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sábado, 21 de novembro de 2020

Carrefour diz que 20 de novembro foi o dia mais triste de sua história, e presidente global ordena revisão de treinamento dos funcionários

Rede no Brasil divulgou nota prometendo apoio aos familiares de João Alberto Silveira Freitas, morto por seguranças brancos em Carrefour de Porto Alegre

POR G1 - O presidente global do Grupo Carrefour, Alexandre Bompard, se pronunciou dizendo que a morte de João Alberto Silveira Freitas foi um "ato horrível" e que repudia a intolerância. João Alberto, cidadão negro, foi espancado e morto por dois seguranças brancos em uma loja Carrefour em Porto Alegre (RS), na última quinta-feira (19), véspera do Dia da Consciência Negra.

Em uma rede social, na última sexta (20) Bompard pediu para que a rede de supermercados no Brasil faça “uma revisão completa das ações de treinamento dos colaboradores e de terceiros, no que diz respeito à segurança, respeito à diversidade e dos valores de respeito e repúdio à intolerância”.

Ele informou que esta revisão será acompanhada de um plano de ação definido por empresas externas para garantir independência no trabalho.

Bompard também informou ter pedido para que as equipes do grupo no Brasil colaborem com a Justiça e as autoridades para que “os fatos deste ato horrível sejam trazidos à luz”.

CONTINUE LENDO EM: https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/11/21/apos-morte-de-joao-alberto-presidente-do-carrefour-pede-que-rede-no-brasil-revise-treinamentos-de-seguranca.ghtml

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Agora dá para fazer pagamentos com o seu Android

Por Olhar Digital
O Google anunciou hoje a chegada do Android Pay, seu sistema de pagamentos pelo celular, ao Brasil. O sistema permite que os aparelhos substituam os cartões de crédito para pagamentos. De acordo com a empresa, o Brasil é o 17º país a receber o recurso, e o primeiro da América Latina.
O Android Pay é um aplicativo que já está disponível na Play Store, loja de apps do Android, que permite a realização de compras com o celular em lojas físicas. É possível inserir as informações de cartão de crédito no app e, a partir daí, o usuário consegue usar o celular para realizar pagamentos nas maquininhas de cartões.
Como funciona
Lojistas podem usar qualquer maquininha de cartão com recurso NFC e inserir o valor. Em seguida, o usuário destrava o celular e aproxima-o da maquininha. Assim que os dois dispositivos se reconhecem, o pagamento é realizado. Naturalmente, é necessário que o celular do usuário tenha o recurso NFC também.
Na hora de realizar as transações, o app não usa o número real do cartão de crédito do usuário, mas um número virtual gerado na hora e validado pelo banco. Esse recurso acrescenta uma camada extra de segurança às transações, evitando clonagens e roubos dos dados do cartão. Caso o usuário perca o celular, ele pode realizar remotamente o bloqueio dos dados do aplicativo.
Nas lojas em que o recurso estiver disponível, será possível pagar simplesmente aproximando o celular da maquininha, o que agiliza o processo. Esse aplicativo também facilita a realização de pagamentos para compras feitas pela internet, uma vez que ele já armazena as informações do cartão de crédito do usuário.
O recurso chega ao país por meio de parcerias com fabricantes de smartphones (Sony, Motorola e LG), lojas (Carrefour, Kalunga, Drogasil, entre outras) e bancos (Banco do Brasil, Caixa Econômica, Banco Neon, entre outros). Os parceiros deverão ser os primeiros a implementar os recursos para seus clientes. Embora a Samsung tenha uma solução semelhante, o Samsung Pay, o Android Pay funcionará em smartphones Samsung também.
Novo meio de pagamento

sábado, 1 de julho de 2017

Cuidado: novo golpe no WhatsApp promete falso emprego no Carrefour

(Foto: Reprodução)
Os usuários do WhatsApp precisam ficar mais uma vez atentos. Um novo golpe no aplicativo promete participação em um falso processo seletivo da rede de supermercados Carrefour para infectar o celular da vítima ou realizar cobranças indevidas através de SMS.
De acordo com a PSafe, em menos de 24 horas, mais de 200 mil pessoas já compartilharam a falsa promessa. “O número de acessos desse golpe não para de crescer, com média de 10 mil cliques por hora, devido à rápida disseminação via WhatsApp”, comenta Emilio Simoni, gerente de Segurança da PSafe.
O golpe funciona da seguinte forma: a vítima recebe um link pelo aplicativo, alertando que a rede de supermercados está contratando profissionais com urgência, sem necessidade de ter experiência e para início imediato. Ao acessar o endereço para checar as vagas disponíveis, é solicitado que o usuário responda a três perguntas para poder se candidatar.
Independentemente das respostas fornecidas, a vítima é encaminhada para uma nova página na qual alega que, para poder agendar a suposta entrevista de emprego, a pessoa deve compartilhar o link com 15 amigos via WhatsApp, para que possam “preencher o mais rápido possível as vagas”. 
Após o compartilhamento, o usuário é encaminhado para se cadastrar em serviços de SMS pago – que efetuam cobranças indevidas – ou baixar apps falsos, que podem infectar o smartphone. O ataque ainda conta com comentários de falsos usuários alegando que conseguiram a vaga de emprego, com o intuito de validar o golpe.
Para não cair nesse tipo de golpes, os usuários devem sempre consultar as páginas oficiais de empresas para se certificarem que se trata de uma oportunidade verídica. Além de evitar abrir links suspeitos e manter um antivírus instalado no celular.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Após polêmica com etiquetas, Carrefour volta atrás e altera cartazes

© Reprodução Twitter
Os adesivos possuíam o valor da unidade do litro e quilo em letras grandes e o real preço bem escondido
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Após reclamações em redes sociais e notificações do Procon-SP sobre etiquetas que possuíam o valor da unidade do litro e quilo em letras grandes e o real preço bem escondido, o Carrefour decidiu retirar os cartazes e colocar novos adesivos.

O garçom Emerson Ferreira Neto, de 53 anos, disse que se sentiu prejudicado com o anúncio enganoso. "Eu vi a matéria, isso é um absurdo. Eu sempre fico de olho, sou ligeiro com isso, mas já caí uma vez, acabou passando, e com um desse igual da foto, um amaciante. Espero que não voltem a enganar a gente, né?", declarou ao UOL.
Uma usuária do Twitter denunciou, no último sábado (27), a rede de supermercados em um post que viralizou. Na publicação, mostra que o supermercado escreveu o valor da unidade do litro e do quilo em letras grandes - já o preço real ficou bem escondidinho, em letras miúdas.
Ainda de acordo com a reportagem, mesmo com a notificação do Procon, o Carrefour ainda tem como pagar pela propaganda enganosa e levar multa que pode chegar a R$ 9 milhões

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Ex-funcionária do Carrefour que era chamada de ‘sapatona’ diz que quase virou mendiga



Marcela Sorosini

Ex-funcionária do Carrefour será indenizada após sofrer perseguições no ambiente de trabalho

Maria Miralda da Silva, de 53 anos, diz que passou dez anos sofrendo discriminação e sendo chamada de ‘sapatona’ por colegas de trabalho numa unidade do supermercado Carrefour em Brasília. Por causa do preconceito sofrido, a mulher - que não é homossexual - acabou com sintomas de depressão, foi afastada da empresa e entrou com uma ação trabalhista. A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou a empresa a indenizar a ex-funcionária em R$ 15 mil por danos morais por não coibir essa conduta. A funcionária vai receber ainda mais R$ 40 mil referentes a danos materiais e verbas rescisórias.

- Fiquei dez anos sofrendo preconceito. As pessoas não se aproximavam de mim e só me chamavam de sapatona. Eu acabei adoecendo. Depois que sai de lá, quase virei mendiga. Não tinha dinheiro nem para comprar comida - explica moradora de Ceilândia (DF).

Ela explica que trabalhava como recepcionista e operadora de caixa, recebendo um salário de R$ 905,12, e sofria com o ambiente hostil.

- Se eu sentava numa mesa do refeitório, ninguém se aproximava. Todo mundo ficava comentando esse boato que eu não sei como surgiu.

O advogado da ex-funcionária, André Santos, explica que a cliente ainda está muito abalada e que eles ainda não sabem se vão recorrer da decisão do TST, já que as instâncias inferiores haviam determinado o pagamento de R$ 50 mil por danos morais.

- Ela ainda está muito abalada e nunca mais conseguiu emprego. Ela não consegue se recuperar, pois sua saúde está muito debilitada.

Nos processos, a mulher afirmou que, por ser solteira, uma tesoureira da empresa passou a chamá-la de "sapatona", apelido que acabou sendo adotado por outros colegas ao se referirem a ela. Por causa do ambiente de trabalho cada vez mais hostil, ela começou a ter sintomas de depressão e precisou até ser afastada de suas atividades por um ano. Ao retornar ao trabalho, os ataques continuaram, mas a empresa não teria feito nada para acabar com essa situação.

O Carrefour, por meio de nota, disse que não comenta processos em andamento, mas reitera seu compromisso em respeitar e cumprir a legislação trabalhista, além de proporcionar condições adequadas de trabalho a todos os seus colaboradores: 'A empresa informa que todos os seus funcionários recebem uma formação, que abrange as diretrizes do Código de Conduta para os Negócios do Carrefour, onde são orientados, entre outros pontos, que todas as formas de discriminação ou assédios, qualquer que seja a sua natureza, não são toleradas. Os colaboradores são instruídos a agir de madeira responsável e respeitando as regras da companhia'.


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/economia/ex-funcionaria-do-carrefour-que-era-chamada-de-sapatona-diz-que-quase-virou-mendiga-8097879.html#ixzz2QIFrJJe7


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