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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Dilma: ‘Haverá a mais incansável oposição que um governo golpista pode sofrer’



POR CEARÁ AGORA
Em seu primeiro discurso depois da decisão do Senado de afastá-la, a presidente cassada Dilma Rousseff disse que um “grupo de corruptos” assume o poder e que haverá contra eles oposição “firme, incansável e energética”. “Ouçam bem: eles pensam que nos venceram, mas estão enganados. Sei que todos vamos lutar. Haverá contra eles a mais firme, incansável e enérgica oposição que um governo golpista pode sofrer”, disse Dilma no Salão de Mármore do Palácio da Alvorada, uma das residências oficiais da Presidência da República que Dilma deve deixar depois da decisão do Senado.
O pronunciamento de Dilma durou quinze minutos. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acompanhou a presidente cassada, que foi recebida aos gritos de “Dilma, guerreira, da pátria brasileira”. Senadores, deputados, dirigentes de partidos aliados e integrantes de movimentos sociais também estavam ao lado dela. Não faltaram críticas à imprensa, chamada pelos manifestantes de “mídia golpista”. Na despedida de Dilma, gritos de “Fora Temer” e “Ocupar e Resistir até o Temer cair” ecoaram pelo Alvorada.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Pagamento de pedalada é manobra, diz oposição

Nesta quarta-feira, 30, o governo deve anunciar os detalhes do pagamento de todas as pedaladas fiscais

POLÍTICA CONTAS



Um dia antes de o governo anunciar como será o pagamento das pedaladas fiscais, os opositores da presidente Dilma Rousseff afirmaram ontem que o fim dos débitos não anula o pedido de impeachment contra ela. Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o fundamento para aceitar o pedido de afastamento da petista são decretos editados em 2015 que teriam descumprido a lei orçamentária.

"Ignoramos 2014, não aceitamos a tese que você retroaja no mandato anterior. O ato irregular foi cometido, os decretos", disse Cunha, ao fazer referência às medidas adotadas por Dilma sem autorização do Congresso. "Não é com o pagamento das pedaladas em 2011 e 2014 que você muda essa realidade do decreto ter sido emitido em desacordo com a lei orçamentária", afirmou o peemedebista.
Nesta quarta-feira, 30, o governo deve anunciar os detalhes do pagamento de todas as pedaladas fiscais mantidas no BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e FGTS. Ao todo, essas dívidas somam R$ 57 bilhões.
A decisão de zerar as pedaladas foi tomada por Dilma na segunda-feira com o objetivo de "limpar o terreno para 2016" e enfraquecer a tese do impeachment, cujo processo será analisado pelo Congresso a partir de fevereiro. No processo, as pedaladas são apontadas como um crime de responsabilidade fiscal. "A verdade é que esses empréstimos, pela maneira como foram feitos, são ilegais. A forma que o governo quer quitar esses empréstimos também é questionável e o que nós temos é uma grande preocupação", disse o deputado Caio Narcio (PSDB-MG).
"No apagar das luzes, Dilma quer jogar para debaixo do tapete o rombo bilionário nas contas públicas. Zerando as pedaladas, o governo acredita que o impeachment morre em 2015. Talvez não tenha percebido que as consequências da irresponsabilidade fiscal ainda serão sentidas pelos brasileiros durante alguns anos", afirmou o líder da oposição na Câmara, Bruno Araújo (PSDB-PE).
Rito

FONTE: Notícias ao Minuto

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Governo não consegue reverter impopularidade, diz Cunha

Oposição
De acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira pelo instituto Datafolha, a reprovação da presidente chegou a 71%
Governo não consegue reverter impopularidade, diz Cunha
Agência Brasil
POLÍTICA

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou nesta quinta, 6, que o governo Dilma Rousseff está em um nível grande de impopularidade e não consegue reverter o quadro. De acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira pelo instituto Datafolha, a reprovação da presidente chegou a 71%, ultrapassando o pior momento do governo de Fernando Collor.

Para Cunha, o governo da petista não tem ações para reverter a queda de popularidade. "O governo vai, com isso, perdendo bastante da sua credibilidade, perdendo bastante do seu apoiamento na sociedade como um todo e reflete no Congresso", afirmou.

Na noite dessa quarta, 5, com ação contrária inclusive da base aliada, o governo sofreu mais uma derrota. O plenário da Casa aprovou em primeiro turno o texto principal da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que eleva salários na Advocacia-Geral da União (AGU) e outras carreiras, gerando um impacto adicional aos cofres federais de R$ 2,45 bilhões ao ano. Com informações do Estadão Conteúdo.


FONTE:
Notícias ao Minuto

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