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segunda-feira, 13 de julho de 2020

Mulheres grávidas devem se preocupar com a saúde vascular

Em alguns casos, a gestante pode ter trombose venosa profunda
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Por Agência Brasil
As alterações que ocorrem no corpo da mulher durante a gestação refletem na saúde em todos os aspectos, inclusive na circulação sanguínea e, principalmente, no sistema venoso. Inchaço e surgimento ou piora de varizes são os principais problemas apresentados durante os nove meses, principalmente pela elevação de hormônios femininos. Em casos mais graves, a gestante pode desenvolver a trombose venosa profunda (TVP), apesar de a incidência desse problema ser mínima.

De acordo com estimativas da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), há uma prevalência média da TVP de 38% na população geral brasileira, sendo encontrada em 30% dos homens e 45% das mulheres, levando em consideração todas as faixas etárias. Quanto mais idoso maior a prevalência sendo que 70% das pessoas acima dos 70 anos podem ter varizes. Os maiores fatores de risco são predisposição familiar, sexo feminino (proporção de até 2,3 para 1 homem), idade (quanto mais idoso maior a prevalência), obesidade. 
Nas mulheres, além das questões genéticas, idade e obesidade, o risco se intensifica de acordo com o aumento de gestações anteriores.
“Naturalmente, a gestação promove uma elevação significativa dos níveis hormonais, entre eles progesterona, estrogênio, gonadotrofina coriônica humana (hCG) e o hormônio lactogênio placentário (hPL). Cada um deles tem uma função para a progressão da gestação e sua manutenção. Mas, para o sistema venoso, isso acarreta uma dilatação das veias do organismo, tornando-as mais complacentes e volumosas, que aumentam com o decorrer da gestação e causam inchaço, cansaço, dor, vasinhos e veias aparentes e sensação de queimação nas pernas”, explica o cirurgião vascular Matheus Bertanha, professor da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP) e membro da SBACV.  
O especialista explica, ainda, que a partir do sexto mês de gestação, com o crescimento do bebê e da extensão abdominal, o retorno venoso da gestante é prejudicado, dessa forma, o útero pode comprimir a veia cava e causar uma intensificação dos sintomas de inchaço e dor. Fatores como o histórico de TVP e antecedente pessoal para a ocorrência de abortos repetidos devem ser avaliados durante o acompanhamento gestacional. Alguns outros precedentes também podem influenciar negativamente na qualidade de vida da gestante, como por exemplo, histórico de uso de tabaco, obesidade, sedentarismo e até mesmo alguns transtornos psicológicos.
Durante a gravidez é muito importante realizar o acompanhamento com um angiologista ou cirurgião vascular, para esclarecimento de dúvidas e até mesmo para diminuir o sofrimento causado pelo aparecimento de vasinhos ou varizes. Assim, o médico será capaz de identificar um tratamento viável, como o uso de meias elásticas para controlar a vasodilatação dos membros das pernas e dos pés, uma vez que alguns medicamentos e procedimentos cirúrgicos podem ser altamente arriscados, tanto para a mãe quanto para a criança. “É importante que a gestante entenda que os tratamentos mais definitivos para os vasinhos e varizes devem esperar a gestação terminar, para também o organismo voltar ao seu estado hormonal não gravídico”, aconselha.
O médico explica que em casos de prevenção e tratamento de quadros tromboembólicos, como a TVP, pode ser necessário o uso de medicamentos específicos, comprovadamente seguros para o feto. Porém, é imprescindível um acompanhamento rigoroso do cirurgião  vascular e do ginecologista-obstetra.
A prática de atividades físicas pode ser muito benéfica para a saúde da mulher grávida. Os exercícios de intensidade leve e moderada, com baixo impacto, são muito eficientes para o equilíbrio da circulação periférica e devem ser realizados ao menos três vezes na semana, mas feito com cautela. “Gestantes devem ficar atentas para sinais de alerta como falta de ar persistente, tonturas, dor no peito, contrações regulares e dolorosas, sangramento ou corrimento vaginal, que devem indicar a suspensão imediata das atividades físicas e uma consulta ao ginecologista”, diz o especialista.
Outras formas de prevenção são o uso regular de meias elásticas, a alimentação saudável, evitar ganhar peso durante a gestação, caminhadas diárias e elevar as pernas algumas vezes por dia.
Já a angiologista e cirurgiã vascular Bruna Naves Vaz de Oliveira aconselha as gestantes a não se preocuparem excessivamente. “Uma grande parte [dos vasinhos e varizes] desaparece após o parto e durante os primeiros meses. O momento ideal para tratá-las é a partir do terceiro mês de amamentação”.
FONTE: Agência Brasilhttps://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2020-07/mulheres-gravidas-devem-se-preocupar-com-saude-vascular

sábado, 26 de outubro de 2019

Este é o melhor horário para engravidar, de acordo com estudo

De acordo com uma pesquisa realizada por investigadores da University Hospital Zurich, na Suíça, fazer sexo antes das 7h30 aumenta a probabilidade de gestação
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Para chegar a essa conclusão, os especialistas analisam amostras de sémen de 7.068 homens que estavam a ser submetidos a tratamentos de fertilidade, com idades entre os 25 e os 40 anos. E surpreendentemente os investigadores concluíram que os espermatozóides são mais potentes nas primeiras horas do dia.

Brigitte Leeners, cientista e principal autora do estudo, explicou que “a qualidade do sémen varia de acordo com os ritmos circadiano e circanual” – responsáveis por regular todos os ritmos naturais do corpo humano, como a renovação das células e controlo da temperatura do organismo, por exemplo.

“Os espermatozóides têm mais qualidade no início da manhã, então este pode ser o melhor horário para engravidar, por poderem ser usados para melhorar a fertilidade natural”, justifica. Além disso, foi constatado que esse sémen também pode ser mais potente para tratamento de fertilidade.

Estima-se que um em cada sete casais têm dificuldades em engravidar, de acordo com o Serviço Nacional de Saúde Britânico (NHS). Sendo que metade dos casos ocorre devido à má qualidade dos espermatozóides.

O estudo foi publicado no periódico científico Chronobiology International.

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Bebê que nasceu sem os olhos aguarda adoção em orfanato russo

Condição do pequeno Sasha é rara, mas ele não apresenta nenhum problema de saúde além da falta de visão.
O pequeno Sasha nasceu com a rara condição de
 não ter globos oculares — Foto:
 Reprodução/usynovite.ru
Um bebê com uma rara condição que o fez nascer sem os olhos aguarda adoção na cidade russa de Tomsk, notícia o site local “The Siberian Times”.

O pequeno Alexander K., conhecido por todos como “Sasha”, foi deixado pela mãe aos cuidados de um orfanato depois que, quase no final da gestação, ela soube da deficiência do menino e, por ser muito jovem, não se sentiu em condições de cuidar dele. A imprensa local não informa sobre o paradeiro do pai.

Os médicos não detectaram nenhuma outra questão de saúde no garoto, cujos exames tem resultados similares aos de qualquer criança de sua idade. Sasha nasceu em abril e os médicos, por enquanto, não veem qualquer perspectiva de que ele possa um dia enxergar.

Atualmente, a pessoa mais próxima da criança é uma enfermeira do orfanato de Tomsk, que o levou recentemente a São Petersburgo, onde foram implantados com sucesso pequenos globos oculares para fazer com que seu rosto não se deforme.

“Ele não é diferente de outras crianças, ele brinca e sorri como qualquer bebê saudável. Ele adora brincar e adora nadar, ele é realmente um bebê muito alegre “, disse a enfermeira.
POR G1

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Bebê que nasceu sem pele recebe órgão criado em laboratório

Pela primeira vez em 10 meses, os pais de Ja'bari Gray puderam pegar o filho no colo. Causa da deficiência ainda não foi definida
REPRODUÇÃO
Até as 37 semanas de gravidez, tudo parecia certo com a gestação da americana Priscilla Maldonado. Quando os médicos perceberam que o bebê não estava ganhando peso, decidiram induzir o parto normal. A mãe, entretanto, sofreu uma grave queda nos batimentos cardíacos e teve que ser submetida a uma cesariana de emergência. Ja’bari nasceu com pés e mãos fundidos, olhos fechados e pele apenas no rosto e em algumas partes das pernas.

O hospital transferiu o bebê para a unidade de terapia intensiva, mas avisou Priscilla e Marvin Gray, seu marido, de que não havia o que fazer. O casal decidiu transferir o filho para o Hospital de Crianças do Texas. Os médicos do centro de saúde entraram em contato com um laboratório em Boston especializado em vítimas de queimaduras, que acabou criando uma pele artificial para Ja’bari,

Agora, dez meses depois do nascimento da criança, Priscilla e Marvin podem, finalmente, segurar o bebê. “Agora podemos beijá-lo, tocá-lo, tudo isso. Ele estava chorando enquanto estava deitado e eu pude pegá-lo no colo. No momento que tivemos um contato de pele, ele parou de chorar. O nome dele significa ‘lutador'”, contou a mãe ao KTRK, uma afiliada da ABC no Texas.

Apesar de o transplante de pele ter dado certo, Ja’bari ainda deve ficar no hospital por algum tempo. O bebê passou por duas cirurgias para abrir as pálpebras, mas elas fecharam novamente. Ele também deve passar por procedimentos para tentar resolver os problemas com as mãos e os pés.
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Ter um filho pode te envelhecer até 11 anos

Todos sabem que a gravidez provoca inúmeras alterações no corpo e na mente da mulher, mas agora uma pesquisa realizada em nos Estados Unidos, mostra que os efeitos da gestação, são ainda mais intensos do que se pensa.
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Para a realização do projeto, foram analisadas mais de 1.900 mulheres americanas, que tiveram seu sangue colhido, com atenção ao DNA das participantes.
O genoma humano muda com o passar dos anos: nossos cromossomos são protegidos por estruturas chamadas telômeros, filamentos microscópicos de proteína que funcionam como uma capa que preserva nosso material genético –  o ponto é que, com o tempo, os telômeros se desgastam e, como uma borracha escolar, diminuem de tamanho. Na prática, eles são um indicativo de envelhecimento. Telômero grande = jovem; telômero pequeno = velho.
Então os cientistas compararam o tamanho dos telômeros das mulheres com filhos, com o de mulheres que ainda não eram mães, e a diferença foi muito significativa. As mães tinham, em média, 116 bases pares (unidade do telômero) a menos. Como, naturalmente, a estrutura tende a perder 9 ou 10 bases pares anualmente, uma gravidez equivalia a um processo que normalmente só ocorreria em um período de 11 anos.
“Nós ficamos surpresos em encontrar um resultado tão impressionante”, afirmou à New Scientist Anna Pollack, bióloga da George Mason University e responsável pela pesquisa.
Entretanto os pesquisadores não sabem porque isso acontece. A hipótese mais provável é que o stress causado pela gravidez e criação da criança ataque diretamente a proteção do DNA, porém, como não houve uma medição dos telômeros antes, durante e após a gravidez fica difícil determinar de forma definitiva que seja isso.
Até por não saber a causa do envelhecimento genético, a pesquisadora faz um alerta “Nós não estamos dizendo para as pessoas pararem de ter filhos”. De qualquer forma, fica o aviso: telômeros curtos são associados à uma maior probabilidade de desenvolver doenças crônicas, e até mesmo, à uma taxa de mortalidade mais elevada.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Chás que podem acompanhar a Gestação

O consumo de líquidos é muito importante durante toda a gestação, confira aqui algumas opções de chás para gestantes e aumentar as opções de bebidas na sua alimentação. Além de saber quais evitar. 
Por Receita Natural
A gravidez é um momento lindo, cheio de descobertas, mas também repleto de dúvidas. Principalmente para as mamães de primeira viagem este é um período de muitos questionamentos. O que fazer? O que não fazer? O que pode, ou não comer? O que é normal, ou não, sentir?
No post de hoje falaremos sobre algumas dessas dúvidas, principalmente no que diz respeito ao início da gestação. Aqui você também irá encontrar dicas de receitas naturais e chás que podem complementar sua alimentação e te ajudar a passar por esse período com tranquilidade.


Listar sintomas é algo complicado pois cada corpo irá reagir de forma diferente, com mais ou menos intensidade e cada mulher irá apresentar sinais diferentes. Obviamente atrasos no ciclo menstrual da mulher é um indicio que merece toda atenção, outros sintomas comuns são sonolência, fome maior que a habitual, enjoos recorrentes, alterações no humor e sensibilidade nas mamas.
O inicio de uma gestação é um período complicado de adaptação física e psicológica da mulher, por isso cada pessoa reage de uma maneira e portanto apresentará sinais distintos. Mas caso você esteja com dúvidas a respeito procure um médico e tenha sempre em mente a importância de iniciar o pré natal o mais rápido possível.

LEIA TAMBÉM: Chás Que Grávidas Podem Tomar

Chás para Gestantes

Durante a gravidez é muito importante consumir bastante liquido, porém a forma que esse líquido será consumido pode ser alternada. Obviamente, o principal é se hidratar com água filtrada, mas uma gestante também pode beber sucos, refrescos, chás e entre outros.
Especificamente sobre os chás, embora necessário algum cuidado com os chás consumidos, sobretudo pela possibilidade de induzir o aborto, existem algumas alternativas consideradas seguras. A seguir você terá acesso a algumas receitas indicadas para gestantes. Confira então algumas das receitas indicadas:


Vale ressaltar que, assim como qualquer tipo de remédios, os chás também não devem ser consumidos em grande quantidade ou diversas vezes ao dia. Por isso é mais indicado que haja um revesamento entre as opções da bebida ao invés do consumo concentrado de uma única receita.
Outra observação importante é que o chá de framboesa não deve ser consumido próximo das 38 semanas.

Chás não recomendados

Durante a gestação não são recomendados o consumo de nenhuma bebida estimulante, pois essas propriedades podem colocar em risco a estabilidade do útero e consequentemente a saúde do bebê.
A lista dessas bebidas é bem variada e umas das principais opções inclusas aqui é o café, a diferença é que nessa bebida específica, não há indícios que o consumo moderado seja arriscado, porém o consumo de altas quantidades é preocupante.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Sociedade Brasileira de Dermatologia dá dicas de como cuidar da beleza durante a gestação

Cuidados

Para que as futuras mamães fiquem ainda mais bonitas para esperar o seu maior fã chegar, a Sociedade Brasileira de Dermatologia dá algumas dicas

gestação

Durante a gravidez, surgem muitas dúvidas de beleza, sobretudo quanto ao que pode ou não pode fazer. A gestação deixa as unhas mais fortes e os cabelos mais brilhantes. No entanto, as mudanças hormonais também podem trazer alguns aspectos desagradáveis. Para que as futuras mamães fiquem ainda mais bonitas para esperar o seu maior fã chegar, a Sociedade Brasileira de Dermatologia dá algumas dicas.  

Durante a gestação, é comum aparecer manchas no rosto conhecidas como melasma.  Fatores como mudanças hormonais, exposição solar e predisposição genética contribuem para seu surgimento. O tratamento deve ser feito com acompanhamento de um dermatologista, utilizando-se produtos com potencias clareadores à base de ácido azeláico, vitamina C e ácido glicólico em baixas concentrações. Durante a gestação e a amamentação não podem ser usados produtos à base de ácido retinóico e seus derivados.

“O filtro solar é fundamental na gestação, e o ideal é o filtro físico, que funciona como uma barreira na pele capaz de refletir a radiação ultravioleta, e de preferência que contenha cor de base, pois além de proteger mais, ainda serve de camuflagem pela cor. Além disso, não esquecer de usar os outros tipos de proteção, como chapéus, bonés e óculos”, explica a dermatologista Caroline Assed Saad, especialista da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

quarta-feira, 25 de março de 2015

GRAVIDEZ TARDIA AUMENTA OS RISCOS DE SÍNDROME DE DOWN

GESTAÇÃO

09h15 | 25.03.2015

Alteração cromossômica ocorre por falha na divisão celular do óvulo


Adiar a gravidez é uma escolha muito comum entre as mulheres na atualidade. Cada vez mais, a vida profissional, a situação econômica ou mesmo, fatores sociais, fazem com que o desejo da maternidade seja postergado. Essa decisão quase coletiva contribuiu para aumentar, nos últimos 20 anos, os diagnósticos de Síndrome de Down, segundo um relatório divulgado pela Queen Mary University, de Londres. 
O estudo indica que o número de casos identificados entre 1989 e 1990 na Inglaterra e em Gales foi de 1.075. No período de 2007 e 2008, no entanto, o mesmo dado saltou para 1.843, um aumento de 71% atribuído à maternidade tardia. A pesquisa ainda conclui que a probabilidade de ter um bebê com Síndrome de Down é de uma, entre 940 mulheres, com mais de 30 anos. O índice cresce no caso das que optam pela maternidade acima dos 40 anos, uma, em cada 85 mulheres britânicas.  Segundo o ginecologista responsável pela área de reprodução humana da Criogênesis, Dr. Renato de Oliveira, os dados apresentados pela pesquisa britânica representam a realidade brasileira também. “O adiamento da gravidez é uma escolha muito comum das mulheres nos dias de hoje. O número de grávidas ou mulheres tentando engravidar entre 30 e 40 anos tem aumentado nos últimos anos. Pelo menos 20% das mulheres aguardam até os 35 anos para iniciar uma nova família”, comenta.
À medida que a mulher vai envelhecendo, a quantidade disponível de oócitos (gametas femininos) vai naturalmente diminuindo. “Ao nascer, a menina já perde 70% dos oócitos, resultando em aproximadamente 2 milhões de gametas. Na menarca, ou seja, primeira menstruação, possui 300 a 500 mil. Em 30 anos de vida reprodutiva, estima-se que apenas 500 oócitos serão selecionados para serem ovulados. E, depois dos 35 anos, há uma queda importante tanto da quantidade quanto da qualidade dos oócitos maternos, que por possuírem a idade da mãe, ficam mais suscetíveis a alterações genéticas e erros na divisão celular quando fecundado. Assim, principalmente após os 40 anos, a probabilidade do bebê sofrer de alguma síndrome genética aumenta”, explica.  
Mas a medicina tem avançado bastante, principalmente nos tratamentos da infertilidade, muito populares entre mulheres que já atingiram 35 anos ou mais. Para aquelas que optam pela fertilização in vitro, é possível identificar o risco de anomalias genéticas antes do embrião ser implantado. “Na técnica chamada PGD (Diagnóstico Genético Pré-implantacional), por exemplo, uma célula é retirada do embrião para a análise de anomalias. Assim, muitos problemas podem ser diagnosticados e, até mesmo evitados. Mas se a gestação já tiver ocorrido, a mulher deve passar por um rastreamento de anomalias, com exames de sangue e de ultrassom que apontam o risco de algumas doenças genéticas”, explica.
Precauções
Dr. Renato levanta alguns pontos importantes e que devem ser ponderados para se evitar surpresas e problemas de infertilidade. “O caminho é a prevenção. É preciso passar por consultas periódicas com ginecologistas. É indicado também, antes de se gerar um bebê, que o casal faça exames pré-concepcionais. Visto que algumas doenças, o quanto antes o diagnóstico for feito, maiores são as chances de tratamento ou as possibilidades de evitar uma gravidez na que poderia complicar na vigência de certas complicações”.
Já para as mulheres que desejam engravidar após os 35 anos, o especialista faz algumas recomendações específicas. São elas:
1) Primeiramente, avaliar se realmente é necessário e fundamental postergar a gravidez;
2) Em seguida, caso seja esta a opção, é fundamental fazer exames a fim de avaliar a condição clínica da paciente e evidenciar alguns riscos para a futura gestação;
3) Caso tudo esteja bem, é indicado uma suplementação vitamínica de ácido fólico no mínimo 30 dias antecedentes da concepção, idealmente 3 meses antes. Isto pode reduzir o risco de defeitos no fechamento do tubo neural do bebê;
4) Por estarem mais sujeitas ao abortamento, é recomendado para as grávidas acima de 35 anos, assim que confirmada a gravidez, a realização de um exame de ultrassom a fim de se verificar a formação embrionária. A suplementação com progesterona deverá ser avaliada pelo médico do pré-natal;
5) Avaliar a possibilidade de preservação da fertilidade em idade mais jovem para a tentativa posterior de gravidez, uma vez que seu próprio gameta apresentará um menor risco de alterações genéticas, em relação aos oócitos atuais.

FONTE: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/vida/online/gravidez-tardia-aumenta-os-riscos-de-sindrome-de-down-1.1251637

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Ácido Fólico e a Alimentação na Gestação


Ácido Fólico e a Alimentação na Gestação

Você sabia que o que come durante a gravidez pode influenciar a alimentação do seu filho a vida inteira? 

Isso mesmo. Alguns estudos mostram que se a mãe tem, por exemplo, um alto consumo de gordura na gestação, é provável que o filho também terá uma alimentação direcionada para esse “nutriente”.

 
O mais importante é que uma má alimentação pode interferir na formação do bebê, já que diversos nutrientes são fundamentais para a sua saúde. Um grande exemplo disso é o ácido fólico.


O ácido fólico é importante também pois durante a gestação ele pode “silenciar” alguns genes propagadores de doenças. Essa ação genética pode se estender para 3 gerações futuras da criança, tudo a partir do que é consumido pela mãe durante a gravidez. 

Assim como o ácido fólico, outros nutrientes são importantíssimos para essa finalidade:  colina, betaina,  taurina, zinco, magnésio, entre outros.


Postado por Carol Ritter



FONTE: http://carolinaritterribeiro.blogspot.com.br

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