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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Em um ano de vacinação, quase 70% dos brasileiros já tomaram 2 doses

Receberam a primeira dose 75%, e o reforço, 15%

POR AGÊNCIA BRASIL - Um ano depois de começar a vacinação contra a covid-19, o Brasil se aproxima do patamar de 70% da população com as duas doses, enquanto 15% já receberam a dose de reforço e cerca de 75% receberam ao menos a primeira dose, segundo dados do painel Monitora Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A campanha coordenada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) já tinha atingido 68% dos brasileiros com as duas doses até a última sexta-feira (14) e dá agora os primeiros passos para proteger crianças de 5 a 11 anos.

A vacinação contra a doença teve sua primeira dose administrada em 17 de janeiro de 2021, na enfermeira Mônica Calazans, em São Paulo. A profissional de saúde recebeu a vacina CoronaVac, produzida no Instituto Butantan em parceria com a empresa chinesa Sinovac. Desde então, três em cada quatro brasileiros receberam ao menos a primeira aplicação de um dos quatro imunizantes adquiridos pelo PNI: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer.

Pesquisadores da Fiocruz e da Sociedade Brasileira de Imunizações ouvidos pela Agência Brasil indicam que o resultado da vacinação produziu queda drástica na mortalidade e nas internações causadas pela pandemia, mesmo diante de mutações mais transmissíveis do coronavírus, como a Delta e a Ômicron.

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quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Injeção contra covid-19 funciona no longo prazo, diz AstraZeneca

Opção é destinada a pessoas que não reagem bem a vacinas

POR AGÊNCIA BRASIL - A AstraZeneca consolidou, nesta quinta-feira (18), sua liderança na apresentação ao mercado de uma injeção que previne a covid-19 para não-infectados que não reagem bem a vacinas. Segundo a empresa, o coquetel de remédio de anticorpos ofereceu 83% de proteção ao longo de seis meses.

Em agosto, uma leitura inicial do teste de estágio avançado Provent apontou que a terapia, batizada de AZD7442 ou Evusheld, conferiu 77% de proteção contra doenças sintomáticas depois de três meses.

A empresa anglo-sueca também disse que um estudo separado em pacientes com covid-19 leve a moderada mostrou que uma dose mais forte de AZD7442 diminuiu o risco de agravamento dos sintomas em 88% quando administrada até três dias após os primeiros sintomas.

Leia Também: Imunidade da vacina de covid cai com tempo: quem deve se preocupar mais?

O tratamento é dado de uma vez com duas injeções sequenciais no braço.

Os resultados mais recentes de exames de acompanhamento de longo prazo podem posicionar a AstraZeneca, como a rival Pfizer, como provedora futura das duas vacinas e tratamentos contra a covid-19, e a AstraZeneca disse que a "verdadeira vantagem" da terapia é a injeção preventiva.

CONTINUE LENDO EM: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-11/injecao-contra-covid-19-funciona-no-longo-prazo-diz-astrazeneca

terça-feira, 31 de agosto de 2021

Secretaria de Saúde de Aracoiaba estará aplicando a segunda dose da vacina contra a covid-19 nesta terça-feira

POR PROGRAMA DO ROCHINHANesta terça-feira (31 de agosto), a Prefeitura de Aracoiaba, através da Secretaria de Saúde, estará aplicando a segunda dose para quem tomou a primeira dose da vacina do BUTANTAN no dia 11 de agosto ou anterior a esse dia e que por algum motivo não foram vacinados.

A vacinação para esse público ocorrerá das 9h às 13h, no Ginásio Poliesportivo Comendador Eugênio de Castro e Silva.

ATENÇÃO: Será necessário levar o cartão de vacinação entregue na primeira dose, além da apresentação de documento de identidade original com foto, CPF e comprovante de endereço no município de Aracoiaba.

FONTE: https://www.radialistarochinha.com.br/2021/08/secretaria-de-saude-de-aracoiaba-estara.html

Por Prefeitura de Aracoiaba/Instagram

Atenção!
APLICAÇÃO DA 2ª DOSE CONTRA A COVID-19.


Confira agora quem deve tomar. 

Nesta terça-feira (31 de agosto), a Prefeitura de Aracoiaba, através da Secretaria de Saúde, estará aplicando a segunda dose para quem tomou a primeira dose das vacinas da ASTRAZENECA e PFIZER no dia 15 de junho ou anterior a esse dia e que por algum motivo não foram vacinados.

A vacinação para esse público ocorrerá das 9h às 13h, no Ginásio Poliesportivo Comendador Eugênio de Castro e Silva.

🔴ATENÇÃO: Será necessário levar o cartão de vacinação entregue na primeira dose, além da apresentação de documento de identidade original com foto, CPF e comprovante de endereço no município de Aracoiaba.

Fique atento(a)! A imunização só é completa com as duas doses.

FONTEhttps://www.instagram.com/p/CTMvBYvLq4L/

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Agência Brasil explica as vacinas contra covid-19 usadas no Brasil

Especialistas garantem que todos os imunizantes são eficazes

POR AGÊNCIA BRASIL - Seis meses depois da primeira dose de vacina contra covid-19 aplicada no país, em 17 de janeiro, os benefícios da vacinação no combate à pandemia são claros em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS), e, pela primeira vez desde dezembro de 2020, nenhum estado brasileiro está com mais de 90% dos leitos de unidade de terapia intensiva ocupados. A proteção conferida pelas vacinas já tinha sido observada quando o percentual de idosos em relação ao total de internados caiu após a vacinação dessa faixa etária, e o cenário atual confirma novamente que as vacinas produzem níveis elevados de proteção contra casos graves da doença, que já matou mais de 500 mil pessoas no país.

Os mais de 82 milhões de brasileiros que receberam ao menos uma dose tiveram seus sistemas imunológicos estimulados por três diferentes tecnologias - duas delas inéditas em campanhas de vacinação no país e no mundo até a pandemia. A Agência Brasil explica as diferenças entre CoronaVac, AstraZeneca, Pfizer e Janssen, e por que todas são consideradas seguras e eficazes para se proteger da covid-19.

Todas protegem contra casos graves

Apesar dos mal compreendidos percentuais de eficácia de cada uma dessas vacinas, a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Mônica Levi, explica que as quatro foram submetidas a rigorosos protocolos de testagem, com resultados checados por agências reguladoras de credibilidade reconhecida, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O processo de desenvolvimento de uma vacina inclui testes em laboratório e três etapas de testes em humanos, envolvendo milhares de voluntários, e os resultados são analisados pela comunidade científica e por órgãos reguladores de diferentes países.

Diante disso, a médica ressalta que recusar uma vacina específica ou atrasar a aplicação para esperar outra vacina são decisões que não fazem sentido e ameaçam a saúde individual e coletiva.

“Qualquer um de nós pode ter uma forma grave e pode ir a óbito. Não dá para negar uma vacina que vai te proteger principalmente desses desfechos. Todas as vacinas utilizadas no país estão mostrando efetividade para formas graves e para mortes, o que, nesse momento, é o que a gente mais se preocupa. Esse é o objetivo principal, e todas estão cumprindo o seu papel”, afirma a diretora da SBIm. “A escolha de recusar e adoecer não é só sua. Você vai fazer outros adoecerem também.”

CONTINUE LENDO EM: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-07/agencia-brasil-explica-vacinas-contra-covid-19-usadas-no-brasil

domingo, 18 de julho de 2021

Reação na 2ª dose da AstraZeneca: entenda por que os riscos de febre ou dor são menores

Quem sentiu efeitos colaterais após a primeira dose não deve ter a mesma experiência na segunda. Especialistas explicam que as reações têm relação com o tipo de tecnologia da vacina.

POR G1Uma parcela das pessoas que tomaram a primeira dose da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19 classificou as reações como desconfortáveis. Febre, calafrios e dor no corpo e de cabeça foram alguns dos sintomas relatados. Mas e a segunda dose? Ela também vai provocar os mesmos efeitos adversos? Especialistas ouvidos pelo G1 explicaram que essas reações não devem se repetir.

"A AstraZeneca tem um percentual maior de reações leves e moderadas na primeira dose e isso cai bastante na segunda. Na primeira dose, as pessoas relatam dor no local e isso é comum, passa com 24h, 48h. E tem também quem não tem reação alguma. Consideramos isso como efeitos adversos leves, sem muitas consequências. Apesar das reações, é importante tomar a vacina”, diz o presidente do comitê científico da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI), João Viola.

A bula da AstraZeneca também reforça que os efeitos colaterais são menores na segunda aplicação. O fabricante explica que "a vacina pode causar efeitos colaterais, apesar de nem todas as pessoas os apresentarem. Menos efeitos colaterais foram relatados após a segunda dose".

"Os efeitos não são nada se comparados à doença", alerta Viola. 

Mas por que as reações adversas são menores na 2ª dose?

Isso tem relação com a tecnologia da vacina da AstraZeneca: a de vetor viral.

A vacina é feita com o vírus ativo, mas ele não é capaz de causar a doença porque ele é modificado. Entretanto, por estar ativo, ele induz uma reação imunológica muito forte e parte dessa reação é a inflamação.

CONTINUE LENDO EMhttps://g1.globo.com/bemestar/vacina/noticia/2021/07/16/reacao-na-2a-dose-da-astrazeneca-entenda-por-que-os-riscos-de-febre-ou-dor-sao-menores.ghtml

sábado, 10 de julho de 2021

Estudo da Fiocruz mostra efetividade das vacinas em idosos

Pesquisa avaliou pessoas que receberam CoronaVac e AstraZeneca

POR AGÊNCIA BRASIL - Uma pesquisa feita pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) constatou que o esquema vacinal completo contra covid-19 (duas doses) garante taxas de efetividade médias de 79,8% em pessoas com 60 a 80 anos e de 70,3% em idosos com mais de 80 anos.

Considerando-se uma média daqueles que receberam o esquema vacinal completo e aqueles que tomaram apenas a primeira dose, as taxas de efetividade ficam em 73,7% em idosos com até 79 anos e de 63% em pessoas com 80 anos ou mais.

O estudo considerou os imunizados com CoronaVac e AstraZeneca e foi feito com base em registros de hospitalização e morte por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), o que permitiu avaliar a efetividade em relação à redução de casos graves e óbitos.

As duas vacinas têm, no entanto, taxas diferentes. Na CoronaVac, por exemplo, a taxa de efetividade para pessoas com esquema vacinal completo é de 79,6% para pessoas com 60 a 79 anos e de 68,8% em idosos com 80 anos ou mais.

Se forem considerados todos os imunizados, ou seja, aqueles com esquema vacinal completo e os que tomaram apenas a primeira dose, as taxas são de 70,3% em pessoas com 60 a 79 anos e de 62,9% em idosos com 80 anos ou mais, no caso da CoronaVac.

Para a AstraZeneca, no entanto, não foi possível avaliar a efetividade com o esquema vacinal completo, já que a segunda dose só é aplicada três meses depois da primeira. Portanto, a Fiocruz trabalhou com estimativas.

A taxa de efetividade da AstraZeneca com aqueles que receberam pelo menos a primeira dose chegou a 81,7% para pessoas com 60 a 79 anos e de 62,8% naqueles com 80 anos ou mais.

“A efetividade da vacinação continuará a ser avaliada, buscando estimar os dados de efetividade das vacinas com sua utilização no mundo real, no contexto epidemiológico e das variantes circulantes. Nesse sentido, os dados obtidos até o momento refletem principalmente as evidências de proteção vacinal frente à variante gama, preponderante no país neste período”, informa nota técnica divulgada pela Fiocruz.

A nota destaca ainda que medidas restritivas e o uso de máscaras podem influenciar no aumento de infecções por covid-19. “O relaxamento de medidas não farmacológicas após a vacinação, como uso menos frequente de máscara e aumento nas interações sociais presenciais sem os devidos cuidados de distanciamento e ventilação, induzem a maior risco de infecção”.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-07/estudo-da-fiocruz-mostra-efetividade-das-vacinas-em-idosos

terça-feira, 15 de junho de 2021

Covid: AstraZeneca diz que sua vacina tem eficácia de 64% contra variante Delta

Já a proteção contra a variante Alfa, detectada originalmente no Reino Unido, é de 74%

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - A vacina para covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford tem eficácia de 64% contra a variante Delta do coronavírus, identificada primeiramente na Índia, informou a farmacêutica nesta terça-feira (15). Já a proteção contra a variante Alfa, detectada originalmente no Reino Unido, é de 74%. No Brasil, as doses da AstraZeneca são envasadas pela Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz) e utilizadas pelo Ministério da Saúde no Plano Nacional de Imunização (PNI).

De acordo com comunicado publicado pela farmacêutica, a vacina desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford, porém, tem eficácia de 92% contra hospitalizações entre infectados com a variante Delta e de 86% no caso da variante Alfa. "Esta evidência mostra que a vacina contra covid-19 da AstraZeneca oferece um alto nível de proteção contra a variante Delta, que atualmente é um foco de preocupação devido à sua transmissão rápida", diz a vice-presidente executivo de Pesquisa e Desenvolvimento de Biofarmacêuticos do laboratório.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/ultima-hora/1813733/covid-astrazeneca-diz-que-sua-vacina-tem-eficacia-de-64-contra-variante-delta

segunda-feira, 8 de março de 2021

Agência Brasil explica seus direitos no momento da vacinação

Pedir informações e filmar a aplicação são direitos do cidadão

Por Agência Brasil - As vacinas contra o novo coronavírus começaram a ser aplicadas na população brasileira na segunda quinzena de janeiro. Entre os diversos imunizantes que têm sido desenvolvidos por laboratórios em todo o mundo, os primeiros autorizados no Brasil foram a vacina CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac, e a vacina feita pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. Para ser usada no Brasil, as vacinas precisam ter o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Como quantidade de doses importadas e produzidas no país ainda não é capaz de atender a toda a população, a vacinação está sendo feita em etapas, priorizando os grupos mais expostos, como os profissionais de saúde e os de risco, como os idosos.

No entanto, na medida em que a vacinação avança, também foram detectadas fraudes, como o caso de uma enfermeira de Niterói (RJ) que foi indiciada pela polícia por ter simulado a aplicação da vacina em um idoso. Denúncias semelhantes foram registradas em várias partes do país. Por isso, a Agência Brasil ouviu especialistas sobre os direitos do cidadão no momento da imunização.

Direito à informação

Todas as pessoas que forem receber a vacina contra a covid-19 têm direito a pedir informações sobre o imunizante e detalhamento dos procedimentos de aplicação. “É uma questão de saúde pública. Tem direito de perguntar sobre a origem da vacina, quais foram os cuidados tomados, aquelas informações que já não foram disponibilizadas anteriormente”, diz o jurista Acacio Miranda.

Assim, a pessoa e um eventual acompanhante têm o direito de pedir esclarecimentos sobre os procedimentos e sobre a própria vacina. Também pode pedir para checar o frasco de onde foi tirado o medicamento, desde que não interfira na segurança da aplicação. “Ele não pode tocar na ampola. Pode olhar, pode exigir que seja informada cada etapa, até o descarte da seringa”, acrescenta a especialista em direito público Jocinéia Zanardini.

Filmar ou fotografar

Também é possível filmar ou fotografar a vacinação. Miranda ressalta que nesses casos o único cuidado é preservar a imagem do profissional de saúde responsável pela aplicação. “Como regra a pessoa pode filmar, desde que resguarde os diretos de imagem dos profissionais da saúde. Ela pode fazer uma autoimagem, um vídeo dela mesma”, explica.

Isso, no entanto, pode ser alterado caso as prefeituras, governos estaduais ou o governo federal editem decretos, ou caso sejam aprovadas leis que regulamentem a captação de imagem nos estabelecimentos de saúde ou durante a vacinação. Porém, os responsáveis locais, como gerentes de unidades básicas de saúde, não têm poder para proibir filmagens.

A presença de um acompanhante durante a imunização está prevista no Estatuto do Idoso.

Irregularidades

Caso suspeite de alguma irregularidade, a pessoa que está recebendo a vacina pode pedir a presença de um superior hierárquico. Se não for suficiente, podem ser acionadas a ouvidoria do município ou o Ministério Público.

Há ainda a possibilidade de registrar um boletim de ocorrência, caso a vacina não seja efetivamente aplicada com artifícios como a seringa vazia ou com outro produto que não o imunizante. “É um crime, peculato, está desviando um bem público: a vacina é um bem público”, ressalta Jocinéia.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-03/agencia-brasil-explica-seus-direitos-no-momento-da-vacinacao

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Vacinas Oxford/AstraZeneca já estão com Ministério da Saúde

O avião com o imunizante vindo do Instituto Serum chegou ontem

Por Agência Brasil - A remessa de 2 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra a covid-19 que chegou ontem (23) da Índia já está com o Ministério da Saúde após ter passado por conferência de temperatura e integridade da carga e receber etiquetas com informações em português no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz).

Segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o último caminhão com lotes do imunizante saiu às 00h20 desta quarta-feira (24) do prédio de Bio-Manguinhos.

O avião com o imunizante vindo do Instituto Serum, na Índia, aterrissou na manhã de ontem (23) no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, e depois os lotes foram encaminhados para a Fiocruz no Rio de Janeiro.

O material já veio pronto para ser aplicado e foi apenas rotulado na Fiocruz. A importação de doses prontas é uma estratégia paralela à produção de imunizantes a partir da chegada do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), para acelerar o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19.

Não há data prevista para o recebimento de mais 8 milhões de doses pelo acordo com os parceiros AstraZeneca e Instituto Serum. Em janeiro deste ano, a Fiocruz já havia recebido 2 milhões de doses da vacina.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-02/vacinas-oxfordastrazeneca-ja-estao-com-ministerio-da-saude

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

OMS emite nova diretriz para tratamento de pacientes de covid-19

Orientação é para aqueles com sintomas persistentes após recuperação

Por Agência Brasil - A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu uma nova diretriz clínica para o tratamento de pacientes de covid-19 nesta terça-feira (26), inclusive para aqueles que exibem sintomas persistentes após a recuperação, e também disse que aconselha o uso de anticoagulantes de doses baixas para evitar coágulos.

"As outras coisas na diretriz que são novas são que os pacientes de covid-19 em casa deveriam usar oxímetro de pulso, que é a medição dos níveis de oxigênio, para que se possa identificar se algo em casa está se deteriorando e se seria melhor ter cuidados hospitalares", disse a porta-voz da OMS, Margaret Harris, em uma entrevista na Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra.

A OMS aconselhou os clínicos gerais a colocarem os pacientes de bruços, o que se demonstrou melhorar o fluxo de oxigênio, disse ela.

"Também recomendamos, sugerimos, o uso de anticoagulantes de doses baixas para evitar que coágulos se formem nos vasos sanguíneos. Sugerimos o uso de doses baixas, ao invés de doses mais altas, porque doses mais altas podem levar a outros problemas", disse Harris.

Ela acrescentou que uma equipe de especialistas independentes liderada pela OMS que atualmente está na cidade chinesa central de Wuhan, onde os primeiros casos humanos foram detectados em dezembro de 2019, deve sair da quarentena nos próximos dois dias para investigar as origens do vírus com pesquisadores chineses.

Ela não quis comentar reportagens sobre atrasos na distribuição de vacinas na União Europeia (UE), disse que não tem dados específicos e que a prioridade da OMS é que os profissionais de saúde de todos os países sejam vacinados nos primeiros 100 dias do ano.

A AstraZeneca que desenvolveu sua vacina com a Universidade de Oxford, disse à UE na sexta-feira que não conseguirá cumprir as metas de suprimento combinadas até o final de março.

FONTE:https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2021-01/oms-emite-nova-diretriz-para-tratamento-de-pacientes-de-covid-19

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