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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Dony de Nuccio deixa Globo após envolvimento com banco

De acordo com denúncia de site, Nuccio participava de eventos institucionais fora do horário de expediente
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O apresentador do Jornal Hoje, Dony de Nuccio, 35, pediu demissão do Grupo Globo nesta quinta-feira (1°) após reportagem do site Notícias da TV revelar que o jornalista havia recebido mais de R$ 7 milhões, em dois anos, para produzir conteúdo para o Banco Bradesco.

"Nas últimas semanas me vi mergulhado em uma infindável onda de ataques, com a vida dentro e fora da Globo vasculhada e revirada, sigilos fiscais violados, endereços expostos, trabalhos de exclusiva veiculação interna publicados, e até e-mails privados hackeados", disse Nuccio, em carta enviada  ao diretor de jornalismo da Globo, Ali Kamel.

"Quanto mais perto estamos do topo da montanha, mais forte é o vento. E é esperado que seja assim. Mas essa contínua campanha para me destruir e sangrar a qualquer custo não pode prosperar. Não faz bem nem a mim, nem à minha família e nem à emissora. Não é justo com nenhum de nós. Por esse motivo, embora com aperto no coração, solicito meu afastamento do telejornalismo", completa.

De acordo com o site, Nuccio participava de eventos institucionais em vídeos, road shows telepresenciais, cartilhas e palestras para a instituição financeira. Notícias da TV mostrou ainda troca de emails entre o jornalista e o Bradesco no qual o âncora negociava valores com a instituição financeira. Ainda segundo a reportagem, o jornalista estaria negociando um novo contrato que geraria uma receita de mais de R$ 60 milhões em três anos.

Na carta, Nuccio diz ainda que pede seu desligamento da emissora com o espírito leve e com a consciência tranquila, porque "jamais ajo de má-fé". "Jamais tive o intuito de burlar regras ou obter benefício que julgasse incompatível com as funções que ocupava na emissora (isso sim, seria incompatível com a minha história pessoal). Trabalhei, duro e dobrado, para complementar a renda, fora do horário da Globo, e dentro dos limites que ao meu ver eram compatíveis e aceitáveis. Se errei, não foi com dolo, e humildemente peço desculpas."
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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Mais de 500 denúncias são feitas contra o médium João de Deus ao MP de Goiás

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A força-tarefa, criada pelo Ministério Público de Goiás, para apurar as acusações de abuso sexual contra o médium João Teixeira de Faria, o João de Deus, recebeu até hoje (17) 506 relatos de mulheres que denunciam crimes sexuais envolvendo o médium. Há uma semana, desde que o grupo foi criado, o número de denúncias aumenta.

O delegado-geral da Polícia Civil de Goiás, André Fernandes, confirmou que o pedido de prisão preventiva contra João de Deus se baseou em 15 denúncias, já formalizadas, aos policiais. Nelas, as mulheres prestaram depoimento separadamente e contaram relatos semelhantes sobre o suposto modo de agir do médium.

De acordo com o Ministério Público, há possíveis vítimas também no Ceará, Mato Grosso e Rio Grande do Norte. Anteriormente, as investigações se concentravam em Goiás, no Distrito Federal, em Minas Gerais, em São Paulo, no Paraná, no Rio de Janeiro, em Pernambuco, no Espírito Santo, Rio Grande do Sul, no Mato Grosso do Sul, no Pará, em Santa Catarina, no Piauí e no Maranhão.

Há, ainda, relatos de suspeitas em seis países: Alemanha, Austrália, Bélgica, Bolívia, Estados Unidos e Suíça. As vítimas podem fazer os relatos para denuncias@mpgo.mp.br.

A força-tarefa foi instituída pelo procurador-geral de Justiça de Goiás, Benedito Torres Neto, e é formada por seis promotores e duas psicólogas da equipe do MP.

Há seis dias, o procurador-geral de Justiça também encaminhou um ofício-circular aos procuradores-gerais de Justiça dos MPs Estaduais e do Distrito Federal solicitando que sejam designadas unidades de atendimento para coleta de depoimentos de possíveis vítimas do médium.
COM AGÊNCIA BRASIL

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Amor sertanejo? Clipe de Naiara Azevedo alerta sobre violência contra mulher

O lançamento fez com que o número de denúncias aumentasse consideravelmente. Música com duplo sentido chama a atenção para o problema
REPRODUÇÃO
Não consigo te apagar da minha mente”. Essa frase pode significar amor. Ou violência psicológica. Como fazer com que as pessoas enxerguem ainda mais a triste realidade brasileira em casos de violência contra a mulher? Uma campanha do governo federal, por meio do Ministério de Direitos Humanos, estrelada pela cantora Naiara Azevedo mostra que nem sempre palavras que remetem a situações românticas evidenciam o que parece.

A música Coração Pede Socorro, composta especialmente para a ação, pode parecer, a princípio, mais uma canção de romance, mas revela, com letra de duplo sentido, uma história triste, bastante conhecida de muitos casais: a de agressões domésticas.

“Acredito que nunca se falou tanto sobre o tema violência contra a mulher. É triste ver os números crescentes de vítimas mas, ao mesmo tempo, é bom saber que campanhas desse tipo estão encorajando as mulheres a não ficarem caladas diante de qualquer tipo de abuso, seja ele físico ou psicológico. Essa campanha me confiou a missão de colocar a minha voz para dar voz a outras mulheres, e me senti muito honrada por isso”, disse Naiara.
As estatísticas de violência contra a mulher preocupam. No país, conforme dados do Atlas da Violência, mais de 12 mulheres foram assassinadas por dia em 2017. De janeiro a julho de 2018, foram contabilizados mais de 79 mil relatos de violência no Ligue 180. Desses, mais de 63 mil foram classificados como violência doméstica. Segundo o Instituto Maria da Penha, as mulheres que são vítimas da violência doméstica e familiar estão submetidas a um ciclo que se repete.
Somente no dia em que o clipe foi lançado, em 25 de novembro, o número de denúncias aumentou consideravelmente. Apesar de a música ter sido divulgada antes, em 9 de novembro, em diferentes plataformas digitais, somente quase duas semanas depois é que o clipe foi revelado. Apresentado pela cantora, pelo ministro dos Direitos Humanos e pela secretária de Política para as Mulheres no programa Hora do Faro, da Record, a letra da música foi “desconstruída” mostrando a perspectiva do relacionamento abusivo.
As frases, que pareciam falar de amor, são retratadas nas imagens como situações de violência contra a mulher. No mesmo dia, o clipe foi exibido no programa da Eliana, no SBT, e ao longo da semana veiculado em outros canais que abordarão o tema.
O canal de denúncia Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher, funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, e a ligação é gratuita. O serviço também é oferecido por e-mail (ligue180@mdh.gov.br), aplicativo Proteja Brasil e Ouvidoria On-line.

sábado, 27 de outubro de 2018

Denúncias de “assédio eleitoral” no ambiente de trabalho já são 216

DESTAQUE FIXAS
O Ministério Público do Trabalho (MPT) acolheu, até o momento, 216 denúncias de casos de funcionários que alegam ter sido coagidos pelos patrões a votar em determinados candidatos que disputam cargos eletivos no pleito deste ano. Santa Catarina é o estado que concentra o maior número de casos, conforme balanço fechado no final desta tarde e encaminhado à Agência Brasil.

Acusadas, 25 empresas catarinenses responderam ou ainda responderão à Justiça, se for comprovada a prática. Sozinhas, essas empresas somam 101 denúncias desse tipo de assédio.
Sediada no estado, a rede de lojas de departamento Havan foi proibida pelo MPT, no início deste mês, de direcionar as escolhas políticas de seus empregados. No processo, a Justiça estabeleceu multa de R$ 500 mil em caso de repetição do comportamento, que configura assédio moral.

Em segundo lugar na relação do MPT, aparece o Rio Grande do Sul, com 32 ocorrências atribuídas a 20 empresas, e, em terceiro, o Paraná, com 25 queixas contra um grupo de oito companhias.

Um dos empresários do Paraná que entraram na lista foi Pedro Joanir Zonta, presidente do Grupo Condor, detentor da rede de supermercados de mesmo nome. Segundo o MPT, Zonta endereçou aos empregados do grupo carta pedindo voto para o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro.

Em São Paulo, foram feitas 16 denúncias. O Distrito Federal e o estado do Tocantins, que têm as denúncias apuradas em uma mesma regional (MPT-DF/TO), somam 11 casos.

O levantamento anterior do MPT, divulgado no último dia 17, mostrava um total de 199 denúncias, vinculadas a 83 empresas. Em nove dias, portanto, mais 17 novas queixas foram comunicadas. O MPT ressalta que, além de alguns dos empreendimentos terem sido citados em mais de um episódio, há procuradorias regionais que não atualizaram seus dados de lá para cá, o que significa que os números apresentados hoje podem estar abaixo do total.

Segundo Bernardo Mata Schuch, procurador do MPT, a fragmentação da sociedade constituída a partir de sua orientação partidária, ou em favor de certo candidato, intensificou-se, contribuindo para a alta incidência de assédio exercido nesse contexto. Ele lembra que votar livremente, sem imposição ou indução de qualquer pessoa, é um direito garantido pela Constituição Federal e que muitos funcionários se sentem inseguros para formalizar uma denúncia junto aos órgãos competentes por medo de serem demitidos.

“[O receio dos empregados] tem relação com a realidade socioeconômica, sim”, afirma Schuch, titular da Coordenadoria Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho (Coordigualdade) no Rio Grande do Sul. “Às vezes, as pessoas estão apegadas àquilo que têm e perdem noção de sua condição de cidadania. O trabalhador está tão pressionado na situação econômica que acaba se colocando nessa situação em que, em tempos anteriores, não se colocaria, e empresários acham que até isso podem fazer”, ressalta Schuch.

O procurador assegura que, mesmo que as denúncias sejam registradas após o término das eleições, será aberto um processo, que pode obrigar a empresa a reparar danos causados ao funcionário. “Não vamos abrir mão [de investigar e coibir]. A denúncia, mesmo chegando depois, pode redundar em uma ação indenizatória.”

Direitos civis básicos
No início deste mês outubro, o Ministério Público do Trabalho publicou nota em que considera esse tipo de assédio incompatível com os valores do Estado Democrático de Direito e reitera que nada deve representar uma afronta à liberdade do pensamento, de expressão, de filiação partidária, de crença ou convicção política ou filosófica.
“É fato que a Constituição Federal, em seu Artigo 5º, alberga tanto a liberdade de expressão quanto a liberdade de orientação política. No entanto, qualquer prática tendente a impor o apoio a um candidato ou agremiação configura evidente afronta ao livre exercício da cidadania e da dignidade da pessoa humana”, diz a nota do MPT.

“Tal conduta, no ambiente de trabalho, é ainda mais perniciosa, tendo em vista o estado de subordinação existente na relação ‘empregado/empregador’. O poder empregatício não autoriza que o empregador interfira em questões relacionadas à intimidade, à crença religiosa e à convicção filosófica ou política de seus empregados, especialmente quando essa conduta é acompanhada da insinuação, ou mesmo do temor de rompimento do vínculo empregatício, inerente à própria condição de subordinação do trabalhador aos comandos empresariais. Esse é o marco que divisa o legítimo direito à manifestação do pensamento e o abuso desse direito”, acrescenta a nota do MPT.

As denúncias sobre esse tipo de pressão no ambiente de trabalho podem ser feitas em um formulário online disponibilizado pelo MPT à população, ou, pessoalmente, em uma de suas 24 unidades.
AGÊNCIA BRASIL

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Temer passa mal e é levado para centro cirúrgico de hospital

Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República divulgou nota e disse que o problema foi urológico
Por Notícias ao Minuto
© Reuters / Adriano Machado

No dia em que denúncia por obstrução de justiça e organização criminosa deve ser votada, o presidente da República, Michel Temer, passou mal e foi encaminhado para o centro cirúrgico do Hospital do Exército, em Brasília (DF).

A notícia foi divulgada pela jornalista Andréia Sadi, da GloboNews.
O deputado Carlos Marun (PMDB-MS), um dos vice-líderes do governo, confirmou a versão. “O presidente teve uma indisposição e foi levado para exames, mas se encontra bem”, afirmou.
O Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República divulgou nota sobre o assunto. 
"O presidente teve desconforto no fim da manhã de hoje e foi consultado no departamento médico do Palácio do Planalto. O médico de plantão constatou uma obstrução urológica e recomendou que fosse avaliado no Hospital do Exército, onde se encontra para a realização de exame e o devido tratamento", explica o texto.
Temer chegou em carro oficial, acompanhado da ambulância da Presidência, e entrou no hospital andando, pela entrada de autoridades, utilizada normalmente por generais do Exército e outros oficiais de alta patente.
Por volta das 14h30, a sessão para votação do processo contra Temer foi adiada, no plenário da Câmara, por falta de quórum, e uma nova foi aberta, logo em seguida.
Além do presidente da República, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) também são alvo da Procuradoria-Geral da República.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Deputados pedem que STF suspenda tramitação de denúncia contra Temer na CCJ

POR AGÊNCIA BRASIL
André Richter - Repórter da Agência Brasil

Dois deputados do PDT recorreram hoje (7) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para pedir a suspensão da tramitação da denúncia apresentada contra o presidente Michel Temer na Câmara dos Deputados. Em função do período de recesso na Corte, a questão será decidida pela presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia.

No mandado de segurança, os deputados Afonso Motta (PDT-RS) e André Figueiredo (PDT-CE) pedem que o STF conceda uma liminar para obrigar o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), a colocar em votação no colegiado os requerimentos que foram feitos por parlamentares da comissão, como a participação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, responsável pela denúncia contra Temer.

Ontem (6), o presidente da CCJ indeferiu, por meio de uma decisão individual, todos os requerimentos apresentados por deputados para realização de oitivas, entre eles, o convite para a participação de Janot. Desde que o processo chegou à Câmara, na última quinta-feira (29), 22 requerimentos foram apresentados à CCJ solicitando também a oitiva de outras pessoas ligadas às investigações. Parte dos pedidos solicita o comparecimento dos executivos do grupo J&F, Joesley Batista e Ricardo Saud, que firmaram acordo de delação premiada, além dos ex-assessores de Michel Temer, José Yunes e Rodrigo Rocha Loures.

Denúncia

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Saiba como foi o interrogatório de Lula a Moro

© Foto: Ricardo Stuckert / Fotos Públicas (10/05/2017)
Denúncia do Ministério Público Federal sustenta que Lula recebeu R$ 3,7 milhões em benefício próprio
O interrogatório do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo juiz federal Sérgio Moro durou cerca de 3 horas e depois foi a vez do petista prestar depoimento nesta quarta-feira, 10. A audiência sobre a ação penal que envolve o triplex 164-A, no Guarujá (SP), durou no total quase cinco horas.

Moro foi o primeiro a fazer perguntas a Lula, a partir de 14h20, aproximadamente. Durante as quase 3h20 de perguntas, houve um intervalo de cerca de 10 minutos em que as partes puderam se servir de água e café.
Após o juiz da Lava Jato, foi a vez de o Ministério Público Federal dar início a seus questionamentos, já por volta das 17h40. Depois da Procuradoria da República, os advogados das partes puderam fazer questionamentos e o ex-presidente teve espaço para fazer as alegações finais.
A denúncia do Ministério Público Federal sustenta que Lula recebeu R$ 3,7 milhões em benefício próprio - de um valor de R$ 87 milhões de corrupção - da empreiteira OAS, entre 2006 e 2012. As acusações contra Lula são relativas ao recebimento de vantagens ilícitas da empreiteira por meio do triplex 164-A no Edifício Solaris, no Guarujá (SP), e ao armazenamento de bens do acervo presidencial, mantido pela Granero de 2011 a 2016. O petista é acusado de lavagem de dinheiro e corrupção.
Triplex
O Edifício Solaris era da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop), a cooperativa fundada nos anos 1990 por um núcleo do PT. Em dificuldade financeira, a Bancoop repassou para a OAS empreendimentos inacabados, o que provocou a revolta de milhares de cooperados. O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto foi presidente da Bancoop.
A ex-primeira-dama Marisa Letícia (morta em 2017) assinou Termo de Adesão e Compromisso de Participação com a Bancoop e adquiriu "uma cota-parte para a implantação do empreendimento então denominado Mar Cantábrico", atual Solaris, em abril de 2005.
Em 2009, a Bancoop repassou o empreendimento à OAS e deu duas opções aos cooperados: solicitar a devolução dos recursos financeiros integralizados no empreendimento ou adquirir uma unidade da OAS, por um valor pré-estabelecido, utilizando, como parte do pagamento, o valor já pago à Cooperativa.
Segundo a defesa de Lula, a ex-primeira-dama não exerceu a opção de compra após a OAS assumir o imóvel. Em 2015, Marisa Letícia pediu a restituição dos valores colocados no empreendimento.
Bens
A Lava Jato afirma que a OAS pagou durante cinco anos pelo aluguel de dez guarda-móveis usados para armazenar parte da mudança do ex-presidente Lula quando o petista deixou o Palácio do Planalto no segundo mandato. A empreiteira desembolsou entre janeiro de 2011 a janeiro de 2016, R$ 1,3 milhão pelos contêineres, ao custo mensal de R$ 22.536,84 cada.
Toda negociação com a transportadora Granero teria sido intermediada pelo presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, que indicou a OAS como pagante com o argumento de que a empreiteira é uma "apoiadora do Instituto Lula." Para investigadores da Lava Jato, os fatos demonstram "fortes indícios de pagamentos dissimulados" pela OAS em favor de Lula. Isso porque o contrato se destinava a "armazenagem de materiais de escritório e mobiliário corporativo de propriedade da construtora OAS Ltda", mas na verdade os guarda-móveis atendiam a Lula.
Confira aqui os trechos do depoimento prestado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

quinta-feira, 10 de março de 2016

Entenda o que significa a denúncia do Ministério Público de SP contra Lula

AP
Ex-presidente foi denunciado pela Promotoria de SP
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi denunciado pelo Ministério Público estadual de São Paulo sob acusação de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica no caso do tríplex do Guarujá, no litoral de São Paulo.
A Promotoria afirma que o petista escondeu a posse do imóvel e que este teria passado por reformas feitas por uma empreiteira, a OAS, para Lula.
Também foram denunciados a mulher de Lula, Marisa Letícia, e um de seus filhos, Fábio Luís Lula da Silva, além de outras 13 pessoas.
A defesa do ex-presidente e o Instituto Lula refutaram as denúncias. Lula já negou repetidas vezes ser dono do imóvel.
Mas quais podem ser as consequências jurídicas da denúncia para Lula?
A denúncia do Ministério Público Estadual não significa que o ex-presidente tenha virado réu na ação criminal. Isso só acontecerá se a Justiça aceitar a denúncia.
Se a denúncia for acatada, isso também não significa que Lula estaria com a ficha "suja" e, assim, impossibilitado - eventualmente - de concorrer às próximas eleições presidenciais.
Em processos criminais, a Lei da Ficha Limpa determina que uma pessoa perde o direito de se candidatar quando foi condenada sem possibilidade de recurso ou em segunda instância com "decisão colegiada" (de um grupo de magistrados).
Ou seja: por ora, a denúncia não atrapalha uma eventual candidatura de Lula à Presidência em 2018. Na sexta-feira, após ser levado para depor pela Polícia Federal por meio de um mandato de condução coercitiva, o petista indicou que teria planos de concorrer.
A pena para o crime de lavagem de dinheiro é prisão de três a dez anos e multa. Já o crime de falsidade ideológica pode render pena de um a cinco anos de reclusão e multa.
A denúncia do Ministério Público de São Paulo não está diretamente ligada à operação Lava Jato - apesar de os investigadores desta operação também estarem averiguando o caso do tríplex.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Denúncias de racismo sobem 1025% em quatro anos, no DF

Foram 90 ocorrências de injúria racial e racismo registradas desde janeiro deste ano

BRASIL DADOS


Nos últimos quatro anos, o número de denúncias de racismo se multiplicou por 11 no Distrito Federal, de acordo com dados do Ministério Público local e divulgados pelo G1. Foram 90 ocorrências de injúria racial e racismo registradas desde janeiro deste ano. Isso representa um aumento de 87% em relação a 2014 e é 1025% maior que em 2011.

“As práticas discriminatórias não podem ser toleradas, porque elas são um câncer social. Elas anulam o que tem de mais importante em uma sociedade democrática, que é o princípio da igualdade”, disse ao site o promotor de Justiça Thiago Pierobom. Dos 90 casos de 2015, 87 foram enquadrados pelo órgão como "injúria racial". Ou seja, que a honra da vítima é ofendida por conta de elementos de raça, cor, etnia, religião ou origem. Somentre três dos casos foram considerados como racismo: conduta discriminatória dirigida a determinado grupo ou coletividade.
A reportagem explica que a linha entre os dois é tênue, mas, em ambos os casos, o Ministério Público é responsável pela formulação da ação civil pública.
FONTE:
http://www.noticiasaominuto.com.br/brasil/169433/denuncias-de-racismo-sobem-1025-em-quatro-anos-no-df

domingo, 29 de março de 2015

Pioneiro no Brasil, Tribunal de Justiça do Ceará recebe denúncias via Whatsapp

A ouvidoria do Tribunal de Justiça do Ceará disponibilizou o Whatsapp para receber denúncias, iniciativa pioneira no Brasil. Ao todo, foram disponibilizados três novos canais de comunicação: Whatsapp, mensagem de texto (SMS) e chamadas telefônicas pelo número (85) 87781426.

O serviço está disponível 24 horas para a comunicação digital, e atende chamadas de segunda a sexta, das 8h às 18h. Além disso, através do e-mail ouvidoriamulher@tjce.jus.br, o TJCE recebe denúncias exclusivamente relacionadas a mulheres vítimas de violência doméstica, que têm processo tramitando nas unidades judiciárias.

“O objetivo é oferecer mais um suporte às mulheres que necessitam de auxílio sobre o andamento de processos”, explica o ouvidor-geral, desembargador Raimundo Nonato Silva Santos. Segundo o magistrado, até o final de abril, a população também pode falar com a Justiça pelo número 159. As ligações são gratuitas para todo o Ceará. O canal funciona durante o horário de expediente da Ouvidoria.

Além de utilizar os três novos canais, o público pode encaminhar reclamações, sugestões e solicitações por meio dos telefones (85) 3207.7428, pelo fax (85) 3207.7430 ou por e-mail ouvidoriageral@tjce.jus.br. Já o atendimento pessoal é realizado de segunda a sexta, das 8h às 18h, na sala da Ouvidoria Geral, localizada no TJCE – Avenida General Afonso Albuquerque Lima, S/N – Cambeba, em Fortaleza.

O Whatsapp é um dos aplicativos mais populares do mundo, com 600 milhões de usuários ativos.

Fonte: Tribuna do Ceará

FONTE: http://potenginainternet.blogspot.com.br/2015/03/pioneiro-no-brasil-tribunal-de-justica.html

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Petrobras tenta blindar imagem após denúncias

SUPOSTOS DESVIOS

Petrobras tenta blindar imagem após denúncias

31.10.2014

Estatal realiza auditoria interna para averiguar casos de corrupção a fim de se proteger de punição do mercado

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Além de tentar afastar as suspeitas do Palácio do Planalto, as duas iniciativas buscam resgatar as perdas durante o período eleitoral - as ações da petroleira caíram mais de 20% em outubro
FOTO: FOLHAPRESS
Brasília. As mais recentes iniciativas da Petrobras de contratar uma auditoria externa e questionar o delator Paulo Roberto Costa sobre a eventual participação de outros membros da diretoria da estatal no esquema de corrupção desbaratado pela Operação Lava-Jato integram estratégia de objetivos econômicos e políticos. Além de tentar afastar as suspeitas do Palácio do Planalto, as duas iniciativas buscam resgatar as perdas durante o período eleitoral - as ações da petroleira caíram mais de 20% em outubro.
As medidas tiveram aval direto da presidente Dilma Rousseff (PT), que adotou discurso segundo o qual não ficará "pedra sobre pedra" após investigações do escândalo que afeta a empresa.
Logo na manhã da segunda-feira, 27, um dia depois de Dilma ser reeleita, a empresa enviou comunicado ao mercado financeiro enfatizando o seu papel de vítima nos casos de lavagem de dinheiro e organização criminosa denunciados por Costa, ex-diretor de Abastecimento.

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