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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Lidar com o MEDO

Lidar com o MEDO




O clima do planeta pode ter desandado de vez, com consequências terríveis para a humanidade. A inflação pode voltar e levar o seu dinheiro. Você pode apanhar da polícia – ou ser incendiado por black blocs. Pode pegar gripe suína e morrer em dias. Os agrotóxicos da comida podem estar envenenando você. O seu avião pode cair. Você pode ser rejeitado. Fracassar na vida. Aquela dorzinha na barriga… pode ser câncer. E, pior ainda, tudo isso pode acontecer com as pessoas que você mais ama. Nunca houve tantos motivos para sentir medo. E isso está nos afetando. 

Segundo dados do Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA, 20,8% das pessoas têm transtorno de ansiedade, ou seja, passam o tempo inteiro com medo de alguma coisa (pois a ansiedade nada mais é do que medo antecipado, de algo que pode ou não ocorrer). É dez vezes mais do que na década de 1980. Mesmo que você não seja uma delas, certamente já se sentiu incomodado por algum tipo de medo. Ele se tornou o maior problema psicológico do nosso tempo – e virou parte do dia a dia de todo mundo.


Nós só estamos aqui, afinal, porque nossos antepassados eram medrosos e viviam fugindo do perigo. O cérebro humano evoluiu para ser extremamente sensível a ele. Mas isso aconteceu há milhares de anos, quando a vida era muito diferente. Hoje, a quantidade de situações e estímulos que podem nos causar receio é incalculavelmente maior. Daí a explosão de medo na cabeça das pessoas. Não precisa ser desse jeito.

O cérebro humano quase triplicou ao longo da evolução. Passou de 600 cm3 no Homo habilis (há 2 milhões de anos) aos 1.400 cm3 do Homo sapiens, 150 mil anos atrás. Nossa massa cinzenta foi crescendo e ganhando camadas, cada uma mais complexa que a anterior, até chegar ao neocórtex – sua parte mais externa, enrolada como uma linguiça, responsável por funções mentais como pensamento e linguagem. Tudo o que você tem de racional está ali. Só que mais para dentro, no miolo do cérebro, existe outra coisa: o chamado sistema límbico. É uma parte mais primitiva, que coordena reações instintivas. Seu pedaço mais importante é a amígdala, que detona as sensações de medo. “Você está caminhando por um bosque, vê uma cobra, se assusta e imediatamente pula para trás, sem sequer pensar a respeito. A amígdala é a responsável por essa resposta”, explica Raül Andero, neurocientista da Emory University, nos EUA. Como as cobras eram um perigo constante para nossos ancestrais, a evolução moldou o cérebro para ter medo delas. Prova disso é que macacos criados em laboratório, que nunca viram uma cobra, se assustam se forem colocados diante de uma (em compensação, se eles tiverem a amígdala retirada, deixam de sentir todos os tipos de medo). Os medos são disparados pela parte primitiva do cérebro.



Quando você anda pela rua pensando nas férias, o seu cérebro avançado está decidindo para onde quer viajar. Mas o cérebro instintivo, sem que você perceba, também está a todo o vapor, de olho nas ameaças imediatas (um buraco no chão, por exemplo). Os dois são interligados, se comunicam, influenciam um ao outro. Por isso, os psicólogos preferem dividir a mente em dois sistemas: o Sistema 1 e o Sistema 2. Cada um é um conjunto de processos mentais envolvendo várias regiões do cérebro.

O Sistema 1 é intuitivo, rápido, emotivo, inconsciente, automático. Sabe aquele pressentimento que você tem quando conhece alguém? É o Sistema 1 em ação. Ou quando volta para casa de forma automática, sem precisar relembrar o caminho? Sistema 1. Tudo o que você faz sem pensar – inclusive sentir medo – é obra do Sistema 1. Já o Sistema 2 é o contrário: ele é o pensamento, lento, consciente, racional. A sua consciência mora dentro dele. “Mas o Sistema 1 é o autor secreto de muitas escolhas e julgamentos que você faz”, explica o psicólogo israelense Daniel Kahneman, ganhador do Prêmio Nobel de Economia e autor de Rápido e Devagar, livro que discute a relação entre os dois sistemas.

O Sistema 1 é essencial para a sobrevivência. É o instinto que nos permite reagir rapidamente a ameaças – seja uma cobra ou um ônibus que avança sobre a faixa de pedestres bem na hora que você está atravessando. O problema é que o Sistema 1 usa regras rudimentares, muitas vezes erradas, para dosar o medo que vamos sentir das coisas. Por exemplo. Quanto mais você se lembra (ou é lembrado) de uma ameaça, mais medo o Sistema 1 produzirá, independente do real perigo envolvido. E ele também é fortemente influenciado pelo medo que outras pessoas sentem (medo é contagioso). Tudo isso nos leva a receios exagerados e errados.

Após os atentados de 11 de Setembro, por exemplo, os americanos ficaram com medo de andar de avião. Muito mais gente decidiu viajar de carro. E, por isso, morreram 1.600 pessoas a mais em acidentes de trânsito nos EUA ao longo de um ano. Avião era, e é, estatisticamente muito mais seguro do que carro. Só que as pessoas se lembraram dos atentados, que tinham sido exaustivamente mostrados pela imprensa, e tomaram a decisão errada. Se tivessem superado o medo, e andado de avião, praticamente todas estariam vivas. “Temos pavor de morrer de repente, junto com outras pessoas”, diz o psicólogo Gerd Gigerenzer, do Instituto Max Planck, na Alemanha, que analisou números fornecidos pelo Ministério dos Transportes dos EUA. “Aí tomamos a decisão errada, e pulamos da frigideira para o fogo.”

Há inúmeros exemplos assim, de medo irracional. Como a mãe que tem medo que seu filho fume maconha, mas não vê problema se ele encher a cara – sendo que o álcool é comprovadamente mais prejudicial à saúde. A pessoa que tem medo de usina nuclear, mas adora ir à praia se expor à radiação solar, algo muito mais arriscado (só o Brasil registra 120 mil casos de câncer de pele por ano). E você tem mais medo de diabetes, aids, ou acidentes de trânsito? No Brasil, a aids (71%) e os acidentes (58%) lideram com folga. E a diabetes nem é citada em pesquisas sobre temores. Mas, pensando racionalmente, é dela que você deveria ter mais medo: em 2010, essa doença matou 54 mil brasileiros, o mesmo que os acidentes de trânsito (42 mil) e a aids (12 mil) somados. Ocorre que os acidentes aparecem todo dia na TV e nos jornais. E o que você acha que terá mais destaque na imprensa, uma celebridade morrer de diabetes ou de aids?

A mídia escolhe as coisas para chamar sua atenção. E as coisas que mais chamam a atenção do cérebro são, justamente, as que mais assustam.

E esse medo nunca foi tão forte. Nunca estivemos tão ligados uns aos outros, mas, ao mesmo tempo, nunca sentimos tanto medo de não sermos aceitos. Você já deve ter percebido isso quando postou alguma coisa nas redes sociais – e imediatamente ficou ansioso sobre quantos likes aquilo iria ter ou deixar de ter. Um estudo feito pela agência de publicidade JWT com 1.270 americanos e ingleses constatou que 40% dos usuários do Facebook têm medo de não serem incluídos nas conversas online dos amigos. “O mundo exige cada vez mais de nós. Não conseguimos nos desconectar, e aí sentimos mais ansiedade”.

Políticos espalham temores para arrebanhar votos, jornalistas faturam em cima de catástrofes, biólogos citam vírus letais quando querem obter fundos para desenvolver vacinas… Todo mundo propaga o medo. Mas não faz isso só por maldade ou interesse próprio. “Se eu disser que há uma doença mortal se espalhando na sala onde você está, você sairá dela mesmo sem saber se é verdade. E vai avisar as outras pessoas”, diz Lindstrom. “Milhares de anos atrás, também espalhávamos a notícia de uma planta venenosa, porque isso aumentava a chance de sobrevivência do grupo.” Ou seja: conforme cada pessoa absorve mais medo, ela também se torna propagadora, espalha esse medo para os outros. É uma reação instintiva.

Ok, sentimos cada vez mais medo porque nosso pobre cérebro é imperfeito – e o mundo moderno explora seus defeitos como nunca.

Em situações normais, como no cinema ou no parque, a parte avançada do cérebro permanece no comando. Você se diverte porque mantém o controle. O seu instinto de medo é ativado, mas a consciência sabe que não se trata de um perigo real. Então acontece uma descarga de adrenalina acompanhada de dopamina – neurotransmissor associado ao prazer. E você sente aquele gostoso friozinho na barriga.



Mas, em situações de perigo real, como um assalto, isso não acontece. A amígdala passa por cima de todo o resto e impõe um temor incontrolável. Quando alguém desenvolve medo crônico, fobias ou transtorno de estresse pós-traumático, situações cada vez mais comuns no mundo moderno, a amígdala fica disparando o tempo inteiro. “Por isso, a pessoa apresenta grande ansiedade no dia a dia”, explica o neurocientista Raül Andero, da Universidade Emory. Já estão sendo criados medicamentos que podem aliviar ou suprimir o medo (mais sobre isso daqui a pouco), mas, na maioria dos casos, a principal solução é terapia. Não só a terapia feita em consultório. Há coisas que você mesmo pode fazer.
A principal delas se chama Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Ela nos ensina a mudar os pensamentos ruins que ficam estimulando a amígdala e gerando ansiedade. “A forma como pensamos influencia a maneira como sentimos. Portanto, mudar o modo como pensamos pode mudar como nos sentimos”, resume o psiquiatra Aaron T. Beck, pai da TCC, no livro The Anxiety and Worry Workbook (“O Manual da Ansiedade e da Preocupação”, inédito no Brasil). Se antes da entrevista de emprego você pensa “Não tenho ideia do que dizer; eles acharão que sou um idiota”, vai se sentir tenso e ansioso. Mas se em vez disso você pensar “Estou bem preparado para a entrevista e vou causar uma boa impressão”, ficará mais calmo e confiante. Pode parecer banal, mas funciona. Tem efeitos neurologicamente comprovados.

A psicanálise e diversas outras terapias também têm se mostrado eficientes para lidar com o medo e a ansiedade. O sucesso não depende da linha terapêutica em si, até porque tudo depende da relação entre o terapeuta e o paciente. Mas existe uma condição básica para que uma terapia dê certo. “O bom atendimento é aquele que não se limita a combater os sintomas. É o que procura entender a causa do problema no cotidiano de cada pessoa”, diz o psicólogo Luís Fernando Saraiva. Faz sentido: você pode tomar calmantes para dormir. Mas se não entender o que está tirando seu sono, pouco adianta.

A maioria de nós passa por algum trauma na vida – assalto, sequestro, acidente, desastre natural, abuso ou a perda repentina de alguém querido. E cerca de 10% dos que vivem um trauma (até 14% no caso das mulheres) vão desenvolver o chamado Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT). Eles revivem a cena em pesadelos e flashbacks aterradores. Sentem tanto medo que chegam a se isolar do convívio social. Muitos conseguem se curar total ou parcialmente com terapia. Mas algumas pessoas nunca se recuperam. Nesses casos, a grande promessa são os estudos voltados à prevenção do medo. Eles buscam evitar que a emoção negativa seja gravada no cérebro. Fazendo pesquisas em ratos, cientistas descobriram que injeções de substâncias como cortisol reduzem a chance de sofrer os transtornos. Cortisol é o hormônio do estresse. Quanto mais estresse você tem, mais a memória é fixada. No entanto, por um motivo que ainda não é bem compreendido, tomar uma grande dose de cortisol reduz a fixação do trauma.

MEDO DE PERDER AS PESSOAS QUE AMA

O que fazer – Apelar à razão.
Como – É o maior medo social dos brasileiros. Esse receio está enraizado no cérebro humano (pois a espécie é extremamente social, depende da família e do grupo). Não temos como eliminá-lo, mas podemos aprender a conviver com ele. Sempre que você sentir esse temor, lembre-se: ele é inútil, pois não ajuda em nada a proteger quem você ama. E pode atrapalhar a relação entre vocês.

MEDO DA SOLIDÃO

O que fazer – Ficar um dia offline. Ou terapia sistêmica.
Como – Experimente ficar um dia inteiro quietinho, sem falar com nenhum amigo via Facebook, WhatsApp e coisas do tipo. Você verá que a solidão não é tão assustadora quanto parece. Para casos mais intensos, pode valer a pena procurar um psicólogo especializado em terapia sistêmica (linha de análise que estuda a pessoa a partir das relações que ela tem com outras).

MEDO DE LEVAR PÉ NA BUNDA
O que fazer – Mudar o foco.
Como – Ter medo de ser largado pela pessoa amada é uma profecia autorrealizável: quanto mais medo você sente, mais paranoico fica, sem aproveitar os momentos bons a dois. Vira uma pessoa chata – e acaba afastando o outro. Faça de conta que o medo não existe, por mais absurdo que isso possa parecer. Dá resultado.

MEDO DE PERDER O EMPREGO OU FICAR SEM DINHEIRO

O que fazer – Terapia cognitivo-comportamental.
Como – Mentalize o contrário do que dá medo. Sempre que lhe ocorrerem coisas do tipo “vou ser demitido” ou “meu chefe me odeia”, pense em frases contrárias – como “sou bem preparado” e “meu trabalho tem valor”. Pode parecer simplório, mas tem efeito comprovado – e poderoso – sobre o cérebro.

VIOLÊNCIA

Sim, você pode sofrer violências terríveis. mas não faz sentido antecipá-las.

MEDO DE CRIME

O que fazer – Ignorar estímulos negativos.
Como – Já reparou como a TV e os jornais estão cheios de notícias sobre violência? É que esse tipo de coisa ativa a parte primitiva do cérebro – e tem um poder fortíssimo de chamar sua atenção. Mas também faz você sentir que o mundo é mais violento do que realmente é. Evite consumir esse tipo de informação.



Você quer fugir das suas fobias. Mas, para se libertar, tem de abraçá-las.
CRISES DE PÂNICO
O que fazer – Respirar… e buscar ajuda.
Como – Ataque de pânico é uma manifestação extrema de medo, que requer ajuda de um especialista. Há algumas terapias que fazem efeito – como a hipnose, que auxilia o indivíduo a sair do pânico aproveitando os próprios recursos mentais.
MEDO DE ALTURA, INSETOS, LUGARES FECHADOS/LOTADOS
O que fazer – Dessensibilização.
Como – O segredo é se expor gradualmente à situação ou ao objeto ameaçador. Se você tem medo de barata, por exemplo, baixe algumas fotos do inseto na internet, salve no seu computador e se obrigue a olhar uma por dia. Você verá como o medo diminui (quando estiver mais confiante, aumente a exposição – veja um vídeo de baratas no YouTube). A mesma técnica vale para situações como medo de altura e de lugares fechados. Procure se expor um pouco a eles. Mas, nesses casos, leve um amigo junto.
MEDO DE DIRIGIR
O que fazer – Dessensibilização.
Como – O segredo é enfrentar, mas aos poucos. Experimente começar dirigindo aos domingos, quando há menos trânsito, levando um amigo junto. Se você sofreu um acidente e ficou com trauma, vale a pena procurar um analista ou instrutor (há autoescolas especializadas em gente com medo de guiar).
MEDO DE DOENÇA
Todos vamos morrer. Alguns, com sofrimento. Mas isso não é relevante.
MEDO DE ADOECER
O que fazer – Não dar ouvidos à internet.
Como – Se você entrar no Google e começar a pesquisar sintomas, com certeza vai terminar achando que aquela coceira no seu braço esquerdo é sinal de um câncer incurável. Desconfie das coisas escritas na internet (mesmo em fontes confiáveis, pois o que elas dizem não necessariamente se aplica a você). Nada melhor do que marcar uma consulta médica para esclarecer tudo e acabar com as preocupações.
MEDO DE SOFRER
O que fazer – Aceitar. Ou análise.
Como – Todo mundo tem esse medo. É normal. Se ele for muito intenso, e ocupar grande parte do seu tempo, pode valer a pena fazer psicanálise – que tentará encontrar as raízes do temor. Outra opção é o psicodrama, técnica que trabalha as vivências da pessoa por meio de dramatizações, como se fosse uma peça de teatro.

Fonte: Mega Arquivo
FONTE:
TERAPIAS SEXUAIS

Águias, Patos e Pessoas

15/09/2014 por Luciana Schiavo

“Durante anos, meu problema foi o de acreditar que, se trabalhasse duro e ensinasse as coisas certas, poderia transformar patos em águias. Isso simplesmente não funciona assim. Devo admitir, foi uma lição muito dura de aprender. Valorizo demais as pessoas. Acredito, com toda sinceridade, que todo mundo tem seu valor. E por muitos anos achei que qualquer um pudesse aprender qualquer coisa. Por causa disso, eu continuava tentando enviar meus patos para a escola de águias…”.
(Trecho de “O Livro de Ouro da Liderança” – John Maxwell)
É fácil entender o que o mestre John Maxwell está tentando dizer: patos não se tornam águias e analogicamente não adianta gastar tempo e esforço tentando transformar em líderes “pessoas que não têm perfil para liderança”.
Apesar de todo o respeito e admiração que tenho por John Maxwell, sua experiência e seus ensinos, eu não concordo com essa afirmação. Ela é certamente verdadeira, se estivermos falando de patos, águias, cavalos, gatos, cães ou quaisquer outros animais, mas não quando se refere a seres humanos. Os animais têm seu comportamento e características determinados pelo DNA de sua espécie, mas esse mesmo determinismo genético não se aplica aos seres humanos, porque se isso fosse verdade, melhor seria nos conformarmos em ser aquilo que nossos pais e avós foram um dia, parar de lutar por novas possibilidades e deixar que nosso futuro fosse então, determinado pelo passado.
Animais são guiados por reflexos e instintos. Sua ação instintiva é regida por leis biológicas, idênticas e invariáveis. O instinto animal é uma atividade que ignora a finalidade da própria ação. O ser humano, por sua vez, age de maneira consciente, porque existem antes pensamentos e possibilidades. Diferentemente dos animais, os seres humanos passam por experiências que mudam sua forma de pensar e agir; seres humanos aprendem, ensinam, divulgam e adquirem experiências, ajudam, são ajudados, cometem erros, perdem, ganham, amam e são amados, enfim, transformam-se todos os dias.
O ser humano age de maneira consciente porque existem antes pensamentos e possibilidades. Qualquer ser humano pode se tornar mais efetivo como pai, mãe, filho, namorado, cônjuge, amigo, vendedor, gerente, diretor, presidente e líder. Ninguém está fadado a ser sempre do mesmo jeito, podendo ser ele mesmo o agente de sua própria transformação que depende basicamente de desejo, decisão, disciplina, empenho e perseverança.
Nem todos se tornarão líderes, porque nem todos desejam tornar-se líderes, mas para aqueles que buscam verdadeiramente a liderança, prefiro dizer que mais frustrante que mandar patos para a escola de águias é manter as águias na escola de patos, porque estes trazem dentro de si um clamor por voos muito mais altos.                            (Marco Fabossi)
Desejo uma semana iluminada!!!
Com carinho,

FONTE:
http://luciana.schiavo.com.br/mensagens-de-luz/aguias-patos-e-pessoas/


Frase do dia!


Olá JOSENI!
Sol Frase do dia
A vantagem de ser inteligente é que podemos fingir que somos imbecis, enquanto o contrário é completamente impossível.
 
 
Abraços,
Equipe Frase do dia!

Flávio Silva e suas maravilhas!!


A vantagem de ser inteligente é que podemos fingir que somos imbecis, enquanto o contrário é completamente impossível.


FOTO:
Flávio Silva

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Sua vida se transformará quando você fizer as pazes com sua sombra

Nova publicação em Universo Natural

Sua vida se transformará quando você fizer as pazes com sua sombra

by José Batista de Carvalho
Sua vida se transformará quando você fizer as pazes com sua sombra  universe naturalA maior parte das pessoas abandona o caminho do crescimento individual porque em algum ponto a carga de dor se tornou pesada demais para ser suportada. É aquele determinado aspecto de cada um que destrói os relacionamentos, mata o espírito e nos impede de realizar nossos sonhos. É aquilo a que o psicólogo Carl Jung chamou de"sombra". Contém todas as nossas facetas que tentamos esconder ou negar; os aspectos sombrios que julgamos não serem aceitáveis para a família, para os amigos e, mais importante, para nós mesmos. O lado sombrio está calcado profundamente em nossa consciência, escondido de nós e dos outros. A mensagem transmitida desse local oculto é simples: há alguma coisa errada comigo. Não sou atraente. Não mereço ser bem sucedido. Não tenho valor.
Muitos de nós acreditamos nessas mensagens. Cremos que, se olharmos bem de perto o que jaz nas profundezas do nosso ser, acharemos alguma coisa horrível. Evitamos nos aprofundar com medo de descobrir alguém com que não consigamos conviver.
Em vez de tentar suprimir nossas sombras, precisamos revelar, reconhecer a assumir as coisas que mais tememos encarar.
Nossas sombras existem para nos ensinar, guiar e abençoar com nosso eu completo. São fontes que devem ser expostas e exploradas. Os sentimentos que abafamos estão ansiosos para se integrar a nós mesmos. Eles são prejudiciais apenas quando reprimidos: podem surgir de repente nas ocasiões menos oportunas, e seus bote repentinos vão incapacitá-lo nas áreas mais importantes de sua vida.
Sua vida se transformará quando você fizer as pazes com sua sombra. A lagarta se tornará, supreendentemente, uma linda borboleta. Você não precisará mais fingir ser alguém que não é. Não será mais necessário provar que você é o máximo. Quando assumir sua sombra, você deixará de viver num constante estado de temor. Descubra os dons da sua sombra e finalmente você revelará seu verdadeiro eu em toda a sua glória e terá a liberdade para criar o tipo de vida que sempre quis.
Debbie Ford
José Batista de Carvalho | 14/09/2014 às 20:31

Musas da internet

FONTE: BOL


Musas da internet

18.jul.2012 - A modelo e dançarina Nicole "Coco" Austin, esposa do rapper Ice-T, ficou conhecida por ter um bumbum enorme e garante que é natural. Coco Austin, como é conhecida, tem mais de 11 mil seguidores que apreciam suas curvas no Instagram Reprodução/Twitter

Leia mais em: http://zip.net/bmnPf5

Teste de Fidelidade - 14/09/2014 - Completo - HD

Bolo de cenoura com cobertura de brigadeiro




Toda casa  tem seu bolo preferido,sua receita caseira ,suas dicas .Enfim,são muitas receitas que toda dona de casa faz na sua casa .Aqui na minha casa o bolo que mais faz sucesso é o bolo de cenoura do meu querido amigo Mauro Rebelo,é uma receita que conheci  na época do orkut e faço a mesma receita até hoje ,toda casa tem bolo de cenoura .Existem diversas  receitas de bolo de cenoura ,mas para mim esta é a melhor ,pois fica fofa e úmida .Mas  desta vez não fiz a tipica cobertura de açúcar,resolvi fazer um brigadeiro em ponto mole e coloquei por cima mesmo.Eu ia postar esta receita lá pela quinta feira ,mas como fez muito sucesso nas redes sociais aí eu resolvi postar na segunda mesmo.receita boa e fácil tem que ser compartilhada com os amigos mesmo.Bora pra cozinha colega ,receita fácil e  muito saborosa .E para finalizar usei os confeitos da Dori ,que são crocantes e muito saborosos.


Bolo de Cenoura com cobertura de brigadeiro e confeitos Dori.

Massa :

3 ovos eu (usei 4 pois os meus eram pequenos )
2 xicaras de chá de  açúcar 
2 xicaras de chá de  farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento para bolos 
100ml de óleo 
300g de cenoura cruas e picadinhas 
1 pitadinha de sal 
1 colher de sopa de Baunilha Usei Cepera  ( usei sem querer  conversando com os meninos e ficou uma delicia )

Cobertura 

1/2 lata de leite condensado Mococa 
80g de chocolate ao leite  Usei Neugebauer 
confeitos de brigadeiro Dori 

Modo de fazer a massa :

No liquidificador  coloque os ovos ( eu peneirei as gemas odeio cheiro de ovo ),as cenouras ,o óleo e o sal e a baunilha .Ligue o aparelho e só desligue quando notar que bateu tudo ,inclusive as cenouras .Em uma tigela peneire os secos ,coloque a mistura do aparelho ,coloque  a massa em uma forma untada e enfarinhada e leve para assar o meu levou 20 minutos ,mas vai variar de forno para forno ,cada  um  tem seu tempo   Pois os fornos são diferentes .

Cobertura :

Leve ao fogo o leite condensado com o chocolate ,mexendo sempre até ferver e derreter por completo o chocolate .retire do fogo ,coloque por cima do bolo e jogue os confeitos .Sirva á seguir .

Esta receita é do meu amigo Mauro Rebelo ,se quiser ver a receita original clique aqui.


*Esta Publicação não é um Publieditorial mas sim a opinião sincera da blogueira e consumidora dos produtos citados acima .

FONTE: 
http://www.artesdasadhianacozinha.com/2014/09/bolo-de-cenoura-com-cobertura-de.html

Song for Anna - instrumental

Encerramento da FESTA, no Alto Santo, Santuário Mãe das Dores em Aracoiaba

Compareçam à Festa da Mãe das Dores, no Alto Santo - lugar das aparições de Nossa Senhora - em Aracoiaba!

Hoje, DIA 15 de Setembro, no Alto Santo, Santuário Mãe das Dores em Aracoiaba-CE., teremos o encerramento da FESTA com a Celebração da Santa Missa, às 19h, com a presença do nosso Arcebispo Dom Antônio e de vários sacerdotes. Sintam-se convidados!!!



Hoje, DIA 15, no Alto Santo, Santuário Mãe das Dores em Aracoiaba-CE., teremos o encerramento da FESTA com a Celebração da Santa Missa, às 19h, com a presença do nosso Arcebispo Dom Antônio e de vários sacerdotes. Sintam-se convidados!!!







FOTOS/FONTE:
LUSMAR PAZ

Mensagem: O Jogo da Culpa

Dia: 15 de Setembro de 2014

Meditação: Seja sobre ti a afronta que se me faz a mim […] Julgue o SENHOR entre mim e ti. (Gênesis 16:5)

Pensamento: Pela graça de Deus, podemos refletir Sua luz em momentos de escuridão.

Leitura: Gênesis 16:1-6; 21:8-13.

Mensagem:
O Jogo da Culpa

            Quando o marido de Janete a trocou por outra mulher, ela jurou que jamais conheceria a nova esposa dele. Porém, ao perceber que a sua amargura estava prejudicando o relacionamento de seus filhos com o pai deles, pediu a ajuda de Deus para dar os primeiros para superar a amargura numa situação que ela não poderia mudar.
            No livro de Gênesis 16, lemos a história de um casal a quem Deus prometeu um filho. Quando Sarai sugeriu que o seu marido, Abrão, tivesse um filho com a serva deles, Agar, ela não estava confiando totalmente que Deus lhe daria a criança que prometera. Quando o bebê nasceu, Agar desprezou Sarai (Gênesis 16:3,4), o que a tornou uma mulher amargurada (Gênesis 16:5,6).
            Agar havia sido escrava sem direitos e, de repente, tornara-se especial. Como Sarai reagiu? Culpando os outros, inclusive Abrão (Gênesis 16:5). A promessa de Deus foi realizada no nascimento de Isaque 14 anos mais tarde. A atitude de Sarai estragou o banquete oferecido por Abrão na ocasião do desmame (Gênesis 21:8-10).
            Talvez, nunca tenha sido fácil, para Sarai, ter vivido com as consequências da decisão de passarem na frente de Deus. Apenas um milagre da graça poderia ter mudado sua atitude, mas isso poderia ter transformado tudo. Sarai não pôde reverter a decisão, mas, com a força de Deus, poderia ter convivido com ela de forma diferente e glorificado ao Senhor.

FONTE:
Marion Stroud
Pão Diário – Ministério RBC
MENSAGENS QUE EDIFICAM

Horóscopo Atualizado - 15/09

Seu horóscopo foi atualizado agora!Veja a previsão do dia do seu Signo!
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Com você todos os dias.

Frase do dia!

Olá JOSENI!
Sol Frase do dia
Não há poder maior no mundo que o do tempo: tudo sujeita, tudo muda, tudo acaba.
 
 
Abraços,
Equipe Frase do dia!

Teste de Fidelidade - 14/09/2014 - Completo - HD

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Publicado em 14/09/2014
Teste de Fidelidade - 14/09/2014 - Completo - HD

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