PROCURANDO POR ALGO?

Mostrando postagens com marcador educadora. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador educadora. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Educadora parental alerta sobre suicídio de adolescentes

Divulgação TV Brasil
“Pedro Henrique, Luís Felipe, João Eduardo, Maria Carolina, Maria Eduarda, Maria Fernanda e Maria Beatriz”, enumera orgulhosa a engenheira civil Julyana Mendes Caiado. Esses são os nomes dos sete filhos que mudaram a sua vida. Educadora parental, palestrante e colunista da Revista Crescer, ela faz parte de um número seleto de famílias de sua geração que têm a casa cheia. Hoje, além de conciliar o casamento, a vida dos filhos e a carreira, Julyana também comanda a empresa “Mãe de Sete” nas redes sociais. Ali ela compartilha conhecimentos, alegrias e desafios da maternidade. No Instagram já tem mais de 360 mil seguidores.

Em entrevista ao programa Impressões, da TV Brasil, que vai ao ar nesta segunda-feira (21), às 23h, a especialista ressaltou a importância da inteligência emocional na criação dos filhos. Para ela, muitas mães não sabem como lidar com isso. “Elas estão vendo onde essa geração está chegando, o nível de suicídio de adolescentes, de crianças de 12, 13 anos, de automutilação aos 10 anos de idade. As mães não sabem o que fazer”, afirma. Para Julyana, é preciso estudar para ser pai e para ser mãe, pois há um gap muito grande de gestão emocional das famílias. “Eles [os filhos] não sabem lidar com frustrações, não sabem lidar com limites, não sabem lidar com essa quantidade de informações que têm, com as redes sociais, com essa falta de permissão de sofrer, né? Porque a gente sofria e eles não podem, as redes sociais não permitem isso. Então, como preparar meus filhos para crescerem nesse mundo de hoje e ter inteligência emocional?”, questiona.
LEIA MAIS EM...

domingo, 20 de outubro de 2019

O que acontece ao corpo quando não bebe água suficiente

Grande parte do corpo humano é água – mais precisamente 60%
@
Todavia, nem toda esta água permanece no corpo. Parte dela é eliminada através da urina, suor e até quando respiramos, como explica uma reportagem divulgada pela BBC News.

Como tal beber água suficiente para atenuar essas perdas é fundamental.

Mas o que acontece quando não bebemos o suficiente?
'Centro da sede'
"A água, sendo um solvente universal, fornece nutrientes ao corpo, regula a temperatura corporal e lubrifica os olhos e articulações", explicaram Mitchell Moffit e Greggory Brown, do AsapScience, um canal no YouTube especializado em ciência.

Sem água perdemos energia, a pele fica seca e até o humor é afetado.

A educadora Mia Nacamulli elucida numa animação divulgada numa conferência TED-Ed, voltada para a educação, que quando o corpo se desidrata as terminações nervosas do hipotálamo do cérebro – que estão no que os cientistas chamam de 'centro da sede' (OCPTL) – enviam sinais para a libertação de um hormônio antidiurética.

Esta hormônio chega até os rins e estimula as aquaporinas, proteínas das membranas das células que podem transportar moléculas de água, permitindo que o sangue retenha mais água no corpo.

Quando isto acontece, a urina fica mais escura e com um cheiro mais forte.

Durante este processo de desidratação também sentimos menos vontade de urinar e temos menos saliva.

Também há a possibilidade de sentir tonturas porque o cérebro está a tentar adaptar-se à falta do líquido.

Adaptar para não morrer
Quando o cérebro está desidratado contrai-se devido à falta de água e tem de trabalhar mais para conseguir o mesmo resultado que um cérebro bem hidratado.

Além disso, também ativa uma série de mecanismos de adaptação para conseguir manter sua atividade apesar da falta do líquido.

No entanto, este processo pode continuar durante apenas alguns dias: se interromper totalmente a ingestão de água, o corpo começará a sofrer com os efeitos mais graves e, no final, vai parar de funcionar.

Deixar de beber água durante dias (desidratação crônica) pode abrir caminho para outros problemas como diabetes, colesterol alto, problemas de pele e digestivos, fadiga e prisão de ventre.

O tempo de sobrevivência sem beber água varia entre três e cinco dias, de acordo com cada pessoa. Mas já foram registrados casos de pessoas que conseguiram sobreviver mais tempo.

Quanta água por dia?
A quantidade de água que devemos beber depende do organismo de cada um e do ambiente em que a pessoa vive.

Mas, de acordo com a educadora Mia Nacamulli, o mais recomendável é que os homens bebam entre 2,5 e 3,7 litros por dia e as mulheres, de 2 a 2,7 litros.

Porém também é importante não ultrapassar a quantidade necessária: beber água em excesso pode trazer riscos à saúde segundo os especialistas.

Investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, revelaram em 2015 que a quantidade recomendável de água varia entre quatro e seis copos por dia. Anteriormente era divulgado que eram necessários oito copos de água por dia.

De acordo com os cientistas de Harvard é impossível fazer uma recomendação que sirva para todos: a necessidade de consumo de água depende da dieta, do clima e do nível de atividade física praticada pela pessoa.
FONTE: NOTÍCIAS AO MINUTO

ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS

ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS
AVISO IMPORTANTE!! Reconhecimento: Alguns textos e imagens contidas aqui neste Site são retiradas da internet, se por acaso você se deparar com algo que seja de sua autoria e não tiver seus créditos, entre em contato para que eu possa imediatamente retirar ou dar os devidos créditos. EMAIL: josenidelima@gmail.com ..... FAVOR INFORMAR O LINK