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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Teles terão de se explicar à Anatel

CORTE DE INTERNET

Teles terão de se explicar à Anatel

22.10.2014
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Hoje, as empresas praticam várias modalidades de cobranças pelo acesso à internet
FOTO: KLÉBER A. GONÇALVES
Brasília. As empresas de telefonia celular terão de explicar para a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) seus planos futuros de desativar a internet dos usuários que consumirem todo o pacote de dados em um determinado mês.
De acordo com nota divulgada pela Superintendência de Relações com Consumidores da agência, as prestadoras precisam respeitar o direito dos consumidores e devem, ao menos, informar "de modo antecipado amplo e transparente" eventuais mudanças no contrato.
Atualmente, as empresas praticam várias modalidades de cobranças pelo acesso à internet. O mais popular oferece ao cliente uma quantidade determinada de megabites ou gigabites para tráfego de conteúdo no mês. Depois que o consumidor atinge sua cota, a empresa diminui a velocidade de navegação.
De acordo com a Anatel, as operadoras vinham anunciando seu interesse em cortar completamente o acesso à internet após o limite ser alcançado. Pelas regras da Anatel, a mudança pode ser adotada, contanto que o usuário seja comunicado com uma antecedência mínima de 30 dias. A Vivo já informou que partir do dia 6 de novembro, os usuários do plano pré-pago nos estados do Rio Grande do Sul e Minas Gerais terão que que adquirir um pacote adicional assim que sua franquia terminar. Pelo contrário, ficarão sem acesso à internet. E as operadoras Oi e Tim, também estudam aderir ao novo formato de cobrança de internet, mas ainda sem previsão.
FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE

Teles não podem cortar internet quando a franquia acabar, diz Proteste

Por Redação Olhar Digital - em 21/10/2014 às 14h10



Depois de a Telefonica Vivo confirmar que pretende interromper o fornecimento de internet dos clientes que atingirem o limite da franquia contratada, a associação de consumidores Proteste criticou a decisão e informou que vai enviar um ofício à Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel.
Segundo a associação, as operadoras não podem alterar unilateralmente contratos de consumidores que já possuem planos de franquia que garantem a continuidade do serviço, mesmo que com velocidade reduzida. “Os consumidores não são obrigados a aceitar as alterações das condições da prestação de serviço e as empresas são obrigadas a manter o contrato em vigor. O Código de Defesa do Consumidor proíbe a alteração unilateral do contrato”, afirma a Proteste.
“A estratégia de cortar a conexão se não houver a contratação de novo pacote de dados representa  a penalização dos consumidores de menor renda, e o Ministério das Comunicações não poderia fazer vista grossa para o caminho desviado da universalização e modicidade tarifária que a banda larga vem trilhando", critica Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da associação.
A partir do mês que vem, clientes pré-pagos da Vivo de Minas Gerais e Rio Grande do Sul serão afetados pela mudança. Quem atingir a cota mensal e quiser continuar navegando terá que contratar um pacote adicional de 50 MB por R$ 2,99 com validade de sete dias. As outras operadoras também estudam planos semelhantes, embora a Tim tenha garantido aoOlhar Digital que não planeja reajustes por enquanto.

“Para as empresas, a nova estratégia de mercado é muito cômoda; cobram mais e dessa forma menos pessoas vão utilizar as redes, o que representa um estímulo ao não investimento”, conclui a associação.

FONTE: OLHAR DIGITAL

sábado, 4 de janeiro de 2014

Teles negociam compra da TIM

DIVULGADO NA ITÁLIA

Teles negociam compra da TIM

04.01.2014

Rio. O grupo espanhol Telefónica, controlador da Vivo, costura uma oferta conjunta com a Oi e a América Móvil, dona da Claro, para assumir o comando da TIM Brasil, segundo o jornal italiano Il Sole 24 Ore. Em reação à informação, divulgada ontem, as ações das operadoras dispararam (com altas de até 27%) na BM&FBovespa.

Grupo formado pela Telefónica, dona da Vivo; a América Móvil, dono da Claro; e a Oi, estaria planejando comprar e dividir a concorrente no Brasil Foto: Kelly Freitas
De acordo com a publicação italiana, a operação estaria sendo coordenada pelo banco de investimentos BTG Pactual e poderia ter um desfecho ainda em janeiro. Caso seja confirmada costura do acordo, o negócio é estimado pelo mercado financeiro em 9 bilhões de euros.

Empresas negam

Embora empresas e autoridades regulatórias tenham negado a transação, a notícia bateu em cheio no mercado de ações. Os papéis da Oi, pertencente à Portugal Telecom, a fundos de pensão de empresas estatais e à Andrade Gutierrez, tiveram a maior alta: 17,43% para as preferenciais (PN, sem direito a voto) e 27,07% para as ordinárias (ON, com voto).

As ações da Vivo subiram 2,51%, enquanto os papéis da TIM Brasil avançaram 10,73%

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