposentados podem ter 50% de desconto nos medicamentos

,
A Comissão de Assuntos Sociais do Senado vota nesta quarta-feira, um projeto que concede a aposentados e pensionistas um desconto de 50% na compra de medicamentos. Apresentado pelo senador Paulo Paim, do PT, a proposta conta com o relatório favorável da senadora Mailza Gomes, do PP.

De acordo com o projeto, o desconto será subsidiado pelo governo federal pelo programa Farmácia Popular, que é mantido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para a relatora, é um bom momento para a aprovação da proposta, já que tramita no Congresso a reforma da Previdência, encaminhada pelo governo. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o Ipea, os gastos com medicamentos já respondem por mais de 40% dos gastos das famílias com saúde.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Meu remédio sumiu das farmácias. O que faço?

Pacientes que não encontram o medicamento no mercado podem fazer uma denúncia para a Anvisa... 
Foto: Reprodução
... Isso porque os fabricantes devem avisar a Agência sempre que houver risco de desabastecimento.
O Brasil tem cerca de 25 mil medicamentos registrados, sendo que desses pelo menos 12 mil foram comercializados em 2016.
Isso sem contar os homeopáticos, fitoterápicos, odontológicos, polivitamínicos e produtos notificados.

Mesmo com tantos registros no mercado, em alguns momentos, pacientes e usuários de medicamentos podem ter dificuldade para encontrar o produto de que precisam.

Isso pode acontecer por alguns motivos, mas, sempre que o consumidor perceber que um medicamento sumiu do mercado, é importante procurar a empresa fabricante para saber o motivo do desabastecimento. Se a resposta não for satisfatória, procure a Anvisa para se informar sobre o caso ou fazer uma denúncia.


6 motivos para um medicamento não ser encontrado no mercado
  1. Ainda não existe registro no Brasil
  2. O registro foi cancelado
  3. O laboratório parou de fabricar o produto
  4. Há problemas na distribuição do produto em sua cidade
  5. O laboratório parou temporariamente de produzir o produto
  6. O medicamento foi retirado do mercado pela Anvisa por problemas na qualidade.
A Anvisa não pode obrigar um fabricante a manter um produto no mercado, mas os laboratórios são obrigados a informar sempre que houver risco de um produto sair das prateleiras e deixar pacientes sem tratamento.

Pela regra, esse aviso deve ser feito com, pelo menos, 12 meses de antecedência, quando houver risco de desabastecimento. É o caso de medicamentos únicos no mercado ou que representam uma fatia importante do abastecimento.

Neste caso, a empresa deve manter o abastecimento durante os 12 meses. Em caso de interrupção de fabricação de produtos que não provoquem desabastecimento (quando há outras opções no mercado, por exemplo), o prazo é de 180 meses.

Quando a interrupção for por motivo não previsível, este aviso deve ser feito em até 72 horas depois do fato que prejudica o fornecimento.


Não estou encontrando meu medicamento nas farmácias: o que faço?

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Receitas de medicamentos terão validade em todo o território nacional

Inclusive o de medicamentos sujeitos ao controle sanitário especial
© Reuters
receituário de medicamentos terá validade em todo o território nacional, independentemente da unidade da Federação em que tenha sido emitido, inclusive o de medicamentos sujeitos ao controle sanitário especial. É o que determina lei sancionada pelo presidente da República, Michel Temer, e publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 9.

Os termos serão disciplinados em regulamento, diz a lei.

A nova regra entrará em vigor em 90 dias.

sábado, 31 de março de 2018

Medicamentos terão reajuste de até 2,8% a partir deste sábado

Governo estabelece aumento máximo de preços a partir da inflação. Taxa de reajuste depende do perfil de concorrência da substância.
Medicamentos devem ter rejuste de até 2,8%
 (Foto: Reprodução/TV Globo)
partir deste sábado (31), fabricantes poderão aumentar preços de medicamentos em 2%, 2,5% ou 2,8% a depender do perfil de concorrência da substância.

Os cálculos foram feitos pela Câmara Técnica de Regulação de Medicamentos (CMED), órgão vinculado à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Por meio da entidade, p governo controla o reajuste de preços de medicamentos periodicamente -- estabelecendo o aumento máximo que esses produtos podem atingir no mercado brasileiro.

O teto para o aumento é calculado com base no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) -- o índice dá a medida da variação de preços ao consumidor final e é a referência para a inflação no país.

Ainda, a regulamentação da CMED se dá sobre medicamentos alopáticos (advindos da medicina tradicional) e não abrange outros produtos -- como os homeopáticos e fitoterápicos.

Por que reajustes diferentes?

O governo federal autoriza o maior percentual de reajuste aos medicamentos mais baratos que já mantêm os preços abaixo do teto. Essas substâncias geralmente sofrem a concorrência de genéricos ou similares.

Já os percentuais menores, são aplicados aos medicamentos de média e baixa concorrência. São produtos mais de alta tecnologia e geralmente mais caros.
FONTE: G1

terça-feira, 22 de julho de 2014

1,6 mil medicamentos ficaram mais baratos

ISENÇÃO DO PIS/COFINS

1,6 mil medicamentos ficaram mais baratos

22.07.2014
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A chamada "lista positiva", dos produtos que são isentos dos impostos e tiveram redução de preço, representa 75,4% dos medicamentos comercializados em todo o País
FOTO: JL ROSA
São Paulo. A lista de medicamentos que ficaram mais baratos por conta da isenção de imposto PIS/Cofins passou a ter 1.645 produtos a partir de ontem, com a atualização da lista de preços da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Isso porque a agência reduziu o preço máximo de mais 174 medicamentos, que passaram a ter desconto de cerca de 12% nas farmácias por conta da retirada dos impostos. Foram incluídos, por exemplo, remédio para disfunção erétil, prevenção de AVC e infarto e tratamento de depressão, indução de ovulação, além de anti-inflamatórios.
A lista geral de todos os medicamentos que têm os preços controlados é atualizada mensalmente e indica os valores máximos que cada produto pode ter para o consumidor.
Impacto no mercado
A chamada "lista positiva", dos produtos que são isentos dos impostos e tiveram redução de preço, representa 75,4% dos medicamentos comercializados em todo o País, de acordo com o Ministério da Saúde. Já no que diz respeito aos medicamentos tarja vermelha e preta, quase todos estão isentos de PIS/Cofins, o que diminui o custo de remédios usados no tratamento de doenças como artrite reumatoide, câncer de mama, leucemia, hepatite C, doença de Gaucher e HIV, entre outros.
Critérios
Os critérios estabelecidos pelo ministério e pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) para escolher as substâncias que terão isenção leva em conta "as patologias crônicas e degenerativas; os programas de saúde do governo instituídos por meio de políticas públicas e a essencialidade dos medicamentos para a população".
A CMED é responsável pelo monitoramento dos preços dos remédios e por garantir que as reduções tributárias sejam integralmente refletidas nos preços fixados como teto para os produtos vendidos no Brasil.
FONTE:
http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/1-6-mil-medicamentos-ficaram-mais-baratos-1.1062925

terça-feira, 4 de março de 2014

Preços de medicamentos poderão ser reajustados em 31 de março

Preços de medicamentos poderão ser reajustados em 31 de março


Os preços de medicamentos poderão subir a partir do dia 31
de março, em todo o país. (Foto: Fábio Guimarães)
Os preços de medicamentos poderão subir a partir do dia 31 de março, em todo o país, segundo uma autorização da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) — um conselho do governo que é formado por vários ministérios e liderado pela pasta da Saúde. A resolução que prevê o aumento anual foi publicada na sexta (28/02), no Diário Oficial da União, e estabelece os critérios para o reajuste.

Os novos valores deverão ter como referência o chamado Preço Fabricante, cobrado desde 31 de março de 2013. O texto também fixa em 4,66% o fator de produtividade dos laboratórios para este ano. Este percentual é um dos índices que compõem o preço final aos consumidores.

Fonte: Extra Online B

FONTE:

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Preço Medicamentos: remédios mais baratos!

Publicado por: 

“O estudo sinalizou que a regulação econômica tem sido efetiva na redução dos preços de entrada dos medicamentos em nosso país”, afirma a gerente.
Medicamentos (categoria I) com moléculas inovadoras com patente no Brasil e comprovação de ganho terapêutico em relação aos medicamentos já utilizados para a mesma indicação foram minoria (3,24%) dos produtos lançados pela indústria farmacêutica no Brasil, no período.

A maior parte (45,03%) não tem patente ou comprova ganho terapêutico (categoria II). As novas associações de princípios ativos já existentes no país e medicamentos em novas formas farmacêuticas somaram 36,72% dos produtos analisados (veja gráfico).

No caso da categoria I, os preços máximos estabelecidos foram 19% mais baixos dos que os solicitados pela indústria farmacêutica. Para a Categoria II, a redução foi de 37%. As empresas de capital estrangeiro representaram quase 82% do total das empresas que tiveram produtos classificados como categoria I ou II.

Preço Medicamentos

As novas associações de princípios ativos já existentes no país e medicamentos em novas apresentações (categoria V) tiveram uma diferença de 38% entre o preço fixado e o pleiteado pelas indústrias. Já os medicamentos classificados na categoria “caso omisso” e os que não puderam ser enquadrados em nenhuma das categorias estabelecidas pela legislação, a redução dos preços foi de 35% e de 45%, respectivamente.

Câmara - Desde 2003, a CMED, da qual a Anvisa serve como secretaria executiva, define o “Teto de Preços de medicamentos”, tanto no atacado como ao consumidor, dos novos medicamentos no mercado brasileiro. Desde a publicação da Resolução 2/2004 da CMED 2, foi normatizado o conceito de inovação terapêutica e o uso das evidências científicas de alta qualidade para determinar os preços dos medicamentos novos no país.

Além da avaliação crítica dos ensaios clínicos disponíveis na literatura para estabelecer um medicamento comparador ao inovador, a norma prevê o teto do menor preços de remédios internacional na determinação dos preços das novas tecnologias lançadas no país.

Os países utilizados como parâmetro para determinação do teto internacional são Estados Unidos, Canadá, Portugal, Espanha, Itália, França, Grécia, Austrália e Nova Zelândia, incluindo também o país onde o medicamento é produzido. [divulgação Anvisa]

FONTE: http://www.saudecomciencia.com/2013/01/preco-medicamentos-remedios-mais-baratos.html#more

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

MEDICAMENTOS CONTRA IMPOTÊNCIA - SAIBA QUAIS SÃO ?


MEDICAMENTOS CONTRA IMPOTÊNCIA - SAIBA QUAIS SÃO ?

Durante muito tempo o tratamento para a impotência sexual se restringia a injeções no pênis, mecanismos que criam vácuos ou próteses implantadas através de cirurgias. Desde o final da década de 1990, porém, há uma opção simples e cômoda para a disfunção erétil, as drogas inibidoras da Fosfodiesterase Tipo 5 (PDE-5), conhecidas comercialmente por Viagra, Cialis e Levitra, Pramil. Vejamos como esses medicamentos funcionam:

VIAGRA
Os primeiros estudos da utilização do Viagra foram feitos em adultos, mas não há uma idade específica para começar a se fazer uso do remédio. O médico ainda reforça: “é bom lembrar que o remédio funciona apenas com estímulo sexual, sem isso não ocorre ereção”. O estímulo sexual faz com que os nervos no pênis produzam óxido nítrico, que ativa a produção de uma substância chamada GMPc. Ela relaxa os vasos sanguíneos permitindo que eles se expandam e supram o pênis com mais sangue. É esse mecanismo que gera a ereção. Em alguns casos, logo após a produção de GMPc, uma outra enzima chamada PDE-5 entra em ação para anulá-la, acabando com a ereção prematuramente. O citrato de sildenafila atua inibindo a ação da PDE-5 e garantindo a ereção por mais tempo.

PRAMIL
Em virtude do Pramil ser um medicamento ilegal no mercado brasileiro, urologistas, médicos responsáveis pelo tratamento de disfunção erétil, ainda não podem medir os danos à saúde causados pela droga. Como sua fórmula apresenta, segundo a embalagem, o mesmo princípio ativo do Viagra (sildenafil), ele traz contra-indicações para pacientes que sofrem do coração, principalmente aqueles que utilizam medicamentos à base de nitrato. "Tratam-se de dois vaso-dilatadores, que se utilizados juntos podem causar a queda de pressão do usuário. E isso pode levar à morte em determinados casos", esclarece o urologista Newton Tafuri, que diz desconhecer o Pramil, a não ser por comentários de alguns pacientes que já buscaram informações sobre o remédio.

CIALIS
O Cialis pertence a uma classe de medicamentos conhecidos como inibidores da PDE5 e a sua função é o de bloquear o elemento químico que é responsável pela impotência. Devido ao medicamento Cialis, o sangue permanece no pênis durante mais tempo, e os homens podem atingir e manter uma ereção. No entanto, é importante lembrar que Cialis funciona somente se houver estimulação sexual. Cialis não funciona automaticamente para lhe dar ereções, apenas ajuda-lhe a obter ereções depois de se sentir excitado.

LEVITRA
Levitra é um tratamento para a disfunção erétil. Atua nas artérias do pênis, permitindo assim mais fluxo sanguíneo, tornando assim mais fácil de atingir e manter uma ereção. Levitra é tomado por via oral e vai começar a funcionar após 1 hora após a ingestão. Continuará a inibir a PDE-5 por até 5 horas. Levitra foi submetido a vários estudos clínicos para testar a sua capacidade para ajudar doentes que sofrem de disfunção erétil. Levitra também foi testado com grupos específicos de pacientes que sofrem tais como diabetes e pacientes pós-prostatectomia.

Fontes de pesquisa:


Read more at http://www.variedades1.com/2013/01/medicamentos-contra-impotencia-saiba.html#TfVublAzcXL7yCtG.99 


FONTE: http://www.variedades1.com

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