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sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Enel amplia valor da tarifa mínima das contas de energia

POR PROGRAMA DO ROCHINHA - O consumo mínimo estipulado pela Enel Ceará foi ampliado de R$ 45 para R$ 65 a partir de agosto deste ano. Os clientes que não atingirem esse teto terão a conta zerada naquele mês, mas acumulam a quantia para a fatura seguinte, sem cobrança de juros.

Segundo a diretora de mercado da distribuidora, Micheline Luna, o novo limite incluirá 400 mil pessoas à modalidade, totalizando 840 mil clientes com essa possibilidade, um aumento de 94% da base anterior.

FONTE: https://www.programadorochinha.com.br/2022/08/enel-amplia-valor-da-tarifa-minima-das.html

quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Fortaleza tem a terceira tarifa de ônibus mais barata entre as capitais do Brasil

Passagem em ônibus do transporte coletivo custa R$ 3,60 na capital cearense, mesmo valor cobrado em Belém, no Pará. Considerando apenas as capitais nordestinas, Fortaleza tem o segundo menor preço.

POR G1 GE - Fortaleza tem a terceira tarifa de ônibus mais barata entre as capitais do Brasil, com valor de R$ 3,60. Considerando apenas as capitais nordestina, Fortaleza tem segundo menor valor, atrás apenas de Maceió, onde o valor cobrado é R$ 3,35. (Veja tabela abaixo). Os dados são de um levantamento do g1 com os órgãos de trânsito de cada cidade.

O reajuste mais recente da passagem de ônibus em Fortaleza ocorreu em janeiro de 2019, quando o preço da tarifa subiu de R$ 3,40 para R$ 3,60; e a tarifa estudantil, de R$ 1,50 para R$ 1,60.

No topo do ranking nacional, Brasília tem a tarifa mais cara: R$ 5,50; enquanto Maceió tem a mais barata - R$ 3,35.

Qual o valor das tarifas de ônibus mais populares em cada capital?

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sábado, 27 de abril de 2019

Bandeira tarifária em maio será amarela, com elevação da conta de luz

A tarifa prevê um custo adicional de R$ 1,00 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido
Na bandeira verde, não há cobrança de taxa extra. No primeiro
nível da bandeira vermelha, o adicional é de R$ 3,00 a cada
 100 kWh. E no segundo nível da bandeira vermelha,
a cobrança é de R$ 5,00 a cada 100 kWh.Foto: Helene Santos
As contas de luz vão ficar mais caras em maio. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu que a bandeira tarifária de maio será amarela, o que implicará um custo adicional de R$ 1,00 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido. De dezembro até abril, estava em vigor a bandeira verde, em que não há cobrança de taxa extra.

As duas variáveis que definem o sistema de bandeiras tarifárias são o preço da energia no mercado de curto prazo (PLD) e o nível dos reservatórios das hidrelétricas, medido pelo indicador de risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês).

"Maio é o mês de início da estação seca nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN). Embora a previsão hidrológica para o mês indique tendência de vazões próximas à média histórica, o patamar da produção hidrelétrica já reflete a diminuição das chuvas, o que eleva o risco hidrológico (GSF) e motiva o acionamento da bandeira amarela", diz nota divulgada pela Aneel.

Com relação ao PLD, a Aneel avalia que, diante da perspectiva de que as afluências aos principais reservatórios fiquem perto da média, o PLD deve permanecer próximo ao registrado nos últimos meses.

Escala

Na bandeira verde, não há cobrança de taxa extra. Na bandeira amarela, a taxa extra é de R$ 1,00 a cada 100 kWh consumidos. No primeiro nível da bandeira vermelha, o adicional é de R$ 3,00 a cada 100 kWh. E no segundo nível da bandeira vermelha, a cobrança é de R$ 5,00 a cada 100 kWh.

O sistema indica o custo da energia gerada para possibilitar o uso consciente de energia. Antes das bandeiras, o custo da energia era repassado às tarifas no reajuste anual de cada empresa, e tinha a incidência da taxa básica de juros. A Aneel deve anunciar a bandeira tarifária que vai vigorar em junho no dia 31 de maio.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Ministério da Fazenda autoriza reajuste de 7,48% em tarifas dos Correios

Foto: Reprodução
POR RADAR BAHIA - Nesta quinta-feira (13), o Ministério da Fazenda publicou  portaria que autoriza reajuste nas tarifas de serviços postais e telegráficos dos Correios. No entanto, para entrar em vigor, a medida depende da publicação de portaria do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Conforme o comunicado dos Correios, o reajuste médio será de 7,48% para serviços nacionais e internacionais. 
 
Com o aumento, a carta não comercial de até 20 gramas passará de R$ 1,15 para R$ 1,23. A tarifa do telegrama nacional redigido pela internet irá de R$ 7,07 para R$ 7,60 por página. O preço da Carta Social, destinada aos beneficiários do programa Bolsa Família, permanecerá inalterado em R$ 0,01. 
As novas tarifas não se aplicam ao segmento de encomendas (PAC e Sedex) e marketing direto. 
 
Os serviços dos Correios são reajustados anualmente com base na recomposição dos custos repassados à estatal, como aumento dos preços dos combustíveis, contratos de aluguel, transportes, vigilância, limpeza e salários dos empregados. 
 
As tarifas são atualizadas com base no Índice de Serviços Postais (ISP). O indicador é formado a partir de uma cesta de índices (INPC, IPCA, IPCA Saúde, IPCA Transportes e IGP-M), ponderada pela participação dos grupos de despesas da empresa.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Supremo confirma cobrança do ICMS na tarifa de telefonia

Por Jornal do Brasil
O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou nesta quinta-feira (13) que o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) pode ser cobrado na tarifa de assinatura básica de telefonia. O imposto é recolhido pelas empresas de telefonia na fatura mensal de cobrança.
A questão chegou à Corte por meio de um recurso do governo do Rio Grande do Sul, que recorreu de uma decisão da Justiça gaúcha. No julgamento, o Tribunal de Justiça entendeu que o serviço de assinatura básica oferecido pelas operadoras aos consumidores não pode sofrer incidência do ICMS por tratar-se de um serviço complementar.
Por 7 votos a 2, seguindo voto do relator, ministro Teori Zavascki, o Supremo entendeu que a assinatura básica faz parte da prestação do serviço de telefonia e, dessa forma, o imposto deve ser cobrado. Votaram com o relator os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Dias Toffoli, Marco Aurélio e Cármen Lúcia.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Cagece disponibiliza guia sobre a nova meta da Tarifa de Contingência



A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) disponibiliza a partir dessa segunda-feira (29) guia de perguntas e respostas sobre a revisão da meta de consumo para aplicação da tarifa de contingência. O material, disponível para download no site da companhia e nas redes sociais, tem por objetivo orientar a população sobre a nova meta de consumo de água, além de sensibilizar para o esforço realizado no percurso, tratamento e distribuição da água que abastece Fortaleza e municípios da Região Metropolitana. O material também será entregue impresso em órgãos de defesa do consumidor, grandes clientes e jornalistas.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Tarifa de energia pode cair após retirada de R$ 1 bilhão de fundo setorial


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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta terça-feira retirar R$ 1,094 bilhão do orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) deste ano. Com a decisão, o valor da cota da CDE paga pelos consumidores passa de R$ 12,9 bilhões para R$ 11,8 bilhões. Segundo a Aneel, a mudança poderá resultar na redução de cerca de 1% nas tarifas de energia. O valor será calculado nos reajustes das tarifas que acontecem durante o ano para cada distribuidora.
A mudança foi feita a pedido da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace) e da Light, que pediram a exclusão dos recursos de financiamento da Reserva Geral de Reversão (RGR) do orçamento da CDE de 2016, alegando que o custeio da RGR com recursos provenientes da CDE é ilegal.

domingo, 20 de março de 2016

Tarifa de táxi fica mais cara a partir deste domingo em Fortaleza

Táxi na ChuvaNa foto: Frota de TáxisFoto: Deivyson Teixeira, em 25/01/2011
CEARÁ AGORA

Quem é acostumado a andar de táxi, em Fortaleza, vai começar a pagar mais pela corrida a partir de zero hora deste domingo. Nove meses após o último reajuste, a tarifa de táxi vai ser reajustada em 11,74%, percentual superior à inflação de todo o ano de 2015, que ficou em 10,71%, de acordo com o Banco Central. O reajuste foi publicado no Diário Oficial do Município e a partir deste domingo os taxistas passarão a utilizar uma tabela até que os taxímetros sejam aferidos com os novos valores.
Os taxistas haviam pedido à Prefeitura de Fortaleza um reajuste de 15%, mas tiveram atendido pela Empresa Transporte Urbano (Etufor) o aumento de 11,74%.
Fortaleza conta atualmente com uma frota de 4.882 táxis. O último reajuste das tarifas de táxi, em Fortaleza, ocorreu em junho de 2015, num percentual de 6,5%, quando o valor do taxímetro passou de R$ 4,00 para R$ 4,26.  O quilômetro rodado na bandeira 1 de segunda a sexta-feira, das 6h até 20h e sábado a partir de 13h, passou de R$ 2,00 para R$ 2,13. Já na bandeira 2, nos dias úteis, de 20h às 6h; sábados a partir de 13h; domingos e feriados  de R$ 3,00 para R$ 3,20.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Tarifa de energia continuará com bandeira vermelha em dezembro

O consumidor está pagando mais caro pela energia desde o início do ano

ECONOMIA EM ALTA



A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira, 27, que a bandeira tarifária válida para o mês de dezembro continuará sendo de cor vermelha. A bandeira vermelha implica em um acréscimo de R$ 4,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia consumidos em todos os Estados do País, exceto Amapá e Roraima, que ainda não estão conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

O consumidor está pagando mais caro pela energia desde o início do ano. A bandeira vermelha representa a existência de condições mais adversas para a geração elétrica no País. Há ainda a bandeira amarela, quando a cobrança adicional é de R$ 2,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, e a verde, sem custo adicional para o consumidor. Desde janeiro, contudo, foi mantida a cor vermelha.
O sistema de bandeiras tarifárias, implementado com o intuito de alertar o consumidor a respeito do custo corrente de geração, além de dividir com ele esse custo, já passou por duas correções de valores desde janeiro, quando foi implementado. O valor adicional cobrado na bandeira vermelha foi estabelecido inicialmente em R$ 3 para cada 100 kWh. A partir de março, três meses depois do início da cobrança, o preço foi elevado para R$ 5,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidos com bandeira vermelha. Em setembro, o valor implícito na bandeira vermelha caiu para R$ 4,50 por cada 100 kWh consumidos. Com informações do Estadão Conteúdo.
FONTE: Notícias ao Minuto

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Preços de serviços bancários aumentaram acima da inflação

TARIFAS AVULSAS

| 20.05.2015

Valor dos pacotes de serviços e tarifas avulsas dos seis maiores bancos do País foi avaliado pelo Idec. Segundo o Instituto, reajustes muito acima da inflação são abusivos e sem justificativas do ponto de vista da prestação do serviço.


Não é só nos alimentos que o consumidor tem que ficar atento antes da compra. Os serviços também estão sendo onerados e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) fez um levantamento que constatou altas substaciais nos valores dos serviços bancários. Conforme o Idec, no último ano, os bancos reajustaram os valores das tarifas avulsas e dos pacotes de serviços bem acima da inflação.
 
Isso significa que o consumidor está pagando muito mais caro para utilizar serviços como, extratos, saques, transferências, folhas de cheques, consultas, etc. Segundo pesquisa do Idec , publicada na edição de maio da Revista do Idec, o aumento chega a 136% entre serviços avulsos e 75,2% entre os pacotes analisados.

domingo, 28 de setembro de 2014

Valor médio do bilhete ficou 4,7% mais caro

APÓS 10 ANOS DE REDUÇÃO

Valor médio do bilhete ficou 4,7% mais caro

28.09.2014

O valor da passagem passou de R$ 326,36 para R$ 341,56, entre o segundo semestre de 2012 e do ano passado

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As passagens aéreas, como observou o economista Alex Araújo, estão entre os itens que mais puxaram a inflação de 2014 para cima em todo o Brasil
FOTO: JOSE MARIA MELO
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Depois de anos viajando de ônibus para visitar os parentes em Belém do Pará, Alzenir Colaço realizou sonho e foi ao Norte de avião em fevereiro deste ano
Quem viaja de avião com frequência pelo Brasil sabe que, independentemente do trecho e do horário escolhidos, os voos domésticos estão quase sempre lotados. A grande demanda está relacionada ao aumento da renda da população brasileira e à redução do preço médio das passagens aéreas nos últimos dez anos. Entretanto, após uma década de forte queda nos valores dos bilhetes, o setor vem passando por ajustes: os preços ficaram mais caros e a oferta de voos diminuiu.
Segundo dados do último Relatório de Tarifas Aéreas Domésticas, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o preço médio das passagens no segundo semestre de 2013 registrou, em termos reais, alta de 4,7% frente a igual período de 2012.
A tarifa saiu de R$ 326,36 para R$ 341,56. Trata-se do terceiro semestre consecutivo em que o indicador registra variação positiva, após sete semestres de queda. A oferta doméstica também apresentou queda 0,2%, ao passo que a demanda pelo transporte aéreo teve alta de 2,3%.
Impactos
O relatório observa que a valorização do dólar em relação ao real, desde o segundo semestre de 2011, e a alta histórica do preço do barril de petróleo vêm impactando o transporte aéreo, por serem diretamente relacionadas aos custos com combustível, arrendamento, manutenção e seguro de aeronaves. Esses custos, por exemplo, representaram 55% das despesas de voo totais da indústria no primeiro semestre do ano passado.
O preço médio do barril de petróleo no segundo semestre de 2013 foi de US$ 105,93, um incremento de 3,5% em relação a igual período de 2012 (US$ 102,34). De acordo com a Anac, o setor vem registrando prejuízos bilionários desde 2011. Os ajustes de tarifas e de oferta, que têm sido realizados pela própria indústria, representam uma adequação às atuais condições de mercado, com vistas a recuperar a sustentabilidade e assegurar a continuidade dos serviços.
Comportamento
Para o economista Alex Araújo, neste semestre, o preço médio das passagens aéreas no Brasil poderá apresentar nova alta frente a igual período de 2013, influenciada pelos mesmos fatores. O dólar continua valorizado frente ao real, e o preço médio do barril de petróleo deverá ficar estável. Araújo lembra que as passagens aéreas estão entre os itens que mais puxaram a inflação de 2014 no País.
Na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), por exemplo, os bilhetes ficaram 22,12% mais caros em agosto, no topo do ranking, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
"As companhias aéreas gastam muito com combustível e manutenção das aeronaves. O mercado de aviação civil brasileiro é muito dinâmico. Se a gente notar, nos últimos 20 anos, diversas empresas quebraram e outras surgiram. É preciso muito investimento para entrar e se manter nesse mercado", frisa o economista, destacando que as empresas vivem constantemente buscando um equilíbrio econômico. "Em cada voo, há um número mínimo de assentos a ser vendido para que a operação seja viabilizada economicamente", completa.
Ascensão social impulsionou setor
Anos depois de descobrir o avião como um meio de transporte financeiramente possível, a classe C brasileira já o tem como recorrente e até como preferido. Afinal, o que é bom não se esquece e muito menos se deixa de lado, como bem lembra a agricultora Alzenir Colaço, 45. No ano em que o Ministério do Turismo (MTur) previu um aumento de 17,9% na intenção de voar pela população que mais ascendeu socialmente, Alzenir fez a primeira viajem de avião, no último mês de fevereiro, depois de eras pegando estradas para visitar a família no Pará. Hoje, não quer saber mais de andar de ônibus.
"Se eu puder, agora, vou toda a vida de avião. Foi um sonho realizado pra mim, é muito rápido e confortável", conta animada, ainda alheia às cadeiras apertadas, à falta de pontualidade e demais reclames daqueles que fazem uso deste tipo de transporte com mais frequência.
Alzenir atentou que voar seria mais vantajoso quando a sobrinha a alertou sobre as tarifas promocionais dos bilhetes, o que tornou a viagem de avião bem mais em conta financeiramente que passar dois dias inteiros dentro de um ônibus, tendo ainda de gastar com alimentação e outras eventuais despesas pelas estradas entre Fortaleza e Belém do Pará. A compra foi feita pela Internet, o que possibilitou a parte das irmãs combinar os dias que passariam juntas e, assim, irem e voltarem nos mesmos voos.
Mais passeios
Na companhia das irmãs e também da mãe, a agricultora passou sete dias na casa de parentes e já planeja uma nova visita ao mesmo destino. "Não tenho vontade de ir para outro canto, não. Não conheço ninguém. Vou para lá (Belém) porque tenho uma irmã e ficamos na casa dela", conta. Da próxima vez, se os planos de Alzenir derem certo, quem deve acompanhá-la nas poltronas do avião rumo ao Norte do País é o marido, também agricultor.
Preço importa e é crucial
Sabe-se que a compra com antecedência das passagens é uma orientação feita por todas as companhias aéreas aos clientes que buscam economizar. Quanto mais próxima a data da viagem e quanto menor a taxa de ocupação de voo, maior será o valor do trecho. E Alzenir já está atenta a isso.
"Tem que ver as passagens antes. Um tempo desse até vi uma (passagem) barata, mas não tinha quem fosse comigo e desisti", observa com prontidão sobre o principal e mais importante motivo que a fez largar o ônibus pelo avião: o preço.
Apesar de viver apenas com o marido depois que os dois filhos casaram e foram viver com as esposas na Capital cearense, Alzenir ressalta que não pode fazer extravagâncias nas despesas da família. Atualmente, está construindo uma casa no município de Ocara, localizado no Norte do Estado, o que a impede de gastar mais que o necessário.
É lá de Ocara que ela e o marido cultivam milho e feijão para o sustento dos dois, Com a renda, puderam pagar as parcelas da passagem que levou Alzenir ao Pará. O parcelamento, inclusive, foi o diferencial para a agricultora. "Quando terminou, eu já estava com vontade de viajar de novo. Minhas irmãs ficaram até brincando comigo, dizendo que eu tava muito avexada para viajar. Ora, se eu pudesse, vivia viajando", conta. (AOL)
Fluxo subiu 30,5% em quatro anos
Quem passou a viajar nos últimos quatro anos e, principalmente, quem já frequentava os aeroportos nordestinos antes e durante esse tempo vivenciou o que a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) apresenta em números mensalmente. Nesse intervalo de tempo, só no Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, o fluxo de passageiros cresceu de 3,2 milhões de pessoas para 4,28 milhões, o que representou um aumento de 30,56% no período.
Ao comparar o chamado movimento operacional de passageiros levantado pela Infraero em agosto de 2010, com a soma de embarcados e desembarcados contabilizada pela estatal para igual período deste ano, o terminal que mais teve expansão foi o de Teresina (58%), seguido por Aracaju (52,41%). Ou seja, duas das menores capitais do Nordeste foram responsáveis pelo maior aumento do número de passageiros.
Média de 20% nas demais
Nos já balados destinos, a média de crescimento no fluxo de pessoas girou em torno de 20%, como em Salvador, que passou de 4,99 milhões para 5,96 milhões de passageiros e fechou o período com alta de 19,33%. O mesmo aconteceu com Recife, que saltou de 3,85 milhões para 4,72 milhões, um incremento de 22,58%. João Pessoa chegou a ter uma expansão de 38,81% em quatro anos na movimentação de passageiros. Em São Luís e Maceió, os crescimentos foram de 39,98% e 30,63%, respectivamente. O único que apresentou retração no número de passageiros foi o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Natal, com queda de 34,18%. (AOL)
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FONTE:
DIÁRIO DO NORDESTE

sábado, 18 de janeiro de 2014

Mesmo com tarifa teto, voos na Copa continuam caros

CONCORRÊNCIA

Mesmo com tarifa teto, voos na Copa continuam caros

18.01.2014

Decisão de Avianca e Azul de fixar em R$ 999 o trecho das passagens na Copa não fez preços de Tam e Gol baixarem
Nos últimos dias, as companhia aéreas Azul e Avianca decidiram adotar a tarifa teto de R$ 999 para trechos realizados entre 12 de junho e 13 de julho, durante a Copa do Mundo. Mas, parece que os consumidores que optarem por voos da Azul durante o evento esportivo não terão muitas opções diferentes do valor máximo estipulado, mesmo comprando a passagem com meses de antecedência.

Principal dica para os torcedores que visam ir aos jogos da Copa do Mundo é começar, desde já, conferir os preços dos trechos para as cidades onde as partidas devem acontecer Foto:Rodrigo Carvalho

Quem mora no Nordeste e quiser assistir ao jogo de abertura do campeonato, entre Brasil e Croácia, em São Paulo, dificilmente encontrará preços inferiores a R$ 999. Na manhã de ontem, a reportagem consultou o site da Azul para verificar os valores dos trechos de ida da região para a capital paulista em 11 de junho. O jogo acontecerá no dia seguinte, às 17 horas, na Arena Corinthians.

Das nove capitais nordestinas, apenas Fortaleza e Salvador têm voos da Azul com tarifas abaixo do teto anunciado pela companhia. No Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, estão previstos cinco embarques para São Paulo no dia 11 de junho. Destes, apenas um custa R$ 839, e os outros R$ 999. Já em Salvador, os preços variam de R$ 507,90 a R$ 959,90.

No site da Avianca, que também fixou tarifa-teto de R$ 999, o consumidor ainda consegue encontrar melhores opções para o dia 11 de junho.

Os valores vão de R$ 564 (Salvador/São Paulo) e R$ 859 (Recife/São Paulo e João Pessoa/São Paulo). De Fortaleza até a capital paulista, o consumidor pagará R$ 789.

Pesquisa
Como destaca o especialista em direito do consumidor do escritório Siqueira Castro Advogados, Rubens Krischke, a adoção de uma tarifa-teto nem sempre significa que a companhia oferecerá aos clientes bilhetes com preços mais acessíveis.

"O consumidor precisa ficar em alerta e procurar as melhores ofertas antes de efetuar a compra da passagem. Quanto mais cedo ele se programar, maiores são as chances de encontrar valores vantajosos", diz Krischke, destacando que o consumidor está cada vez mais consciente de seus direitos.

O especialista lembra que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou, na última quinta-feira (16), 1.973 voos no período da Copa do Mundo, número que representa um aumento de 1% em relação à malha aérea vigente no Brasil. "A expectativa é que, com uma quantidade maior de voos, a livre concorrência entre as companhias, gerando vantagens para o consumidor que pesquisar", acrescenta.

Gol e Tam
Até agora, Gol e Tam não anunciaram tarifa-teto para os voos realizados na época da Copa do Mundo de 2014, embora já tenham mostrado desconforto com a decisão das companhias concorrentes. O consumidor que comparar os valores atuais das duas companhias encontrará variações consideráveis.

Por enquanto, para quem mora no Nordeste e pensa em viajar para assistir a jogos da seleção brasileira e economizar dinheiro, é mais vantajoso escolher a Tam ou Avianca. Levando em consideração as tarifas das quatro companhias para o dia11 de junho, os valores oscilam de 30,9% a 139,2%.

No site da Gol, a maioria das passagens das capitais nordestinas para São Paulo, com saída para a mesma data, vale R$ 1.299. Apenas os trechos Salvador/São Paulo (R$ 819) e Aracaju/São Paulo (R$ 1.299) apresentam preços diferenciados.

Na Tam, os valores dos bilhetes entre aéreos variam de R$ 491 a R$ 992, conforme informações do site da companhia, apuradas na manhã de ontem.

Vale destacar que os preços levados em consideração pela reportagem são referentes apenas aos trechos de ida, das capitais nordestinas para São Paulo, no dia 11 de junho. Por isso, a pesquisa nos sites das empresas aéreas é fundamental para o consumidor que busca economizar ao máximo, seja em viagens para ver partidas da seleção brasileira ou dos demais times.

Raone SaraivaRepórter

Mudanças na malha podem cancelar rotas no País

São Paulo.
 As mudanças na malha aérea do país, anunciadas ontem pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), podem causar cancelamentos de voos entre 6 de junho e 20 de julho - uma semana antes do início e uma semana depois do término da Copa do Mundo. Com as empresas aéreas reforçando as rotas dos jogos, alterações devem ocorrer sobretudo nos trechos fora das cidades-sede. Isso deve afetar os consumidores que compraram passagens para esses trechos durante o torneio.

Segundo a Abear (Associação das Empresas Aéreas), os voos nesses trajetos não devem ser interrompidos, mas sair com menor frequência.

"Em um cancelamento a empresa é obrigada, pela resolução 141 da Anac, a informar o consumidor assim que souber da alteração", diz o assessor-chefe do Procon-SP, Renan Ferraciolli.

No entanto, a empresa tem até 24 horas antes do voo para avisar do cancelamento sem ser punida. O prazo normal, de 72 horas, foi alterado pela Anac para a Copa. Ele afirma que a empresa deve oferecer as opções estabelecidas pela resolução: reembolso imediato, reacomodação em voo próprio ou de outra empresa na primeira oportunidade -ou em horário e data escolhidos pelo cliente.





FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Competição irá regular as tarifas, prevê BC

CELULAR

Competição irá regular as tarifas, prevê BC

14.11.2013

Brasília. O Banco Central avalia que a competição entre as empresas que oferecem meios de pagamento, como operadoras de cartões e de celular, será suficiente para garantir que o governo não precise intervir na fixação das tarifas. A afirmação é do diretor de Política Monetária do BC, Aldo Mendes.

Desde a semana passada, a instituição ganhou poderes para fiscalizar todas as empresas que ofereçam instrumentos de pagamentos, mesmo que não sejam do setor bancário.

"Ao estimular a competição, a gente espera que não seja preciso lançar mão de preceitos legais como esse de disciplinar tarifas".

Aldo Mendes afirmou também que o BC pode estabelecer regras de "interoperabilidade" entre os novos meios de pagamento, garantindo que serviços de diferentes operadoras e bancos se comuniquem.

Redução de riscos
Para o Banco Central, a nova legislação vai induzir investimentos nesse setor. Antes, segundo ele, havia riscos para o usuário, com a possibilidade de oferta de serviço por "oportunistas" e empresas não qualificadas. Agora, é necessário autorização do governo para ofertar este tipo de serviço.

As empresas precisam cumprir uma série de exigências, entre elas, manter o dinheiro do cliente depositado em uma "conta de pagamento", que pela lei está protegida contra risco de falência.

O diretor destacou também que a falta de clareza nas regras era um entrave aos investimentos das empresas nessa área.

Mendes reafirmou que um dos principais objetivos do governo com a nova legislação é aumentar a inclusão financeira, principalmente com a possibilidade de pagamento por aparelhos móveis, como celulares.

A expectativa é que várias empresas ofereçam serviços de pagamentos por meio de mensagens de texto (SMS).

FONTE:
DIÁRIO DO NORDESTE

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Tarifa da passagem de ônibus volta a ser R$ 2, após decisão da Justiça

A passagem de ônibus em Fortaleza deve voltar a ser R$ 2. O Desembargador José Arísio Lopes da Costa acatou o pedido da Prefeitura de Fortaleza e deferiu, na tarde desta quarta-feira, 12, a suspensão do reajuste da tarifa de ônibus. O aumento foi ocasionado por processo judicial movido pelo Sindiônibus. Com a decisão de hoje, o valor da passagem de ônibus inteira volta a ser R$ 2,00 e a meia R$ 1,00, a partir de 0h, desta quinta-feira, 13.

Na última terça-feira, 11, a Prefeitura recorreu da decisão que autorizou o aumento. De acordo com documento publicado hoje pelo TJCE, é caso de suspensão. "Vê-se que a guerreada tutela antecipada afrontou interesse público quando autorizou a majoração da tarifa cobrada pelo uso do trasporte público em R$ 0,25, o que redundou em prejuízo econômico a um grande universo de usuários, causando um cenário inusitado".

Segundo o Procurador Geral do Município, Martônio Mont'Alverne, existe uma lei, de 14 de setembro de 2005, que obriga a divulgação do reajuste da tarifa à população com uma antecedência mínima de 10 dias, o que não estava previsto na liminar.

Redação O POVO Online 


FONTE: http://www.opovo.com.br/app/fortaleza/2012/12/12/noticiafortaleza,2970446/tarifa-da-passagem-de-onibus-volta-a-ser-r-2.shtml


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