PROCURANDO POR ALGO?

Mostrando postagens com marcador CPI. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CPI. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de março de 2015

CPI da Petrobras não deve investigar período em que FHC esteve no poder

APENAS ERA PETISTA

09h52 | 02.03.2015

A estratégia teria sido articulada entre peemedebistas e o presidente da CPI, o deputado Hugo Motta (PMDB-PB)

Câmara
A ementa da criação da CPI indica que as investigações serão focadas no período entre 2005 e 2015
FOTO: ZECA RIBEIRO / CÂMARA DOS DEPUTADOS
Segundo o jornal Folha de São Paulo, naCâmara dos Deputados, uma estratégia doPMDB foi articulada com o presidente da CPI na Petrobras, Hugo Motta (PMDB-PB). A intenção é isolar o PT e fazer, como deseja a oposição, com que os governos de Lula e Dilma (2005-2015) sejam os únicos focos de investigações sobre corrupção na estatal.
A intenção do relator da comissão, Luiz Sérgio (PT-RJ), era de também investigar desvios na estatal desde o período do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Sérgio tem como base o depoimento do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, que afirmou em delação premiada ter recebido propina entre 1997 e 1998 da empresa holandesa SBM Offshore.
Barusco também afirmou que, entre 2003 e 2013, o esquema de corrupção rendeu entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões aos cofres do PT.
Outras articulações entre peemedebistas e Hugo Motta indicam que será criada uma sub-relatoria para tentar recuperar ativos da Petrobras no exterior. Também existem indícios de irregularidades nas vendas de ativos da estatal na África.
Em relação às investigações à períodos anteriores aos governos de Lula e Dilma, a própria ementa do requerimento que criou a CPI nega. Segun ela, a comissão deve "investigar a prática de atos ilícitos e irregulares no âmbito da empresa Petróleo Brasileiro S/A (Petrobras), entre os anos de 2005 e 2015". O governo de FHC terminou em 2002.
FONTE: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/nacional/online/cpi-da-petrobras-nao-deve-investigar-periodo-em-que-fhc-esteve-no-poder-1.1233675

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Relatório não pede indiciamentos

CPI DA PETROBRAS

Relatório não pede indiciamentos

11.12.2014

Em documento final, relator Marco Maia sugere somente o 'aprofundamento' das investigações

Image-0-Artigo-1758526-1
Maia diz que "corrobora" com procedimentos de indiciamentos e denúncias adotados pela Justiça aos envolvidos em fraudes na Petrobras
FOTO: AG. CÂMARA
Brasília Após quase sete meses de funcionamento, a CPI mista destinada a investigar a corrupção na Petrobras teve seu relatório apresentado ontem pelo deputado governista Marco Maia (PT-RS). O documento tem 903 páginas, mas não propõe indiciamento de envolvidos no escândalo, como políticos e empresários, delegando a outras autoridades pedidos de punição. O calhamaço ainda livra a presidente Dilma Rousseff de responder por supostas irregularidades na gestão da estatal.
O texto não foi aprovado. Sua votação ficou para a próxima quarta (16), quando a oposição promete apresentar um relatório "alternativo" que pedirá, inclusive, o indiciamento de Dilma. O impasse entre governistas e oposicionistas pode fazer com que a comissão termine sem um relatório final aprovado - a CPI termina, obrigatoriamente, em 22 de dezembro. A oposição promete trabalhar para abrir outra comissão sobre a Petrobras no próximo ano.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Governo nega fraudes em CPI da petrobras

Diário do Nordeste

Compartilhada publicamente10:50
 
#CPIdaPetrobras

Governo nega fraudes em CPI da Petrobras

Enquanto governo defende-se em nota, PSDB anuncia representação contra envolvidos http://svmar.es/hvKL7S

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Senado convoca 1ª reunião da CPI

CASO PETROBRAS

Senado convoca 1ª reunião da CPI

14.05.2014

Os senadores Lúcia Vânia (PSDB) e Wilder Moraes (DEM) recusaram a indicação para integrar comissão


CPI PETROBRAS
Após a indicação de nomes para a CPI do Senado por Renan Calheiros (à esquerda), José Pimentel deve ser escolhido relator da Comissão
FOTO: AGÊNCIA BRASIL
Brasília. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), escalou ontem os três senadores que faltavam para compor a CPI exclusiva do Senado. O peemedebista indicou os senadores goianos Cyro Miranda (PSDB), Lúcia Vânia (PSDB) e Wilder Morais (DEM) - os dois últimos já recusaram a escolha. As vagas de suplentes ficaram com Jayme Campos (DEM-MT) e Vicentinho Alves (SDD-TO).
Logo depois que Renan anunciou os nomes, conforme estabelece o regimento, o integrante mais velho da comissão do Senado, João Alberto (PMDB-MA), convocou para hoje, às 11h30, a primeira reunião da CPI. Até o início da noite de ontem, porém, Renan não havia indicado substitutos para os senadores que recusaram as indicações.
"As bancadas que não indicaram seus integrantes são as mesmas que ingressaram na Justiça para que a investigação ocorresse",disse Renan. "Por isso e para que não haja suposições sobre a celeridade das investigações, vejo-me obrigado a indicar os membros da CPI", declarou.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Renan Calheiros diz que CPI em ano eleitoral mais atrapalha do que ajuda

Contra a comissão, presidente disse que vai negociar com os líderes da Casa
28/03/2014 - 15:42




Minutos depois de a oposição protocolar na Mesa do Senado requerimento com pedido de abertura da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras, o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que uma "CPI em ano eleitoral mais atrapalha do que ajuda o Brasil". Publicamente contra a comissão, Renan disse que vai negociar com os líderes da Casa a data das próximas etapas anteriores à abertura das investigações.
Dilma pede “tolerância zero" com violência contra a mulher
Embora a oposição tenha conseguido uma assinatura a mais do que o necessário — o requerimento recebeu adesão de 28 senadores; era necessário apoio de pelo menos 27 —, a CPI ainda não está garantida. Isso porque, regimentalmente, os senadores podem retirar seu apoio. Na noite desta quarta-feira (26), quando se confirmou a coleta da quantidade de nomes necessários, governistas já começavam a trabalhar para convencer adeptos da CPI a mudarem de posição.
Os próximos passos, a partir de agora, são marcar a data de leitura do requerimento de CPI no plenário e fazer a conferência de assinaturas. Renan disse que, ainda nesta quinta, vai conversar com as lideranças partidárias para avaliar a melhor data para isso. "Vou conversar por telefone com os líderes e ver com eles, do ponto de vista do encaminhamento, da necessidade de nós instalarmos rapidamente como deveremos fazer." O presidente do Senado não garantiu, contudo, que o requerimento siga para plenário já na próxima semana. Isso porque os líderes da base tentarão atrasar — o quanto puderem — a instalação.
Até a meia noite do dia em que o pedido de investigação for lido no plenário, os senadores podem retirar assinaturas. Caso a investigação continue contando com o apoio de, no mínimo, 27 parlamentares, a Comissão de Inquérito é instalada. Para isso, contudo, Renan ainda precisará indicar os membros da CPI. Para minimizar os danos ao governo em ano eleitoral, a estratégia será tentar colocar um peemedebista na presidência e um petista na relatoria do colegiado.
FONTE: r7



FONTE: MEIO NORTE

sábado, 12 de janeiro de 2013

CPI do Cachoeira custou R$ 167 mil aos cofres do Congresso


Comissão criada para investigar bicheiro acabou com relatório de 2 páginas.
Gastos se concentraram em diárias, passagens aéreas e hospedagem.

Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília
Criada para apurar o elo de políticos e empresários com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, a comissão parlamentar mista de inquérito conhecida como CPI do Cachoeira custou aos cofres públicos R$ 167.101,16, segundo dados oficiais obtidos pelo G1 na Diretoria Geral do Senado.
A comissão durou oito meses, mas os trabalhos se concentraram no primeiro semestre do ano passado. Depois do recesso de julho, as eleições levaram à suspensão dos trabalhos até o fim de outubro. Em novembro e dezembro, as atenções se concentraram para votar o relatório final com as conclusões.
Parlamentares durante sessão de votação do relatório final da CPI do Cachoeira (Foto: Marcos Oliveira / Agência Senado)Parlamentares durante sessão de votação do relatório final da CPI do Cachoeira; conclusão com mais de 4 mil páginas foi rejeitado para aprovação de parecer com duas páginas (Foto:Marcos Oliveira/Agência Senado)
Ao final dos trabalhos, a CPI consumiu menos recursos do que inicialmente previsto. O requerimento de criação da comissão fixava em R$ 200 mil o limite das despesas a serem realizadas no trabalho de investigação.
Dos 167 mil dispendidos, a maior parte, R$ 130.642,06, foi usada para pagamento de diárias.
Para pagamento de passagens áreas domésticas, o Congresso desembolsou no período de funcionamento da comissão outros R$ 33.619,20. O restante, R$ 2.839,9, foi usado para pagamento de hospedagem em Brasília, que cobrem custos especialmente de pessoas chamadas a depor.
Das 35 pessoas convocadas ou convidadas para falar à CPI, somente 16 aceitaram dar informações; as outras 19 permaneceram caladas.
Relatório
A CPI do Cachoeira teve fim no dia 18 de dezembro com a rejeição do relatório final elaborado pelo deputado Odair Cunha (PT-MG), escalado para conduzir a investigação. Sem consenso, o texto do relator, com mais de 4 mil páginas, deu lugar a um "parecer alternativo" de duas páginas que encaminhava ao Ministério Público todo o material recolhido na apuração.

Este documento, redigido pelo deputado Luiz Pitiman (PMDB-DF) e que acabou aprovado como relatório final, não sugere o indiciamento de nenhum dos suspeitos de envolvimento com o esquema de Cachoeira.
O líder do PSDB, senador Alvaro Dias (PR), que integrou a CPI, disse acreditar que a comissão não "cumpriu o seu papel", pois deixou de apurar desvios de dinheiro público em licitações e a suposta relação da construtora Delta com empresas fantasma.
"A CPI deixou a desejar, não cumpriu o seu papel. Ela escondeu mais do que revelou, ficou adstrita ao que a Polícia Federal tinha revelado. A CPI tinha que chegar ao desvio de dinheiro público através de licitações fraudadas, esquema de empresas laranjas com a participação da Delta e remessas ao exterior", afirmou o tucano.
Ele explicou que a maioria comissão rejeitou o relatório de Odair Cunha por considerar que houve "blindagem" à construtora Delta. "O relatório foi dirigido, por isso o rejeitamos. Na verdade isso que deveríamos ter investigado a Polícia Federal não investigou nem o Ministério Público".
Já para o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), vice-presidente da CPI, os mais de R$ 167 mil gastos "valeram a pena". Ele destacou que o relatório de Odair Cunha, apesar de não ter sido aprovado pela maioria, foi entregue ao Ministério Público Federal, a quem caberá iniciar novas investigações ou anexar os dados aos inquéritos já abertos.
Para o petista, o parecer do relator trouxe elementos novos que devem auxiliar as apurações do MPF e da Polícia Federal. "Acho que o gasto se justificou. Todo o relatório do deputado Odair Cunha vai ao Ministério Público Federal e é um documento muito importante, completo. Os dados constantes do relatório falam por si, então o gasto valeu a pena", disse.
Para ler mais notícias do G1 Política, clique em g1.globo.com/politica. Siga também o G1 Política no Twitter e por RSS.


FONTE: http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/01/cpi-do-cachoeira-custou-r-167-mil-aos-cofres-do-congresso.html

ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS

ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS
AVISO IMPORTANTE!! Reconhecimento: Alguns textos e imagens contidas aqui neste Site são retiradas da internet, se por acaso você se deparar com algo que seja de sua autoria e não tiver seus créditos, entre em contato para que eu possa imediatamente retirar ou dar os devidos créditos. EMAIL: josenidelima@gmail.com ..... FAVOR INFORMAR O LINK