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quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Reino Unido aprova pílula antiviral para tratamento da covid-19

País é o primeiro a liberar o tratamento

POR AGÊNCIA BRASIL - O órgão regulador de medicamentos britânico anunciou nesta quinta-feira (4) que aprovou uma pílula antiviral contra a covid-19, desenvolvida conjuntamente pela farmacêutica MSD e pela Ridgeback Biotherapeutics. O Reino Unido torna-se o primeiro país a liberar um tratamento que tem o potencial de mudar o curso da pandemia.

A Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) recomendou que o produto, chamado molnupiravir, seja usado o mais rapidamente possível após um diagnóstico positivo de covid-19 e cinco dias após o início dos sintomas.

Este é o primeiro tratamento antiviral por via oral contra a doença a ser aprovado, e o aval britânico acontece antes de uma potencial luz verde de órgãos reguladores dnos Estados Unidos. Conselheiros da agência norte-americana se reunirão neste mês para discutir se o molnupiravir deve ser aprovado.

O medicamento, que receberá o nome comercial de Lagevrio no Reino Unido, tem sido observado de perto. Dados mostraram, no mês passado, que ele reduz à metade as chances de morrer ou ser hospitalizado por causa do novo coronavírus, para aqueles com risco maior de desenvolver formas graves da covid-19 quando recebem o medicamento no início.

O governo britânico disse que o Serviço Nacional de Saúde (NHS) do país irá confirmar, no devido tempo, como o medicamento será aplicado em pacientes.

No mês passado, o Reino Unido fechou acordo com a MSD para garantir 480 mil tratamentos com o molnupiravir.

Em comunicado separado, a MSD afirmou que espera produzir 10 milhões de unidades até o final deste ano, com 20 milhões a serem produzidos em 2022.

FONTEhttps://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2021-11/reino-unido-aprova-pilula-antiviral-para-tratamento-da-covid-19

sábado, 26 de junho de 2021

Primeiro caso de covid-19 pode ter surgido na China em outubro de 2019

Estudo é da Universidade de Kent, no Reino Unido

POR AGÊNCIA BRASIL - O vírus que causa a covid-19 pode ter começado a se espalhar na China em outubro de 2019, dois meses antes de o primeiro caso oficial da doença ser identificado na cidade chinesa de Wuhan, mostrou um novo estudo divulgado nesta sexta-feira (25).

Pesquisadores da Universidade de Kent, no Reino Unido, usaram métodos da ciência da conservação para estimar que o Sars-CoV-2 apareceu pela primeira vez entre o início de outubro e meados de novembro de 2019, de acordo com artigo publicado no jornal científico PLOS Pathogens.

A data mais provável para o surgimento do vírus é 17 de novembro de 2019, e ele provavelmente já havia se espalhado globalmente em janeiro de 2020, estimam.

O primeiro caso oficial de covid-19 na China surgiu em dezembro de 2019 e foi vinculado ao mercado de frutos do mar de Huanan, em Wuhan.

No entanto, alguns dos primeiros casos não tinham conexão conhecida com Huanan, o que implica que o Sars-CoV-2 já estava circulando antes de chegar ao mercado.

Estudo conjunto publicado pela China e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no final de março reconheceu que podem ter ocorrido infecções esporádicas em humanos antes do surto de Wuhan.

Em artigo publicado nesta semana, o pesquisador Jesse Bloom, do Fred Hutchinson Cancer Research Center, em Seattle, nos Estados Unidos, recuperou dados de sequenciamento genômico dos primeiros casos de covid-19 na China, que haviam sido deletados de uma base de dados.

Os dados mostraram que as amostras retiradas do mercado de Huanan "não eram representativas" do Sars-CoV-2 como um todo e eram uma variante de uma sequência progenitora que circulava anteriormente, que se espalhou para outras partes da China.

O Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos confirmou à Reuters que as amostras usadas no estudo foram submetidas ao Sequence Read Archive (SRA) em março de 2020 e, posteriormente, excluídas a pedido de pesquisadores chineses, que disseram que seriam atualizadas e enviadas a outra base de dados.

Críticos afirmam que a exclusão é mais uma evidência de que a China estava tentando encobrir as origens da covid-19.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2021-06/primeiro-caso-de-covid-19-pode-ter-surgido-na-china-em-outubro-de-2019

terça-feira, 27 de abril de 2021

Uma dose de vacina reduz infecção em até 65%, revela estudo

O estudo, incluído em dois artigos que ainda não foram revistos, é baseado em testes realizados em cerca de 370 mil pessoas da população do Reino Unido e já é um dos maiores feitos até hoje

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - A probabilidade de ser infectado pelo novo coronavírus diminui drasticamente após a inoculação da primeira dose da vacina da Pfizer/BioNTech ou da AstraZeneca/Oxford. A informação é de um estudo britânico que concluiu, também, que a primeira aplicação dessas vacinas protege tanto pessoas mais velhas e mais vulneráveis quanto os mais jovens e saudáveis.

O trabalho conjunto do Office for National Statistics (ONS) e da Universidade de Oxford descobriu que há forte resposta imunitária em todas as faixas etárias depois da primeira dose de uma dessas vacinas. Segundo o estudo, divulgado em pré-publicação nesta sexta-feira (23), as inoculações tanto com a vacina da Pfizer quanto com a da AstraZeneca foram tão eficazes em indivíduos com mais de 75 anos e/ou em pessoas com problemas de saúde latentes, quanto em pessoas mais novas e/ou mais saudáveis.

O estudo, incluído em dois artigos que ainda não foram revistos, é baseado em testes realizados em cerca de 370 mil pessoas da população do Reino Unido e já é um dos maiores feitos até hoje, uma vez que fornece mais evidências em um cenário real sobre as vacinas usadas em território britânico e sua eficácia contra a infecção pelo SARS-CoV-2.

Os pesquisadores indicam que, ao reduzir as taxas de infeção, as vacinas não vão apenas prevenir as internações hospitalares e as mortes por covid-19, mas também permitir a quebra das cadeias de transmissão e, assim, reduzir o risco de um potencial ressurgimento da doença à medida que o Reino Unido vai aliviando as restrições. 

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terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Variante do coronavírus no Reino Unido pode ter surgido no Brasil

POR OLHAR DIGITAL - A “nova” variante do coronavírus que tem assustado o Reino Unido — infectando quase 1.100 pessoas nos últimos dias — pode ter surgido no Brasil há cerca de oito meses.

Segundo o pesquisador Julien Tang, da Universidade de Leicester, na Inglaterra, a mutação circulou em território brasileiro em meados de abril. Posteriormente foi observada na Austrália, em junho, e nos Estados Unidos, em julho.

CONTINUE LENDO:https://olhardigital.com.br/2020/12/21/coronavirus/variante-do-coronavirus-reino-unido-pode-ter-surgido-no-brasil/

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Idosa de 90 anos é a primeira a ser vacinada contra Covid-19 no Reino Unido

País europeu é o 1º a iniciar a vacinação em massa com a vacina Pfizer/BioNTech. Margaret Keenan, uma senhora de 90 anos, foi a 1ª a receber a dose, em um hospital em Coventry, região central da Inglaterra.

A britânica Margaret Keenan, de 90 anos, recebeu dose da vacina da Pfizer/BioNTech em um hospital de Coventry, na região central da Inglaterra — Foto: Jacob King/AFP

POR G1O Reino Unido começou nesta terça-feira (8) a vacinar sua população contra a Covid-19 com a vacina da farmacêutica norte-americana Pfizer e da empresa alemã de biotecnologia BioNTech. Uma senhora de 90 anos, Margaret Keenan, foi a primeira a receber a dose.

O país europeu é o primeiro a iniciar campanha de vacinação com a vacina desenvolvida pela parceria das duas empresas, o que pode ser um divisor de águas no combate ao novo coronavírus.

"Sinto-me muito privilegiada por ser a primeira pessoa vacinada contra a Covid-19", disse a senhora Margaret Keenan. "É o melhor presente de aniversário antecipado que eu poderia desejar porque significa que posso finalmente esperar passar um tempo com minha família e amigos no Ano Novo, depois de estar sozinha na maior parte do ano", completou a senhora, que completa 91 anos na próxima semana.

Keenan recebeu a primeira dose em um hospital em Coventry, região central da Inglaterra, na manhã desta terça. A segunda dose será aplicada em 21 dias.

De acordo com a rede britânica BBC, a segunda pessoa a ser vacinada no hospital onde Margaret recebeu a dose foi um senhor de 81 anos chamado William Shakespeare. Ele disse estar "satisfeito" por receber a injeção e declarou que a equipe do hospital foi "maravilhosa".

O cardiologista brasileiro Ricardo Petraco, gaúcho de 40 anos, trabalha em Londres e se prepara para a vacinação contra o coronavírus no Reino Unido. Nesta semana, ele e a equipe do Hammersmith Hospital receberam avisos por e-mail de que, em breve, ainda sem data definida, receberão a vacina da Pfizer e da BioNtech.

CONTINUE LENDO EM: https://g1.globo.com/bemestar/vacina/noticia/2020/12/08/idosa-de-90-anos-e-a-primeira-a-ser-vacinada-contra-covid-no-reino-unido.ghtml

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Vacinação contra a Covid-19: veja o que se sabe sobre os planos de cada país

Reino Unido deve começar a imunizar a população na semana que vem; Rússia já havia anunciado aplicação em massa, mas ainda não começou. No Brasil, idosos, profissionais da saúde e indígenas terão prioridade, segundo Ministério da Saúde, mas ainda não há data prevista para o início da aplicação das vacinas.

POR G1O Reino Unido anunciou, nesta quarta-feira (2), que deve começar a vacinar sua população na semana que vem contra a Covid-19. Profissionais de saúde deverão estar entre os primeiros a serem vacinados.

A Rússia já havia anunciado a imunização de equipes de saúde e, ao mesmo tempo, da população como um todo. Nesta quarta, o presidente russo, Vladimir Putin, pediu que a vacinação em massa comece na próxima semana.

No Brasil, o Ministério da Saúde anunciou, na segunda (1°), que idosos, profissionais da saúde e indígenas terão prioridade de imunização, mas ainda não há data prevista para o início da aplicação das vacinas.

Veja, abaixo, o que se sabe sobre os planos de vacinação contra a Covid-19 de cada país que já fez anúncios:

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sábado, 11 de maio de 2019

Vacina contra chikungunya já passa por testes em humanos

A pesquisa é conduzida por profissionais da Universidade de Oxford, no Reino Unido. Os resultados inicias foram apresentados no Rio
GABRIEL JABUR/ AGÊNCIA BRASÍLIA
Pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, já realizam testes em humanos para obter uma vacina segura e eficaz contra a chikungunya. O estudo foi apresentado na sexta-feira (10/05/2019), no Rio de Janeiro, pelo infectologista mexicano Arturo Reyes-Sandoval, no Simpósio Desafios e Oportunidades na Pesquisa Clínica em Chikungunya: Produzindo Evidências para Saúde Pública.

A vacina contra o vírus da chikungunya já está em testes em 24 voluntários no Reino Unido e deve passar por uma nova rodada de testagens ao longo do ano que vem, com entre 120 e 150 pessoas no México. Arturo conta que os testes realizados atualmente buscam uma dosagem eficiente para a imunização, que já demonstrou não apresentar efeitos adversos.

O estudo no México deve avaliar também a possibilidade de uma vacina que combine a imunização da chikungunya e da zika de forma segura. Caso a pesquisa caminhe no melhor dos cenários, estima, uma vacina contra a doença pode estar disponível em cinco anos.

O pesquisador afirma que, ao contrário de outros vírus, o da chikungunya tem uma capacidade limitada de mutação, o que permitiu que os pesquisadores mapeassem todas as suas formas registradas e criassem uma vacina com base em uma sequência genética que abrange todas e permitisse precaver futuras mutações.
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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Excesso de açúcar pode levar à depressão, diz pesquisa

(Foto: EBC)
A pesquisa da University College London, no Reino Unido, foi publicada ontem na revista Scientific Reports
Por Correio 24 Horas
Um novo estudo mostrou que as dietas com alto teor de açúcar, ligadas ao consumo de refrigerantes e doces, podem estar associadas a um maior risco de problemas mentais comuns, como ansiedade e depressão leve. A pesquisa foi feita com homens.
O trabalho, liderado por Anika Knüppel, da University College London (Reino Unido), foi publicado ontem na revista Scientific Reports. "Os resultados mostram efeito adverso de longo prazo na saúde mental dos homens, ligado ao excessivo consumo de açúcar proveniente de alimentos e bebidas doces", disse Anika ao Estado. 
Altos níveis de consumo de açúcar já haviam sido relacionados a uma prevalência mais alta de depressão em diversos estudos anteriores. No entanto, até agora, cientistas não sabiam se a ocorrência do problema mental desencadeava um consumo maior de açúcar, ou se os doces é que levavam à depressão.
Para descobrir se a voracidade por açúcar é causa ou consequência dos problemas mentais, os cientistas analisaram os dados de 8.087 britânicos com idades entre 39 e 83 anos, coletados por 22 anos para um estudo de larga escala. As descobertas foram feitas com base em questionários sobre a dieta e a saúde mental de participantes.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Londres vai ganhar parque de diversões concorrente da Disney

© divulgação

Paramount London Entertainment será inaugurado em até 5 anos

O Reino Unido está cada vez mais perto de inaugurar um novo parque de diversões que promete ser a "Disney britânica" e uma séria concorrente ao parque da companhia norte-americana em Paris, a famosa Eurodisney.

Nesta sexta-feira, dia 10, foram divulgadas novas imagens de como será o Paramount London Entertainment Resort, parque temático de um dos principais estúdios de cinema do mundo, responsável por sucessos de bilheterias como as franquias "Missão Impossível", "O Poderoso Chefão", "Transformers" e "Sexta-feira 13" e os filmes "Titanic" e "Forest Gump".
O parque, que deve abrir nos próximos 5 anos, provavelmente em 2021 ou em 2022 se não houver mais nenhum atraso, ocupará um espaço de 872 acres na cidade de Kent, na Inglaterra, e deverá atrair cerca de 40 mil visitantes por dia com as suas mais de 50 atrações baseadas em longas e desenhos, um teatro para 2 mil pessoas, vários restaurantes e até baladas.
Em relação às áreas nas quais o parque será dividido, algumas delas já foram anunciadas, como a Ilha da Aventura, a Terra das Lendas, o Circo de Cartoons, a Starfleet Comand de "Star Treck", a Praça da Ação, o Porto Paramount e a Cidade do Entretenimento.
Os valores para a construção do parque estão previstos para 3,5 bilhões de libras, que serão financiados pela família al-Humaidi, do Kwait. Já as vagas de empregos que serão criadas com o projeto podem passar até das 33 mil.
Além disso, mesmo não sendo localizado em Londres, o parque deverá ser bem acessível para os moradores da capital britânica e para os turistas que vêm dela já que ele não se encontra a uma distância muito grande da metrópole e os transportes públicos da região cobrem toda a área.
Para incentivar que os visitantes não peguem seus carros para irem ao espaço, aliás, a Paramount está pensando em incluir nas 52 libras esterlinas, valor total do ingresso de um dia, os custos com ônibus, trens e metrôs necessários para se descolar até o local. Com todas as atrações e um grande espaço, o Paramount London Entertainment Resort tem tudo para ser um sério competidor para a Eurodisney de Paris, que ocupa um terreno de "apenas" 480 acres. (ANSA)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Aprovada reprodução assistida com três DNAs

NO REINO UNIDO

04.02.2015

Técnica combina material genético dos pais com parte do DNA da mitocôndria de uma outra mulher

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Segundo a mídia britânica, cerca de 150 casais podem ser beneficiados a cada ano com a técnica, ou 2.500 mulheres em idade reprodutiva no Reino Unido. Uma cada 200 crianças seria vítima de uma falha decorrente da mitocôndria
FOTO: FOLHAPRESS
Londres Numa votação considerada histórica, a Câmara dos Comuns, do Parlamento britânico, aprovou ontem uma lei que permite a reprodução assistida com o DNA de três pessoas.
A técnica, desenvolvida por especialistas em Newcastle, combina o DNA dos pais com uma pequena quantidade de DNA da mitocôndria de uma outra mulher, substituindo o da mãe.
Com isso, segundo os cientistas, seriam evitadas doenças graves que poderiam ser transmitidas ao bebê pela mitocôndria (a usina de energia da célula) materna diagnosticada como "defeituosa". O procedimento é palco de controvérsia no Reino Unido, que agora pode se transformar no primeiro país a legalizar esse tipo de técnica. Ao todo, 382 membros do Parlamento votaram a favor e 128 contra.
A lei precisa passar por uma votação até o fim do mês na Câmara dos Lordes, que deve ser apenas ratificar a votação dos Comuns, esta sim considerada crucial para que o projeto avançasse. Com a aprovação final, os primeiros bebês poderão nascer em 2016. A mídia britânica apelidou o estudo de a criação do "bebê de três pais".
Hoje, a legislação local proíbe que embriões geneticamente alterados sejam implantados.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Ex-militar americano deixa o exército para viver como mulher

Charles mudou seu nome para Alessia e trabalha como atriz.
Transexual decidiu morar no Reino Unido para viver com namorada lésbica.
Da Caters News
Alessia, que antes era conhecida como Charles (Foto: Mike Jones/Caters News)Alessia, que antes era conhecida como Charles
(Foto: Mike Jones/Caters News)
Um ex-atirador militar deixou as forças armadas dos Estados Unidos e se mudou para o Reino Unido, onde vive como mulher ao lado de sua companheira. O ex-militar Charles Pontiero, de 40 anos, está agora economizando dinheiro para a cirurgia de mudança de sexo, após se estabelecer na cidade de Coventry com a namorada, Maria.
Depois de conhecer a estudante de 29 anos pela internet, Charles mudou seu nome para Alessia e trocou a vida militar por um trabalho como atriz. Tornou-se loira, e afirma que finalmente decidiu fazer a mudança para viver abertamente como mulher no Reino Unido por ser um lugar mais fácil para se mudar de sexo do que os Estados Unidos.

Alessia, que se casou três vezes e tem dois filhos adolescentes, explica: “Eu sempre me senti mais como uma menina do que como um menino, mas era como se tivesse que esconder meu lado feminino quando estava no exército. Eu não sentia que estava sendo realmente eu. Minha família tem um histórico militar, então eu sentia como se isso sempre tivesse sido o que eu iria fazer – mas não era o certo para mim."
"Minha família sempre soube que eu me sentia mais como mulher do que como homem, então não houve surpresas quando eu lhes disse que queria viver como uma mulher. Todos eles me apoiam muito, e sou finalmente feliz agora que mudei meu nome e encontrei Maria. Sempre quis mudar meu nome, mas apenas quando me mudei para o Reino Unido percebi como é fácil fazer isso por aqui – então eu decidi fazer isso. Isso me deu confiança para viver como Alessia abertamente. Eu estou tendo aulas de atuação agora, então eu espero construir uma carreira como atriz.”
Alessia, que nasceu em Dakota do Sul, serviu por mais de 15 anos às forças armadas dos EUA como especialista em armas e explosivos nos Balcãs, no Oriente Médio e na Somália.
A atriz admite que, desde que começou a viver como transexual na fase pré-operatória, tem sido ridicularizada e até atacada nas ruas. Mas Alessia insiste que sempre soube que foi feita para ser uma mulher – e até mesmo afirma que havia excesso de estrogênio em seu corpo durante a infância.
Ela diz: “Eu sempre tive muito estrogênio no meu corpo, então sempre me senti muito feminina. Meus hormônios são tão desequilibrados que eu na verdade não preciso tomar medicamentos de reposição hormonal como parte da minha mudança de gênero, meu corpo apenas os produz naturalmente. Tive que disfarçar quem eu era quando estava no exército. Eu era um bom soldado, porém. Agora estou apenas satisfeita por viver a vida que eu deveria”
FONTE:
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/09/ex-militar-americano-deixa-o-exercito-para-viver-como-mulher.html

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Pônei é resgatado após cair em piscina no Reino Unido

Incidente ocorreu perto de Chichester.
Piscina foi esvaziada para a retirada do equino.

Do G1, em São Paulo

Um pônei foi resgatado por agentes da sociedade britânica de defesa dos animais (RSPCA) depois que caiu em uma piscina em Runcton, no Reino Unido. A piscina estava com uma capa de proteção, mas o animal afundou ao pisar sobre a capa.
O incidente aconteceu em uma casa em Runcton, perto de Chichester, na semana passada. A piscina foi esvaziada para a retirada do equino. Para que o animal não ficasse assustado, a equipe de resgate chegou a colocar feno na borda da piscina.
Pônei foi resgatado de piscina em Runcton, no Reino Unido (Foto: Divulgação/RSPCA)Pônei foi resgatado de piscina em Runcton, no Reino Unido (Foto: Divulgação/RSPCA)

FONTE:
http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2013/09/ponei-e-resgatado-apos-cair-em-piscina-no-reino-unido.html

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Apostador não retira prêmio em seis meses e perde 64 milhões de libras


Loteria fez campanha para achar pessoa, que não se manifestou.
Ganhador misterioso se tornou o maior perdedor do prêmio no Reino Unido.




Um ganhador do Euromillion, a loteria europeia, premiado com 64 milhões de libras (R$ 215,3 milhões) em 8 de junho, perdeu a enorme fortuna por não retirá-la dentro dos seis meses de prazo.
A pessoa tinha até as 23h GMT (21h de Brasília) de quarta-feira (5) para entrar em contato por telefone com a organização e receber o prêmio.
Apesar da intensa campanha da instituição para encontrar o felizardo, a pessoa não apareceu, por isso todo o dinheiro e os juros que o montante gerou nesses seis meses foram encaminhados para a organização beneficente "Good Causes" da própria Loteria Nacional.
"Infelizmente, posso confirmar que o proprietário do bilhete vencedor não reivindicou seu prêmio dentro do prazo, por isso perdeu essa assombrosa quantia em dinheiro', afirmou nesta quinta-feira um porta-voz da Loteria Nacional britânica.
O ganhador, que conseguiu acertar os cinco números (5, 11, 22, 34, 40) e as duas estrelas (9 e 11), comprou o bilhete do Euromillion próximo às cidades de Stevenage e Hitchin, no condado inglês de Hertfordshire, ao norte de Londres.
A Loteria Nacional britânica tentou insistentemente encontrá-lo, enchendo os muros das duas cidades de cartazes sobre o prêmio e usou um chamativo carro de luxo Lamborghini para percorrer a região anunciando os números sorteados.
A iniciativa não teve sucesso e o ganhador misterioso se tornou o maior perdedor de um prêmio do Euromillion no Reino Unido, superando o britânico que ganhou 9,4 milhões de libras (R$ 31,844 milhões) em 2005 e nunca reivindicou o prêmio.

FONTE: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/12/apostador-perde-premio-de-64-milhoes-de-libras-por-nao-retira-lo-no-prazo.html

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