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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Lula, FHC e Sarney articulam futuro do Brasil após Temer

© Reuters

Oficialmente, nenhum dos três partidos aborda tal articulação

POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Se o presidente Michel Temer (PMDB) não resistir às pressões pela sua renúncia ou cair perante o julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no dia 6 de junho, a saída para definir o seu substituto pode passar pelas mãos de três ex-presidentes do país, diz o jornal Folha de S. Paulo.

Reportagem publicada nesta quarta-feira aponta que Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e José Sarney (PMDB) vêm mantendo conversações a respeito de uma eventual saída para o Brasil, que sem Temer teria de definir por via indireta o novo mandatário.
Reservadamente, parlamentares de cada um dos três partidos vêm servindo como fios condutores das ideias e pensamentos de cada um dos ex-presidentes a respeito da crise, deflagrada há uma semana pelo áudio da conversa entre Temer e o dono da JBS, o empresário Joesley Batista.
Segundo a Folha, a articulação pode enfatizar o que cada um dos partidos possue de melhor, permitindo assim uma transição para um governo tampão, que conduziria o país até as eleições presidenciais, marcadas para outubro de 2018.
Oficialmente, nenhum dos três partidos aborda tal articulação. O PMDB prega a manutenção de Temer, mesma posição dos tucanos. Já o PT vem advogando nas últimas semanas pela via das eleições diretas, porém tal iniciativa tem poucas chances de sair do papel a tempo. Com informações do Sputnik Brasil.

domingo, 20 de março de 2016

STJ determina perícia em polêmico negócio da Petrobrás no governo FHC

FOTO: Leo Martins / Arquivo O Globo
FOTO: Leo Martins / Arquivo O Globo
CEARÁ AGORA

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou a realização de uma perícia, pela Petrobras, em contrato firmado entre a estatal e a corporação ibero-argentina Repsol YPF em 2001, no segundo mandato do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB). A ordem do STJ é resultado de ação civil pública ajuizada por petroleiros naquele ano contra o ex-presidente do Conselho de Administração da Petrobras à época, o ex-parlamentar e ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), José Jorge Vasconcelos Lima, outras 18 pessoas e mais quatro empresas. O processo indica que o negócio, uma troca de ativos, gerou um prejuízo de US$ 2,3 bilhões à petrolífera brasileira.

domingo, 1 de novembro de 2015

FHC PREGA AGENDA NACIONAL, MAS DEIXA DILMA DE FORA

: FHC  fernando henrique cardoso

Fiel ao seu estilo volátil, ora suave, ora mais agressivo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso propôs, neste domingo, a busca de um entendimento político para que se formule uma agenda nacional que contemple pontos como a reforma da Previdência, a livre negociação entre patrões e empregados e a fixação de tetos para o gasto público; no entanto, FHC excluiu a presidente Dilma desse pacto nacional e sinalizou que continua apostando no golpe; "Como quem tem a responsabilidade de unir porque foi eleita para conduzir o País (e não uma facção) está com poucas condições para tal, é que se dá a discussão, infausta, mas necessária, dos caminhos constitucionais para sairmos da crise", diz ele; confira a íntegra

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FONTE: Brasil247

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Câmara aprova contas dos ex-presidentes Itamar, FHC e Lula

Congresso ainda precisa avaliar 12 processos parados na fila desde Collor

G1

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (6) contas dos governos dos ex-presidentes Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. Além das quatro contas analisadas nesta quinta, há outros 12 processos parados desde a época do ex-presidente Fernando Collor de Mello (1990-92), em diferentes estágios de tramitação no Congresso Nacional. Cada prestação de conta analisada equivale a um ano de governo.
A intenção do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em colocar essa matéria em votação é “limpar” a pauta para que, posteriormente, o plenário possa analisar a conta de 2014 do governo Dilma Rousseff.
O Tribunal de Contas da União (TCU) analisa se manobras autorizadas pela equipe econômica no ano passado, as chamadas “pedaladas fiscais”, feriram a Lei de Responsabilidade Fiscal. O parecer do TCU pela rejeição ou aprovação seguirá para o Congresso, que decidirá se aprova ou não as contas.
Contas
Uma das contas aprovadas pelo plenário nesta quinta é a do início do governo Itamar Franco (1992-1994), que governou por três anos após Fernando Collor sofrer impeachment. O relatório da Comissão Mista de Orçamento era favorável à aprovação. O projeto é o único que já passou pelo Senado e agora será promulgado.
Outra conta analisada pelos deputados é a do último ano do segundo mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Com a aprovação, ela agora seguirá para votação no Senado.
O parecer, neste caso, também era pela aprovação. Essa é a única conta da administração do tucano que falta ser julgada pelo Congresso. Todas as demais foram analisadas e aprovadas, duas com ressalvas.
Os demais processos aprovados pelo plenário da Câmara são dos anos de 2006 e 2008, do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010).
Uma das contas foi aprovada com ressalvas pelo plenário, conforme parecer da Comissão Mista de Orçamento. A outra foi totalmente aprovada, também seguindo o parecer da CMO.
Essa é a primeira vez que uma conta da gestão Lula passa pelo crivo do Congresso. Nenhuma do governo Dilma ainda foi analisada.
'Pedaladas fiscais'
Órgão auxiliar do Legislativo na fiscalização do Executivo, o TCU deve julgar em breve se os atrasos em 2014 de repasses do Tesouro Nacional a bancos públicos para pagamento de programas sociais, como o Bolsa Família, configuraram violação à Lei de Responsabilidade Fiscal. A manobra foi apelidada de "pedaladas fiscais".
Instituições como a Caixa Econômica e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) tiveram que desembolsar das próprias reservas dinheiro para custear os benefícios federais, numa espécie de “empréstimo” ao governo.
No dia 22 de agosto, o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, entregou a defesa do governo no processo que tramita no TCU. A AGU alega que não há irregularidades na manobra de atraso de pagamentos a bancos públicos e diz que esse procedimento já foi realizado pelos governos Fernando Henrique Cardozo e Luiz Inácio Lula da Silva.
De acordo com Adams, o uso de recursos próprios das instituições financeiras para pagamento de programas sociais ocorre desde 2000.
Já os auditores do TCU afirmam que os atrasos nos repasses e a não contabilização das dívidas com os bancos públicos contribuíram para “maquiar as contas públicas”.
A prática de atrasar os repasses permitiu ao governo melhorar o resultado das contas públicas, inflando o chamado superávit primário – economia para pagar juros da dívida pública e tentar manter a trajetória de queda. O órgão de fiscalização também destaca que o volume de operações no governo Dilma foi muito superior ao realizado nas gestões de outros presidentes.
FONTE: Correio do Estado

sábado, 23 de maio de 2015

Governo 'está pagando seus pecados', diz FHC sobre corte no Orçamento

'MÁ GESTÃO'

Folhapress | 14h28 | 23.05.2015

Segundo o ex-presidente, que deu declaração em uma palestra, a situação fiscal é consequência dos erros do governo

FHC
"Quando você faz uma contenção fiscal, você tem que explicar ao país o que vem depois", disse Fernando Henrique Cardoso ao falar sobre o ajuste fiscal anunciado nesta sexta (22)
FOTO: TÂNIA RÊGO/ AGÊNCIA BRASIL
O ex-presidente Fernando Henrique Cardosoargumentou neste sábado (23) que o corte de R$ 69,9 bilhões no orçamento do Executivo é decorrente de uma má gestão do governo da presidente Dilma Rousseff. Para ele, o governo"está pagando seus pecados" ao reduzir recursos em diversas áreas da Esplanada -como Cidades, Saúde e Educação.
"O Brasil foi tão mal governado nos últimos anos que o corte é consequência disso. A situação fiscal é de tal maneira difícil e foi consequência de erros dos governos que agora esse próprio governo está pagando seus pecados", afirmou a jornalistas após participar de palestra em centro universitário de Brasília.
tucano comparou ainda o anúncio, realizado na tarde de sexta-feira (22), a uma "operação sem anestesia" -para ele, falta explicação sobre o que acontecerá daqui pra frente.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Lula: FHC não tinha direito de falar a bobagem que falou ontem à noite

BRASIL
“Se ele quisesse falar de corrupção ele precisaria contar para esse país a história de sua reeleição”, disse
Estadão Conteúdo
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva rebateu o ex-presidente Fernando Henrique e disse ter ficado “triste” pelas declarações do tucano no programa do PSDB exibido na noite da terça-feira (19). Segundo Lula, se o ex-presidente quer falar de corrupção, ele precisa “contar ao País a história de sua reeleição”. Ontem, no programa do PSDB, Fernando Henrique afirmou que os desvios e maus feitos começaram no governo Lula e que “nunca se roubou tanto em nome de uma causa”. 
Lula: FHC não tinha direito de falar a bobagem que falou ontem à noite (Foto: Evaristo Sá/AFP)















“Eu vi o programa do nosso adversário ontem, eu fico triste, porque um homem que foi presidente da República, letrado como ele é, não tinha do direito de falar a bobagem que ele falou”, disse Lula, durante evento promovido pela Contraf-CUT, na capital paulista .
“Se ele quisesse falar de corrupção ele precisaria contar para esse país a história de sua reeleição”, disse. Lula disse ainda que o seu antecessor não precisa contar diretamente a ele sobre as acusações de compra de votos para a sua reeleição, mas que ele precisa contar para as próximas gerações.
“Se ele quisesse falar de corrupção ele precisaria contar para esse país a história de sua reeleição”, disse Lula sobre FHC(Foto: ABr)
“Eu espero que com a mesma postura como que ele foi agredir o PT ontem à noite ele diga, se não quiser dizer para mim não tem problema, eu sei como é que foi, mas senta na frente do seu neto e conta para ele”, afirmou o petista. O ex-presidente disse ainda estar “assustado”, pois os adversários querem atacá-lo já pensando em 2018.
“Agora eles não querem mais atacar a Dilma, agora eles já estão pensando que tem de balear o Lula, pensando que o Lula vai voltar em 2018”, afirmou. “É um absurdo. Eu nem sei se eu vou estar vivo. Eles se enganam porque eu sei apanhar e não vou revidar”.
Lula disse ainda que as pessoas que hoje estão batendo panela deveriam saber que a democracia tem que ser respeitada. “Dilma foi eleita, quem não gostar e quiser eleger o seu que espere próximas eleições.” 
FONTE:
http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/lula-fhc-nao-tinha-direito-de-falar-a-bobagem-que-falou-ontem-a-noite/

segunda-feira, 2 de março de 2015

CPI da Petrobras não deve investigar período em que FHC esteve no poder

APENAS ERA PETISTA

09h52 | 02.03.2015

A estratégia teria sido articulada entre peemedebistas e o presidente da CPI, o deputado Hugo Motta (PMDB-PB)

Câmara
A ementa da criação da CPI indica que as investigações serão focadas no período entre 2005 e 2015
FOTO: ZECA RIBEIRO / CÂMARA DOS DEPUTADOS
Segundo o jornal Folha de São Paulo, naCâmara dos Deputados, uma estratégia doPMDB foi articulada com o presidente da CPI na Petrobras, Hugo Motta (PMDB-PB). A intenção é isolar o PT e fazer, como deseja a oposição, com que os governos de Lula e Dilma (2005-2015) sejam os únicos focos de investigações sobre corrupção na estatal.
A intenção do relator da comissão, Luiz Sérgio (PT-RJ), era de também investigar desvios na estatal desde o período do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Sérgio tem como base o depoimento do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, que afirmou em delação premiada ter recebido propina entre 1997 e 1998 da empresa holandesa SBM Offshore.
Barusco também afirmou que, entre 2003 e 2013, o esquema de corrupção rendeu entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões aos cofres do PT.
Outras articulações entre peemedebistas e Hugo Motta indicam que será criada uma sub-relatoria para tentar recuperar ativos da Petrobras no exterior. Também existem indícios de irregularidades nas vendas de ativos da estatal na África.
Em relação às investigações à períodos anteriores aos governos de Lula e Dilma, a própria ementa do requerimento que criou a CPI nega. Segun ela, a comissão deve "investigar a prática de atos ilícitos e irregulares no âmbito da empresa Petróleo Brasileiro S/A (Petrobras), entre os anos de 2005 e 2015". O governo de FHC terminou em 2002.
FONTE: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/nacional/online/cpi-da-petrobras-nao-deve-investigar-periodo-em-que-fhc-esteve-no-poder-1.1233675

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