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Por pequenas diferenças físicas ou comportamentais meninos e
meninas sofrem diversos tipos de violência dentro das escolas
FOTOS: MARÍLIA CAMELO
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Problema
Fonte: Kaspersky |
17% dos alunos são vítimas de ataques de ciberbullying
O fenômeno do
bullying escolar não é nada novo –
muitos adultos devem se lembrar de terem sofrido episódios na infância.
Ainda que o bullying ‘tradicional’ possa estar relacionado com um abuso
físico e verbal no pátio durante o recreio, nossa crescente dependência
da internet e de dispositivos conectados fazem com que o bullying não se
restrinja ao período da aula. Hoje em dia, ele não termina quando as
crianças saem da escola, pois continua no mundo online em forma de
ciberbullying. Cerca de 17% dos alunos são vítimas.
Uma
pesquisa realizada pela Kaspersky Lab em conjunto com psicólogos especializados em meios de comunicação da
Universidade de Wuerzburg,
na Alemanha, mostra que um a cada cinco adolescentes entre 12 e 15 anos
sofreram ciberbullying. Esta é uma etapa de desenvolvimento fundamental
na vida de um adolescente, já que as crianças, ao se aproximarem da
puberdade, começam a passar mais tempo online, principalmente por conta
do uso das redes sociais – tais como
Facebook, Instagram e Twitter.
Assim como é necessário ensinar às crianças algumas técnicas de segurança, é importante também ensiná-las o
uso responsável da tecnologia.
“As crianças devem desenvolver um senso moral ao se comunicarem com
outras pessoas online, assim como fazem quando se comunicam ao vivo.
Isto os encorajará a ter empatia pelos outros e reduzirá a probabilidade
de participarem de ciberdelitos ou ciberbullying. É igualmente
importante que entendam, desde pequenos, os potenciais perigos
relacionados a algumas atividades online”, explica David Emm,
Pesquisador de Segurança na Kaspersky Lab.
Mesmo que o cyberbullying não implique violência física, evidências
mostram que o ciberbullying é ainda mais intenso que o bullying escolar
‘tradicional’ pelos motivos listados a seguir: