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sábado, 11 de junho de 2016

Aposta em plebiscito por novas eleições cresce e ganha aceno de Dilma

Dilma Rousseff visita um canteiro de obra em Campinas, na última quinta.
© MIGUEL SCHINCARIOL Dilma Rousseff visita um canteiro de obra em Campinas, na última quinta.
A última chance que Dilma Rousseff parece ter para salvar seu mandato está sendo desenhada neste momento nos corredores do Congresso Nacional. Um grupo de senadores e de deputados de partidos variados articula uma tentativa de acordo para que o impeachment seja barrado no julgamento final, previsto para acontecer em meados de agosto. Em troca, a presidenta afastada se compromete a, ao reassumir, convocar um plebiscito para que a população decida se quer novas eleições presidenciais. A proposta recebeu um aceno da própria presidenta, mas não é consenso no PT e não convenceu ainda o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que ele fale publicamente do assunto.
Na quinta-feira, Dilma Rousseff defendeu, em entrevista dada ao jornalista Luis Nassifexibida na TV Brasil, que o plebiscito seria uma forma de se refazer o "pacto democrático" que, segundo ela, foi rompido com a abertura do processo de impeachment. "Eu não acredito que esse pacto será remontado dentro do gabinete. É preciso ter um processo em que a população terá que ser consultada (...) Pode ser um plebiscito. É uma coisa que está sendo discutida", afirmou ela, sem dar maiores detalhes de como isso seria realizado.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Marco Feliciano propõe plebiscito sobre maioridade penal

Marco Feliciano propõe plebiscito sobre maioridade penal

Redação Web | 21h13 | 18.09.2013

Requerimento de autoria do deputado federal defende que relevância do tema está no 'alto índice de criminalidade infanto-juvenil'


A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara aprovou, na tarde desta quarta-feira (18), requerimento para viabilizar a convocação de um plebiscito sobre redução da maioridade penal. O documento é de autoria do deputado Marco Feliciano (PSC-SP), que preside a comissão.
A proposta de plebiscito foi apresentada na comissão na última terça (17) FOTO: Agência Brasil
O requerimento propõe a apresentação de umProjeto de Decreto Legislativo, em que a sociedade é convocada a votar. Segundo o documento proposto por Feliciano, a justificativa para uma consulta popular sobre o tema está nos "altos índices de criminalidade infanto-juvenil".
A solicitação do deputado apresenta o dado de que "o número de menores apreendidos quase dobrou nos primeiros meses de 2013 em relação ao mesmo período do ano passado". Países como Estados Unidos e Inglaterra são apontados como referência no documento, porque "não fixam idade mínima para a aplicação das penas".
O requerimento aborda ainda que "pesquisas realizadas recentemente têm demonstrado a vontade do povo brasileiro em diminuir a faixa de idade em que o individuo seja imputado criminalmente pelos atos cometidos". De acordo com o texto, o tema da maioridade penal vem sendo avaliado pela comissão por meio de audiências públicas, seminários e manifestações recebidas pelos meios de comunicação da Câmara dos Deputados.

FONTE:
http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=366650

domingo, 7 de julho de 2013

Especialista questiona funcionalidade da urna para plebiscito


Dilma defende consulta sobre reforma política, mas decisão é do Congresso.
TSE diz que fez referendo e plebiscito no modelo atual sem intercorrências.

Mariana OliveiraDo G1, em Brasília
Urna eletrônica (Foto: Erico Andrade / G1)Urna eletrônica (Foto: Erico Andrade / G1)
Especialista em urnas eletrônicas, o engenheiro Amílcar Brunazo afirmou em entrevista ao G1 que o atual modelo de urna eletrônica "não é amigável" para a realização de um plebiscito. Para ele, as urnas são "antiquadas" e terão que ser usadas com "artificialismo" em eventual consulta popular, já que o eleitorado terá que digitar um número para a alternativa de resposta escolhida.
Amílcar Brunazo é um dos principais especialistas em urna eletrônica no país. Autor do livro "Fraudes e Defesas no Voto Eletrônico", já deu consultoria para o Senado sobre votação eletrônica e assessora partidos no TSE em relação à votação. Também participa de congressos e discussões em todo o país sobre o tema. Ele é um dos principais críticos do sistema de votação e apuração do Brasil. Para Brunazo, não há garantia da segurança de uma apuração precisa no modelo atual.
[A urna] não é amigável [para plebiscito]. Ainda mais com 10 perguntas, por exemplo. Como as urnas são antiquadas, não se tem opção"
Amílcar Brunazo, engenheiro especialista em urna eleitoral
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sempre defendeu o modelo brasileiro, afirmando, inclusive, que o país é exemplo para o resto do mundo. O TSE afirma que, com as urnas eletrônicas, foram realizados referendo do desarmamento e plebiscito sobre a divisão do Pará sem questionamentos. De acordo com o tribunal, nas consultas populares o "sim" e o não" são representados por números de dois dígitos.
A sugestão de um plebiscito foi feita pela presidente Dilma Rousseff como resposta às manifestações populares que ocorrem há um mês em todo o país por melhores condições e vida e medidas de combate à corrupção. Para Dilma, é preciso que o povo decida o que quer ver alterado no sistema político e eleitoral. Nesta semana, ela disse acreditar na "inteligência, sagacidade e esperteza do povo brasileiro" para responder às perguntas.
Apesar da sugestão de Dilma, a decisão de convocar o plebiscito precisa partir do Congresso. Segundo juristas, os parlamentares poderão decidir quais perguntas serão feitas ou apenas apontar o tema e deixar as questões a cargo do TSE.
O TSE poderá, dizem os especialistas, alterar a pergunta caso venha pronta do Congresso para deixá-la mais clara. Aos parlamentares, o governo sugeriu que o plebiscito aborde ao menos cinco temas: financiamento público ou privado de campanha; sistema eleitoral (voto proporcional ou distrital); manutenção ou não da suplência para senador; fim ou não do voto secreto em deliberações do Congresso; e manutenção ou não de coligações partidárias proporcionais. Algumas perguntas em um plebiscito sobre reforma política poderão, eventualmente, ter mais opções, além do "sim" ou "não".
No plebiscito mais recente, em 2011, os eleitores paraenses tiveram de digitar 55 para "não" e 77 para "sim". Foram perguntadas duas questões: “Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado do Tapajós?” e “Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado do Carajás?”.
Amílcar Brunazo diz que, em um plebiscito sobre reforma política, com mais perguntas, o eleitor poderá ser prejudicado. "Imagine um plebiscito com 10 perguntas. Não tem 'sim' ou 'não'. Pelo artifício do software, você escolhe um número e confirma. Não é amigável. Ainda mais com 10 perguntas, por exemplo. Como as urnas são antiquadas, não se tem opção. Eles farão um software que funcione, mas não será amigável para o eleitor", afirma o engenheiro.
Brunazo relatou ter sugerido ao TSE, quando houve aquisição de equipamentos em 2009, a compra de urnas mais modernas, mas a sugestão não foi aceita. Segundo ele, seriam mais convenientes para um plebiscito urnas com tela sensível ao toque, como a utilizada na Argentina, país que adotou recentemente o modelo touch-screen, em vez do teclado fixo.
O engenheiro aponta ainda que, caso o plebiscito seja realizado em curto espaço de tempo, outro prejuízo será a impossibilidade de testes mais específicos sobre a segurança do sistema. "Os partidos têm que examinar. Leva seis meses para desenvolver um software que possa ser testado adequadamente."
Segundo ele, o sistema atual não permite a recontagem dos votos, o que seria outra vulnerabilidade - Amílcar Brunazo defende que o sistema emita um voto impresso que o leitor possa conferir e colocar em uma urna, que pudesse ser auditada posteriormente. "Falta transparência para o eleitor, que tem que confiar no resultado e não pode questionar."
Brunazo destaca que o plebiscito precisa ter perguntas simples para facilitar a consulta. "A do referendo do desarmamento foi confusa. Apesar de a pessoa ter uma opinião, se confundiu na hora de responder", frisou. A pergunta era "Você é a favor da proibição da venda de armas de fogo e munição no Brasil?". O "sim" era contra a comercialização de armas e o "não", a favor da venda de armas.
Outras opiniões
Professor de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UnB), Diego Aranha encontrou uma vulnerabilidade no sistema da urna eletrônica durante os testes para as eleições de 2012. Para ele, o modelo da urna não é o ideal para um plebiscito, mas o professor não crê em dificuldades para a realização da consulta.
"Para utilizar a urna eletrônica atual em uma consulta popular, é preciso que os eleitores conheçam os códigos numéricos correspondentes às respostas 'sim' e 'não'. Não vejo essa questão como um grande obstáculo, até porque as urnas foram utilizadas em referendos passados sem grandes problemas. A utilização de telas sensíveis ao toque certamente aprimora a usabilidade, mas acredito que o custo adicional não justifique uma possível substituição", disse Aranha.
Assim como Amilcar Brunazo, ele também defende que a urna eletrônica possa imprimir o voto para que haja auditoria posterior. "Durante os testes de segurança, encontramos uma vulnerabilidade que nos permitiu derrotar o único mecanismo de segurança implementado no software da urna para proteção do sigilo do voto. Utilizando essa vulnerabilidade, minha equipe conseguiu recuperar a lista ordenada dos votos em eleições simuladas com até 475 eleitores a partir unicamente de informação pública, com impacto potencial até em eleições passadas."
As pessoas já estão bem informadas, senão não estaria nas ruas. A população está pronta para decidir o que quer que seja"
Sandra Cureau, vice-procuradora-geral eleitoral
Perguntas fáceis e objetivas
O juiz eleitoral Márlon Reis, do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), também não considera o modelo da urna um empecilho para a consulta popular, mas disse que a principal preocupação é com as perguntas que serão eventualmente feitas. "Poderia ser melhor, mas não me parece que seja tão difícil a adaptação. No referendo das armas, falou-se muito de erro com a formulação da pergunta, mas não da questão técnica."
Márlon Reis acredita que a reforma política poderia ser realizada por meio de projeto de lei de iniciativa popular no Congresso. O MCCE e outras entidades coletam assinaturas para apresentação da proposta.
A vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau, também afirmou ao G1 que é preciso cuidado com as perguntas. Para ela, não se pode colocar "coisas demais" no plebiscito e as perguntas devem ser "claras, objetivas e poucas" para não prejudicar o processo.
Sobre os custos previstos para o plebiscito – segundo algumas estimativas, poderiam superar os R$ 500 milhões –, a vice-procuradora eleitoral afirmou que, "nesse caso, o que vale é o ganho da população, da democracia".
O plebiscito feito em 2011, para decidir sobre a divisão do Pará, custou R$ 19 milhões. O referendo de 2005 para decidir sobre o porte de armas custou cerca de R$ 250 milhões.
Para ela, os movimentos populares nas ruas mostram que a população está bem informada para decidir sobre o que deve ser alterado. "As pessoas já estão bem informadas, senão não estaria nas ruas. A população está pronta para decidir o que quer que seja."

FONTE:
http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/07/especialista-questiona-funcionalidade-da-urna-para-plebiscito.html

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Renan reafirma apoio, mas diz a Dilma que plebiscito depende antes da Câmara

Jornal do Brasil


Em conversa, nesta sexta-feira (5), no Palácio do Planalto, com a presidente Dilma Rousseff, o presidente do Senado, Renan Calheiros, reiterou seu apoio à realização do plebiscito para consultar a população sobre a reforma política. O parlamentar observou, contudo, que a votação de um projeto de decreto legislativo sobre o tema depende primeiro da Câmara dos Deputados.
"Fiz questão de dizer à presidente que o plebiscito só tramitará no Senado se for aprovado na Câmara. Todas as matérias vindas da Presidência da República, a menos que sejam de competência exclusiva do Senado, tramitam primeiro Câmara e depois no Senado. Tramitar no Senado agora seria inverter a lógica do processo legislativo", explicou.
De acordo com a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, são necessários, no mínimo, 70 dias para a Justiça Eleitoral viabilizar o plebiscito, após a aprovação do decreto legislativo pelo Congresso.
Renan Calheiros também reforçou o compromisso do Congresso Nacional com o equilíbrio fiscal. Segundo ele, esse é o principal motivo da dificuldade de votação dos vetos presidenciais que aguardam deliberação do Parlamento.
Ele deu a declaração ao comentar a notícia de que o governo anunciará cortes de até R$ 15 bilhões, envolvendo principalmente despesas de custeio. A informação foi antecipada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista ao programa Bom Dia Brasil da TV Globo.
"A presidente sabe do nosso compromisso com o equilíbrio fiscal. Estamos tendo muita dificuldade no Congresso Nacional para pautar os vetos exatamente por isso porque nada nesse momento pode afetar o equilíbrio fiscal", afirmou.
Na quarta-feira (3), o Congresso Nacional decidiu arquivar 1.478 de um total de mais de três mil vetos presidenciais que ainda aguardavam a apreciação pelo Legislativo. Uma reunião com os líderes partidários foi marcada para a próxima semana para definir os critérios que vão nortear a votação dos 1.694 vetos remanescentes – referentes a 213 projetos – que já estão prontos para a pauta.
Segundo Renan, a eventual derrubada de vetos como o que impediu o fim do fator previdenciário podem comprometer as finanças do governo. O presidente do Senado calcula que pelos 30 projetos contêm itens que podem causar impacto nas contas da União.
"Há vetos acumulados que se forem derrubados eles afetam o equilíbrio fiscal e isso é muito ruim para o Brasil neste momento", salientou o presidente do Senado.
Renan comentou que comissões mistas do Congresso estão enfrentando um processo de obstrução, tanto por parte da oposição quanto de partidos da base do governo, por conta do atraso na aprovação de uma resolução que altera a análise de vetos presidenciais. O projeto de resolução determina o trancamento da pauta do Congresso Nacional 30 dias após os vetos serem publicados pela Presidência da República. Atualmente, o trancamento só ocorre 30 dias após os vetos serem lidos em Plenário.
Renan também negou que a aprovação de projeto de sua autoria que garante passe livre para todos os estudantes no transporte público coletivo possa onerar o Orçamento da União. "Não é isso que vai desequilibrar o Orçamento. A grande verdade é que a partir das ruas devemos discutir as prioridades do Orçamento", declarou.
Informações da Agência Senado


FONTE:
http://www.jb.com.br/pais/noticias/2013/07/05/renan-reafirma-apoio-mas-diz-a-dilma-que-plebiscito-depende-antes-da-camara/

sábado, 29 de junho de 2013

Plebiscito poderá custar R$ 500 milhões aos cofres públicos


Plebiscito poderá custar R$ 500 milhões aos cofres públicos

Agência Brasil | 13h25 | 29.06.2013

Custo atingirá este valor caso consulta ocorra ainda em 2013

A consulta popular sobre a reforma política poderá custar cerca de R$ 500 milhões aos cofres públicos, caso a convocação ocorra ainda este ano. A previsão leva em conta números atualizados das últimas eleições municipais, realizadas em 2012, que custaram R$ 395 milhões, uma média de R$ 2,81 por eleitor. A avaliação é de técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Cada eleitor custa, em média, R$ 2,81, com base nos dados das últimas eleições. Foto: José Leomar
Segundo esses técnicos, o valor por eleitor, que vem caindo nos últimos anos, pode aumentar devido à urgência no planejamento. Geralmente, o TSE começa a preparar as eleições seguintes assim que um pleito é encerrado. Com mais de um ano de antecedência, o tribunal já está lançando o termo de referência para contratações necessárias às eleições de 2014.
A consulta popular também poderá ficar mais cara devido ao aumento do eleitorado e à necessidade de reforçar a segurança nos locais de votação, resultado dos protestos recentes que tomaram o país. Em 2012, os gastos com a Força Nacionalsomaram R$ 24 milhões.
Outro custo que deve ser considerado é a campanha de esclarecimento à população. Como o assunto é complexo, especialistas já alertaram que os temas devem ser amplamente divulgados antes de entrar em votação. No ano passado, a produção da campanha Voto Limpo para veiculação gratuita em rádio e em televisão custou R$ 2,8 milhões ao TSE. Uma vez definido o modelo de consulta, a empresa responsável pela publicidade precisa de pelo menos 30 dias para preparar o material.
Dilma já planeja realização de plebiscito com TSE
Nesta semana, a presidenta Dilma Rousseff entrou em contato com a presidenta do TSE, Cármen Lúcia, para tratar do planejamento e logística para realização da consulta pública. Até a última sexta-feira (28), o TSE não havia, oficialmente, divulgado informações sobre o assunto.
A reforma política só poderá ser aplicada nas eleições de 2014 se for aprovada até o início de outubro. Segundo interpretação do Supremo Tribunal Federal (STF), mudanças no sistema eleitoral devem esperar um ano para entrar em vigor. Foi isso que ocorreu com a Lei da Ficha Limpa, aprovada em meados de 2010 e invalidada para as eleições daquele ano.
O Executivo sugeriu como possíveis datas os feriados de 7 de Setembro ou 15 de novembro, mas ainda há a opção de realizar a consulta com as eleições presidenciais do ano que vem, reduzindo custos. Em 2010, os acrianos votaram em referendo sobre o fuso horário local no segundo turno das eleições daquele ano.
A última consulta nacional, realizada em 2005, foi o referendo do desarmamento, e custou R$ 252 milhões. No Pará, o plebiscito sobre a divisão do estado, realizado em 2011 com a população local, custou R$ 19 milhões.




FONTE:
http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=361985

quinta-feira, 22 de março de 2012

TRE indefere pedido para realização de Plebiscitos para criação de 30 municípios

TRE indefere pedido para realização de Plebiscitos para criação de 30 municípios

O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE/CE) indeferiu, na última terça-feira (20), o pedido da Assembleia Legislativa para a realização de plebiscitos sobre a criação de novos municípios no Ceará. A decisão foi tomada por unanimidade entre os juízes da Corte.

Dois plebiscitos estavam previstos para este ano no Ceará, anunciou no dia 9 de fevereiro o deputado estadual Neto Nunes (PMDB), presidente da Comissão de Triagem e Elaboração de Projetos e Criação de Novos Municípios da Assembleia Legislativa.

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