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sábado, 17 de outubro de 2020

Fibromialgia: o que é, sintomas, causas e como tratar


FONTE DO VÍDEO:
A fibromialgia é uma síndrome que começa no cérebro e provoca dor crônica por todo o corpo. Muitas vezes confundida com reumatismo, a fibromialgia causa sintomas como depressão, insônia e muitas dores pelo corpo inteiro.
Veja quais são as causas da fibromialgia, os sintomas e como tratar o problema.
LEIA MAIS EM: O que é Fibromialgia?
https://www.minhavida.com.br/saude/temas/fibromialgia

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Saiba o porque você deve colocar um sabonete todos os dias antes de dormir em baixo dos lençóis

Curiosidades / SABONETE
Existe muitas coisas que poderíamos fazer no nosso dia a dia que pode fazer muito bem a nossa saúde e que nós não sabemos, como colocar um sabonete debaixo dos lençóis antes de ir dormir pode fazer algo que você não acredita. Como sabemos a insônia é algo que afeta a muitas pessoas, e muitas pessoas têm dificuldade em adormecer à noite, e muitas vezes isso acontece porque você simplesmente não consegue encontrar uma posição confortável para dormir, ou talvez porque tenha algo que te impeçam de dormir.

Bom, existe algumas pessoas que não conseguem dormir por uma síndrome chamada síndromes das Pernas Inquietas. Ela é um distúrbio que o força a se mover enquanto você está dormindo também vêm junto com uma sensação de formigamento nas pernas, bem como uma sensação de queimação, coceira nas pernas, cãibras e o forte desejo de chutar e fica muito difícil de dormir, mas hoje trouxemos a solução disso.

Essa síndrome é causada pela acidificação dos músculos, e para corrigir isso você precisa de algo para neutralizar o ácido. Uma das coisas que pode fazer isso é o sabonete, que é muito adequado para a função. O truque é colocar uma barra de sabão perto dos seus pés, sob seus lençóis. Você notará que a sensação de inquietação desaparecerá se você fizer isso todos os dias.

domingo, 1 de novembro de 2015

Exercício físico é capaz de melhorar síndrome do pânico

Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro descobriram que o treinamento aeróbico é capaz de controlar a síndrome do pânico

Pixabay
LIFESTYLE SAÚDE


Portadores da síndrome do pânico geralmente têm intolerância às atividades físicas. Os cientistas explicam que isso ocorre devido aos sintomas manifestados num ataque, como taquicardia. Na maioria das vezes, essas pessoas apresentam baixo condicionamento cardiorrespiratório. No entanto, destaca o jornal O Globo, é por meio do exercício que pacientes têm ganhado qualidade de vida, autoconfiança e supressão de crises extremas de ansiedade.

A publicação explica que a síndrome do pânico é uma das doenças psiquiátricas mais comuns do mundo. Os dados apontam que esta síndrome afeta entre 1,7% e 5% da população global. A Organização Mundial de Saúde (OMS) inclui a síndrome do pânico na lista das 20 doenças mais debilitantes do planeta. U
Uma pesquisa inédita realizada pelos brasileiros Raphael Marques Gomes, Aline Sardinha, Claudio Gil Araújo, Antonio Nardi e Andrea Deslandes, da UFRJ, apontou que o treinamento aeróbico é capaz de ajudar a controlar a síndrome do pânico.
O Globo destaca que o editor de livros Ronaldo Bolsas Pereira Teixeira, de 63 anos, convive com a síndrome do pânico desde 1980. Foi há dez anos que ele começou a perceber a melhora na qualidade de vida, com a prática de exercícios.
“No início, tinha medo, porque os ataques de ansiedade fazem com o que coração dispare. Você teme enfartar. Vira hipocondríaco. Aos poucos, o treinamento lhe mostra que isso não é verdade. Com o exercício mais intenso, sua pulsação sobe mais do que num ataque. E nada acontece. Você descobre que ficará bem. É uma sensação maravilhosa. Devolve a autoconfiança”, afirmou.
Ele ainda contou que os medicamentos auxiliam em muitos aspectos, mas não eliminam, por exemplo, uma hipocondria intensa. “Com exercício, ela desaparece. Você vê na prática que os sintomas não têm fundamento”, esclarece.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Síndrome que ataca sistema nervoso e já matou mulher na Bahia avança

A SGB é uma doença autoimune provocada por uma reação de defesa do organismo a um vírus
Amanda Palma e Clarissa Pacheco (mais@correio24horas.com.br)

Em um ano, os casos da Síndrome de Guillain-Barré (SGB) – que provoca paralisia muscular –  podem chegar a 1.200 em Salvador, se o número de registros  da doença continuar crescendo.De maio até a quarta-feira (8), foram confirmados na Bahia 55 casos  — 32 deles na capital, onde uma mulher morreu pela doença, no dia 12 de junho.
A SGB é uma doença autoimune provocada por uma reação de defesa do organismo a um vírus. Em alguns casos, essa reação acaba atacando o próprio organismo.
Governo reuniu profissionais da Saúde para discutir doença, ontem
(Foto: Leonardo Rattes/Ascom Sesab)
Os médicos ainda não sabem ao certo o que pode estar causando esse tanto de casos de SGB, mas suspeita-se que tenha relação com a epidemia de Zika Vírus — transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, o mesmo que transmite a dengue.
Os dados foram apresentados, ontem à tarde, no auditório do Hospital Geral Roberto Santos, durante uma reunião entre representantes da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), Ministério da Saúde e médicos do estado.
Segundo o médico infectologista Antônio Bandeira, que participou da equipe de pesquisadores baianos que identificaram o Zika, situação semelhante ocorreu na Polinésia Francesa (arquipélago localizado no Oceano Pacífico), entre 2013 e 2014. O país viveu uma epidemia de Zika e, em seguida, os casos de SGB se multiplicaram rapidamente. Lá, a incidência chegou a 40 casos para cada 100 mil habitantes. Se a capital baiana seguir essa tendência, seriam 1.200 casos em um ano.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Modelo tem perna amputada após contrair doença rara causada por uso de absorvente

MUNDO
Ela contraiu uma síndrome rara e processa empresa

Redação iBahia

Aos 27 anos, Lauren Wasser está no meio de um processo judicial contra a empresa fabricante dos absorventes internos Kotex. Ela perdeu sua perna após contrair a Síndrome do Choque Tóxico (SCT) há três anos. De acordo com a ação, a marca e o supermercado que vendeu o produto foram "negligentes, imprudentes e ilegalmente responsáveis". 
Na época, Lauren era uma modelo de 24 anos e estava acostumada a usar absorventes internos, mas não tinha muitas informações sobre o produto. A síndrome foi contraída porque ela não conhecia a regra de trocar o protetor menstrual de quatro a oito horas, inclusive durante a noite. Segundo a modelo, o aviso legal na caixa de absorventes não estava claro o suficiente.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A síndrome do esgotamento profissional

Síndrome do esgotamento profissional


A síndrome do esgotamento profissional é um tipo de reação prolongada a fatores estressantes emocionais e interpessoais repetitivos e constantes no trabalho. Também recebe as denominações de síndrome de burn-out ou sensação de estar acabado.

 estresse

© Equipe Editorial Bibliomed
O que é?
A síndrome do esgotamento profissional é um tipo de reação prolongada a fatores estressantes emocionais e interpessoais repetitivos e constantes no trabalho. Também recebe as denominações de síndrome de burn-out ou sensação de estar acabado.
O indivíduo que antes apresentava grande interesse afetivo no trabalho e com seus pares, desgasta-se e, após algum tempo, desiste, perde a energia, ou se “queima” por completo. Sente que sua relação com o trabalho lhe parece vazia, sem interesse, sendo que qualquer esforço é taxado como inútil.
Destacam-se três características principais na síndrome do esgotamento profissional:
  1. Presença de exaustão emocional;
  2. Despersonalização (insensibilidade ou afastamento das pessoas que deveriam receber os cuidados ou os serviços relacionados com a função do trabalho);
  3. Redução do envolvimento pessoal no trabalho, com conseqüente sensação incompetência e insucesso no trabalho.
A diferenciação desta doença com os demais transtornos de ansiedade e estresse, deve-se ao fato que nos últimos há uma maior interferência dos sintomas na vida do indivíduo, em diversas situações cotidianas. Já no esgotamento profissional, nota-se que os sintomas são mais restritos à atividade profissional, ao período em que a pessoa se encontra diretamente no trabalho.
Quais as profissões de maior risco?
A doença é mais notada em profissionais das áreas de serviços ou cuidadores, especialmente quando o indivíduo tem contato direto com o público ou com os usuários dos serviços. Assim, é mais freqüente nos trabalhadores da educação, da saúde, policiais, assistentes sociais, agentes penitenciários, professores, dentre outros.
O risco de desenvolver a síndrome é maior nos trabalhadores que vivem sob ameaça de mudanças na jornada de trabalho, com dificuldades econômicas, com risco de perder o emprego. Também estão sob maior risco os trabalhadores que perdem a autonomia ou o controle do processo produtivo e aqueles que carecem de suporte social pelas suas classes organizadas.
Como se identifica a doença?
O diagnóstico da doença baseia-se em dados clínicos, fornecidos ao médico pelo relato do trabalhador. Comumente a síndrome se manifesta com sintomas inespecíficos, tais como insônia, cansaço fácil, irritabilidade extrema, tristeza infundada apatia, angústia, tremores e inquietação. Tais sintomas são também comuns a diversas outras síndromes depressivas e ansiosas.
O trabalhador acometido apresenta, frequentemente, um grande envolvimento subjetivo com sua profissão, a qual muitas vezes ganha um caráter de missão. Este sente um desgaste emocional e exaustão diretamente relacionados com seu trabalho. Percebe uma certa insensibilidade e afastamento excessivo do público que receberia seus serviços ou cuidados. Assim, costuma apresentar uma sensação de incompetência e menor sucesso profissional.
Qual o tratamento?
O tratamento da síndrome de esgotamento profissional baseia-se na interação de medidas psicoterápicas, com o uso de medicamentos e intervenções psicossociais. A intensidade de cada uma destas modalidades de tratamento depende da gravidade de cada caso. Lembre-se, somente o médico poderá orientá-lo em relação a esta condição.
Fonte:
Dias EC. Transtornos Mentais e do Comportamento Relacionados ao Trabalho. In: Dias EC, Almeida IM, et al. Doenças relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos para os serviços de saúde. Editora MS, DF, 2001: 161 – 194.
FONTE: BOA SAÚDE

terça-feira, 1 de julho de 2014

Síndrome do Principe Encantado

Síndrome do Principe Encantado



A síndrome do Príncipe Encantado afeta mulheres geralmente com mais de 30 anos, e costuma apresentar-se em 6 de cada 10 mulheres. Tem a ver com a crença ou ilusão de que existe um homem ideal e perfeito que as tornará completamente felizes. No entanto, quando estão perante homens de carne e osso, com seus defeitos e virtudes, sentem-se frustradas e decepcionadas. 

A seguir, são apresentadas algumas características da síndrome do Príncipe Encantado.
Instruções
1) Relações curtas. As relações não costumam durar muito tempo, já que rapidamente encontram defeitos no seu parceiro. Por mais superficiais e pequenos que sejam os defeitos, geram um sentimento de decepção que as levam a terminar a relação.

2) Exigências. Durante o período que dura a relação amorosa, são muito exigentes em relação a questões banais. Não admitem que seu parceiro esqueça nenhum detalhe, por menor que seja.

3) Ressentimento para com os homens. Consideram que todos os homens são iguais e costumam cultivar e reforçar um forte ressentimento em relação a eles.

4) Modelo paternal. Costumam procurar um homem que tenha as mesmas características que o pai. Há uma forte identificação com o modelo parental considerado o homem ideal.

5) Homens inatingíveis. Tendem a procurar relações com homens que estão casados ou que moram longe, considerando-os ideais para elas.

6) Sentimento de solidão. As mulheres que têm a síndrome do Príncipe Encantado costumam sentir-se muito sozinhas e têm medo de conhecer novos homens pelo medo de que não cumpram com suas expectativas.



                                                               Adaptado do original de Sara Viega em umcomo
FONTE:
TERAPIAS SEXUAIS

sexta-feira, 21 de março de 2014

21 de março - Dia internacional da síndrome de down ♥

21 de março - Dia internacional da síndrome de down ♥

Decretado em 2006 pela Down Syndrome Internacional (DSI), ONG que reúne entidades ligadas à Síndrome de Down em todo o mundo, o Dia Internacional da Síndrome de Down tem como principal objetivo conscientizar a população sobre a questão da inclusão, propondo uma sociedade melhor. A data (21/3), ou 3/21 na grafia americana, faz referência aos 3 cromossomos número 21 que caracterizam a Síndrome de Down e foi ideia do geneticista Stylianos E. Antonarakis, da Universidade de Genebra.
Por ser um dos países mais empenhados para promover a data, em 2010 a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) solicitou o apoio do Governo brasileiro para que 21 de março entrasse no calendário oficial da ONU, o que aconteceu no ano seguinte. Uma das responsáveis para que isso acontecesse foi a jornalista Patrícia Almeida, única latino-americana membro da DSI: “Cada país tem suas características na hora de promover a data. A Rússia, por exemplo, é famosa por realizar diversos eventos com médicos. Já no Brasil o foco é a pessoa com Síndrome de Down. A data é importante para reforçar que eles são cidadãos como quaisquer outros e merecem condições adequadas de vida”,
Hoje comemoramos o Dia Internacional da Síndrome de Down.A Síndrome de Down é um distúrbio genético que pode afetar qualquer raça, sexo ou etnia, e este distúrbio ocorre durante a divisão celular do embrião. Em uma célula normal de um ser humano, existem 46 cromossomos divididos em 23 pares, já a pessoa que nasce com Síndrome de Down possui 47 cromossomos.Você conhece ou tem algum amigo com Síndrome de Down?Se não conhece, pelo menos já deve ter ouvido falar que todos que nascem com essa síndrome, possuem características iguais como os olhinhos puxados, além do processo de aprendizado que requer um pouco mais atenção.Infelizmente, hoje em dia ainda há muito preconceito. Uma das ações que podemos contribuir para diminuir a exclusão da pessoa com síndrome de Down é o convívio social. Se você conhece, ou venha a conhecer alguma criança com Down, faça com que ela se sinta a vontade em meio aos seus outros amigos seja na escola, ou em qualquer outro lugar.É muito importante a inclusão social dessas crianças. Elas são assim como outras, brincam, estudam, aprendem, porém são especiais. A criança que nasce com este distúrbio genético deve ser muito amada, estimulada pelos pais, irmãos, amigos para que assim, ela possa desenvolver todo seu potencial.    
Fonte Momento Down / Smart kids

Beijos do ♥
Adriana Ramires


FONTE: http://adrythamy.blogspot.com.br/2014/03/21-de-marco-dia-internacional-da.html

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Síndrome de Peter Pan

FRAUDE NO FUTEBOL

Síndrome de Peter Pan

10.01.2014

Operação do MP e da PF no Cariri revela irregularidades na venda de jovens jogadores no Interior

Juazeiro do Norte A denúncia foi apresentada ontem pelo Ministério Público Federal (MPF) após recebimento do inquérito policial que deflagrou a operação Peter Pan Cariri, a partir de investigações realizadas por agentes da Polícia Federal (PF) neste município. Nove pessoas são acusadas de criar esquema de falsificação de documentos, nos quais atletas tinham seus nomes alterados e suas idades reduzidas em dois ou três anos, facilitando, de tal modo, a comercialização de seus passes junto a clubes de futebol de diversas regiões do País e do exterior.

Documentos eram falsificados para facilitar a venda de jogadores FOTO: NATINHO RODRIGUES

Entre os denunciados estão o dirigente do Guarani de Juazeiro do Norte e ex-dirigente do Icasa, Kleber Lavor; o treinador e responsável pela Associação e Empreendimento Esportivo C.T Cariri, Moisés da Silva; Cícero Nacélio dos Santos e o jogador de futebol Vandinho, à época das investigações atuando pelo Fortaleza Esporte Clube.

Conforme o procurador da República Celso Leal, autor da ação penal, o esquema funcionava a partir da falsificação de certidões de nascimento, após negociações que envolviam os próprios atletas e seus familiares. O recrutamento dos jogadores era feito por Cícero Narcélio e Moisés da Silva, a quem cabia, também, o convencimento junto aos familiares e o traslado dos jogadores ao município de Lavras da Mangabeira, onde eram expedidas as certidões falsificadas. Para cada certidão expedida era cobrada uma taxa de R$ 300 dos familiares dos atletas.

Esquema ilícito

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Síndrome do esgotamento profissional

© Equipe Editorial Bibliomed
O que é?
A síndrome do esgotamento profissional é um tipo de reação prolongada a fatores estressantes emocionais e interpessoais repetitivos e constantes no trabalho. Também recebe as denominações de síndrome de burn-out ou sensação de estar acabado.
O indivíduo que antes apresentava grande interesse afetivo no trabalho e com seus pares, desgasta-se e, após algum tempo, desiste, perde a energia, ou se “queima” por completo. Sente que sua relação com o trabalho lhe parece vazia, sem interesse, sendo que qualquer esforço é taxado como inútil.
Destacam-se três características principais na síndrome do esgotamento profissional:
  1. Presença de exaustão emocional;
  2. Despersonalização (insensibilidade ou afastamento das pessoas que deveriam receber os cuidados ou os serviços relacionados com a função do trabalho);
  3. Redução do envolvimento pessoal no trabalho, com conseqüente sensação incompetência e insucesso no trabalho.
A diferenciação desta doença com os demais transtornos de ansiedade e estresse, deve-se ao fato que nos últimos há uma maior interferência dos sintomas na vida do indivíduo, em diversas situações cotidianas. Já no esgotamento profissional, nota-se que os sintomas são mais restritos à atividade profissional, ao período em que a pessoa se encontra diretamente no trabalho.
Quais as profissões de maior risco?
A doença é mais notada em profissionais das áreas de serviços ou cuidadores, especialmente quando o indivíduo tem contato direto com o público ou com os usuários dos serviços. Assim, é mais freqüente nos trabalhadores da educação, da saúde, policiais, assistentes sociais, agentes penitenciários, professores, dentre outros.
O risco de desenvolver a síndrome é maior nos trabalhadores que vivem sob ameaça de mudanças na jornada de trabalho, com dificuldades econômicas, com risco de perder o emprego. Também estão sob maior risco os trabalhadores que perdem a autonomia ou o controle do processo produtivo e aqueles que carecem de suporte social pelas suas classes organizadas.
Como se identifica a doença?
O diagnóstico da doença baseia-se em dados clínicos, fornecidos ao médico pelo relato do trabalhador. Comumente a síndrome se manifesta com sintomas inespecíficos, tais como insônia, cansaço fácil, irritabilidade extrema, tristeza infundada apatia, angústia, tremores e inquietação. Tais sintomas são também comuns a diversas outras síndromes depressivas e ansiosas.
O trabalhador acometido apresenta, frequentemente, um grande envolvimento subjetivo com sua profissão, a qual muitas vezes ganha um caráter de missão. Este sente um desgaste emocional e exaustão diretamente relacionados com seu trabalho. Percebe uma certa insensibilidade e afastamento excessivo do público que receberia seus serviços ou cuidados. Assim, costuma apresentar uma sensação de incompetência e menor sucesso profissional.
Qual o tratamento?
O tratamento da síndrome de esgotamento profissional baseia-se na interação de medidas psicoterápicas, com o uso de medicamentos e intervenções psicossociais. A intensidade de cada uma destas modalidades de tratamento depende da gravidade de cada caso. Lembre-se, somente o médico poderá orientá-lo em relação a esta condição.
Fonte:
Dias EC. Transtornos Mentais e do Comportamento Relacionados ao Trabalho. In: Dias EC, Almeida IM, et al. Doenças relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos para os serviços de saúde. Editora MS, DF, 2001: 161 – 194.

FONTE:
http://www.boasaude.com.br/folhetos-de-saude/5644/sindrome-do-esgotamento-profissional.html?newsid=577&utm_source=boletim_BS_577&utm_medium=email&utm_campaign=folheto_burnout

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