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sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

A outra 'pandemia' que ameaça a humanidade (a uma velocidade alarmante)

As superbactérias já matam mais do que aids, malária e câncer do pulmão.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - O número de mortes por infecções causadas por bactérias resistentes irá aumentar em 10 vezes até 2050, adverte um estudo publicado na revista Lancet, sublinhando que as superbactérias já matam mais do que Aids, malária e câncer do pulmão.

De acordo com a pesquisa, todos os anos morrem 1,2 milhões de pessoas devido a superbactérias. E os cientistas estimam que, em menos de 30 anos, as venham a provocar a morte de 10 milhões de pessoas por ano, três vezes mais do que a estimativa de óbitos por Covid para 2020.

A investigação é baseada em dados de 204 países. Até à data, é a mais abrangente sobre o tema. Os cientistas analisaram 23 agentes patogênicos diferentes e quase 90 combinações de infecções e medicamentos utilizados para tratá-las, sem sucesso.

Segundo o estudo, as superbactérias foram a terceira causa de morte a nível mundial em 2019, ficando apenas atrás das doenças cardíacas e do AVC. As infecções respiratórias, tais como a pneumonia, causadas por estas bactérias são as maiores 'assassinas': 400 mil mortes por ano.

As crianças são as mais afetadas. Os dados mostram que 20% tinham menos de cinco anos. Ou seja, vão ao encontro dos números da Unicef, que estima que até 40% de todas as mortes neste grupo etário são provocadas por superbactérias.

De todos os micróbios testados, seis deles - E. coli, S. aureus, K. pneumoniae, S. pneumoniae, A. baumannii, e P. aeruginosa - são responsáveis pela maioria das mortes (920 mil).

A África Subsaariana e o Sudeste Asiático são as duas regiões mais abaladas, com mais de 20 mortes por cada 100 mil habitantes. Nos países desenvolvidos, esta infecções matam, em média, 13 pessoas por 100 mil habitantes. No entanto, a mortalidade causada por estes micróbios poderia ser muito inferior se houvesse um acesso mais facilitado à medicação. ressaltam os pesquisadores.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1877735/a-outra-pandemia-que-ameaa-a-humanidade-a-uma-velocidade-alarmante

terça-feira, 19 de maio de 2020

Associações médicas publicam documento contra o uso de remédio para malária no tratamento de Covid-19

Mais de 20 especialistas analisam possíveis medicamentos para pacientes com o novo coronavírus. Eles afirmam que não há benefício no uso de cloroquina ou de hidroxicloroquina.
Associações médicas analisam medicamentos no
 tratamento de Covid-19 — Foto: Agência Estadual de
Notícias/Divulgação
A Associação de Medicina Intensiva Brasileira, a Sociedade Brasileira de Infectologia e a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia reuniram 27 especialistas para analisar medicamentos e terapias aplicados em pacientes com Covid-19. Segundo os órgãos, diversos procedimentos utilizados atualmente "carecem de apropriada avaliação de efetividade e de segurança".

De acordo com o documento formulado pelas sociedades médicas, a cloroquina e a hidroxicloroquina (receitadas usualmente para malária) não devem ser usadas como tratamento de rotina contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2). Após revisarem três estudos, os especialistas afirmam que "as evidências disponíveis não sugerem benefício clinicamente significativo".

Além disso, os medicamentos representam risco moderado de problemas cardiovasculares nos pacientes, como arritmia.

O uso da cloroquina e da hidroxicloroquina só pode ser considerado, segundo o documento, para casos graves, de pessoas hospitalizadas, em "decisão compartilhada entre o médico e o paciente". Os profissionais de saúde devem evitar ministrar, ao mesmo tempo, medicamentos que também alterem os batimentos cardíacos.

FONTE: G1

sexta-feira, 20 de março de 2020

Cloroquina: franceses e chineses acreditam na eficácia do medicamento

Para alguns cientistas, a solução pode vir de um remédio simples, antigo e barato
Cloroquina
POR OLHAR DIGITAL
cloroquina é um medicamento usado no tratamento da malária. E, nesta quinta-feira, ganhou as manchetes de todo mundo, depois que foram divulgados estudos franceses e chineses que apontam uma possível eficácia do produto no combate ao coronavírus.
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