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quinta-feira, 23 de maio de 2019

Mãe de três filhos transmite ao vivo o nascimento de seu bebê feito em casa, assista!

Mãe de três filhos transmite ao vivo o nascimento de seu bebê feito em casa, assista!
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Uma mãe de três filhos transmite ao vivo seu nascimento em casa sem assistência, dando à luz apenas trinta e cinco minutos após o início do surpreendente vídeo.

Kara Baker, 28, um cuidador do Missouri, que compartilha as crianças Brylie, 4, Barrett, 3, e Ash, 15 meses, com seu marido especialista em TI, Bryce, 38 anos, contou como ela tomou a decisão de trabalhar sofrendo um parto traumático com seu primogênito.

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Falando exclusivamente à FEMAIL, a mãe de três filhos admitiu que ficou tão aterrorizada com a experiência e perturbada por ter que pagar uma conta médica de US $ 40.000, decidiu abrir mão de hospitais e centros de parto para dar à luz apenas o marido. do lado dela.
Preocupada em controlar o nascimento de seu quarto filho, Kara decidiu que, armada com a experiência de dar à luz seus três filhos anteriores, além de assistir a uma infinidade de vídeos no YouTube , ela transmitiu o nascimento de seu quarto filho.

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Em seu próprio canal , para quebrar o tabu em torno dos partos em casa.

Kara recebeu uma menina, Molly Fay Baker, em 23 de março de 2019, compartilhando a experiência extraordinariamente calma com centenas de seguidores.

Assista ao vídeo a seguir do momento emocionante clicando aqui!

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segunda-feira, 11 de março de 2019

Ouvir a voz da mãe por telefone causa a mesma sensação de ganhar um abraço

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Abraço de mãe é muito bom, faz efeito na hora. Nós filhos sabemos como as mamães tem a capacidade de serem curativas quando os filhos estão com problemas, para os adultos é como se fosse um colinho, isso mesmo, desperta a sensação que sentíamos na infância, quando a mamãe abraça transmitindo amor e tentando acalentar, até mesmo após uma bronca, quando se comete erro, a mãe acalma o interior.

Depois do parto, os primeiros minutos do bebê são angustiantes, pois se está em um novo ambiente, uma nova realidade fora da barriga, então o primeiro abraço, o momento em que a mãe pega pela primeira vez o filho em seus braços, a conexão é tão forte, que o bebê se acalma, sente o amor, o carinho e a sensação de proteção.

As mamães têm o poder de fazer tudo doer menos, quando aplicam um remedinho após ralar os joelhos, ou até num tombo maior, elas sopram dizendo que vai passar e, de algum modo, toda aquela angustia provocada pelo ardor parece que diminui ou quase desaparece.

Ouvir a voz da mãe por telefone desperta emoções iguais de quando ela abraça os filhos.

Uma pesquisa interessante sobre situações, em que o indivíduo sofre com muito estresse foi realizada na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos. Participaram somente meninas com idade dentre 7 e 12 anos. A proposta da pesquisa era a de conhecer a reação da filhas, ao ouvir a voz da mãe ao telefone.  Os pesquisadores fizeram monitoramento durante um tempo para avaliar os efeitos, após as filhas terem tido experiências de estresse.

O estudo comprovou que ao ouvis a voz da mãe, os níveis de estresse começa a baixar, algo parecido com um abraço acolhedor de mãe para filha. Foi observado que há aumento na produção do hormônio. ocitocina, que funciona tranquilizando naturalmente.

Para chegar a essa conclusão, a equipe de pesquisadores dividiram as meninas em grupos. Um para ouvir a mar ao telefone, outro para ter abraço e um terceiro grupo em que não tiveram contato coma mãe naquele momento. O abraço é similar a ouvir a voz da mãe por telefone, pois as meninas conseguiram se sentir melhor, mais calmas e até fizeram testes de aritmética, porém as participantes que não tiveram contato com suas mães não apresentaram redução do estresse.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Quanto tempo devo esperar para voltar aos exercícios após o parto?

ISTOCK
Assim como treinar durante a gravidez é importante, retomar o treinamento após o parto é fundamental. Segundo estudos, mulheres que treinam no pós-parto tendem a ter maiores reduções do percentual de gordura, além de melhorarem a força, a resistência e não sofrerem consequências negativas com a atividade física.

Sempre surge a dúvida de qual seria o tempo ideal para se voltar aos exercícios no pós-parto. A indicação é de quatro a seis semanas, seja após parto cesariano ou normal, pois a principal implicação é o aumento do útero. Tal tempo é para as mulheres que estão bem e não tiveram nenhuma complicação. É importante analisar cada caso antes de iniciar o treinamento.

Retome os exercícios com intensidade moderada e aos poucos vá progredindo na dificuldade. Antes de iniciar os treinos, procure a orientação de um profissional de educação física qualificado.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Documentário pede fim da violência obstétrica nas salas de cirurgia

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Em O Renascimento do Parto 2, público percebe que o ato de parir ainda está longe de ser humanizado no Brasil, país líder em número de cesarianas no mundo


Num país que é líder no mundo em partos do tipo cesariana (55% no sistema público e 90% no privado), o apelo do documentário O Renascimento do Parto 2 é pelo mínimo de intervenções médicas na sala de cirurgia. Quanto mais natural, melhor, o que inclui aí o repensar das variações de violências obstétricas ainda muito praticadas.

Se no primeiro filme  dirigido por  Eduardo Chauvet, em 2013, o foco estava no contraponto entre os riscos da cesárea eletiva aos benefícios do parto natural, nesse o tema ganha contorno de denúncia. Cortes desnecessários, incentivos ofensivos e machistas, abordagens e manipulações violentas... O impacto chega no público logo no início: a primeira cena parece  muito uma reanimação por massagem cardíaca. Mas não é nada disso.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Entra em vigor lei que proíbe que mulheres sejam algemadas no parto

FOTO: Agência Brasil
A lei que proíbe que mulheres presas sejam algemadas durante o parto foi publicada nesta quinta-feira, dia 13, no Diário Oficial da União. Aprovada pelo Congresso Nacional no final de março, a lei foi sancionada ontem pela Presidência da República.

A lei altera o Artigo 292, Código de Processo Penal e estabelece que é vedado o uso das algemas em mulheres grávidas durante os atos médico-hospitalares preparatórios para a realização do parto e durante o trabalho de parto, bem como em mulheres durante o período de puerpério imediato.
Por meio de nota divulgada à imprensa, a coordenadora de Políticas para Mulheres e Promoção das Diversidades, Susana Inês de Almeida, diz que é comum o uso de algemas em presas grávidas, mesmo durante o parto, sob a alegação de insegurança e risco de fuga. Segundo ela, isso ocorre embora esses riscos sejam mínimos, pois 65% das mulheres são presas por tráfico ou associação, e a maioria é ré primária.
Do total de mulheres presas no Brasil, 68% são jovens, com idade entre 18 e 34 anos, 61% são negras e pardas, 62% são analfabetas ou tem o ensino fundamental incompleto e 57% são mães solteiras. A maioria é presa por tráfico de entorpecentes, 30% estão detidas sem condenação e 63% são condenadas a penas de até oito anos.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Cesariana a partir da 39ª semana tem exceções; entenda resolução do CFM

Trabalho de parto antecipado e gravidez de risco autorizam antecipação.
Eurípedes Carvalho, conselheiro do CFM, fala sobre a regra em vídeo.


Do G1, em São Paulo

Propostas da ANS e Ministério da Saúde têm como objetivo diminuir cesáreas desnecessárias (Foto: ALBANE NOOR / BSIP)
Cesariana eletiva só pode ser feita a partir de 39ª semana de gestação (Foto: ALBANE NOOR / BSIP)
Entra em vigor nesta quarta-feira (22) a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que determina que a cesariana a pedido da grávida só pode ser realizada a partir da 39ª semana de gestação. Mas a regra tem exceções, como nas situações em que gestante ou bebê correm risco caso o parto não seja antecipado ou em que a mulher entra em trabalho de parto antes das 39 semanas.
Veja perguntas e respostas sobre a Resolução 2.144, de 17 de Março de 2016:

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Justiça obriga Município de Capistrano a pagar R$ 100 mil por erro médico que causou morte de bebê durante o parto

Julgamento no TJCE sentenciou Município a pagar R$ 100 mil à vítima (Foto: divulgação/TJCE)
por Direto da Redação

Capistrano. Este Município do Maciço de Baturité deverá pagar R$ 100 mil de indenização a uma mulher que perdeu o bebê durante o parto em decorrência de um erro médico.  A decisão foi proferida pela 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE). O Desembargador do caso, Paulo Francisco Banhos Ponte, avaliou que o erro “resultou no comprometimento grave do estado de saúde da [paciente] e a perda do seu filho”.

O fato aconteceu em maio de 2012. Segundo os autos, a gestante deu entrada na maternidade da cidade em trabalho de parto e ao ser atendida por uma médica, teria advertido que a gestação era de risco. Mesmo assim, a médica resolveu fazer o parto normal. O procedimento apresentou complicações e a médica transferiu a gestante para Baturité, mas o feto não resistiu e morreu. A vítima ainda foi transferida para Fortaleza sob risco de morte.
A mulher resolveu entrar com uma ação na justiça. A Juíza Patrícia Fernanda Toledo Rodrigues, determinou que o Município pagasse R$ 100 mil, mas o ente público recorreu. O caso julgado no TJCE teve a sentença mantida e voltou a obrigar o Município a fazer o pagamento à gestante.
O desembargador destacou que “a conduta da médica, agente do Município, foi negligente e desproporcional, acarretando em verdadeira violência obstétrica na paciente que, apesar de ter dito uma gravidez considerada de risco”.
Nos autos do processo, a justiça alega que a médica que fez o procedimento não era servidora do município, e que havia sido contratada por meio de acordo verbal.

sábado, 7 de novembro de 2015

Mulher de 47 anos descobre gravidez uma hora antes do parto nos EUA

MUNDO
Judy achava que estava com "dor de barriga", e foi pega de surpresa quando descobriu que estava em trabalho de parto

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)

Uma americana de 47 anos recebeu a maior surpresa da vida dela. Judy Brown descobriu que estava grávida apenas uma hora antes de dar à luz. De acordo com a emissora ABC News, ela deu entrada em um hospital da cidade de Beverly com fortes dores abdominais. 
Mulher deu à luz após ir para hospital com suspeita de dor de barriga
Mulher deu à luz após ir para hospital com suspeita de dor de barriga 
(Foto: Reprodução/ABC News)
Judy achava que estava com "dor de barriga", e foi pega de surpresa quando os médicos lhe informaram que ela estava em trabalho de parto. As mudanças no corpo de Judy foram entendidas por ela como alterações provocadas pela idade, e não como gravidez.
"Foi um pouco assustador ficar no hospital pensando que algo ruim estava acontecendo. Até eu entender que eu estava grávida e estava prestes a entrar em trabalho de parto foi um tempo muito grande", disse a americana.
Ela é casada há 22 anos com Jason Brown, e o casal não tinha filhos até a chegada inesperada do bebê, Carolyn Rose. “Estamos casados há 22 anos e não esperávamos esse filho. Não estava na minha mente”. A menina e a mãe passam bem, e Judy teve que pedir alguns objetos de bebê emprestados a amigos mais próximos até ela conseguir montar o enxoval.  

FONTE: Correio 24 Horas

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Novas regras para reduzir cesáreas nos planos de saúde entram em vigor

84,6% dos partos realizados no Brasil com planos de saúde são cesáreos.
Planos devem informar às pacientes o número de cesáreas dos médicos.

Do G1, em São Paulo

CONFIRA O VÍDEO
Começam a valer a partir desta segunda-feira (6) as novas regras para a realização de partos na rede particular de saúde, fruto de uma resolução do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que visa pressionar as operadoras a fiscalizarem mais hospitais e médicos para diminuir a quantidade de partos cesáreos feitos por planos de saúde no Brasil.
O governo busca estimular o parto normal e reduzir as cesarianas, quando possível, pois o índice de nascimentos por meio cirúrgico chega a 84,6% do total realizado via planos de saúde. O índice é extremamente alto se comparado ao recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS): 15%.
Entre as novas regras, fica estabelecido que os planos de saúde devem informar às pacientes, em até 15 dias, a quantidade de cesarianas realizadas por médico, operadora e hospital, quando solicitados.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Nasce terceiro filho do ministro Cid Gomes


EM FORTALEZA

Nasce terceiro filho do ministro Cid Gomes

16h43 | 11.01.2015

O parto foi feito no Hospital e Maternidade Gastroclínica, localizado no bairro Aldeota

Cid Gomes Filho
Nome do novo filho de Cid é Pedro
FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK
Atual ministro da Educação, Cid Gomes anunciou, na tarde deste domingo (11), o nascimento do seu terceiro filho. Em suapágina no Facebook, o ex-governador do Ceará comemorou o nascimento de Pedro, que aconteceu na noite do último sábado (10) no Hospital e Maternidade Gastroclínica, localizado no bairro Aldeota, em Fortaleza.
"Nasceu ontem, às 20:00, o Pedro, meu terceiro filho. Graças a Deus com muita vitalidade!", comemou Cid Gomes. Na foto publicada, o ex-governador, que aparece acompanhado da esposa, Maria Célia, posa com o filho no colo. Além de Pedro, o casal já tem outros dois filhos: Rodrigo, de 17 anos, e Matheus, de 7.
Até a tarde deste domingo (11), a esposa de Cid permanecia internada na maternidade. 


FONTE:

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Para diminuir cesarianas, governo publica regras que estimulam o parto normal

Segundo o Ministério da Saúde, a cesariana, quando não há indicação médica, causa riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou nesta quarta-feira (7) no Diário Oficial da União a Resolução Normativa nº 368, que estabelece normas para o estímulo ao parto normal e a consequente diminuição das cesarianas desnecessárias na saúde suplementar. As operadoras terão 180 dias para se adaptar às mudanças.

Foto: Arquivo EBC
De acordo com o texto, as usuárias de planos de saúde poderão solicitar aos planos os percentuais de cirurgias cesarianas e de partos normais por estabelecimento de saúde e por médico obstetra. As informações deverão estar disponíveis no prazo máximo de 15 dias, contados a partir da data de solicitação.
Outra mudança prevê a obrigatoriedade de as operadoras fornecerem o cartão da gestante, no qual deve constar o registro de todo o pré-natal. Dessa forma, de posse do documento, qualquer profissional de saúde terá conhecimento de como se deu a gestação, facilitando o atendimento à mulher quando ela entrar em trabalho de parto.
Ainda de acordo com a resolução, caberá às operadoras orientar os obstetras para que utilizem o partograma, documento gráfico em que são feitos registros de tudo o que ocorre durante o trabalho de parto. De acordo com as novas regras, o partograma passa a ser considerado parte integrante do processo para pagamento do procedimento.
Atualmente, 23,7 milhões de mulheres são beneficiárias de planos de assistência médica com atendimento obstétrico no país, público-alvo das medidas. Dados do governo federal mostram também que, no Brasil, o índice de cesarianas chega a 84% na saúde suplementar.
O Ministério da Saúde alertou que a cesariana, quando não há indicação médica, causa riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê: aumenta em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e triplica o risco de morte da mãe. Cerca de 25% dos óbitos neonatais e 16% dos óbitos infantis no Brasil estão relacionados à prematuridade.

FONTE:
http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/para-diminuir-cesarianas-governo-publica-regras-que-estimulam-o-parto-normal/?cHash=6cab53765fd74c763e8dd3aa33cb5ccb

terça-feira, 4 de março de 2014

Como manter um programa de treino até a hora do parto

GRAVIDEZ SAUDÁVEL

Como manter um programa de treino até a hora do parto

25.02.2014
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A personal Camila Reis assiste Karina Sampaio no treino ao ar livre
FOTO: SAULO GALDINO/DIVULGAÇÃO
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A mobilidade da lombar é focada, assim como a circulação das pernas, agindo contra o acúmulo de líquidos e o surgimento de varizes
FOTOS: HELOSA ARAÚJO
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As séries, no pilates para grávidas, são compostas de poucas repetições. A respiração e a postura das futuras mamães são beneficiadas diretamente
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Exercícios com a bola fortalecem a musculatura das pernas. Esta prática também auxilia na hora do parto devido ao trabalho que é realizado na região pélvica
Respeitar a condição física da futura mamãe, alerta o obstetra Elson Almeida (Medicina Preventiva do Hapvida). Segundo ele, mulheres que praticavam exercícios antes de engravidar podem continuar com seu programa de exercícios, com a devida autorização de seu médico, só que de forma mais leve, ou seja, com a redução da carga, duração e velocidade dos mesmos. Para as sedentárias, os exercícios não precisam ser restringidos, desde que sejam feitos com moderação.
De acordo com o professor de Educação Física da Unifor, Walter Cortez, as grávidas sedentárias devem malhar de 30 a 45 minutos, duas a três vezes por semana, enquanto as ativas de 45 minutos a uma hora, três a cinco vezes por semana. A indicação é do Colégio Americano de Medicina do Esporte.
Preferência pelo pilates
Dentre as atividades mais procuradas durante a gravidez está o pilates. O exercício proporciona muitos benefícios: fortalecimento e alongamento da musculatura do abdômen, dos glúteos e da parte inferior das costas, além de diminuir a sensação de desconforto e agir contra o inchaço das pernas.
Segundo a fisioterapeuta e instrutora de pilates, Thycianne Bezerra Lima, a prioridade é que os movimentos sejam executados, com poucas repetições e carga leve. Por serem adaptados, a grávida não deve fazer posturas que causem desequilíbrio, enquanto os exercícios de braço ajudam a fortalecer a região dando boas condições à futura mamãe de carregar seu filho no colo. Pernas devem ser trabalhadas, a fim de se evitar dores articulares em função do sobrepeso.
Thycianne atende a nutricionista Vanessa Queiroz, que espera o primeiro filho, Victor. No oitavo mês de gestação, a mamãe conta, satisfeita, que só engordou seis quilos até agora. "Melhorei muito do estresse e a circulação foi beneficiada. Escolhi esta prática porque sempre pensei no parto normal, pois o pilates auxilia no esforço na hora de ter o filho. A atividade trabalha muito bem a flexibilidade do assoalho pélvico. Segurar o 'xixi' no final da gravidez pode ser um problema. Sinto que, em relação a isso, estou bem", revela.
Foco na respiração
Nas sessões, que duram de 55 minutos a uma hora, a instrutora de pilates orienta a aluna a focar na respiração, um dos princípios do método. Os exercícios de alongamentos são primordiais, pois, em função do aumento abdominal, o peso se desloca todo para a frente, alterando o seu centro de gravidade, aumentando a curvatura fisiológica da coluna e causando dores. "Finalizamos a aula com exercícios de relaxamento, utilizando a cromoterapia, em especial a luz azul que tranquiliza", diz Thycianne.
Corrida: por que não?
Seja na pista de atletismo da Unifor ou nas ruas, a gerente de projetos, Keyla Guerra, segue seu treino de caminhada/corrida, grávida de cinco meses de Heloísa. Tudo com a aprovação da obstetra, acompanhamento de uma profissional de Educação Física e de um nutricionista. Mesmo assim, ainda percebe reações por onde anda. "Não há receio, mas vejo que a maioria das pessoas não sabe que é possível praticar corrida na gravidez. A pergunta é sempre a mesma: " você pode correr?"
Questão de intensidade

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