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sexta-feira, 21 de outubro de 2022

Até 2030, milhões de pessoas desenvolverão doenças por falta de exercícios, prevê OMS

A prática de exercícios físicos é um fator importante para a perda de peso.

POR OLHAR DIGITAL - A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou por um relatório divulgado na quarta-feira (19) que até 2030 quase 500 milhões de pessoas desenvolverão diversas doenças por falta de atividade física. Conforme o documento, as principais condições serão problemas cardíacos, obesidade, diabetes e outras doenças não transmissíveis (DNTs).

Segundo informações do G1, a OMS acrescentou que, além do aumento de doenças e condições crônicas, os custos para o tratamento desses novos problemas de saúde chegarão a quase US$ 300 bilhões até 2030, cerca de US$ 27 bilhões anuais (aproximadamente R$ 142,5 bilhões na conversão atual). 

Continue Lendo emhttps://olhardigital.com.br/2022/10/20/medicina-e-saude/ate-2030-milhoes-de-pessoas-desenvolverao-doencas-por-falta-de-exercicios-preve-oms/

terça-feira, 22 de março de 2022

Seis alimentos que podem ajudar a combater a depressão

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 300 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de depressão.

POR NOTÍCIAS AO MINUTOdepressão clínica é uma doença do foro psiquiátrico que pode surgir devido a uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e psicológicos.

Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, em declarações ao portal Nova Mulher, o cérebro humano produz substâncias denominadas de neurotransmissores que controlam inúmeras funções neuronais. Sendo que um desses neurotransmissores, a serotonina, promove a sensação de bem-estar, regulando o humor e a sensação de saciedade.

Ora, determinados alimentos podem ajudar a elevar os níveis de serotonina no organismo melhorando o bem-estar, e consequentemente auxiliando no combate à depressão. De salientar, que estes alimentos não substituem o acompanhamento médico, a toma de medicamentos e psicoterapia.

Leite e iogurte magro

Estes laticínios são excelentes fontes de cálcio - mineral que elimina a tensão e a depressão, revela o portal Nova Mulher. Os especialistas afirmam que o cálcio auxilia ainda no controle do nervosismo e irritabilidade. Adicionalmente, interfere com as contrações musculares, batimentos cardíacos, com a transmissão de impulsos nervosos e regulariza a pressão arterial.

Laranja e maçã

Ambas as frutas comportam um elevado teor de ácido fólico, cujo consumo está associado a menor incidência de sintomas depressivos.

A laranja e a maçã são igualmente ricas em vitamina C, promovendo o ótimo funcionamento do sistema nervoso, aumentando os níveis de energia, ajudando a combater o stress e prevenindo a sensação de fadiga.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Diretor da OMS afirma que pandemia de Covid-19 “está longe de acabar”

POR OLHAR DIGITAL - O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou em entrevista coletiva em Genebra, na Suíça, que a pandemia de Covid-19 “está longe de acabar”. Adhanom reforçou ainda que a variante Ômicron não é benigna.

“A Ômicron continua varrendo o planeta. […] Não se enganem, a Ômicron causa hospitalizações e mortes, e mesmo os casos menos graves sobrecarregam as instituições de saúde”, explicou o diretor do órgão de saúde.

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quarta-feira, 7 de julho de 2021

Especialistas discordam do uso do termo velhice em lista de doenças

OMS decidiu incluir o termo em nova classificação internacional

POR AGÊNCIA BRASIL - Ex-atleta profissional de futebol, o psicólogo Luis Fernando Silveira, hoje com 59 anos, segue disputando suas "peladas" semanais com amigos. A maioria está na mesma faixa etária e o conhece desde os tempos em que ele defendia clubes como o São Paulo e o Goiás, nos quais ficou conhecido como Bico Fino.

Mesmo não apresentando a habilidade e velocidade de antes, os jogadores seguem competitivos. Oficialmente, as partidas servem de pretexto para reunir amigos, se divertir, evitar o sedentarismo e celebrar o fato de os participantes continuarem aptos a jogar seu futebol e a desempenhar uma série de atividades. Contudo, ninguém quer perder um jogo.

Apesar da atual disposição, alguns médicos podem deduzir que Silveira ficará doente em 1º de janeiro de 2022 – mesmo que sem nenhum prejuízo ao seu atual bem-estar. Tudo porque, no primeiro dia do próximo ano, quando o psicólogo completa 60 anos de idade, entrará em vigor a nova edição da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID 11). Nesse documento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu incluir o termo velhice, sob o código MG2A.

“Se, por qualquer motivo, ele [Silveira] tiver que procurar um médico a partir de 1º de janeiro, o profissional de saúde poderá considerá-lo doente pelo simples fato de ele já ter 60 anos de idade. Ele e muitas outras pessoas”, disse à Agência Brasil a presidente da Sociedade Brasileira de Gerontologia e Geriatria (SBGG), Ivete Berkenbrock, explicando que, para a OMS, em países em desenvolvimento a velhice começa aos 60 anos.

“A menos que a decisão seja revista, os profissionais da saúde poderão sim usar o código da CID para velhice no lugar de uma série de manifestações. Porque não está claro em que casos esse código poderá ser utilizado”, acrescenta Ivete, criticando a iniciativa. “Se os profissionais passarem a anotar esta única CID em vez dos outros códigos já empregados para identificar várias e diferentes doenças, isso vai mascarar não só os resultados de futuros estudos epidemiológicos, como afetará a definição de políticas públicas e pode vir a estigmatizar as pessoas.”

Criada em 1893, a Classificação Estatística Internacional agrupa uma série de doenças e de situações em que há necessidade de atendimento clínico. Adotado pela OMS em 1948, o documento utilizado por profissionais de mais de 150 países está em sua décima edição, implementada em 1993. A nova versão, a CID-11, foi aprovada em maio de 2019, após um processo de consultas, discussão e revisão textual, mas só a poucos meses de entrar em vigor a inclusão de um código para designar a velhice (ou, no inglês, old age) chamou a atenção de profissionais de saúde.

Segundo especialistas ouvidos pela reportagem, parte dessa repercussão se deve ao fato de, em abril deste ano, médicos terem atestado a morte do príncipe Philip, de 99 anos, como causada por velhice, ainda que o marido da rainha Elizabeth II, do Reino Unido, tivesse passado por uma cirurgia cardíaca poucas semanas antes.

CONTINUE LENDO EM: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-07/especialistas-discordam-do-uso-do-termo-velhice-em-lista-de-doencas

quinta-feira, 1 de abril de 2021

OMS: situação da pandemia é grave, mas produção local de vacinas auxilia o Brasil

A cientista brasileira e chefe do setor de vacinas da OMS, Mariangêla Simão, afirmou que a situação no Brasil a "preocupa muito"

Por Notícias ao Minuto - A situação da pandemia de coronavírus no Brasil é "claramente crítica", com a maioria das unidades de tratamento intensivo em hospitais com 90% ou mais de ocupação e novas variantes mais infecciosas em circulação, segundo avaliou a epidemiologista responsável pelo resposta da Organização Mundial da Saúde (OMS) à pandemia, Maria Van Kerkhove, durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira, 1º.

A cientista brasileira e chefe do setor de vacinas da OMS, Mariangêla Simão, afirmou que a situação no Brasil a "preocupa muito", mas que produção de imunizantes no País por entidades como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Butantan auxiliam o combate local ao vírus, em meio à dificuldade da OMS distribuir vacinas a todos os países por meio da iniciativa Covax. Ela alertou, porém, que é importante manter as restrições à circulação mesmo com a imunização em larga escala. "Disponibilidade de vacinas não pode dar falsa impressão de segurança aos brasileiros", disse Simão.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/ultima-hora/1791654/oms-situacao-da-pandemia-e-grave-mas-producao-local-de-vacinas-auxilia-o-brasil

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Coronavírus pode não ter surgido na cidade chinesa de Wuhan, diz OMS

Por Olhar DigitalEm território chinês desde 14 de janeiro para apurar possíveis origens do coronavírus, a equipe liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) finalmente deu um parecer sobre as investigações. O vírus pode ter surgido em outro lugar antes do primeiro caso detectado, na cidade chinesa de Wuhan. A declaração foi feita nesta terça-feira (9), durante a primeira coletiva de imprensa da equipe na China.

Leia Mais em: https://olhardigital.com.br/2021/02/09/noticias/coronavirus-pode-nao-ter-surgido-na-cidade-chinesa-de-wuhan-diz-oms/

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

OMS emite nova diretriz para tratamento de pacientes de covid-19

Orientação é para aqueles com sintomas persistentes após recuperação

Por Agência Brasil - A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu uma nova diretriz clínica para o tratamento de pacientes de covid-19 nesta terça-feira (26), inclusive para aqueles que exibem sintomas persistentes após a recuperação, e também disse que aconselha o uso de anticoagulantes de doses baixas para evitar coágulos.

"As outras coisas na diretriz que são novas são que os pacientes de covid-19 em casa deveriam usar oxímetro de pulso, que é a medição dos níveis de oxigênio, para que se possa identificar se algo em casa está se deteriorando e se seria melhor ter cuidados hospitalares", disse a porta-voz da OMS, Margaret Harris, em uma entrevista na Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra.

A OMS aconselhou os clínicos gerais a colocarem os pacientes de bruços, o que se demonstrou melhorar o fluxo de oxigênio, disse ela.

"Também recomendamos, sugerimos, o uso de anticoagulantes de doses baixas para evitar que coágulos se formem nos vasos sanguíneos. Sugerimos o uso de doses baixas, ao invés de doses mais altas, porque doses mais altas podem levar a outros problemas", disse Harris.

Ela acrescentou que uma equipe de especialistas independentes liderada pela OMS que atualmente está na cidade chinesa central de Wuhan, onde os primeiros casos humanos foram detectados em dezembro de 2019, deve sair da quarentena nos próximos dois dias para investigar as origens do vírus com pesquisadores chineses.

Ela não quis comentar reportagens sobre atrasos na distribuição de vacinas na União Europeia (UE), disse que não tem dados específicos e que a prioridade da OMS é que os profissionais de saúde de todos os países sejam vacinados nos primeiros 100 dias do ano.

A AstraZeneca que desenvolveu sua vacina com a Universidade de Oxford, disse à UE na sexta-feira que não conseguirá cumprir as metas de suprimento combinadas até o final de março.

FONTE:https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2021-01/oms-emite-nova-diretriz-para-tratamento-de-pacientes-de-covid-19

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Pandemia já matou 1.731.936 pessoas no mundo

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, a Índia e o México.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - A pandemia do novo coronavírus matou pelo menos 1.731.936 pessoas no mundo desde que a OMS relatou o início da doença em dezembro de 2019, na China, segundo o levantamento realizado hoje pela agência de notícias AFP.

Mais de 78.678.240 casos de infecção foram oficialmente diagnosticados desde o início da epidemia, dos quais pelo menos 49.787.800 pessoas já foram consideradas curadas.

Esse número de casos diagnosticados, no entanto, reflete apenas uma fração do número real de infecções. Alguns países testam apenas os casos graves, outros priorizam o teste para rastreamento e muitos países pobres têm capacidade limitada de teste.

Na quarta-feira, foram registradas 13.539 novas mortes e 656.309 novos casos em todo o mundo.

Os países que registraram mais mortes novas nos seus relatórios mais recentes são os Estados Unidos com 3.254 óbitos, Brasil (961) e México (816).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos de infecção, com 326.232 mortes para 18.466.227 casos, segundo o levantamento realizado pela Universidade Johns Hopkins. Pelo menos 6.298.082 pessoas foram declaradas curadas no país.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 189.220 mortes e 7.365.517 casos, a Índia com 146.756 óbitos (1.0123.778 casos), o México com 120.311 mortes (1.350.079 casos) e a Itália com 70.395 óbitos (1.991.278 casos).

Entre os países mais atingidos, a Bélgica é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 163 mortes por 100.000 habitantes, seguida pela Eslovênia (118), Bósnia (117), Itália (116) e Peru (113).

A Europa totalizou hoje 536.186 mortes para 24.755.705 casos na quinta-feira, América Latina e Caribe 491.661 mortes (14.922.509 casos), Estados Unidos e Canadá 340.786 mortes (18.992.598 casos), a Ásia 213.480 mortes (13.565.491 casos), Oriente Médio 88.001 mortes (3.837.154 casos), África 60.878 mortes (2.573.929 casos) e Oceânia com 944 mortes (30.861 casos).

Esta avaliação foi realizada com base em dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/mundo/1763137/pandemia-ja-matou-1-731-936-pessoas-no-mundo

sábado, 27 de junho de 2020

OMS afirma que vacina contra Covid testada no Brasil é a mais avançada até agora

Cientista-chefe da OMS disse que a vacina de Oxford está em uma fase avançada de desenvolvimento, e que os resultados da fase dois devem ser divulgados em breve.
OMS afirma que vacina contra Covid testada
no Brasil é a mais avançada até agora

Por G1
A Organização Mundial da Saúde afirmou, nesta sexta (26), que a vacina contra a Covid-19 que começou a ser testada no Brasil é a melhor candidata até agora.

Uma repórter inglesa perguntou à cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, se a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford tem o maior nível de compromisso global - tanto do ponto de vista financeiro quanto de alcance geográfico. Ela concordou.

Disse que a vacina de Oxford está em uma fase avançada de desenvolvimento, que os resultados da fase dois devem ser divulgados em breve e que os pesquisadores estão planejando ampliar a fase três para muitos países. Os testes já começaram no Reino Unido, no Brasil e na África do Sul, mas ela não fez uma previsão de conclusão.

No total há mais de 200 candidatas a vacina. A meta da OMS é garantir a entrega - até o fim do ano que vem - de 2 bilhões de doses, metade para países de baixa e média renda.

A OMS afirmou nesta sexta, que o projeto para acelerar o desenvolvimento e a distribuição, não só de vacinas, mas também de testes e medicamentos precisa de investimentos: o equivalente a mais de R$ 170 bilhões nos próximos 12 meses. Até agora, o grupo conseguiu apenas cerca de 10% disso.

A organização lançou a iniciativa em abril, com a participação de vários países. O Brasil não estava entre eles. Mas nesta sexta o diretor-geral, Tedros Adhanom, confirmou que o governo brasileiro pediu para se juntar e a OMS deu as boas-vindas.

FONTE: G1
https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/06/26/oms-afirma-que-vacina-contra-covid-testada-no-brasil-e-a-mais-avancada-ate-agora.ghtml

quinta-feira, 18 de junho de 2020

Covid-19: OMS espera produção de milhões de doses da vacina neste ano

Profissionais na linha de frente e vulneráveis podem ter prioridade
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) espera que centenas de milhões de doses de uma vacina contra a Covid-19 possam ser produzidas neste ano e dois bilhões de doses até o final de 2021, disse a cientista-chefe Soumya Swaminathan, nesta quinta-feira (18).
A OMS está elaborando planos para ajudar a decidir quem deveria receber as primeiras doses uma vez que uma vacina seja aprovada, afirmou a cientista.
A prioridade seria dada a profissionais da linha de frente, como médicos, pessoas vulneráveis por causa da idade ou outra doença e a quem trabalha ou mora em locais de alta transmissão, como prisões e casas de repouso.
"Estou esperançosa, estou otimista. Mas o desenvolvimento de vacinas é uma empreitada complexa, ele envolve muita incerteza", disse. "O bom é que temos muitas vacinas e plataformas, então, se a primeira fracassar ou se a segunda fracassar, não deveríamos perder a esperança, não deveríamos desistir."
Cerca de 10 vacinas em potencial estão sendo testadas em humanos na esperança de que uma possa se tornar disponível nos próximos meses para prevenir a infecção. Países já começaram a fazer acordo com empresas farmacêuticas para encomendar doses antes mesmo de se provar que alguma vacina funciona.
Swaminathan descreveu o desejo por milhões de doses de uma vacina ainda neste ano como otimista, acrescentando que a esperança de até dois bilhões de doses de até três vacinas diferentes no ano que vem é um "grande se".
A cientista afirmou que os dados de análise genética coletados até agora mostraram que o novo coronavírus ainda não passou por nenhuma mutação que alteraria a gravidade da doença que causa.
FONTE: Agência Brasil - https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2020-06/covid-19-oms-espera-producao-de-milhoes-de-doses-de-vacina-neste-ano

segunda-feira, 25 de maio de 2020

OMS suspende testes com cloroquina e hidroxicloroquina contra a Covid-19

A decisão se refere aos ensaios Solidariedade, iniciativa internacional com 100 países coordenada pela OMS para buscar tratamentos contra a doença. No Brasil, os ensaios são coordenados pela Fiocruz.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus
em coletiva nesta segunda-feira (9). 
— Foto: Fabrice Coffrini / AFP
POR G1
A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou, nesta segunda-feira (25), que suspendeu temporariamente testes com a cloroquina e a hidroxicloroquina para tratar a Covid-19. A decisão foi tomada dentro dos ensaios Solidariedade, iniciativa internacional com 100 países coordenada pela OMS para buscar tratamentos contra a doença.

O diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que a suspensão foi determinada depois de um estudo publicado na sexta-feira (22) na revista científica "The Lancet". A pesquisa, feita com 96 mil pessoas, apontou que não houve eficácia das substâncias contra a Covid-19 e detectou risco de arritmia cardíaca nos pacientes que as utilizaram.
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https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/05/25/oms-suspende-testes-com-hidroxicloroquina-contra-a-covid-19.ghtml

sábado, 11 de abril de 2020

Mitos e conselhos sobre a Covid-19 que peritos aconselham não seguir

Sobre as "teorias conspirativas" a circular para explicar a origem da doença, salienta a que afirma que o vírus foi fabricado num laboratório, quando a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) não conseguiu ainda identificar a fonte
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A pandemia de Covid-19 tem gerado muitas dúvidas sobre a forma como surgiu e se expandiu a doença e sobre a maneira correta de atuar, circulando muitos mitos e conselhos que peritos aconselham não seguir.

Num "guia básico contra as mentiras do coronavírus", a agência espanhola EFE colige "conselhos e dados" que se devem ignorar para "superar com êxito a pandemia".

Sobre as "teorias conspirativas" a circular para explicar a origem da doença, salienta a que afirma que o vírus foi fabricado num laboratório, quando a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) não conseguiu ainda identificar a fonte do SARS-Cov-2 (o coronavírus que provoca a covid-19) e os dados disponíveis sugerem que tem origem animal, provavelmente num morcego.

"Não é um vírus criado em laboratório", esclarece a OMS.

]Outra teoria é que na origem da pandemia está um "complô" promovido por Bill Gates e planeado pelo instituto britânico Pirbright, provavelmente provocado pelo facto de este laboratório ter pedido, em 2015, uma patente para desenvolver um coronavírus, concedida em 2018.

Contudo, o objetivo era desenvolver uma vacina para tratar ou prevenir doenças respiratórias em animais de quinta e nada tem a ver com o surto surgido em Wuhan, no dentro da China. A Pirbright sublinha que não trabalha com coronavirus humanos, não desenvolveu a vacina, nem tem qualquer relação com Bill Gates.

Quanto à versão de que a doença surgiu porque os chineses comem animais exóticos, por ter sido divulgado que o foco de contágio poderia ter começado no mercado de marisco de Wuhan, onde se comercializavam ilegalmente animais selvagens para consumo, ela é rebatida com a declaração de que nem esta é uma prática generalizada nem é possível o contágio somente por esse motivo.

A teoria de que a doença foi criada por grupos farmacêuticos interessados em vender vacinas, é contrariada com o facto de a China ter rapidamente tornado pública a sequência do genoma do SARS-Cov-2, permitindo que qualquer laboratório no mundo avance com esse processo.

O "guia" elaborado pela EFE inclui também um conjunto de "recomendações que não funcionam" em matéria de prevenção, desde a urina infantil para lavar as mãos - que, ao invés de matar o vírus, pode conter pequenas quantidades de material viral ou bacteriano - aos benefícios da vitamina C, difundidos em vídeos que circularam pelas redes sociais, mas que a OMS assegura que não evita o contágio.

Quando muito, em grandes doses, a vitamina C pode ajudar a reduzir a duração de uma constipação, sublinha.

Vem depois a água quente ou o chá com limão e bicarbonato, uma "mezinha quase divina" com alegada origem em Israel, mas que, asseguram, nem promove a "alcalinização do sistema imunológico" nem reforça as defesas contra a doença.

Há ainda o alho, cujas propriedades antimicrobianas são reconhecidas, mas sem qualquer prova de que comê-lo proteja contra o SARS-Cov-2.

Beber muita água é outro conselho muito difundido, alegadamente por "uns médicos japoneses" que recomendam a sua ingestão a cada 15 minutos e que a garganta "nunca esteja seca" para evitar o contágio, mas que não tem confirmação da OMS.

Na parte sobre as "curas", a recomendação de que se tome diariamente cloreto de sódio dissolvido em água, difundida em vários vídeos, é comparada a sugerir que se tome lixívia, segundo a Agência de Medicamentos e Alimentos dos Estados Unidos, pois trata-se de um químico usado para branquear tecidos e papel na indústria.

"Não só não é eficaz, é ilegal", sublinha o "guia".

Se alguns saudaram a afirmação de que "a sobrevivência do coronavírus é impossível no vinho" e que "um consumo moderado pode ser benéfico", na verdade "não há nenhuma evidência de que o vinho ajude a combater" a doença, já que o vírus afeta, não o aparelho digestivo, mas os pulmões.

Também a cocaína, droga estimulante e aditiva, cujo consumo provoca graves efeitos secundários e na saúde das pessoas, "não funciona", sublinha a OMS.

São ainda contrariadas as teses que defendem o uso das vacinas pneumocócica e contra a gripe ou de antibióticos, estes eficazes contra as bactérias, mas não contra vírus.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 96 mil mortos e infetou quase 1,6 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

sexta-feira, 20 de março de 2020

OMS: 200 remédios estão sendo testados para tratar novo coronavírus

Pesquisadores estão analisando antivirais desenvolvidos para combater doenças como malária, ebola e HIV. Uma vacina, entretanto, dificilmente ficará pronta em menos de um ano
Vacina
POR OLHAR DIGITAL
Cerca de 20 pesquisas globais paralelas estão trabalhando no desenvolvimento de uma vacina para o Covid-19, enquanto aproximadamente 200 ensaios clínicos com medicamentos antivirais estão sendo testados para tentar conter o novo coronavírus. As informações são da Organização Mundial da Saúde (OMS), que nesta semana anunciou uma iniciativa para acompanhar pequenos ensaios com diferentes metodologias sobre tratamentos para a pandemia.
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Veja as dicas da OMS para se proteger do novo coronavírus

Ações básicas podem evitar contágio e propagação do novo coronavírus
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) está trabalhando com especialistas para expandir o conhecimento médico sobre o novo coronavírus. Dados sobre a transmissão, recuperações e óbitos são importantes para conhecer melhor a doença e a proporção da epidemia.

Com a confirmação do primeiro caso de coronavírus no Brasil, a Agência Brasil preparou um guia de medidas básicas para evitar o contágio e a disseminação dos vírus que atacam o sistema respiratório, em especial o coronavírus. As informações são da OMS.

LEIA TAMBÉM: Ministério da Saúde confirma primeiro caso de coronavírus no Brasil

Confira:

Higienize as mãos
Lave suas mãos frequentemente com água e sabão ou com uma solução de álcool em gel.

Por quê? 
Esfregar as mãos ajuda a eliminar traços do vírus que podem estar presentes em lugares de uso comum.

Mantenha distância social
Mantenha pelo menos um metro de distância de pessoas que apresentam tosse ou espirros constantes.

Por quê? A tosse e o espirro propagam pequenas gotas de secreção e saliva que podem conter vírus. Com a proximidade, a chance de respirar ou ter contato essas gotículas aumenta.

Evite tocar os olhos, o nariz e a boca
Evite coçar, esfregar ou ter qualquer tipo de contato com as mucosas. Essas áreas têm contato direto com a corrente sanguínea e são mais sensíveis à presença de agentes de contaminação.

Por quê? As mãos estão em contato constante com superfícies que podem ser vetores de transmissão de vírus e bactérias. Mantê-las longe das mucosas diminui a chance de ficar doente.

Pratique higiene respiratória
Tenha boas práticas de higiene respiratória. Isso significa cobrir a boca e o nariz com o braço curvado ou com um lenço de tecido ou papel ao tossir e espirrar. Descarte ou higienize o material usado imediatamente.

Por quê?
Gotículas de saliva e secreção são vetores do Covid-19. Evitar que outras pessoas entrem em contato com saliva contaminada evita não apenas o coronavírus, mas uma série de doenças respiratórias.

Em caso de febre ou dificuldade respiratória, busque ajuda médica rapidamente
Não saia de casa se estiver com febre. Se os sintomas persistirem e caso haja dificuldade respiratória, busque atenção especializada imediatamente.

Por quê? Apesar de serem sintomas comuns, uma ação rápida pode evitar problemas mais sérios e o desenvolvimento de sintomas mais graves de infecções respiratórias.

Uso de máscaras
Pessoas saudáveis, sem sintomas como febre, tosse ou espirros não precisam usar máscaras

Por quê? Apenas profissionais de saúde e pessoas que apresentem sintomas parecidos com os do novo coronavírus precisam usar máscaras. A função das máscaras é conter a propagação do vírus em quem já está infectado. A OMS recomenda o uso racional das máscaras.

Fique bem informado e siga os procedimentos do Ministério da Saúde
Por quê? Autoridades nacionais e locais têm a informação mais atualizada sobre a situação de saúde na sua área. Tomar atitudes preventivamente ajuda o sistema de saúde a distribuir e compreender de maneira ágil a disseminação de qualquer doença.
POR AGÊNCIA BRASIL

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Entenda como a poluição do ar afeta seus pulmões e o que você pode fazer para evitar problemas

Exposição a poluentes causa a morte de 50 mil pessoas por ano no Brasil, de acordo com a OMS.
Turistas tiram fotos com a poluição atmosférica tomando
 o céu do famoso horizonte de Hong Kong
— Foto: Anthony Wallace/AFP/Arquivo
Talvez você não dê muita importância ao assunto e sequer perceba o perigo a sua volta, mas o ar que respiramos diariamente pode ser fatal. Divulgada no ano passado, uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostrou que nove em cada 10 pessoas no mundo estão expostas a concentrações de poluentes acima dos limites recomendados. No Brasil, o problema é responsável pela morte de 50 mil pessoas a cada ano, por causar doenças como câncer de pulmão, ataque cardíaco e derrame cerebral.


A relação entre poluição e maior mortalidade já foi amplamente comprovada pela ciência. Há estudos que mostram, por exemplo, que suspender a circulação de veículos em uma grande cidade por um determinado período reduz a taxa de mortes por doenças respiratórias - situação que ocorreu em Atlanta, nos Estados Unidos, durante a realização da Olimpíada e se repetiu em outras cidades-sede do evento.

“A correlação é direta e está muito bem documentada: se você tem ar poluído, tem mais doença respiratória, independentemente de qual é a condição do paciente, porque isso é agressivo para o sistema respiratório”, alerta a pneumologista pediátrica Maria Helena Bussamra, do Hospital Infantil Sabará.
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domingo, 22 de setembro de 2019

O que é depressão?

Depressão: causas, sintomas, tratamentos, diagnóstico e prevenção

POR MINISTÉRIO DA SAÚDE
A depressão é um problema médico grave e altamente prevalente na população em geral. De acordo com estudo epidemiológico a prevalência de depressão ao longo da vida no Brasil está em torno de 15,5%. Segundo a OMS, a prevalência de depressão na rede de atenção primária de saúde é 10,4%, isoladamente ou associada a um transtorno físico.

De acordo com a OMS, a depressão situa-se em 4º lugar entre as principais causas de ônus, respondendo por 4,4% dos ônus acarretados por todas as doenças durante a vida. Ocupa 1º lugar quando considerado o tempo vivido com incapacitação ao longo da vida (11,9%).

A época comum do aparecimento é o final da 3ª década da vida, mas pode começar em qualquer idade. Estudos mostram prevalência ao longo da vida em até 20% nas mulheres e 12% para os homens.

Causas da depressão?
1. Genética: estudos com famílias, gêmeos e adotados indicam a existência de um componente genético. Estima-se que esse componente represente 40% da suscetibilidade para desenvolver depressão;
2. Bioquímica cerebral: há evidencias de deficiência de substancias cerebrais, chamadas neurotransmissores. São eles Noradrenalina, Serotonina e Dopamina que estão envolvidos na regulação da atividade motora, do apetite, do sono e do humor;
3. Eventos vitais: eventos estressantes podem desencadear episódios depressivos naqueles que tem uma predisposição genética a desenvolver a doença.

Fatores de risco que podem contribuir para o desenvolvimento da depressão:

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terça-feira, 25 de junho de 2019

Saiba como se prevenir da gripe

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a gripe um dos grandes desafios da saúde, que afeta todos os países. Por isso, todas as medidas de prevenção e controle devem ser adotadas, sendo a vacinação, a maneira mais eficaz de prevenir a doença, aliada à estratégia de tratamento com antiviral e a adoção de etiqueta respiratória e hábitos saudáveis.

Mas o que é etiqueta respiratória? São medidas simples que podem minimizar a transmissão de doenças infecciosas, como a frequente lavagem das mãos com água e sabão. A etiqueta respiratória ajuda a evitar que você transmita a doença para outra pessoa ou que você seja infectado.
Antes de conferir as medidas de prevenção e controle da doença, é preciso entender que a gripe é causada pelo vírus influenza e é transmitida por meio de gotículas expelidas pela pessoa doente ao falar, espirrar ou tossir. Ao respirar essas partículas, que podem ser levadas a distâncias maiores que 1 metro, você pode se infectar com o vírus influenza. Outra forma de transmissão é levar as mãos à boca, ao nariz e aos olhos após tocar em uma superfície contaminada, como um corrimão ou mesa.
Entenda como se prevenir e como evitar a transmissão caso você esteja doente. Confira:

domingo, 23 de junho de 2019

Vacinas: o que são, como são feitas e por que há quem duvide delas

A vacinação salva até 3 milhões de vidas por ano no mundo. Mas ainda é alvo de boatos que prejudicam a imunização coletiva.
Antes que as vacinas existissem, o mundo
 era um lugar bem mais perigoso, no qual 
milhões de pessoas morriam anualmente de doenças
 que hoje são evitáveis Foto: BBC News Brasil
As vacinas salvaram dezenas de milhões de vidas no último século, mas mesmo assim especialistas de saúde de diversos países têm identificado uma tendência de "hesitação em vacinar" - em outras palavras, uma crescente recusa em aderir à imunização.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a questão tão preocupante que a listou como uma das dez maiores ameaças à saúde global em 2019.

Abaixo, uma breve história da vacina, entre descobertas e desconfianças.

Como a vacinação foi inventada?

Antes que as vacinas existissem, o mundo era um lugar bem mais perigoso, no qual milhões de pessoas morriam anualmente de doenças que hoje são evitáveis.

A China foi o primeiro país a descobrir uma forma rudimentar de vacinação, ainda no século 10º: a prática da "variolação" consistia em expor pessoas saudáveis a tecidos das feridas causadas pelas doenças para aumentar a imunidade dessa população.

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Foto: BBC News Brasil

Oito séculos mais tarde, o médico britânico Edward Jenner notou que mulheres que ordenhavam leite costumavam pegar varíola bovina de baixa gravidade, mas raramente contraíam a versão mais mortífera da varíola.

Na época, essa era uma doença infecciosa altamente contagiosa, que matava cerca de 30% das pessoas infectadas. Os sobreviventes costumavam ter sequelas graves, como a cegueira.

Em 1796, Jenner fez um experimento com um menino de oito anos chamado James Phipps: inseriu pus de uma ferida de varíola bovina no garoto, que rapidamente desenvolveu os sintomas.

Assim que James se recuperou da doença, Jenner infectou o garoto com o vírus mais mortal da varíola, mas sua saúde permaneceu intacta. A exposição à varíola bovina havia feito com que ele se tornasse imune.

Em 1798, os resultados foram publicados, e a palavra vacina - "vaccine", em inglês, originária de "vacca", que é vaca em latim - foi cunhada.

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