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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

EU AMO A VIDA

EU AMO A VIDA

@Aldaléia Aquino


Eu amo a vida
em cada manhã que nasce,
risonha,
iluminada,
recebendo o beijo quente
de um sol bem novinho,
todo de ouro,
e no tom misterioso e triste
de uma tarde que morre!
Amo-a na beleza das rosas,
na maciez das suas pétalas,
no sabor do seu perfume,
e a aspereza do cactus,
com os seus espinhos,
sua arma, 
sua defesa!
Eu amo a vida 
no queixume suave do regato,
na ternura do seu abraço co'as pedras,
em plena floresta,
escondidinho,
humilde,
caminhando sempre,
sem parar,
e na bravura misteriosa do oceano,
indo e voltando,
continuamente,
e mostrando ao mundo
o poder d'Aquele que o fez!
Amo a vida no olhar puro da criança,
e na expressão sombria e triste
dos olhos da velhice,
olhar que já passou,
conquistou,
sorriu,
e hoje chora lágrimas,
talvez de saudade...
Um olhar que olhou distâncias...
e se perdeu no mundo dos sonhos...
Sim,
o olhar cansado da velhice,
talvez bem próximo do olhar de Deus!
Eu amo a vida,
no sorriso e na lágrima,
na música e  na poesia!
Eu quero bem à vida,
na borboleta que voa
e na abelha que nos dá o mel!
Amo-a no gorjeio do rouxinol,
no assobio da cigarra,
no pio da juriti!
Eu amo a vida
no tilintar da chuva no telhado, 
em noites de inverno,
e na gota de orvalho,
brilhante,
frágil e tímida,
adormecida na folha da roseira.
Amo-a no grão de areia,
pisado e esquecido,
e na montanha altaneira,
orgulhosa e bela!
Amo-a, sim,
em cada estrela do céu!
Eu quero bem à vida,
na figura forte e generosa de uma mãe
e na presença nobre e poderosa de um pai!
Eu a amo em tudo!
Em mim e em você,
que é meu irmão,
com qualquer coisa de mim.
Em você,
que foi meu mestre,
o meu cicerone
nos caminhos da instrução!
Quero-a muito em você,
meu colega de trabalho.
Eu quero bem à vida
nas mãos pretas e magras
dos que esmolam pelas ruas
e nas mãos sagradas do sacerdote
que eleva o Corpo de Cristo
na Hóstia do altar!
Eu amo a vida,
afirmação autêntica 
do poder de Deus!
Amo-a por ser boa e cruel,
amarga e doce,
alegre e triste!
Amo-a também em você!
Eu amo a vida,
neste sentimento profundo
que guardo no claustro da minha alma.
Eu a amo em tudo!
Até mesmo nesta saudade enorme
que chora dentro de mim,
e que não morre,
porque o amor não morreu!

VEJA MAIS POESIAS ACESSANDO:
1. ALDALEIA AQUINO NO BLOG DO PARCEIRO
2. ALDALÉIA AQUINO NO BLOG DO PARCEIRO

DESCOBERTA


Caminhei descalça

Pelas ruas da vida

E sangrei meus pés,

Em busca de que?

Sonhei,

Adormeci ao balanço

inebriante

Da ilusão.

Da procura,

Do desejo.

Busquei

No mistério infinito

A certeza da verdade.

Do infalível,

Do real.

Briguei, de alma limpa,

Pelos meus ideais.

Até chorei

E sorri ao sabor do amor,

Apalpando a felicidade

Com minhas mãos,

Com meus lábios,

Quando me fiz mulher,

Quando me fiz mãe,

Quando pari!


*Adelino dedicou esta poesia a esposa


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sábado, 27 de julho de 2019

Nova descoberta de tecido que cobriu Jesus trás chocante revelação

.
A vida de Jesus desperta muito interesse nos pesquisadores que buscam entender a personalidade, trajetória e resposta dos milagres, além de, como um homem de vida simples, filho de um carpinteiro e uma mulher do lar, conseguiu arrastar multidões em uma época que não existia celular, internet, rede social, avião, trem nem metrô, mas que a cada ano, tendo ele vivido uma vida pública de cerca de 3 anos, mais de dois mil anos depois da crucificação, a cada ano mais pessoas se declaram seguidoras de Jesus.

Uma das relíquias ou peças, como muitos preferem, que pode ser um passo nos estudos que buscam comprovar a veracidade é o tecido que foi usado para cobrir o corpo de Jesus, o “Santo Sudário”, também conhecido como “Sudário de Turim”. Nesse tecido teria ficado o registro das formas do corpo de Jesus, seria como uma tela de linho que recebeu a imagem do rosto e corpo em uma ação que cientistas querem entender.

Para testar a autenticidade do tecido, no ano de 1988, cientistas tiveram permissão de analisar o Santo Sudário. Essa foi a primeira vez na história que pesquisadores tiveram acesso ao tecido de linho conforme reportagem do portal Sputniknews, para estabelecer a data da peça.

A revelação das pesquisas desagradou muitos grupos, eles concluíram que, pela data ao qual a peça pertence, não teria nenhuma chance de ser o mesmo tecido que envolveu o corpo de Jesus, uma vez que os resultados estabeleceu que o tecido só pode ter sido confeccionado entre os anos 1260 e 1390 publicado no portal Phys.org.

Tal revelação foi impactante e não foi aceita nem pelos religiosos que contestaram as pesquisas.

Anos depois, a equipe de estudiosos solicitou junto a Universidade de Oxford, uma nova oportunidade para com novos recursos avaliar o tecido mais uma vez. Após dois anos analisando, os pesquisadores chegaram a seguinte conclusão:

“Descobriu-se que as conclusões tiradas em 1988 não estavam certas. A primeira investigação não fez a análise de todo o sudário, mas só de algumas das partes das suas bordas.”
POR MAETIPS
https://maetips.com/nova-descoberta-de-tecido-que-cobriu-jesus-tras-chocante-revelacao/

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Aldaléia de Aquino, uma Aracoiabense fazendo sucesso na poesia!!

FOTO: Aldaléia Aquino
DESCOBERTA

Caminhei descalça
Pelas ruas da vida
E sangrei meus pés,
Em busca de que?
Sonhei,
Adormeci ao balanço
inebriante
Da ilusão.
Da procura,
Do desejo.
Busquei
No mistério infinito
A certeza da verdade.
Do infalível,
Do real.
Briguei, de alma limpa,
Pelos meus ideais.
Até chorei
E sorri ao sabor do amor,
Apalpando a felicidade
Com minhas mãos,
Com meus lábios,
Quando me fiz mulher,
Quando me fiz mãe,
Quando pari!

*Adelino dedicou esta poesia a esposa


TEXTO DA POESIA CORRIGIDO ACIMA

LEIA MAIS:


Poesia de Aldaléia Aquino

Descoberta

Aldaléia Aquino
Minha filha Evna surpreendeu-me agora, colocando no nosso Grupo Família Buscapé, essa publicação, nn. muito recente, em um dos Jornais de Firtaleza. Confesso que gostei. 
Obrigada, filha.
E estou expondo-o aqui no Face.
Vejam-no.




DESCOBERTA

Caminhei descalça
Pelas ruas da vida
E sangrei meus pés,
Em busca de que?
Sonhei,
Adormeci ao balanço
inebriante
Da ilusão.
Da procura,
Do desejo.
Busquei
No mistério infinito
A certeza da verdade.
Do infalível,
Do real.
Briguei, de alma limpa,
Pelos meus ideais.
Até chorei
E sorri ao sabor do amor,
Apalpando a felicidade
Com minhas mãos,
Com meus lábios,
Quando me fiz mulher,
Quando me fiz mãe,
Quando pari!

*Adelino dedicou esta poesia a esposa


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