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sexta-feira, 22 de agosto de 2014
domingo, 20 de abril de 2014
Navegador Yandex é compatível com desktop, tablets e smartphones
Navegador Yandex é compatível com desktop, tablets e smartphones
O Yandex é um navegador que oferece diferenciais como navegação segura (todos os downloads são escaneados pela empresa de antivírus Kaspersky) e agilidade no carregamento de páginas (ele usa um sistema que detecta conexões lentas e entrega versões simplificadas das páginas). Neste ponto, torna-se ideal para as conexões móveis (incluindo 4G) oferecidas no Brasil, que deixam muito a desejar.
Trata-se de um browser também baseado no projeto Chromium (do qual o Google Chrome é derivado), mais simples e com interface bem, bem, bem feia. Basicamente, ele conta com uma barra de navegação e alguns botões para sites famosos, como Facebook, YouTube, eBay e Twitter.
Se esse lado espartano fica estranho em sua versão desktop, ele é perfeito para ambientes móveis (lembrando que ele é compatível com Android, iPhone e iPad). Isso porque com um ou dois toques ele leva o usuário onde deseja.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Tablets terão fatia de 45% das vendas
EM 2014
Tablets terão fatia de 45% das vendas
06.12.2013
São Paulo. Os tablets devem representar quase metade das vendas de itens de informática em 2014, segundo projeção divulgada, ontem, pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e pela consultoria IDC. A expectativa é de que sejam vendidos 10,795 milhões de tablets em 2014, o que representaria, se concretizado esse número, uma alta de 36% sobre o volume esperado para este ano, de 7,91 milhões. Assim, os tablets deverão responder por um total de 45% das vendas do setor de informática no próximo ano, ante 36% projetado para 2013.
"O mercado será dominado por tablets de baixo valor", afirmou o economista da Abinee, Luiz Cezar Rochel, em referência à retração de preços destes aparelhos. Segundo a IDC, o preço médio dos tablets foi de R$ 610 no terceiro trimestre deste ano, uma queda de 2% em termos nominais frente ao segundo trimestre deste ano e de 28% sobre igual período de 2012.
Desktops recuam
Segundo ele, o avanço dos tablets se dará em cima dos notebooks e computadores de mesa (desktops). Para a IDC, as vendas de notebooks e computadores vão recuar cerca de 10% este ano sobre 2012. Para 2014, a estimativa inicial é por uma retração de 6% das vendas.
Pelas projeções da Abinee, as vendas de desktops vão recuar 13% em 2013 e 18% em 2014. Os notebooks, após uma previsão de retração de 8% para este ano, devem voltar a registrar crescimento no ano que vem, com alta de 3%.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
DESKTOP VERSUS TABLETS
DESKTOP VERSUS TABLETS
33% ainda desejam o primeiro PC
26.08.2013
Pesquisa mostra que mercado de PCs tem muito a crescer no Brasil em meio à disputa com os tabletsEnquanto hoje muito se fala no fim da "era PC", com o computador de mesa perdendo espaço para tablets e smartphones, um terço dos brasileiros ainda não dispõe de um computador em casa. De acordo com uma recente pesquisa realizada pela fabricante de chips Intel, esse contingente planeja a aquisição desse equipamento ainda neste ano, motivado pela queda de mais de 61% no preço médio do produto nos últimos dez anos aliada ao crescimento do poder de consumo das classes C e D.
No levantamento da Intel, 50% dos entrevistados disseram que sua próxima compra de eletroeletrônico deve ser um desktop, notebook ou netbook. Segundo Bárbara Toledo, o desktop (computador de mesa) é uma escolha inteligente para a família que ainda vai adquirir o primeiro PC. De fato, segundo a pesquisa, 95% dos que pretendem comprar o equipamento preferem o desktop como primeiro computador e 30% afirmam que ele será fundamental para sua educação e dos filhos. Para 25%, a prioridade é o entretenimento e, para 30%, a intenção é utilizar o equipamento para trabalho.
O desktop é, portanto, um PC mais voltado para o uso coletivo, enquanto notebooks e tablets são mais pessoais. Estes últimos também apresentam diferenças, sendo o notebook mais voltado para produtividade e o tablet para consumo de conteúdo. "O tablet é mais um companheiro, para o uso individual, e não substitui o PC", esclarece a executiva.
Para quem deseja adquirir o computador, é fundamental definir a necessidade para saber qual das opções será mais adequada - entre desktop, notebook e o novo ultrabook (categoria de notebooks ultrafinos e de alto desempenho criada pela Intel).
Outra recomendação, se a opção for por um notebook, é estar atento à duração da bateria, item imprescindível para quem quer um computador realmente portátil. Alguns portáteis, como os ultrabooks, têm duração de bateria de até 9 horas. Atentar para o processador também é importante. Quem vai fazer uso de recursos mais pesados, como jogos e vídeos de alta definição, precisa de um equipamento com um processador mais potente.
Margem de crescimento
Para Bárbara Toledo, a popularização dos tablets não trouxe perspectiva pessimista para o mercado de PCs no Brasil. Para ela, há bastante espaço para crescimento no país. A executiva destaca a evolução do PC nos últimos dez anos, que o coloca hoje bem atualizado para se adequar às novas necessidades do mercado em tempos de tablets e smartphones. Ela cita como exemplo os novos "dois-em-um", notebooks conversíveis que podem ser usados como tablets. "E hoje se pode comprar um dois-em-um pelo preço de um desktop de anos atrás", diz.
Apesar do otimismo, os desktops já respondem pela menor fatia de participação do mercado de eletrônicos - que envolve desktops, notebooks e tablets. Esse tipo de computador representa 26,8% das vendas no país no primeiro semestre deste ano, ficando atrás dos notebooks, com 38,4% de participação, e dos tablets, com 34,8%, segundo dados divulgados pela consultoria IDC.
Maiores vendas
Os tablets são os aparelhos que apresentam o maior crescimento das vendas no período. Foram 3,3 milhões de unidades comercializadas nos últimos seis meses - um crescimento de 165% em relação a igual período no ano passado. Segundo o IDC, desktops e notebooks respondem por 10,4 milhões de unidades vendidas.
De acordo com a consultoria, as vendas globais de tablets devem superar as de notebooks e netbooks ainda neste ano. Em 2015, o número de tablets saindo das fábricas também deve superar as encomendas de PCs em geral. Os envios de tablets devem atingir o patamar de 229,3 milhões de unidades em 2013, representando um crescimento de 58,7% em relação a 144,5 milhões de encomendas registradas no ano passado.
Faça sua escolha
Desktop - O bom e velho PC de mesa é mais indicado como uma máquina a ser compartilhada no trabalho ou em casa, útil na realização de projetos, entretenimento e comunicação.
Notebook - Une as características do desktop, adicionando a mobilidade, tornando-se uma ótima ferramenta de produtividade, mais voltada ao uso individual.
Tablet - Na comparação com o notebook, o dispositivo representa um passo adiante em direção à mobilidade e ao uso individual. Porém, perde a característica de ferramenta de produtividade, adequando-se mais ao consumo de informação online.
FONTE:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1309992
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Tablets de baixo custo dominam o mercado
POPULARIZAÇÃO
Tablets de baixo custo dominam o mercado
31.12.2012
Quase metade dos tablets vendidos no Brasil têm preço abaixo de R$ 500, mas usuário deve saber
O Brasil já está entre os dez maiores mercados mundiais de tablets. Mas erra quem aposta que por aqui reina o iPad, da Apple, o principal representante dessa categoria de dispositivos. Quase metade (46%) dos 769 mil tablets vendidos no Brasil no terceiro trimestre deste ano são modelos com preço abaixo de R$ 500, segundo pesquisa da consultoria IDC. O mesmo estudo também revela que, de janeiro a setembro deste ano, 52% dos tablets comercializados no país tinham preço abaixo de R$ 1 mil. Até 2011, os dispositivos com preço acima de R$ 1 mil representavam 61% das vendas.
O tablet Smart A8, da mineira DL, custa R$ 395 e é um dos representantes da safra de aparelhos baratos que têm conquistado o consumidor brasileiro
Os novos números apontam, portanto, para a popularização dos tablets no Brasil, com consumidores de menor poder aquisitivo também se inserindo nesse mercado cujo principal ícone, o iPad, custa a partir de R$ 1.750. Os aparelhos mais baratos ajudaram a puxar o crescimento desse segmento, que neste ano teve um salto de 233% nas vendas, com 2,9 milhões de unidades. Os números levantados por outra consultoria, a Nielsen, também constatam a grande contribuição dos aparelhos de baixo custo para a popularização dos tablets no Brasil.
De janeiro a outubro deste ano, a participação dos dispositivos com preço abaixo de R$ 1 mil no segmento saltou de 25,3% para 57,7%. Segundo a Nielsen, a lista dos tablets mais vendidos no Brasil é encabeçada por aparelhos que custam menos de R$ 1 mil. De acordo com a consultoria GfK, os tablets mais comercializados no mercado brasileiro têm em comum, além do preço baixo, acesso Wi-Fi (sem 3G) e tela de até 7 polegadas. A média de preço é de R$ 968 - em 2010 esse valor era de R$ 2 mil.
Uma das empresas que tem tirado proveito dessa popularização é a fabricante mineira DL, que conta com dez modelos de tablets em linha de produção. Seus aparelhos chegam às lojas a preços que variam entre R$ 350 e R$ 1.300. Seus recursos variam entre suporte para Wi-Fi ou 3G, tela 3D, cores diversas (em contraponto aos tons de cinza ou branco dos modelos de fabricantes mais conhecidos) e telas de sete, oito ou dez polegadas.
A questão é se a opção do brasileiro por tablets mais baratos está sendo feita de forma consciente, levando em conta suas características e recursos mais limitados. Se a ideia é ter nas mãos algo como um iPad ou um Galaxy Tab - os mais sofisticados dispositivos dessa categoria -, o usuário dos tablets abaixo dos R$ 500 pode acabar frustrado. Telas não tão sensíveis ao toque, sistema operacional de celular ultrapassado e acabamento sem muito capricho são algumas das características que vão acompanhar o baixo preço. Pode ser uma questão de tempo para que o usuário logo logo queira substituir seu tablet "quebra-galho" por um aparelho de melhor qualidade.
Além dos ´xing lings´
Mas isso não significa que o consumidor não encontrará boas opções abaixo da linha dos R$ 1 mil que possam deixá-lo satisfeito. Antes de pensar em aparelhos de marcas desconhecidas - como os "xing ling" chineses -, vale considerar produtos como o BlackBerry Playbook, da RIM. Este tablet, de marca respeitada, por não estar entre os mais badalados do mercado, tem um bom preço se comparado às opções semelhantes de outras marcas. Ele é vendido por cerca de R$ 700.
O aparelho, com tela de 7 polegadas, vem com processador de dois núcleos de 1 GHz, memória RAM de 1GB, 32 GB de espaço de armazenamento interno e conexão Wi-Fi. Com uma boa relação custo-benefício, o Blackberry Playbook é uma boa dica e vale o esforço de compra para quem estava planejando adquirir um tablet no patamar abaixo dos R$ 500.
Mais versátil que o iPad em termos de conectividade, o Playbook vem com porta micro-USB e porta micro-HDMI que permite a comunicação com outros dispositivos, como as TVs full HD. O aparelho conta ainda com câmera frontal de 3 MP e câmera traseira de 5 MP. Um ponto que pode desagradar é o fato de seu sistema operacional, BlackBerry, não estar entre os mais badalados como o Android, que conta com um número bem vasto de aplicativos.
Para quem preferir um Android, há opções como o Xoom 2 Media Edition, da Motorola. Na mesma faixa de preço do BlackBerry Playbook, o Xoom tem tela de 8,2 polegadas, 32 GB de memória interna, câmeras de 5 MP e 1,3 MP, GPS, Wi-Fi, Bluetooth e saída Micro HDMI. Seu sistema operacional é o Android 3.2.
Já a fabricante brasileira Positivo Informática oferece dois modelos da segunda geração de seu tablet Ypy, com telas de 7 e 9,7 polegadas. Com preços a partir de R$ 699, os dispositivos vêm com sistema operacional Android 4.0, em versões Wi-Fi e Wi-Fi + 3G. Os tablets têm capacidade de armazenamento de 16 GB, com possibilidade de expansão de até 32 GB com cartão microSD Card. Seu forte, para os iniciantes no uso de tablets, está no conteúdo totalmente adaptado para a língua portuguesa.
Esperanças
Outra opção, para os menos apressados, é esperar pela chegada do Kindle Fire HD ao mercado brasileiro. O tablet da Amazon, que nos Estados Unidos custa US$ 199 (cerca de R$ 400), é um dos lançamentos aguardados para 2013 aqui no Brasil, decorrente da estreia da companhia no mercado local.
O aparelho vem com processador de dois núcleos de 1,2 GHz, memória interna de 16 GB, tela de 7 polegadas e sistema operacional Android customizado para o conteúdo da maior livraria online do mundo. Um de seus destaques é a tela em alta definição, com 1280 x 800 pixels e 216 ppi (pontos por polegadas),
A última possibilidade que o consumidor pode considerar para ter um bom tablet sem gastar muito é ficar de olho nas pechinchas que podem surgir para o próprio iPad. Com a chegada do tablet de quarta geração da Apple, o preço do iPad 2 tende a seguir em queda, embora ainda não tenha atingido o nível inferior a R$ 1 mil.
Acer planeja lançar dispositivo de US$ 99
Após o lançamento do Kindle Fire HD, da Amazon, custando US$ 199, o mercado de tablets pode chegar a uma nova guerra de preços no mercado internacional, desta vez podendo resvalar aqui no Brasil. A fabricante taiwanesa Acer pretende lançar em países emergentes o tablet Iconia B1, custando apenas US$ 99 (cerca de R$ 200).
A linha Iconia, da Acer, vai ganhar novos modelos com preços bem atraentes. Um deles, o B1, terá sistema Android, e o outro virá com sistema Windows 8
Equipado com o sistema operacional móvel Android, o dispositivo da Acer é uma resposta da companhia a um outro possível lançamento de baixo custo que pode chegar ao mercado em 2013 trazido pela rival e também taiwanesa Asus.
A Acer procura ainda focar no modelo com baixa margem de lucro para fazer frente ao Google, que com seus tablets Nexus 10 e Nexus 7 também puxam os preços para baixo entre os aparelhos com sistema Android.
Foco no Windows
A política de preços mais acessíveis também pode atingir o segmento de tablets com sistema operacional Windows 8, que até agora tem apresentado preços nada convidativos aos usuários interessados nesses dispositivos.
O Wall Street Journal, dos Estados Unidos, divulgou recentemente que a Acer está desenvolvendo um tablet com Windows 8 equipado com processador da Intel. A nova opção deve fazer frente a produtos deste segmento lançados pela própria fabricante taiwanesa com o novo sistema operacional da Microsoft: o Iconia W510, vendido por US$ 549, e o Iconia W700, com preço de US$ 800.
Mercado
46% dos tablets comercializados no mercado brasileiro no terceiro trimestre deste ano são modelos com preços abaixo de R$ 500, segundo a consultoria IDC
O Brasil já está entre os dez maiores mercados mundiais de tablets. Mas erra quem aposta que por aqui reina o iPad, da Apple, o principal representante dessa categoria de dispositivos. Quase metade (46%) dos 769 mil tablets vendidos no Brasil no terceiro trimestre deste ano são modelos com preço abaixo de R$ 500, segundo pesquisa da consultoria IDC. O mesmo estudo também revela que, de janeiro a setembro deste ano, 52% dos tablets comercializados no país tinham preço abaixo de R$ 1 mil. Até 2011, os dispositivos com preço acima de R$ 1 mil representavam 61% das vendas.
Os novos números apontam, portanto, para a popularização dos tablets no Brasil, com consumidores de menor poder aquisitivo também se inserindo nesse mercado cujo principal ícone, o iPad, custa a partir de R$ 1.750. Os aparelhos mais baratos ajudaram a puxar o crescimento desse segmento, que neste ano teve um salto de 233% nas vendas, com 2,9 milhões de unidades. Os números levantados por outra consultoria, a Nielsen, também constatam a grande contribuição dos aparelhos de baixo custo para a popularização dos tablets no Brasil.
De janeiro a outubro deste ano, a participação dos dispositivos com preço abaixo de R$ 1 mil no segmento saltou de 25,3% para 57,7%. Segundo a Nielsen, a lista dos tablets mais vendidos no Brasil é encabeçada por aparelhos que custam menos de R$ 1 mil. De acordo com a consultoria GfK, os tablets mais comercializados no mercado brasileiro têm em comum, além do preço baixo, acesso Wi-Fi (sem 3G) e tela de até 7 polegadas. A média de preço é de R$ 968 - em 2010 esse valor era de R$ 2 mil.
Uma das empresas que tem tirado proveito dessa popularização é a fabricante mineira DL, que conta com dez modelos de tablets em linha de produção. Seus aparelhos chegam às lojas a preços que variam entre R$ 350 e R$ 1.300. Seus recursos variam entre suporte para Wi-Fi ou 3G, tela 3D, cores diversas (em contraponto aos tons de cinza ou branco dos modelos de fabricantes mais conhecidos) e telas de sete, oito ou dez polegadas.
A questão é se a opção do brasileiro por tablets mais baratos está sendo feita de forma consciente, levando em conta suas características e recursos mais limitados. Se a ideia é ter nas mãos algo como um iPad ou um Galaxy Tab - os mais sofisticados dispositivos dessa categoria -, o usuário dos tablets abaixo dos R$ 500 pode acabar frustrado. Telas não tão sensíveis ao toque, sistema operacional de celular ultrapassado e acabamento sem muito capricho são algumas das características que vão acompanhar o baixo preço. Pode ser uma questão de tempo para que o usuário logo logo queira substituir seu tablet "quebra-galho" por um aparelho de melhor qualidade.
Além dos ´xing lings´
Mas isso não significa que o consumidor não encontrará boas opções abaixo da linha dos R$ 1 mil que possam deixá-lo satisfeito. Antes de pensar em aparelhos de marcas desconhecidas - como os "xing ling" chineses -, vale considerar produtos como o BlackBerry Playbook, da RIM. Este tablet, de marca respeitada, por não estar entre os mais badalados do mercado, tem um bom preço se comparado às opções semelhantes de outras marcas. Ele é vendido por cerca de R$ 700.
O aparelho, com tela de 7 polegadas, vem com processador de dois núcleos de 1 GHz, memória RAM de 1GB, 32 GB de espaço de armazenamento interno e conexão Wi-Fi. Com uma boa relação custo-benefício, o Blackberry Playbook é uma boa dica e vale o esforço de compra para quem estava planejando adquirir um tablet no patamar abaixo dos R$ 500.
Mais versátil que o iPad em termos de conectividade, o Playbook vem com porta micro-USB e porta micro-HDMI que permite a comunicação com outros dispositivos, como as TVs full HD. O aparelho conta ainda com câmera frontal de 3 MP e câmera traseira de 5 MP. Um ponto que pode desagradar é o fato de seu sistema operacional, BlackBerry, não estar entre os mais badalados como o Android, que conta com um número bem vasto de aplicativos.
Para quem preferir um Android, há opções como o Xoom 2 Media Edition, da Motorola. Na mesma faixa de preço do BlackBerry Playbook, o Xoom tem tela de 8,2 polegadas, 32 GB de memória interna, câmeras de 5 MP e 1,3 MP, GPS, Wi-Fi, Bluetooth e saída Micro HDMI. Seu sistema operacional é o Android 3.2.
Já a fabricante brasileira Positivo Informática oferece dois modelos da segunda geração de seu tablet Ypy, com telas de 7 e 9,7 polegadas. Com preços a partir de R$ 699, os dispositivos vêm com sistema operacional Android 4.0, em versões Wi-Fi e Wi-Fi + 3G. Os tablets têm capacidade de armazenamento de 16 GB, com possibilidade de expansão de até 32 GB com cartão microSD Card. Seu forte, para os iniciantes no uso de tablets, está no conteúdo totalmente adaptado para a língua portuguesa.
Esperanças
Outra opção, para os menos apressados, é esperar pela chegada do Kindle Fire HD ao mercado brasileiro. O tablet da Amazon, que nos Estados Unidos custa US$ 199 (cerca de R$ 400), é um dos lançamentos aguardados para 2013 aqui no Brasil, decorrente da estreia da companhia no mercado local.
O aparelho vem com processador de dois núcleos de 1,2 GHz, memória interna de 16 GB, tela de 7 polegadas e sistema operacional Android customizado para o conteúdo da maior livraria online do mundo. Um de seus destaques é a tela em alta definição, com 1280 x 800 pixels e 216 ppi (pontos por polegadas),
A última possibilidade que o consumidor pode considerar para ter um bom tablet sem gastar muito é ficar de olho nas pechinchas que podem surgir para o próprio iPad. Com a chegada do tablet de quarta geração da Apple, o preço do iPad 2 tende a seguir em queda, embora ainda não tenha atingido o nível inferior a R$ 1 mil.
Acer planeja lançar dispositivo de US$ 99
Após o lançamento do Kindle Fire HD, da Amazon, custando US$ 199, o mercado de tablets pode chegar a uma nova guerra de preços no mercado internacional, desta vez podendo resvalar aqui no Brasil. A fabricante taiwanesa Acer pretende lançar em países emergentes o tablet Iconia B1, custando apenas US$ 99 (cerca de R$ 200).
Equipado com o sistema operacional móvel Android, o dispositivo da Acer é uma resposta da companhia a um outro possível lançamento de baixo custo que pode chegar ao mercado em 2013 trazido pela rival e também taiwanesa Asus.
A Acer procura ainda focar no modelo com baixa margem de lucro para fazer frente ao Google, que com seus tablets Nexus 10 e Nexus 7 também puxam os preços para baixo entre os aparelhos com sistema Android.
Foco no Windows
A política de preços mais acessíveis também pode atingir o segmento de tablets com sistema operacional Windows 8, que até agora tem apresentado preços nada convidativos aos usuários interessados nesses dispositivos.
O Wall Street Journal, dos Estados Unidos, divulgou recentemente que a Acer está desenvolvendo um tablet com Windows 8 equipado com processador da Intel. A nova opção deve fazer frente a produtos deste segmento lançados pela própria fabricante taiwanesa com o novo sistema operacional da Microsoft: o Iconia W510, vendido por US$ 549, e o Iconia W700, com preço de US$ 800.
Mercado
46% dos tablets comercializados no mercado brasileiro no terceiro trimestre deste ano são modelos com preços abaixo de R$ 500, segundo a consultoria IDC
FONTE: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1219117
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