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quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Aneel cria nova bandeira tarifária, e conta de luz fica mais cara

Custo de 100 kilowatt-hora passará de R$ 9,49 para R$ 14,20 até abril

POR AGÊNCIA BRASIL - A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta terça-feira (31) a criação de uma nova bandeira tarifária na conta de luz, chamada de bandeira de escassez hídrica. A taxa extra será de R$ 14,20 para cada 100 kilowatt-hora (KWh) consumidos e já entra em vigor a partir do dia 1º setembro, permanecendo vigente até abril do ano que vem.

O novo patamar representa um aumento de R$ 4,71, cerca de 50%, em relação à bandeira vermelha patamar 2, até então o maior patamar, no valor R$ 9,49 por 100 kWh.

A decisão foi tomada em meio à crise hidrológica que afeta o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas, principal fonte geradora de energia elétrica no país. De acordo com o governo federal, é a pior seca em 91 anos. Com as hidrelétricas operando no limite, é preciso aumentar a geração de energia elétrica por meio de usinas termoelétricas, que têm custo mais alto.

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sábado, 27 de abril de 2019

Bandeira tarifária em maio será amarela, com elevação da conta de luz

A tarifa prevê um custo adicional de R$ 1,00 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido
Na bandeira verde, não há cobrança de taxa extra. No primeiro
nível da bandeira vermelha, o adicional é de R$ 3,00 a cada
 100 kWh. E no segundo nível da bandeira vermelha,
a cobrança é de R$ 5,00 a cada 100 kWh.Foto: Helene Santos
As contas de luz vão ficar mais caras em maio. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu que a bandeira tarifária de maio será amarela, o que implicará um custo adicional de R$ 1,00 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido. De dezembro até abril, estava em vigor a bandeira verde, em que não há cobrança de taxa extra.

As duas variáveis que definem o sistema de bandeiras tarifárias são o preço da energia no mercado de curto prazo (PLD) e o nível dos reservatórios das hidrelétricas, medido pelo indicador de risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês).

"Maio é o mês de início da estação seca nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN). Embora a previsão hidrológica para o mês indique tendência de vazões próximas à média histórica, o patamar da produção hidrelétrica já reflete a diminuição das chuvas, o que eleva o risco hidrológico (GSF) e motiva o acionamento da bandeira amarela", diz nota divulgada pela Aneel.

Com relação ao PLD, a Aneel avalia que, diante da perspectiva de que as afluências aos principais reservatórios fiquem perto da média, o PLD deve permanecer próximo ao registrado nos últimos meses.

Escala

Na bandeira verde, não há cobrança de taxa extra. Na bandeira amarela, a taxa extra é de R$ 1,00 a cada 100 kWh consumidos. No primeiro nível da bandeira vermelha, o adicional é de R$ 3,00 a cada 100 kWh. E no segundo nível da bandeira vermelha, a cobrança é de R$ 5,00 a cada 100 kWh.

O sistema indica o custo da energia gerada para possibilitar o uso consciente de energia. Antes das bandeiras, o custo da energia era repassado às tarifas no reajuste anual de cada empresa, e tinha a incidência da taxa básica de juros. A Aneel deve anunciar a bandeira tarifária que vai vigorar em junho no dia 31 de maio.

sexta-feira, 29 de março de 2019

Bandeira tarifária continua verde e conta de luz não terá taxa extra em abril

Será o 4º mês seguido de bandeira verde, o que indica condições favoráveis para a produção de energia no país, reflexo das chuvas e da melhora nos principais reservatórios de hidrelétricas do país.
Bandeiras tarifárias — Foto: Arte/G1
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta quinta-feira (29) que a bandeira tarifária permanecerá na cor verde em abril. Portanto, ao longo do próximo mês as contas de luz continuam sem a cobrança extra.

A bandeira verde está em vigor desde janeiro. Ela indica que estão mais favoráveis as condições para produção de energia. Isso significa que as chuvas têm recuperado o armazenamento de água nos principais reservatórios de hidrelétricas do país e que não tem sido necessário o acionamento das termelétricas que geram eletricidade mais cara.

Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, onde ficam as principais hidrelétricas do país, o armazenamento médio era de 41,8% na quarta (28).

As termelétricas entram em ação quando é preciso poupar água do reservatório das hidrelétricas devido à falta de chuvas. Nessas situações, a Aneel pode mudar a cor da bandeira para amarelo ou vermelho e iniciar uma cobrança extra nas contas de luz, de até R$ 5 para cada 100 kWh consumidos.

Termelétricas são um tipo de usina que usa combustível (óleo, gás natural, biomassa). Por isso a energia produzida por elas é mais cara. O dinheiro arrecadado pela bandeira tarifária serve para cobrir o custo adicional com uso das termelétricas.

domingo, 30 de setembro de 2018

Bandeira tarifária continua mais cara no mês de outubro



A bandeira tarifária para outubro continuará no segundo patamar da cor vermelha, o mais caro do sistema, pelo quinto mês consecutivo, anunciou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Na prática, continuarão a ser cobrados R$ 5 a mais a cada 100 kWh consumidos, o que tem sido feito desde junho.

A agência explicou que a bandeira continua nesse patamar devido às “condições hidrológicas ainda desfavoráveis” e pela redução no nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Embora o Preço de Liquidação de Diferenças, uma das variáveis que determinam  a escolha da cor da bandeira, tenha caído, não foi o suficiente para uma mudança na tarifa. “Não se vislumbrou melhora significativa do risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês)”, afirmou a Aneel.

Entenda

O sistema de bandeiras foi criado para sinalizar os custos reais de geração de energia. A bandeira pode ser verde,  amarela ou vermelha:

Verde: significa que as condições para geração de energia estão favoráveis. Não tem cobrança extra

Amarela: significa que as condições estão menos favoráveis. 
Há cobrança adicional de R$  1 a cada 100 kWh consumidos

Vermelha: significa que o custo de energia mais caro e as térmicas estão ligadas. Há dois patamares. No primeiro, a cobrança adicional é de R$ 3 a cara 100 kWh. No segundo, de R$ 5 a cada 100 kWh

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Conta de luz em julho terá bandeira tarifária amarela no Ceará

Valores das bandeiras tarifárias aprovados
 pela Aneel para 2017 (Foto: Arte/G1)
Em junho, bandeira foi verde, sem cobranças extras. Bandeira amarela de julho terá R$ 2 a mais para cada 100 kWh consumido.

Os clientes da Coelce no Ceará pagarão uma taxa extra na conta de luz em julho de R$ 2 para 100 kWh consumido, após reajuste da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para bandeira tarifária amarela. Em junho, a bandeira foi verde, sem conbranças extras.
Depois de passar os meses de abril e maio na cor vermelha, patamar 1, com uma taxa extra de R$ 3 a cada 100 kWh consumidos, a bandeira ficou verde em junho e cobrança foi suspensa.
Segundo a Aneel, "o fator que determinou para o acionamento da bandeira amarela foi o aumento do custo de geração de energia elétrica."

A evolução das cores da bandeira tarifária indica que o custo de produção de energia no país aumentou. Isso está relacionado com a chuva abaixo do previsto, o que acaba reduzindo o armazenamento de água nos reservatórios das hidrelétricas ou fazendo com que esse armazenamento suba menos que o esperado.
Quando isso acontece, aumenta a necessidade de uso de energia gerada por termelétricas, que é mais cara que a das hidrelétricas (as termelétricas usam combustível para produzir eletricidade). Por isso, sobe a cobrança extra da bandeira nas contas de luz.
FONTE: G1 CE 

sábado, 27 de maio de 2017

Contas de luz de junho terão bandeira verde, sem acréscimo na tarifa

POR CEARÁ AGORA

A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de junho será a verde, o que significa que não haverá custo extra para o consumidor. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o retorno da bandeira verde foi possível pelo aumento das chuvas nos reservatórios das hidrelétricas em maio e pela perspectiva de redução do consumo de energia elétrica no país.
Desde abril, a bandeira estava vermelha, o que representa um acréscimo de R$ 3 a mais para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A previsão da Aneel era que a bandeira tarifária vermelha patamar 1 continuasse em vigor até o fim do período seco, que vai até novembro.
Como funcionam as bandeiras tarifárias
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia em função das condições de geração.
Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Nesse caso, a bandeira fica amarela ou vermelha, de acordo com o custo de operação das termelétricas acionadas.
Segundo a Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente.
Com informações Agencia Brasil

sexta-feira, 31 de março de 2017

Contas de energia elétrica terão bandeira tarifária vermelha em abril


Resultado de imagem para Contas de energia elétrica terão bandeira tarifária vermelha em abril

No mês de abril, os consumidores de energia elétrica vão pagar R$ 3 a mais para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. É que no próximo mês vai vigorar a bandeira tarifária vermelha patamar 1, que é usada quando é preciso acionar usinas termelétricas mais caras, por causa da falta de chuvas.

É a primeira vez neste ano que a bandeira vermelha é ativada. Em março, a bandeira tarifária em vigor foi a amarela, com adicional de R$ 2 para cada 100 kWh e, anteriormente, a bandeira era a verde, sem custo extra para o consumidor.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente. As cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade.

Como funcionam as bandeiras

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia em função das condições de geração.

Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Nesse caso, a bandeira fica amarela ou vermelha, de acordo com o custo de operação das termelétricas acionadas.

FONTE: Agência Brasil

domingo, 26 de junho de 2016

Bandeira tarifária das contas de luz será verde pelo quarto mês seguido


bandeira verde

A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de energia elétrica em julho será a verde, ou seja, não haverá acréscimo de valor para os consumidores. Este é o quarto mês seguido em que a bandeira definida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) é verde.
Segundo a Aneel, entre os fatores que contribuíram para a manutenção da bandeira verde estão o resultado positivo do período úmido, que fez com que os reservatórios das hidrelétricas voltasse a encher, além do aumento de energia disponível com redução de demanda e a adição de novas usinas ao sistema elétrico brasileiro.
O sistema de bandeiras tarifárias foi adotado como forma de recompor os gastos extras das distribuidoras de energia com a compra de energia de usinas termelétricas. A cor da bandeira que é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) indica o custo da energia elétrica, em função das condições de geração de eletricidade.
Desde que foi implementado o sistema de bandeiras tarifárias, em janeiro de 2015, até fevereiro de 2016 a bandeira se manteve vermelha (com cobrança de R$ 4,50 a cada 100 quilowatts-hora consumidos). Em março, passou para amarela (com taxa de R$ 1,50 a cada 100 kWh) e, em abril, maio e junho, a bandeira foi verde.
Segundo a Aneel, a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma diferente de cobrar um valor que já era incluído na conta de energia, por meio do reajuste tarifário anual das distribuidoras. A agência considera que a bandeira torna a conta de luz mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente.

FONTE: CEARÁ AGORA

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Aneel quer cobrança da tarifa extra já em março

JUNTO COM BANDEIRA TARIFÁRIA

04.02.2015

Audiência pública a ser realizada neste mês deve oficializar o reajuste extraordinário. Coelce aguarda decisão

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Além do sistema de bandeiras tarifárias, que entrou em vigor em 1º de janeiro e já faz o consumidor pagar tarifas diferenciadas todo mês, haverá também a implementação da tarifa extra (em março) e a ordinária (em abril)
FOTO: ALEX COSTA
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Para o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, os aumentos foram "um ponto fora da curva"
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No ano passado, as distribuidoras de energia do País não pagaram nenhuma parcela do empréstimo realizado
FOTO: KID JUNIOR
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Segundo a agência, a atual situação tem potencial de afetar a qualidade de crédito das distribuidoras e geradoras de energia hidrelétrica
FOTO: CID BARBOSA
Brasília/Fortaleza. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pretende abrir duas audiências públicas neste mês, que refletirão em aumentos de preços para os consumidores até março. Os processos tratarão dos reajustes extraordinários de todas as distribuidoras de energia elétrica, incluindo a Companhia Energética do Ceará (Coelce), e também da alta do valor das bandeiras tarifárias. O primeiro caso é específico para o repasse da conta de 2015 do setor elétrico para o consumidor.
Segundo a Aneel, "a Coelce terá revisão tarifária periódica com processo de audiência pública a ser aberto até a próxima reunião ordinária (ou, antes disso, em reunião extraordinária)". Ainda conforme a agência reguladora, apenas quando a audiência ocorrer é que os índices do reajuste serão conhecidos. A própria Coelce afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que aguarda as definições da Aneel para se manifestar sobre a alta.
Em meados de janeiro deste ano, o Diário do Nordeste informou que os cearenses terão que arcar com um total de três reajustes na conta de luz em 2015, tendo em vista que, além do sistema de bandeiras tarifárias, que entrou em vigor em 1º de janeiro e já faz o consumidor pagar tarifas diferenciadas todo mês, haverá também a implementação da tarifa extra (em março) e a ordinária (em abril). Sem ajuda do Tesouro, as tarifas terão de cobrir todas as despesas do ano ao fundo do setor elétrico, a CDE.
Ontem, a Aneel fixou em R$ 21,8 bilhões a parte do gasto que recairá sobre a tarifa dos consumidores. "Quem define se haverá recurso do Tesouro (para pagamento da CDE) é o Tesouro. Cabe a agência calcular todos os recursos e fixar a cota para custear os gastos", disse o diretor-geral da agência, Romeu Rufino.
Diante da dificuldade de caixa das distribuidoras, a Aneel deve aprovar o repasse na forma de reajuste extraordinário das tarifas para todas as empresas, inclusive as que tiveram reajustes aprovados ontem. O percentual específico para cada empresa será tratado na audiência pública e deve valer já nas contas de luz a partir de março.
Bandeiras
Sobre a mudança nas bandeiras tarifárias, o diretor da reguladora, Romeu Rufino, explicou que, com os preços atuais, ainda não se consegue atingir o chamado "realismo tarifário".
O motivo seria que os valores vigentes, de R$ 1,50 ou R$ 3 a cada 100 kWh, não contemplam outros gastos extraordinários, como a compra extra de energia ou risco hidrológico (capacidade prevista para entrega de energia das usinas, mas não entregue). "Parte do que seria tratado no processo tarifário normal é deslocado para bandeira tarifária. Isso dá sinal de preço, da variação do preço da energia para o consumidor", explicou.
Garantia de alta
Sem dizer qual pode ser o novo valor das bandeiras, Romeu indicou apenas que deve haver um aumento.
A agência programa ainda uma campanha explicativa, que será de responsabilidade das distribuidoras de energia, para explicar melhor aos consumidores como funcionam as bandeiras tarifárias e como eles podem se programar para manter seus gastos dentro do patamar desejado, informou ontem a Aneel.
6 empresas com alta de até 45,7%
Brasília. O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, disse na tarde de ontem que os reajustes tarifários concedidos pelo órgão a seis distribuidoras podem ser alterados caso o governo consiga renegociar com o pool de bancos as condições do empréstimos dados ao setor ao longo do ano passado.
"Caso mudem as condições de empréstimo, mudaremos reajuste que foi concedido hoje (ontem). Não faz sentido ter uma condição para algumas empresas e não para outras. Se os parâmetros do contrato de empréstimos forem modificados, essas alterações podem entrar na revisão extraordinária da companhias", detalhou.
Ainda assim, Rufino disse que o sucesso da renegociação dos empréstimos que somaram R$ 17,8 bilhões em 2014 depende das instituições financeiras. O objetivo do governo é alongar o prazo para o pagamento desses valores via contas de luz e diluir os juros desses financiamentos.

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