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sexta-feira, 17 de maio de 2019

Chineses mostram interesse no mercado brasileiro de proteínas e frutas

Tereza Cristina se reuniu na última terça-feira com o ministro da Administração Geral de Aduanas da China, Ni Yuefeng
Tereza Cristina
Os chineses vão analisar propostas apresentadas pelo Brasil para abertura de mercado para proteínas, frutas, grãos e lácteos. A informação é da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que se reuniu nesta quinta-feira (16/05/2019), com o ministro da Administração Geral de Aduanas da China, Ni Yuefeng, conforme comunicado da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que tem representantes na missão empresarial brasileira que encerrou visita àquele país.

O diretor de Relações Internacionais da CNA, Gedeão Pereira, informou que “a ministra foi muito clara e nesse momento nos deixa bastante otimistas com o futuro porque a China precisa do Brasil para se levantar e o Brasil precisa da China para vender seus produtos”.

Conforme a CNA, ao fim da reunião ficaram estabelecidos prazos para análise dos formulários entregues pelo Brasil para habilitação das 78 plantas frigoríficas que pretendem exportar carne bovina, suína e de aves para os chineses.

Além das proteínas, os chineses ficaram interessados no farelo de soja e planejam fazer uma visita de inspeção ao Brasil no segundo semestre. “Tudo foi colocado na mesa e vai ter prazo para acontecer. Eu saio daqui com bastante esperança de que essas decisões e os bons resultados virão agora ao longo desses dois ou três próximos meses”, disse a ministra.

domingo, 21 de outubro de 2018

TSE prepara anúncio de medidas de combate a fake news para hoje

Estarão presentes a ministra Rosa Weber, os ministros Raul Jungmann e Sérgio Etchegoyen, a PGR, Raquel Dodge, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, e o diretor da PF, Rogério Galloro
© Ueslei Marcelino / Reuters
uma semana do segundo turno, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para hoje (21) à tarde uma entrevista à imprensa em que devem ser anunciadas medidas de combate à disseminação de notícias falsas (fake news) nas redes sociais. A entrevista ocorre no momento de acirramento de acusações entre as campanhas de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

Além da presidente do TSE, ministra Rosa Weber, deverão participar da entrevista os ministros Raul Jungmann, da Segurança Pública, e Sérgio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, e o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro.

No TSE, há decisão para abertura das investigações em torno das denúncias sobre a existência de empresários que financiariam um esquema criminoso para a propagação de fake news anti-PT via WhatsApp. A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral Eleitoral também estão nas apurações.

A semana que passou foi tensa, pois Haddad acusou Bolsonaro de estar por trás do esquema. Os adversários trocaram acusações. Bolsonaro negou envolvimento. Pelo Twitter, o candidato do PSL afirmou que não tem controle sobre apoios voluntários e que o PT não está sendo prejudicado por fake news, e sim pela “verdade”.

Partidos políticos, que apoiam ambos os candidatos, recorreram à Justiça Eleitoral em busca de providências. O PT pediu ao TSE para declarar Bolsonaro inelegível por 8 anos com base nas denúncias publicadas na imprensa.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Ministra desiste de pedido para ultrapassar teto salarial e receber R$ 60 mil

Por Extra Globo
Foto: Jorge William / Agência O Globo
BRASÍLIA - Em meio à polêmica sobre seu pedido para receber salário acima do teto, a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valoisdesistiu do pleito. Em nota divulgada na tarde desta quinta-feira, ela afirma que já encaminhou ao governo comunicado de que desistiu de acumular salário de ministra com aposentadoria de desembargadora aposentada da Bahia.

Luislinda reclamava que, por causa do limite constitucional, só podia ficar com R$ 33,7 mil, equivalente ao salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ela havia afirmado ainda que “sem sombra de dúvidas” essa situação se assemelhava ao trabalho escravo. O caso foi revelado pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. Em entrevista à rádio CBN, a ministra confirmou o pedido e disse que, em função do cargo que ocupa, tem “representatividade” e precisa se apresentar “trajada dignamente”.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

STF dá 5 dias para Presidência explicar reajuste nos combustíveis

Decisão da ministra Rosa Weber foi feita dentro do âmbito de ação protocolada pelo PT que alega que a majoração, feita por decreto, é inconstitucional
POR CORREIO 24 HORAS
A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Presidência da República explique em um prazo de cinco dias o aumento nas alíquotas de PIS/Cofins sobre combustíveis. A decisão da ministra foi feita no âmbito de uma ação ajuizada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) contra decreto do presidente Michel Temer que alterou as alíquotas.
O PT alega que o decreto é inconstitucional, sustentando que o aumento de tributos somente pode se dar mediante lei formal - e não por decreto -, exigível somente após decorrido do prazo de noventa dias da sua publicação. O partido de oposição pretende suspender os efeitos do decreto de Temer até o julgamento final da ação, com a consequente restauração do valor anteriormente cobrado pelos postos de combustíveis.
"Requisitem-se, com urgência, informações à Presidência da República, a serem prestadas no prazo de cinco dias. Após, dê-se vista ao Advogado-Geral da União e ao Procurador Geral da República, sucessivamente, no prazo de três dias", determinou Rosa Weber.
Até a publicação desta matéria, a reportagem não havia obtido resposta da Presidência da República sobre a decisão da ministra

terça-feira, 17 de março de 2015

Ministra garante que Bolsa Família não sofrerá com ajuste fiscaL


20130526185659-20130526185659-bolsa-familia-1O Programa Bolsa Família não sofrerá com o ajuste fiscal proposto pela área econômica do governo federal para este ano, segundo a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. Ela explica que o custo anual do programa, que atende a cerca de 14 milhões de famílias, é R$ 27 bilhões.
“Isso dá menos de 0,5% do PIB [Produto Interno Bruto, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país]. Com menos de 0,5% do PIB, complementa-se a renda de 14 milhões de famílias. O Bolsa Família não substitui o salário, ele é um complemento que dá, em média, R$ 170 por família”, disse a ministra.
Segundo ela, no entanto, apesar de o ajuste fiscal não prever um corte de verbas no Bolsa Família, o Ministério do Desenvolvimento Social, responsável pelo programa, tem buscado reduzir seus gastos de outra forma.
“Estamos fazendo no governo todo um esforço para atravessar esse momento de crise, que não é só do Brasil, é internacional. Nós estamos tentando, ao máximo, reduzir despesas. Sempre é possível ser mais eficiente no gasto. Estamos reduzindo publicações, tentando gastar menos com diárias e passagens. Mas o Bolsa Família e os direitos da população pobre estão garantidos”, disse.
A ministra participou da abertura do Encontro Regional do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas) no Sudeste. O evento reúne, hoje e amanhã, em Niterói, no Grande Rio, técnicos e gestores de prefeituras da região para propor melhorias na gestão de programas, ações e serviços do Sistema Único de Assistência Social (Suas).
FONTE: Ceará Agora

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Ministra defende 'tolerância zero' com casos de estupro

Ministra defende 'tolerância zero' com casos de estupro

Agência Brasil | 22h43 | 04.11.2013

Declaração foi dada após divulgação de dados que apontam para o crescimentos de estupros no país


Após a divulgação de dados que mostram que o número de estupros no Brasil cresceu 18,17% em 2012, em comparação com o ano anterior, a ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM),Eleonora Menicucci, disse nesta segunda-feira (4), por meio de nota, que as mulheres devem ter"tolerância zero" e denunciar o crime.
"O governo federal tomou ao pé da letra o lema 'Tolerância zero' e convoca a parceria dos governos estaduais, municipais e da sociedade em geral para combater este tipo de violência e a impunidade dos estupradores. Conclama as mulheres a procurar atendimento e denunciar, porque elas não estão sozinhas", diz a nota.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Bolsa Família é um programa barato, diz ministra


Agência Estado | 15h35 | 18.03.2013

Cerca de 50 milhões de brasileiros estão sendo beneficiados pelo programa


A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, afirmou que cerca de 50 milhões de brasileiros estão sendo beneficiados pelo programa Bolsa Família. "É um programa barato, do ponto de vista fiscal, que traz grandes benefícios sociais e econômicos", comentou na manhã desta segunda-feira (18), em aula magna na Escola de Economia de São Paulo da FGV (EESP-FGV).
A ministra destacou que o programa Bolsa Família saiu de um orçamento de R$ 4,2 bilhões em 2003, quando beneficiou 3,6 milhões de famílias. Em 2013, o orçamento do programa é de R$ 24 bilhões e deve atender 13,8 milhões de famílias.
De acordo com a ministra, desde janeiro de 2011 perto de 36 milhões de pessoas que eram beneficiadas pelo Bolsa Família não estão mais na condição de extrema pobreza, que significa receber menos de R$ 70,00 per capita por mês. "Não há ninguém dentro do Bolsa Família que é extremamente pobre", comentou.
Em média, a família beneficiada pelo programa recebe em média R$ 240,00 por mês, destacou. "Segundo cálculos do Ipea, o governo reduziu em 89% a extrema pobreza no País", destacou.



FONTE: http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=355843

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