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sábado, 31 de agosto de 2019

HORA DO RISO: Piada de Advogado: Um Presente Para o Juiz

Humor: Um presente muda uma sentença
HORA DO RISO
O advogado recebe em seu escritório um cliente muito preocupado com o seu processo:
- Doutor, se eu perder este caso, estarei arruinado.
- Tudo só depende do juiz... – diz o advogado.
Tentando arrumar soluções, o cliente pergunta: 
- Se eu der um presentinho ao juiz, será que ajudaria?
- Não! Este juiz é muito ético e consciente. Se você der um presente a ele, isso prejudicará todo o processo. Nem pense nisso! O advogado recebe em seu escritório um cliente muito preocupado com o seu processo:
- Doutor, se eu perder este caso, estarei arruinado.
- Tudo só depende do juiz... – diz o advogado.
Tentando arrumar soluções, o cliente pergunta: 
- Se eu der um presentinho ao juiz, será que ajudaria?
- Não! Este juiz é muito ético e consciente. Se você der um presente a ele, isso prejudicará todo o processo. Nem pense nisso! 
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Passado algum tempo, sai a sentença a favor do advogado. O cliente procura seu advogado e diz:
- Obrigado pela dica sobre o presentinho. Funcionou!
- Mas como? Se você tivesse enviado o presente, teríamos perdido a causa!
- Mas eu mandei o presente... Foi por isso que nós ganhamos a causa.
- Você está louco? Como?
- Bem, eu mandei o presente. E dentro da caixa, coloquei um cartão de visitas do nosso adversário.
FONTE:
https://www.tudoporemail.com.br/content.aspx?emailid=14619

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Integrante de quadrilha que deixou 6 mortos em assalto a banco no Ceará é condenado a 101 anos de prisão

A sentença saiu 11 anos após o crime, quando três PMs, dois reféns e um assaltante morreram.
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Um dos integrantes de quadrilha que assaltou um banco em Aracoiaba, no Interior do Ceará, foi condenado a 101 anos de prisão por latrocínio, lesão corporal e roubo. O crime ocorreu em 8 de fevereiro de 2008 e deixou seis pessoas mortas.

A juíza Cynthia Pereira Petri Feitosa, da Comarca de Aracoiaba, proferiu a sentença na última terça-feira (2). O réu Francisco Bentis Ferreira de Oliveira foi condenado por levar R$ 26 mil e participar do assassinato de três PMs e dois reféns no dia do assalto.

Francisco Bentis estava preso desde o dia 10 de fevereiro de 2008. Ele foi capturado por populares no município de Capistrano, distante cerca de 15 km do local do crime, e entregue à polícia. Pelo menos três homens participaram do assalto. Francisco Bentis era o único acusado ainda vivo.

A sexta vítima do roubo ao banco foi um dos criminosos, identificado como Francisco Naildo Lima Alves, de alcunha "Bobi". Ele foi morto durante confronto com os policiais na agência bancária.

O terceiro integrante do grupo criminoso morreu dias depois, também em confronto com policiais. Aristotenes Nobre Maia, vulgo "Toti", estava no distrito de Pedra Branca, quando foi identificado por PMs.

Confissão

Durante o interrogatório, Francisco Bentis confessou o crime com riqueza de detalhes. Ele tentou, inclusive, atribuir o assassinato dos policiais a um dos assaltantes mortos.

No entanto, a juíza considerou que o réu teve ação preponderante para matar os policiais, conforme apontado em depoimentos de testemunhas.

Crime

Um grupo armado invadiu uma agência bancária no Centro de Aracoiaba e rendeu funcionários e clientes, no dia 8 de fevereiro de 2008. Um servidor da agência, no entanto, conseguiu ligar para a polícia enquanto os homens assaltavam os caixas eletrônicos.

Quatro policiais do Destacamento do município foram ao local para verificar a ocorrência e entraram em confronto com o grupo. Os três criminosos tentaram fugir, mas um deles foi atingido pelos PMs. Francisco Naildo morreu no local.

Depois disso, Francisco Bentis e Aristotenes Nobre voltaram para agência e fizeram dois clientes reféns. Eles utilizaram as vítimas como escudos humanos para sair do banco.

Durante a fuga, os reféns conseguiram fugir e os criminosos aproveitaram o momento para atirar contra os policiais. Três dos quatros PMs foram alvejados por Francisco Bentis.

Ao ver os policiais caídos, os reféns voltaram para tentar socorrê-los e acabaram sendo executados por Aristotenes. Em seguida, ele foi até os PMs e disparou um "tiro de misericórdia" na cabeça de cada um.

O Subtenente Francisco Wagner Gomes Timóteo, o soldado Júlio Gibran Pereira e o cabo José Tadeu Guimarães morreram no local. Os assaltantes fugiram.

Dias depois, Aristotenes Nobre foi morto em confronto com PMs, enquanto Francisco Bentis foi preso.

sábado, 30 de março de 2019

Homem processa bar por tamanho de caipirinha e é condenado por má-fé

Justiça determinou pagamento de multa e honorários,
 somando R$ 3 mil, por ação contra bar
(Crédito: Reprodução/RPC / G1)
Um homem foi condenado pela Justiça de Curitiba após entrar com uma ação contra um bar, pois estava insatisfeito com o tamanho de uma caipirinha. De acordo com o juiz do caso, o autor da ação agiu de má-fé. As informações são do G1.

O economista Ronaldo Valdívia alegou que em junho de 2018 pediu um drinque chamado “Caipirão” em um bar. Segundo ele, o anúncio dizia que a bebida tinha 600 mililitros, mas quando o pedido chegou, a quantia no copo era menor do que a anunciada.

Na ação, Ronaldo diz que reclamou com os atendentes e teve que pedir outra bebida. Ele alegou no processo que teve a honra e dignidade afetadas, além de desejos e vontades cassados. Imagens de Ronaldo com a bebida na mão foram anexadas ao processo.

O juiz Telmo Zainko, do Juizado Especial de Curitiba, entendeu que o autor da ação agiu de má-fé e o condenou ao pagamento de multa.

Na sentença, o juiz cita que nas imagens anexadas ao processo um homem aparece de maneira contente e descontraída. Para o juiz, quem teve o direito violado não se apresentaria desta forma em uma fotografia.

Ainda na decisão, o magistrado acrescenta que o autor da ação bebeu o drinque até o fim, pediu mais duas cervejas e ainda ganhou desconto de R$ 25 na conta. O juiz cita que o fato não havia sido comunicado por Ronaldo no processo.

Diante dos fatos, o juiz inverteu a sentença contra o autor. Na decisão, Telmo Zanko diz que o Juizado Especial tem como objetivo uma Justiça mais rápida e simples.

No entanto, segundo o juiz, os Juizados têm enfrentado problemas de demandas judiciais causadas por “uma verdadeira avalanche de pedidos de indenizações por danos morais totalmente descabidos”.

A sentença condenou o economista ao pagamento de multa de 10% do valor da ação, que é de R$ 10 mil. Ele também foi condenado ao pagamento de honorários, calculados em 20% o valor da causa.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Moro diz que grampo 'é medida de investigação'

Lula foi pego em conversas com políticos, família, advogado e até com então presidente Dilma

Ex-presidente Lula deixa o Instituto Lula, no Ipiranga, na zona sul de São Paulo, na noite da quarta-feira (12), pouco depois de o juiz Sérgio Moro condená-lo a 9 anos e 6 meses de prisãoDaniel Teixeira/Estadão Conteúdo

Na sentença de condenação do ex-presidente Lula a 9 anos e 6 meses de prisão, o juiz federal Sérgio Moro citou os grampos que pegaram o petista, em março do ano passado, e alimentaram o embate entre defesa e magistrado.

As gravações foram realizadas na Operação Aletheia, desdobramento da Lava Jato, e capturaram conversas de Lula com políticos, familiares, seu advogado e compadre Roberto Teixeira e até com a então presidente Dilma.
Moro afirma na condenação de Lula por corrupção e lavagem de dinheiro no caso triplex que 'interceptação telefônica é medida de investigação prevista em lei'. Os áudios fizeram parte da investigação contra o ex-presidente.
O magistrado anotou que 'a medida investigatória sequer perdurou por muito tempo, nem completou um mês, muito menos do que ocorre em investigações envolvendo crimes menos complexos'.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Moro condena Lula a nove anos e seis meses de prisão no caso triplex

Luiz Inácio Lula da Silva
POR AGÊNCIA BRASIL

Ivan Richard Esposito - Repórter da Agência Brasil*



O juiz federal Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância, condenou nesta quarta-feira (12) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A condenação é relativa ao processo que investigou a compra e a reforma de um apartamento triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo. A sentença, divulgada hoje (12), prevê que Lula poderá recorrer da decisão em liberdade.

Na decisão (clique aqui para acessar a íntegra), Moro afirma que as reformas executadas no apartamento pela empresa OAS provam que o imóvel era destinado ao ex-presidente.

“Nem é necessário, por outro lado, depoimento de testemunhas para se concluir que reformas, como as descritas, não são, em sua maioria, reformas gerais destinadas a incrementar o valor do imóvel, mas sim reformas dirigidas a atender um cliente específico e que, servindo aos desejos do cliente, só fazem sentido, quando este cliente é o proprietário do imóvel", diz o juiz.

Segundo Moro, ficou provado nos autos que o presidente Lula e sua esposa eram os proprietários de fato do apartamento. 

No despacho, o juiz Sérgio Moro diz que “as provas materiais permitem concluir que não houve qualquer desistência em fevereiro de 2014 ou mesmo em agosto de 2014. A reforma do apartamento 164-A, triplex, perdurou todo o ano de 2014, inclusive com vários atos executados e mesmo contratados após agosto de 2014.” 

No despacho, Moro também destacou a influência do ex-presidente nas nomeações da Petrobras. “O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha um papel relevante no esquema criminoso, pois cabia a ele indicar os nomes dos diretores ao Conselho de Administração da Petrobras e a palavra do governo federal era atendida. Ele, aliás, admitiu em seu interrogatório, que era o responsável por dar a última palavra sobre as indicações.”

OAS
O ex-presidente da OAS  José Aldemário Pinheiro Filho conhecido como Leó Pinheiro, também foi condenado no caso, mas por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. A sentença prevê 10 anos e 8 meses de reclusão para o empresário, mas sua pena foi reduzida devido ao fato ter fechado acordo de delação com a Justiça. 

Na sentença, o juiz absolveu Lula e Léo Pinheiro das acusações de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do transporte e armazenamento do acervo presidencial por falta de provas. 

Moro absorveu por falta de prova Paulo Okamoto, Paulo Roberto Valente Gordilho, Roberto Moreira Ferreira e Fabio Yomamime. 

Lula responde a cinco processos na Lava Jato. Nesta semana, o Ministério Público pediu a absolvição do ex-presidente em um dos processos, relativo a uma investigação da Justiça Federal sobre a suposta tentativa de obstrução da Justiça por parte de Lula.

*Texto atualizado às 15h19min para acréscimo de informações.

*Colaborou Maiana Diniz

Lula é condenado a 9 anos e seis meses de prisão no caso do triplex

© Divulgação
O ex-presidente foi condenado pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva

POR NOTÍCIAS AO MINUTO
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado nesta quarta-feira (12) a nove anos e seis meses de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção passiva no caso do tríplex do Guarujá, em São Paulo.

Segundo informações do G1, a sentença foi emitida pelo juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância.
Caso a condenação seja confirmada em segunda instância, pelo TRF (Tribunal Regional Federal), Lula poderá ser preso e pode ficar inelegível. O tribunal leva, em média, cerca de um ano e meio para analisar as sentenças de Moro.
O ex-presidente é acusado de se beneficiar de dinheiro desviado da Petrobras na compra e reforma do tríplex no Guarujá, assim como no transporte de seu acervo presidencial após a saída do Planalto. Os benefícios teriam sido pagos pela empreiteira OAS, em troca de contratos com a estatal.
O imóvel, segundo o MPF, rendeu um montante de R$ 2,76 milhões ao ex-presidente. O valor é a diferença do que a família de Lula já havia pago pelo apartamento, somado a benfeitorias realizadas nele.
Além de Lula, outras seis pessoas foram envolvidas nesta ação penal.
Veja abaixo as acusações contra cada réu:
Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS: corrupção ativa e lavagem de dinheiro
Paulo Gordilho, arquiteto e ex-executivo da OAS: lavagem de dinheiro
Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula: lavagem de dinheiro
Agenor Franklin Magalhães Medeiros, ex-executivo da OAS: corrupção ativa
Fábio Hori Yonamine, ex-presidente da OAS Investimentos: lavagem de dinheiro
Roberto Moreira Ferreira, ligado à OAS: lavagem de dinheiro
A defesa de Lula poderá recorrer à sentença.
LEIA TAMBÉM: 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Tribunal declara Pistorius culpado pela morte de namorada

SENTENÇA

Tribunal declara Pistorius culpado pela morte de namorada

Folhapress | 15h40 | 12.09.2014

Atleta sul-africano foi condenado por homicídio culposo pela morte de Reeva Steenkamp

pistorius
Oscar Pistorius foi condenado por homicídio culposo
REUTERS
O atleta sul-africano Oscar Pistorius foi condenado nesta sexta-feira (12) por homicídio culposo pela morte de sua namorada Reeva Steenkamp.
Para a juíza sul-africana Thokozile Masipao atleta paraolímpico não premeditou o crime, mas agiu com negligência ao disparar quatro tiros contra a porta fechada do banheiro de sua casa, na noite de São Valentim de 2013, em 14 de fevereiro.
O próximo passo no julgamento é o anúncio da pena, o que deve ocorrer no dia 13 de outubro. A juíza prorrogou a liberdade de Pistorius sob fiança até a data da sentença.
Retorno
O diretor de comunicação do Comitê Paraolímpico InternacionalCraig Spence, disse nesta sexta-feira (12) que o sul-africano Oscar Pistorius pode voltar às pistas no futuro.
"Oscar teve uma grande contribuição para o movimento paraolímpico. Ele tem sido uma inspiração para milhões [de pessoas], mas, obviamente, sua prioridade agora é ver o que a juíza vai decidir", disse Spence em entrevista para a rádio britânica BBC Radio 5 Live. "E se ele desejar completar a sua carreira como atleta, nós não colocaríamos obstáculo em seu caminho. Nós permitiríamos que ele competisse novamente no futuro", afirmou.
O diretor executivo do Comitê Paraolímpico Internacional, Xavier Gonzalez, também ressaltou a importância que Pistorius teve na divulgação do esporte pelo mundo e disse que a imagem da entidade não foi comprometida com o caso.
"Desde o começo do julgamento, não tivemos impacto sobre nossas atividades. E o julgamento não impactou negativamente no movimento paraolímpico", disse Gonzalez. "Oscar foi um embaixador fundamental para o movimento paraolímpico no período entre 2008 e 2010. Desde então, temos muitos outros embaixadores e muitos outros atletas que são reconhecidos globalmente", afirmou.
FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE

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