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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Vício em sexo em homens possui relação com excesso de hormônio, diz estudo

POR OLHAR DIGITAL - Uma pesquisa publicada pelo Journal of Clinical Endocrinoly and Metabolism aponta que homens diagnosticados com vício em sexo possuem níveis mais elevados do hormônio ocitocina no corpo.

De acordo com a pesquisa, 60% dos casos de vício em sexo, ou distúrbio hipersexual, acontece em pacientes homens. Nos Estados Unidos, por exemplo, estima-se que 10% de toda a população masculina seja diagnosticada com a doença.

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quarta-feira, 8 de julho de 2020

Pega no sono com a televisão ligada? Melhor repensar esse hábito!

Estes são os resultados de um estudo publicado no JAMA Internal Medicine
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Relaxar com os mais variados programas de televisão pode ajudá-lo a adormecer, mas se deixar a televisão ligada a noite toda, isso poderá causar danos reais ao seu peso.

Cientistas do Instituto Nacional de Saúde americano analisaram dados de saúde e estilo de vida de 43.722 mulheres norte-americanas de 35 a 74 anos. Enquanto as mulheres que usavam uma pequena luz noturna mantinham o peso, aquelas que adormeciam com muita luz ou televisão tinham 17% mais chances de ganharem cerca de 11 quilos ao longo de um período de cinco anos. Os resultados do estudo foram publicados no JAMA Internal Medicine.

Os cientistas especulam que a melatonina - o hormônio do sono - é suprimido quando a luz artificial da televisão interrompe os ritmos circadianos. 

FONTE: Notícias ao Minuto
https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1536516/pega-no-sono-com-a-televisao-ligada-melhor-repensar-esse-habito

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Muito além do prazer, quatro benefícios do sexo para a pele

A beleza da pele e o brilho do cabelo estão ligados ao estrogênio, hormônio cuja concentração no sangue aumenta durante o sexo.
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Acredite se quiser: ter relações sexuais faz tão bem para a saúde que até a pele se beneficia. A explicação dos benefícios do sexo para a pele está na liberação de hormônios e no relaxamento que as relações sexuais proporcionam.

De acordo com Larissa Viana, dermatologista especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, em declarações à revista Women’s Health, a beleza da pele e o brilho do cabelo estão ligados ao estrogênio, hormônio cuja concentração no sangue aumenta durante o sexo.

“O sexo promove uma melhoria na circulação sanguínea e na oxigenação das células, alterando assim não só o aspecto da pele, mas do cabelo e unhas”, explica. “A sensação de prazer é provocada pela liberação de endorfina, que também ajuda a regular o sono e a afastar a depressão. Além disso, a descarga hormonal contribui para eliminar toxinas e também pode deixar os lábios ainda mais cheios e atraentes”, acrescenta.

Quatro benefícios do sexo para a pele:
  1. Aumenta a produção de ocitocina, o ‘hormônio do amor’;
  2. Ajuda na manutenção do colágeno, proteína responsável pela firmeza e jovialidade da pele;
  3. Com o aumento da circulação e oxigenação, a pele e o cabelo tornam-se mais brilhantes e sedosos;
  4. O suor carrega as impurezas da pele, a energia despendida durante o sexo resulta assim numa verdadeira limpeza e deixa-o com a pele suave e lisa.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Mulher dirige com cautela devido a estrogênio

Publicado por: 
O hormônio feminino estrogênio faz mulher dirigir com cautela

hormônio feminino estrogênio pode explicar porque as mulheres se envolvem em menos acidentes do que homens quando estão dirigindo. De acordo com cientistas da Universidade de Bradford (Inglaterra) o estrogênio ajuda as mulheres a mudar sua atenção de uma situação ou objeto para outro de forma mais rápida e mais eficaz do que os homens.
Mulher dirige com cautela devido a estrogênio
Mulher dirige com cautela devido a estrogênio - foto: Pixabay

Essa capacidade feminina parece ajudar na percepção das alterações no trânsito de forma mais rápida, ajudando na prevenção de acidentes.

O estudo


A pesquisa envolveu 43 homens e mulheres com idades de 18 a 35 anos realizaram uma série de testes neuropsicológicos, que avaliaram habilidades como memória de reconhecimento espacial, aprendizado de regras, atenção, planejamento e controle motor.

As mulheres conseguiram mudar seu foco de atenção de um estímulo para outro com mais facilidade, o que melhorou a performance em tarefas cotidianas como dirigir e ler. Isto poderia explicar por que meninas têm também menos dificuldades do que meninos para se concentrar em uma aula.

"Esta pesquisa demonstra que tarefas que pedem flexibilidade mental favorecem as mulheres. Dirigir poderia ser um exemplo de como isto pode ser aplicado ao cotidiano", afirmaram os pesquisadores.

sábado, 15 de dezembro de 2012

A irisina, hormônio do esporte, faz seu corpo virar uma torradeira de calorias


Segundo descobertas quentíssimas, o exercício físico acende a produção de uma substância capaz de queimar energia e afugentar problemas que aterrorizam o coraçãopor Theo Ruprecht | design Flavia Hashimoto e Laura Salaberry
Com o passar dos anos...

Em comparação com adultos, os bebês têm uma maior porcentagem de adipócitos marrons. A teoria é que recém-nascidos precisam muito da chama vinda desses aquecedores por sua musculatura estar pouco desenvolvida. "Já nos mais velhos, os próprios músculos podem fornecer calor ao tremerem", diz Angelina Zanesco, fisiologista da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Rio Claro.
Nosso corpo possui tanto as células adiposas brancas como as marrons. As primeiras estocam combustível, ou melhor, gordura e, quando comemos demais, ficam infladas, deixando a barriga saliente. Já o segundo time usa a gasolina armazenada no organismo só para gerar calor, fato importante em seres vivos como nós, que precisamos nos manter em uma mesma temperatura o tempo todo. A questão é que os adultos apresentam muito mais unidades da versão guardadora de excessos gordurosos do que da responsável por incendiá-las. 

Contudo, dá para mudar ao menos em parte esse cenário. Recentemente, cientistas da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, descobriram um hormônio fabricado durante a atividade física com potencial para transformar aqueles depósitos esbranquiçados em indústrias consumidoras de energia. "A substância, batizada de irisina, viaja do músculo até o tecido adiposo e, lá, impulsiona essa maior queima calórica", explica Jun Wu, bióloga e uma das autoras do trabalho (entenda os detalhes no infográfico abaixo)

Para chegar à conclusão, ela e outros companheiros submeteram ratos a treinos regulares. Então, verificaram que os animais bem condicionados fisicamente tinham altos níveis de irisina e, acima disso, uma mudança no funcionamento interno de boa parcela das células de gordura. "Embora ainda faltem estudos na área, é impressionante que uma molécula secretada por causa do exercício transforme unidades que antes armazenavam triglicérides em outras que o utilizam apenas para produzir calor. É uma contradição surpreendente", raciocina o fisiologista William Festuccia, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo. 

Atenção: ao que tudo indica, o tal hormônio não forma adipócitos escuros idênticos aos que temos naturalmente. "Na verdade, surge um tecido bege, com metabolismo menos acelerado do que o do marrom, porém muito mais ativo do que o do branco", esclarece o endocrinologista Walmir Coutinho, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Aliás, a título de curiosidade, a cor menos clara vem da elevada concentração de ferro. 

O potencial benéfico da irisina vai além da perda de peso. Por dar um gás no surgimento de adipócitos com atuação similar à dos marrons, o hormônio inclusive jogaria um balde de água fria em inimigos do sistema cardiovascular. Em uma revisão conduzida ao lado de pesquisadores canadenses, William Festuccia destaca a importância dessas células específicas no controle dos triglicérides, por exemplo. "Elas diminuem a concentração dessa gordura no sangue por consumirem-na de forma a produzir calor", arremata o fisiologista. Aí, o risco de uma artéria entupir, estopim para infartos e derrames, cai. 

Outro adversário do peito, o diabete também é combatido pelas fábricas gordurosas de energia. Segundo o levantamento de Festuccia, essas estruturas, quando ativadas, usam glicose à beça para deixar sua maquinaria a todo vapor. Assim, recrutam o açúcar que circula pelos vasos, regulando a glicemia. "Sem contar que, por atacar a obesidade, a irisina afasta a resistência à insulina, um fator fundamental para o aparecimento da doença", complementa Páblius Braga, médico do esporte do Hospital Nove de Julho, na capital paulista. 

Uma substância com tantas possíveis benesses sempre causa furor na indústria farmacêutica. O otimismo é tanto que já há até quem especule que uma droga criada à base de irisina será, no futuro, como um exercício físico completo em cápsulas. "Isso é bastante improvável. Não se sabe, só para citar dois casos, se o hormônio tem alguma influência direta em quadros de hipertensão ou demências, males que a prática esportiva comprovadamente previne", deixa claro a fisiologista Angelina Zanesco, da Unesp. 

Existe uma dose ideal? 

O artigo de Harvard não se limitou a observar ratos. Após suarem a camisa cinco vezes na semana por quase três meses, oito voluntários também passaram a apresentar taxas extras de irisina - embora, nesse caso, os cientistas não tenham averiguado se os efeitos da molécula eram similares aos encontrados nos animais. "Infelizmente, hoje em dia não é todo mundo que alcança esses índices de atividade física", lamenta Angelina. Em outras palavras, não vale dar somente uma volta no parque por mês. É necessário planejar uma rotina de treinamentos regulares e contar com um pouco de paciência para as vantagens começarem a dar as caras. 

Os experts ainda desconhecem qual a intensidade perfeita ou mesmo se as sessões de musculação promoveriam a propagação do hormônio. "A falta de resposta para questões básicas é normal quando se abre uma nova linha de pesquisa. Entretanto, essas perguntas devem ser elucidadas nos próximos anos", enfatiza Jun Wu. Enquanto os esclarecimentos não vêm, vale a máxima de ficar longe do sedentarismo, mas respeitar seus limites a qualquer custo. Desse modo, você consegue transformar diversas chateações em cinzas. 

Uma promessa contra a obesidade 

A versão sintética da irisina deve começar a ser testada em voluntários a partir de 2013. Em teoria, sua principal virtude é, diferentemente dos medicamentos hoje disponíveis para contornar o excesso de peso, não mexer com quaisquer mecanismos do cérebro. "Ainda é cedo demais para falar qualquer coisa. Vários fármacos, e em especial os que aumentavam a queima energética do corpo, trouxeram benefícios a animais, mas não surtiram efeito em seres humanos", contrapõe Walmir Coutinho. Fora isso, pouco se sabe sobre possíveis reações adversas. "Por estimular a geração de calor, será que em doses elevadas a irisina provocaria uma febre contínua?", questiona William Festuccia. Trata-se de uma grande promessa para os próximos anos. E nada mais do que isso. 

Ilustração Adriana Komura

Incêndio que emagrece 
Como o exercício físico converte armazéns de gordura em incineradores de calorias

Fotos 1 / 4

FONTE: http://saude.abril.com.br/edicoes/0355/corpo/irisina-hormonio-esporte-faz-seu-corpo-virar-torradeira-calorias-702365.shtml


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