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sexta-feira, 11 de junho de 2021

Projeto na Câmara quer criar salário de R$ 1.100 para desempregados por até 12 meses

POR PROGRAMA DO ROCHINHA - Uma proposta legislativa de 2021 pretende criar um salário mínimo mensal de R$ 1.100 para desempregados pelo período de até 12 meses. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados, de acordo com informações da Agência Câmara de Notícias.

Pelo Projeto de Lei 1022/21 será instituído Programa Nacional de Geração de Emprego e Renda Mínima (Pronagem) para beneficiar desempregados.

Ainda não há previsão sobre a apreciação do projeto nas comissões da Câmara.

FONTE: https://www.radialistarochinha.com.br/2021/06/projeto-na-camara-quer-criar-salario-de.html

domingo, 30 de junho de 2019

‘A gente não pode escolher’: desempregados encaram qualquer trabalho no Brasil

Fila de pessoas à procura de emprego
 no Rio de Janeiro - AFP
Enfrentando fila em frente a uma agência de emprego no Rio de Janeiro, Thaysa dos Santos se diz disposta a aceitar qualquer oferta de emprego. Como os mais de 13 milhões de desempregados no país, ela não pode se dar ao luxo de ser exigente.

Enquanto a maior economia da América Latina corre o risco de voltar à recessão dois anos depois de uma crise devastadora, encontrar trabalho está mais difícil do que nunca.

“Hoje em dia é muito difícil”, diz a jovem de 27 anos, auxiliar administrativa há três meses em busca de um emprego em tempo integral.

“A gente não pode escolher segundo nosso currículo. Tem que pegar qualquer vaga”, explica.

O desemprego no país, de 12,3%, é maior do que em qualquer momento da recessão que abalou o país entre 2015 e 2016 e fez a economia encolher mais de 7%.

Um crescimento letárgico desde então – a economia se expandiu 1,1% em 2017 e 2018, e analistas apontando para um crescimento ainda mais lento este ano – desencoraja as empresas a aumentar sua folha de pagamento, apesar do governo de viés liberal empossado em janeiro.

O presidente Jair Bolsonaro, que assumiu o mandato com a promessa de impulsionar a economia, diz que a chave para o crescimento é a aprovação da reforma da Previdência, que enfrenta a resistência de sindicatos e de um Congresso hostil.

Com a pouca ajuda formal disponível, muitos desempregados dependem do apoio da família ou aceitam empregos informais, apesar disto significar ganhar menos e abrir mão de benefícios, como seguro de saúde e INSS.

Wanderson César, de 32 anos, está em busca de um trabalho permanente de segurança há mais de quatro anos.

Ele se considera afortunado pela esposa trabalhar como recepcionista. Com o dinheiro que ganha fazendo bicos, o casal consegue sobreviver.

“Sou homem, então preciso trabalhar para levar alimento para minha casa, preciso ajudar”, conta César, enquanto espera para entrar na agência de empregos.

– Falta de investimento em educação –

O problema não é apenas a falta de oportunidades. Algumas empresas lutam para conseguir candidatos qualificados para as vagas disponíveis, afirma Aline Cardoso, secretária do Trabalho em São Paulo.

“Isso pode ser tanto no nível mais técnico, mais sofisticado, em profissões muito tecnológicas, mas às vezes até em profissões mais básicas faltam profissionais qualificados”, diz ela.

O lastimável sistema educacional no país é parcialmente responsável.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Erros que todo desempregado comete ao buscar um emprego


Canal do Ensino | Guia Gratuito de Educação

Postado por: 


Olá Leitores,
Quando se está desempregado é normal cometer alguns erros ao começar a procurar um novo emprego, ainda mais se você já estava empregado há algum tempo e não está mais acostumado a tarefa diária de enviar currículo, fazer contatos, procurar por cargos menores, ou em áreas de atuação diferentes da sua formação.
Portanto, caso estejadesempregado evita alguns erros que são comuns nesse momento. Abaixo seguem alguns deles para ficar alerta e conseguir uma nova recolocação no mercado:
Passividade
Ficar em casa, triste, lamentando o fato de estar em casa não é a melhor coisa a se fazer nesse momento. Faça contatos, reativo os que não conversava há algum tempo e tentar algo novo. Normal a autoestima estar para baixo e se sentir desanimado, mas isso não pode te impedir de voltar a viver. Portanto, atualize seu currículo, converse com colegas de trabalho anteriores, renove seus conhecimentos com cursos e descubra as novas necessidades do mercado que quer atuar.
Querer o emprego mais desejado
É claro que todo mundo quer um emprego que seja próximo a sua residência, o com fácil acesso de transporte público, ou de carro, pelo menos. Salário compatível com o cargo que irá exercer, empresa grande, plano de carreira, ambiente bom de se trabalhar. Esse é o desejo de qualquer trabalhador, ainda mais se estiver recebendo o seguro-desemprego. Mas, nem sempre é valido ficar aguardando essa vaga. Ainda mais na crise econômica que o Brasil vive. É melhor se candidatar a um cargo menor, até do que estava atuando antes, do que ficar um bom tempo fora do mercado de trabalho. Enquanto não consegue esse trabalho, vá atuando em outros menores e continue “cultivando” sua lista de contatos para que daqui algum tempo a oportunidade apareça.
Emprego em áreas “mortas”
Pode ser que a área em que você trabalhou no últimos anos esteja em baixa, com poucas vagas e quase ninguém sendo contratado. Portanto é o momento de saber aonde estão as vagas de emprego, ver se é necessário algum conhecimento específico e estudar para isso. Às vezes é preciso mudar de profissão para poder voltar o quanto antes ao mercado de trabalho.
Não ter boas atitudes
Quanto mais tempo ficar desempregado, maiores são as chances de você não ter atitudes favoráveis para si mesmo em um entrevista de emprego. E elas vem de forma inconsciente, já que sua autoestima estará baixa, é normal você se colocar para baixo dessa forma. Portanto, se for chamado para um entrevista se anime, seja positivo e tente passar algo positivo para o entrevistador. Sempre demonstre conhecer a empresa e seus serviços. E passe para quem o está entrevistando que você pode adicionar muito ao quadro de funcionários da empresa e não o que a empresa pode adicionar a você como profissional. Ela quer contratar alguém para resolver problemas, que seja a solução para ela e não o contrário.
Ser inflexível
O mercado de trabalho muda constantemente e ser flexível é necessário para conseguir um novo emprego. Novas funções podem lhe ser atribuídas, ou até mesmo a opção de atuar em outra cidade, estado, ou país. Portanto seja flexível a essas mudanças.
Boa Sorte.

FONTE: Canal do Ensino

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Rede Social gratuita para divulgar e buscar emprego em todo o Brasil

Postado por:  Em: Empregos
Olá leitores!
Pessoas em busca de emprego e empresas com vagas em aberto em todo o Brasil passam a contar um uma rede social gratuita, que não cobra pela prestação do serviço, modelo inédito no país.
Trata-se da Rede Desempregados.com.br, que já atua no país desde Dezembro de 2012. O serviço, disponível em três idiomas (Português, Inglês e Espanhol).
São oferecidos gratuitamente:
- CADASTRO DE VAGAS
Onde as empresas podem cadastrar suas Vagas Gratuitamente.
- BANCO DE CURRÍCULOS
Onde as empresas tem acesso irrestrito a todos os Currículos cadastrados gratuitamente.
- CADASTRO DE CURRÍCULOS
Onde os candidatos podem cadastrar seus currículo gratuitamente.
- CLASSIFICADOS
Onde as empresas e os candidatos podem anunciar gratuitamente seus produtos e serviços.
- CHAT ONLINE
Onde as Empresas poderão realizar suas entrevistas On-line com Áudio, Vídeo e Texto.
- FÓRUNS
Onde as empresas e os candidatos poderão trocar informações, tirar dúvidas, etc…
- ENQUETES
Onde as empresas e os candidatos poderão também interagir.
- GRUPOS DE VAGAS
Os Grupos de Vagas estão divididos por Cidades e Estados e onde as empresas podem também divulgar suas vagas e os candidatos filtrar sua pesquisa por emprego.
- EVENTOS
Onde poderão ser divulgados qualquer tipo de Evento relacionado ao Mercado de Trabalho (cursos, palestras, etc…).
O fundador da Rede Desempregados, o advogado e psicanalista, pós-graduado em Liderança Multifocal e especialista em redes sociais, Carlos Eduardo Balcarse, explica que o serviço segue um modelo diferente do que existe hoje no mercado.
“Somos a primeira Rede Social e Solidária do país e estamos mudando o conceito de divulgação de vagas e currículos. Podemos auxiliar em possíveis “migrações” de mão de obra. Por não estarmos regionalizados, os candidatos e empresas poderão ter acesso a informações de várias partes do país”.
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FONTE: CANAL DO ENSINO

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