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Em O Renascimento do Parto 2, público percebe que o ato de parir ainda está longe de ser humanizado no Brasil, país líder em número de cesarianas no mundo
Em O Renascimento do Parto 2, público percebe que o ato de parir ainda está longe de ser humanizado no Brasil, país líder em número de cesarianas no mundo
Num país que é líder no mundo em partos do tipo cesariana (55% no sistema público e 90% no privado), o apelo do documentário O Renascimento do Parto 2 é pelo mínimo de intervenções médicas na sala de cirurgia. Quanto mais natural, melhor, o que inclui aí o repensar das variações de violências obstétricas ainda muito praticadas.
Se no primeiro filme dirigido por Eduardo Chauvet, em 2013, o foco estava no contraponto entre os riscos da cesárea eletiva aos benefícios do parto natural, nesse o tema ganha contorno de denúncia. Cortes desnecessários, incentivos ofensivos e machistas, abordagens e manipulações violentas... O impacto chega no público logo no início: a primeira cena parece muito uma reanimação por massagem cardíaca. Mas não é nada disso.
Se no primeiro filme dirigido por Eduardo Chauvet, em 2013, o foco estava no contraponto entre os riscos da cesárea eletiva aos benefícios do parto natural, nesse o tema ganha contorno de denúncia. Cortes desnecessários, incentivos ofensivos e machistas, abordagens e manipulações violentas... O impacto chega no público logo no início: a primeira cena parece muito uma reanimação por massagem cardíaca. Mas não é nada disso.
