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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Processo de recadastramento para clientes de celular pré-pago começa nesta quinta-feira

A atualização de dados dos usuários junto às operadoras começará pelo DDD 62 e alcançará todo o território nacional até agosto
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As operadoras de telefonia móvel iniciam na próxima quinta-feira (18/4), uma nova atualização cadastral dos clientes de serviço pré-pago. O processo atinge qualquer usuário com pendências cadastrais e será enviado via mensagem SMS, começando pela área atendida com o DDD 62, na região de Goiás. Aqueles que receberem o informe terão 30 dias, a partir de 24 de abril, para realizar o recadastramento.

A atualização dos dados de clientes pré-pagos junto às operadoras é a primeira etapa do projeto Cadastro Pré-Pago, que procura trazer mais segurança e transparência para os usuários e a sociedade. A iniciativa atende ao que foi determinado pela Lei 10.703/2003 e pela resolução 477/2007, da Anatel, para que as operadoras mantenham o cadastro atualizado dos consumidores desta modalidade e evitem o seu anonimato.

Quem receber o SMS de aviso deverá entrar em contato com a central de atendimento telefônico da sua operadora e estar preparado para informar o nome completo, número de CPF (no caso de pessoa física) e o endereço, com CEP. A atualização é obrigatória para todos os consumidores que possuam pendências cadastrais e quem não fizer o recadastramento terá a sua linha bloqueada até efetuar o procedimento.
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quinta-feira, 21 de março de 2013

Anatel aprova chamada interurbana sem discagem do código da prestadora


Anatel aprova chamada interurbana sem discagem do código da prestadora

Folhapress | 16h43 | 20.03.2013

Medida valerá para empresas com menos de 50 mil assinantes




Clientes de empresas de telefonia fixa com menos de 50 mil assinantes poderão deixar de discar o código da prestadora de longa distância antes de fazer uma ligação interurbana ou internacional. Para uma pessoa que estiver fora de São Paulo, por exemplo, ela poderá digitar apenas 0 + 11 (DDD da cidade) + o número do telefone para o qual deseja fazer a chamada, sem o código da operadora, ao discar para a capital paulista.
No caso das ligações internacionais, o cliente passará a discar 00 + código de país de destino + código de área da região do país (se houver) + telefone desejado.
A mudança foi publicada nesta segunda-feira (20) no "Diário Oficial" da União pela Anatel(Agência Nacional de Telecomunicações), que defende a medida como forma de incentivar a competição na área e de permitir que mais empresas possam oferecer o serviço de DDD (Discagem Direta a Distância) e DDI (Discagem Direta Internacional).
Apenas sete das 71 companhias fixas existentes no Brasil possuem mais de 50 mil clientes, segundo o presidente da agência reguladora, João Resende.
Clientes de empresas grandes, como TIM/Intelig, Embratel, Telemar/Oi, Telesp e GVT -que concentram 99% desse mercado-, não serão beneficiadas pela nova regra e precisam continuar a escolher qual prestadora irá realizar o serviço.
O chamado procedimento de marcação alternativa para as pequenas empresas de telefonia fixa depende de autorização da Anatel. Para poder oferecer o serviço a seus usuários, as operadoras precisam encaminhar uma solicitação à agência até 18 de junho.
Necessidade de novas alternativas para contornar esgotamento de recurso de numeração
Elas terão de se desfazer do número que usavam para prestar o serviço de longa distância, uma vez que os seus clientes não precisarão mais discá-lo. Essa foi a forma encontrada pela Anatel para liberar espaço para que outras companhias façam uso desse número, que ficará disponível.
Levantamento da agência reguladora mostra que atualmente existem 72 possibilidades de numeração, sendo que 48 estão em uso por empresas e 24 estão disponíveis. As demandas por novas liberações, entretanto, já somam 37.
"Evidente a necessidade de se buscarem alternativas hábeis a contornar o esgotamento deste recurso de numeração, que é o alicerce do modelo de competição nas chamadas de longa distância adotado após a desestatização do setor de telecomunicações", diz o voto do relator do processo, conselheiro Roberto Pinto Martins.
Segundo ele, "pode-se verificar que um seleto grupo de prestadoras é responsável pela imensa maioria das chamadas e que a participação de todas as demais nesse mercado tem significativamente minguado nos últimos anos".
De acordo com o conselheiro Marcelo Bechara, a agência chegou a cogitar uma licitação para resolver o problema. "Mas com essa solução as empresas ganham um diferencial competitivo".


FONTE: http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=355957

Cai código da operadora no DDD


PEQUENAS PRESTADORAS

Cai código da operadora no DDD

21.03.2013

São Paulo Clientes de empresas de telefonia fixa com menos de 50 mil assinantes poderão deixar de discar o código da prestadora de longa distância antes de fazer uma ligação interurbana ou internacional.

Para uma pessoa que estiver fora de São Paulo, por exemplo, ela poderá digitar apenas 0 + 11 (DDD da cidade) + o número do telefone para o qual deseja fazer a chamada, sem o código da operadora, ao discar para a capital paulista. No caso das ligações internacionais, o cliente passará a discar 00 + código de país de destino + código de área da região do país (se houver) + telefone desejado.

Incentivo na competição
A mudança foi publicada ontem no Diário Oficial da União pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que defende a medida como forma de incentivar a competição na área e de permitir que mais empresas possam oferecer o serviço de DDD (Discagem Direta a Distância) e DDI (Discagem Direta Internacional).

Apenas sete das 71 companhias fixas existentes no Brasil possuem mais de 50 mil clientes, segundo o presidente da agência reguladora, João Resende. Clientes de empresas grandes, como TIM/Intelig, Embratel, Telemar/Oi, Telesp e GVT - que concentram 99% desse mercado-, não serão beneficiadas pela nova regra e precisam continuar a escolher qual prestadora irá realizar o serviço. O chamado procedimento de marcação alternativa para as pequenas empresas de telefonia fixa depende de autorização da Anatel. Para poder oferecer o serviço a seus usuários, as operadoras precisam encaminhar uma solicitação à agência até 18 de junho.

Escassez de Códigos
Elas terão de se desfazer do número que usavam para prestar o serviço de longa distância, uma vez que os seus clientes não precisarão mais discá-lo. Essa foi a forma encontrada pela Anatel para liberar espaço para que outras companhias façam uso desse número, que ficará disponível. Levantamento da agência reguladora mostra que atualmente existem 72 possibilidades de numeração, sendo que 48 estão em uso por empresas e 24 estão disponíveis. As demandas por novas liberações, entretanto, já somam 37.

"Evidente a necessidade de se buscarem alternativas hábeis a contornar o esgotamento deste recurso de numeração, que é o alicerce do modelo de competição nas chamadas de longa distância adotado após a desestatização do setor de telecomunicações", destaca o relator do processo, Roberto Pinto. 

fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1244439

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