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sábado, 28 de agosto de 2021

Covid-19: mais de um milhão de adolescentes já foram vacinados

População brasileira entre 12 a 17 anos é de 20 milhões

POR AGÊNCIA BRASIL - Balanço divulgado hoje (28) pelo Ministério da Saúde aponta que, até este sábado, mais de um milhão de doses de vacina contra a covid-19 foram aplicadas nos adolescentes entre 12 e 17 anos. Com o avanço da vacinação em adultos no Brasil, estados e municípios já começaram a imunizar o público dessa faixa etária.

A orientação da pasta é que a imunização dos adolescentes só seja iniciada depois que as cidades aplicarem a primeira dose em toda a população adulta.

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Outra recomendação é que os municípios apliquem a vacina da Pfizer, pois esse é o único imunizante com aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para vacinar esse público.

Segundo o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, até o dia 15 de setembro, o Brasil terá recebido outras 150 milhões de doses para imunizar toda a população adulta e, assim, avançar a vacinação para o público adolescente.

“São mais de 20 milhões de adolescentes entre 12 e 17 anos. Com a chegada de mais doses da Pfizer até o fim de setembro, teremos doses suficientes para distribuir imunizantes e vacinar, não só os adolescentes, mas também aplicar a dose de reforço nas pessoas com mais de 70 anos e imunossuprimidos. Mas é importante que os municípios concluam a vacinação dos adultos com a primeira dose”, disse, em nota, o secretário-executivo.

De acordo com Rodrigo Cruz, entre as razões para a escolha da Pfizer, estão ainda a conclusão das entregas das doses das vacinas Coronavac e AstraZeneca. A previsão é que o Instituto Butantan conclua a entrega das 100 milhões de doses contratadas da Coronavac até o fim do mês de agosto. Além disso, as doses da AstraZeneca a serem entregues pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) serão destinadas para a aplicação da segunda dose.

“Há ainda doses da Janssen a serem entregues ao Ministério da Saúde. Só que essas doses estão previstas para chegar em outubro. Dessa forma, as doses que teremos disponíveis para aplicar dose de reforço, bem como imunizar adolescentes, serão as doses do imunizante da Pfizer”, afirmou o secretário.

Até o momento, o Ministério da Saúde distribuiu mais de 230 milhões de doses de vacina contra a covid-19. Dessas, mais de 187 milhões foram aplicadas, sendo 128,4 milhões em primeira dose, o que corresponde a 79,8 % da população adulta com ao menos uma dose de vacina. A pasta informou ainda que mais de 59 milhões de brasileiros já completaram o esquema vacinal, ou seja, 36,9 % da população-alvo.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-08/covid-19-mais-de-1-milhao-de-adolescentes-ja-foram-vacinados

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Educadora parental alerta sobre suicídio de adolescentes

Divulgação TV Brasil
“Pedro Henrique, Luís Felipe, João Eduardo, Maria Carolina, Maria Eduarda, Maria Fernanda e Maria Beatriz”, enumera orgulhosa a engenheira civil Julyana Mendes Caiado. Esses são os nomes dos sete filhos que mudaram a sua vida. Educadora parental, palestrante e colunista da Revista Crescer, ela faz parte de um número seleto de famílias de sua geração que têm a casa cheia. Hoje, além de conciliar o casamento, a vida dos filhos e a carreira, Julyana também comanda a empresa “Mãe de Sete” nas redes sociais. Ali ela compartilha conhecimentos, alegrias e desafios da maternidade. No Instagram já tem mais de 360 mil seguidores.

Em entrevista ao programa Impressões, da TV Brasil, que vai ao ar nesta segunda-feira (21), às 23h, a especialista ressaltou a importância da inteligência emocional na criação dos filhos. Para ela, muitas mães não sabem como lidar com isso. “Elas estão vendo onde essa geração está chegando, o nível de suicídio de adolescentes, de crianças de 12, 13 anos, de automutilação aos 10 anos de idade. As mães não sabem o que fazer”, afirma. Para Julyana, é preciso estudar para ser pai e para ser mãe, pois há um gap muito grande de gestão emocional das famílias. “Eles [os filhos] não sabem lidar com frustrações, não sabem lidar com limites, não sabem lidar com essa quantidade de informações que têm, com as redes sociais, com essa falta de permissão de sofrer, né? Porque a gente sofria e eles não podem, as redes sociais não permitem isso. Então, como preparar meus filhos para crescerem nesse mundo de hoje e ter inteligência emocional?”, questiona.
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