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quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Muito além do prazer, quatro benefícios do sexo para a pele

A beleza da pele e o brilho do cabelo estão ligados ao estrogênio, hormônio cuja concentração no sangue aumenta durante o sexo.
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Acredite se quiser: ter relações sexuais faz tão bem para a saúde que até a pele se beneficia. A explicação dos benefícios do sexo para a pele está na liberação de hormônios e no relaxamento que as relações sexuais proporcionam.

De acordo com Larissa Viana, dermatologista especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, em declarações à revista Women’s Health, a beleza da pele e o brilho do cabelo estão ligados ao estrogênio, hormônio cuja concentração no sangue aumenta durante o sexo.

“O sexo promove uma melhoria na circulação sanguínea e na oxigenação das células, alterando assim não só o aspecto da pele, mas do cabelo e unhas”, explica. “A sensação de prazer é provocada pela liberação de endorfina, que também ajuda a regular o sono e a afastar a depressão. Além disso, a descarga hormonal contribui para eliminar toxinas e também pode deixar os lábios ainda mais cheios e atraentes”, acrescenta.

Quatro benefícios do sexo para a pele:
  1. Aumenta a produção de ocitocina, o ‘hormônio do amor’;
  2. Ajuda na manutenção do colágeno, proteína responsável pela firmeza e jovialidade da pele;
  3. Com o aumento da circulação e oxigenação, a pele e o cabelo tornam-se mais brilhantes e sedosos;
  4. O suor carrega as impurezas da pele, a energia despendida durante o sexo resulta assim numa verdadeira limpeza e deixa-o com a pele suave e lisa.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Mulheres devem saber lidar com o climatério

Período pós reprodutivo está associado a vários problemas
(foto: Pixabay)
Para mulheres com mais de 40 anos, o grande desafio é passar pelo climatério, período posterior à fase reprodutiva, sem sofrer com os sintomas típicos dessa fase que envolve mudanças fisiológicas, psicológicas e sociais. "O climatério pode começar por volta dos 35 aos 40 anos e se estender até a menopausa, ou seja, até a última menstruação da mulher, que fecha esse período. A confirmação ocorre se a mulher ficar 12 meses ininterruptos sem menstruar", explica o ginecologista Edvaldo Cavalcante.

Ele lembra que, apesar das situações que podem ocorrer, o mais importante é que a mulher se informe sobre o climatério e se prepare física e mentalmente para passar por essa transição. "Felizmente, hoje é possível aliviar os sintomas e tratar os problemas que podem surgir no climatério, na menopausa e na pós-menopausa visando à melhora da qualidade de vida", comenta o médico.

Por isso, é fundamental encontrar um médico que procure tratar o climatério de forma global, ou seja, levando em consideração todos os aspectos, como o físico, o emocional e o social.

Abaixo, o ginecologista cita alguns dos efeitos do climatério e como lidar com eles:

Fogachos
Este problema vasomotor é associado à queda do nível de estrogênio. A mulher pode sentir uma sensação repentina de calor no rosto e na parte de cima do tórax que se espalha pelo corpo. Há intensa transpiração e a pele pode ficar mais avermelhada devido à dilatação dos vasos. Em seguida, cerca de dois a quatro minutos, há uma queda rápida da temperatura, com sensação de frio ou de calafrios. Isso pode ocorrer várias vezes ao dia e durante a noite, o que pode causar insônia e afetar a qualidade de vida da mulher. Os fogachos geralmente aumentam com o estresse e podem estar associados a ansiedade e palpitações (batimentos cardíacos acelerados), lembrando até um "ataque de pânico".

Como lidar: a terapia de reposição hormonal é o tratamento mais efetivo para gerenciar os fogachos. Entretanto, nem todas as mulheres tem indicação para repor hormônios. Neste caso, recomenda-se praticar atividades físicas, técnicas de relaxamento, adotar uma dieta balanceada e procurar manter o corpo fresco durante o dia e enquanto dorme.

Osteoporose
A redução dos níveis de estrogênio leva à perda da massa óssea. Com isso, uma em cada três mulheres irá desenvolver a osteoporose, principalmente na menopausa ou na pós-menopausa. O principal problema ligado à osteoporose são as fraturas e suas consequências, como incapacidade e até mortalidade.

Como lidar: a prática de atividade física é uma das melhores maneiras de prevenir e tratar a osteoporose. Os exercícios devem visar ao aumento da força muscular, da estabilidade, do equilíbrio e da mobilidade. A terapia de reposição hormonal também pode ser feita e há outros medicamentos específicos para a perda de massa óssea.

Vida Sexual

domingo, 4 de setembro de 2016

Mulher dirige com cautela devido a estrogênio

POR SAÚDE COM CIÊNCIA
Publicado por: 
O hormônio feminino estrogênio faz mulher dirigir com cautela
hormônio feminino estrogênio pode explicar porque as mulheres se envolvem em menos acidentes do que homens quando estão dirigindo. De acordo com cientistas da Universidade de Bradford (Inglaterra) o estrogênio ajuda as mulheres a mudar sua atenção de uma situação ou objeto para outro de forma mais rápida e mais eficaz do que os homens.
Mulher dirige com cautela devido a estrogênio - foto: Pixabay

Essa capacidade feminina parece ajudar na percepção das alterações no trânsito de forma mais rápida, ajudando na prevenção de acidentes.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Mulher dirige com cautela devido a estrogênio

Publicado por: 
O hormônio feminino estrogênio faz mulher dirigir com cautela

hormônio feminino estrogênio pode explicar porque as mulheres se envolvem em menos acidentes do que homens quando estão dirigindo. De acordo com cientistas da Universidade de Bradford (Inglaterra) o estrogênio ajuda as mulheres a mudar sua atenção de uma situação ou objeto para outro de forma mais rápida e mais eficaz do que os homens.
Mulher dirige com cautela devido a estrogênio
Mulher dirige com cautela devido a estrogênio - foto: Pixabay

Essa capacidade feminina parece ajudar na percepção das alterações no trânsito de forma mais rápida, ajudando na prevenção de acidentes.

O estudo


A pesquisa envolveu 43 homens e mulheres com idades de 18 a 35 anos realizaram uma série de testes neuropsicológicos, que avaliaram habilidades como memória de reconhecimento espacial, aprendizado de regras, atenção, planejamento e controle motor.

As mulheres conseguiram mudar seu foco de atenção de um estímulo para outro com mais facilidade, o que melhorou a performance em tarefas cotidianas como dirigir e ler. Isto poderia explicar por que meninas têm também menos dificuldades do que meninos para se concentrar em uma aula.

"Esta pesquisa demonstra que tarefas que pedem flexibilidade mental favorecem as mulheres. Dirigir poderia ser um exemplo de como isto pode ser aplicado ao cotidiano", afirmaram os pesquisadores.

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