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quinta-feira, 18 de julho de 2019

Economista recomenda sacar dinheiro do FGTS

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Se os saques do saldo do FGTS forem liberados pelo governo, o trabalhador deve retirar o dinheiro mesmo que não precise dele no momento. A recomendação é do professor da Faculdade Fipecafi Diogo Carneiro.

“O FGTS é tradicionalmente um péssimo investimento, ganha mal e porcamente da inflação. Tem rendimento mais baixo até que o da poupança ou renda fixa. É uma alternativa ruim que o governo impõe”, afirma.

Para o economista, a liberação dos recursos é uma oportunidade para reequilibrar o orçamento. “A primeira coisa é quitar dívidas, começando pelas mais caras, como cartão de crédito e cheque especial”, diz Carneiro, que também recomenda a avaliação de dívidas com bens dados como garantia.

Quem não está endividado deve guardar o dinheiro para gastos previstos no longo prazo, orienta. “Se não for o caso, ele pode tentar poupar para fazer uma reserva de segurança”, afirma.
FONTE:
https://www.metrojornal.com.br/foco/2019/07/18/economista-recomenda-sacar-dinheiro-fgts.html

sábado, 30 de março de 2019

Homem processa bar por tamanho de caipirinha e é condenado por má-fé

Justiça determinou pagamento de multa e honorários,
 somando R$ 3 mil, por ação contra bar
(Crédito: Reprodução/RPC / G1)
Um homem foi condenado pela Justiça de Curitiba após entrar com uma ação contra um bar, pois estava insatisfeito com o tamanho de uma caipirinha. De acordo com o juiz do caso, o autor da ação agiu de má-fé. As informações são do G1.

O economista Ronaldo Valdívia alegou que em junho de 2018 pediu um drinque chamado “Caipirão” em um bar. Segundo ele, o anúncio dizia que a bebida tinha 600 mililitros, mas quando o pedido chegou, a quantia no copo era menor do que a anunciada.

Na ação, Ronaldo diz que reclamou com os atendentes e teve que pedir outra bebida. Ele alegou no processo que teve a honra e dignidade afetadas, além de desejos e vontades cassados. Imagens de Ronaldo com a bebida na mão foram anexadas ao processo.

O juiz Telmo Zainko, do Juizado Especial de Curitiba, entendeu que o autor da ação agiu de má-fé e o condenou ao pagamento de multa.

Na sentença, o juiz cita que nas imagens anexadas ao processo um homem aparece de maneira contente e descontraída. Para o juiz, quem teve o direito violado não se apresentaria desta forma em uma fotografia.

Ainda na decisão, o magistrado acrescenta que o autor da ação bebeu o drinque até o fim, pediu mais duas cervejas e ainda ganhou desconto de R$ 25 na conta. O juiz cita que o fato não havia sido comunicado por Ronaldo no processo.

Diante dos fatos, o juiz inverteu a sentença contra o autor. Na decisão, Telmo Zanko diz que o Juizado Especial tem como objetivo uma Justiça mais rápida e simples.

No entanto, segundo o juiz, os Juizados têm enfrentado problemas de demandas judiciais causadas por “uma verdadeira avalanche de pedidos de indenizações por danos morais totalmente descabidos”.

A sentença condenou o economista ao pagamento de multa de 10% do valor da ação, que é de R$ 10 mil. Ele também foi condenado ao pagamento de honorários, calculados em 20% o valor da causa.

sábado, 26 de novembro de 2016

Congelar o Bolsa Família foi um erro, diz economista do FGV Social


Para Marcelo Neri, "erros" cometidos no último ano da gestão de Dilma Rousseff contrariaram a tendência de mobilidade social


POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgados nessa sexta-feira (25), mostram um aumento da pobreza no Brasil em quase 20%, segundo o economista Marcelo Neri, pesquisador e diretor do FGV Social. A principal causa seria a queda da renda entre os 10% mais pobres.

Para o pesquisador, "erros" cometidos no último ano da gestão de Dilma Rousseff contrariaram a tendência de mobilidade social, responsável pelo surgimento, segundo ele, de uma "nova classe média".
"A renda familiar per capita caiu 7,04%. De 2004 a 2014, ela crescia em média 4,5%. A pobreza também aumentou muito: 19,33%. De 2004 a 2014, ela havia caído em média 10,44% ao ano".
Segundo entrevista de Marcelo Neri à Folha de S. Paulo, o congelamento do Bolsa Família contribuiu para a formação do cenário. "Nenhum outro benefício foi congelado assim. E ele vai de fato para os 10% mais pobres. E aí há uma quebra da série da história: é a primeira alta da pobreza desde a recessão de 2003", destaca.
De acordo com ele, a perspectiva, tomando como base os índices da Pnad Contínua, é de que a renda do trabalho continue a cair de maneira forte e a desigualdade aumente. "Vamos perder tudo de bom das grandes tendências que tivemos desde o fim da última recessão, no governo Lula, até 2014", acredita.
Marcelo Neri também explica que, enquanto o salário mínimo, a Previdência e o seguro-desemprego aumentaram, em 2015, e o Bolsa Família ficou parado.
"Foi uma iniciativa totalmente sem sentido o aumento do salário mínimo. Não só ele gerou um impacto muito forte nas contas públicas como ajudou a aumentar o desemprego e a desocupação. Erramos ao não reajustar o Bolsa Família. Fez com que colhêssemos esse resultado na pobreza visto na Pnad", analisou.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Economista questiona: queda de Dilma foi ordenada por Wall Street?

“Se Dilma tivesse decidido manter Henrique de Campos Meirelles, o golpe de Estado muito provavelmente não ter ocorrido”, afirma o analista

© Reuters
POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Em artigo publicado pela primeira vez em junho, mas reeditado neste 1º de setembro, um dia após a consumação do impeachment no Brasil, o renomado professor e economista canadense Michel Chossudovsky explica por que a queda de Dilma foi ordenada por Wall Street e tenta desmascarar “os atores por trás do golpe”.

“O controle sobre a política monetária e a reforma macroeconômica eram os objetivos últimos do golpe de Estado. As nomeações principais do ponto de vista de Wall Street são o Banco Central, que domina a política monetária e as operações de câmbio, o Ministério da Fazenda e o Banco do Brasil”, diz o artigo, ressaltando que, desde o governo FHC, passando por Lula e Temer, Wall Street tem exercido controle sobre os nomes apontados para liderar essas três instâncias estratégicas para a economia brasileira.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Crise como a de 2008 não está prevista, diz economista

O estudioso não verifica nenhum desastre nas mesmas proporções de 2008


ECONOMIA SEM CRISE

Uma crise como a ocorrida em 2008 não está prevista, mas a economia mundial deve crescer mais lentamente. É o que analisa o economista norte-americano Dean Baker, de 57 anos, cofundador do Center for Economic and Policy Research, com sede em Washington, nos Estados Unidos.

Segundo a Folha de S. Paulo, o Doutor pela Universidade de Michigan, foi um dos únicos estudiosos a prever a bolha imobiliária nos EUA, ainda em 2000. Para Baker, os países consumidores de commodities serão beneficiados, já para os produtores a perspectiva é muito ruim.
De acordo com o economista, grande parte da América Latina vai viver momentos de recessão e o melhor a se fazer é desvalorizar moedas. No Brasil, a priorização deve ser a geração de empregos.
O Doutor é autor da obra "Plunder and Blunder, the Rise and Fall of the Bubble Economy" (2009) e para ele, novas bolhas irão explodir. Entretanto, seus efeitos serão regionais. Como fórmula secreta para os os países saírem da crise, Baker diz que se deve aumentar os gastos para impulsionar a economia.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Economista sugere que chineses pobres partilhem suas esposas

Estudos dizem que em 2020 existirão na China entre 30 a 40 milhões de homens sem companheira, por nascerem mais homens que mulheres




MUNDO DESEQUILÍBRIO


Reporta a BBC que um economista chinês apresentou uma solução inédita (e inacreditável) para resolver o problema da prevalência de habitantes do sexo masculino face aos do sexo feminino.

Recorda a mesma publicação que por cada 100 meninas nascidas na China, nascem 118 meninos. A previsão é de que em 2020 existirão no país entre 30 a 40 milhões de homens sem companheira.
O economista Xie Zuoshi, da Universidade de Zhejiang, apresentou uma solução muito prática: a partilha de mulheres entre as comunidades mais pobres.
O homem sublinha que não é uma ideia disparatada e que “em áreas remotas e pobres já há casos de irmãos que se casam com a mesma esposa e vivem em harmonia”.
Desnecessário será dizer que estas afirmações foram recebidas de forma muito raivosa pelo público feminino, em especial pelos ativistas pelos direitos femininos.
FONTE: Notícias ao Minuto

sábado, 20 de junho de 2015

Economistas recomendam reservar dinheiro para enfrentar crise financeira

De acordo com o SPC Brasil, mais de 2 milhões de brasileiros entraram para a lista de inadimplentes entre dezembro de 2014 e maio deste ano


Da Agência Brasil
A reserva de dinheiro para emergências é uma opção para enfrentar o momento atual de crise na economia, com o aumento do desemprego e da inflação e, assim, fugir da inadimplência. A avaliação é da economista-chefe do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) Brasil, Marcela Kawauti.

“As pessoas têm o costume de comprometer toda a renda com as parcelas. Quando vem o desemprego ou algum imprevisto, não tem para onde correr. É preciso antecipar um futuro não muito bom e fazer uma reserva financeira”, recomenda a economista.

Ela orienta que se façam cortes no orçamento familiar para fazer essa reserva, como reduzir a frequência em restaurantes, por exemplo. “Privilegie as compras à vista. Se não tiver dinheiro, espere dois ou três meses economizando”, sugere.

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